A casada mais puta de rio doce, olinda-pe
Hoje eu, o africano pauzudo amigo da Selma Recife, entrei na casa dessa vadia chamada Mônica, a rainha das putas da quarta etapa de Rio Doce em Olinda, e transformei a folga dela em uma foda insana que começou com ela me chupando como uma profissional da boca gulosa, babando no meu caralho inteiro até a garganta, depois meti na buceta molhada dela que babava como uma cachoeira enquanto ela gritava ofendendo o corno manso do marido, e finalizei arrombando o cu apertado com manteiga, fazendo ela gemer de dor, peidar alto, sujar tudo com merda e esperma até correr desesperada pro banheiro explodindo em peidos e cagando tudo – uma aventura tão suja e picante que vai te deixar com o pau latejando ou a buceta pingando, querendo ver as fotos e vídeos pra gozar junto, e tem mais putarias vindo em postagens diárias, comenta aí o que achou pra eu saber quem é safado como ela.
Eu sou o africano amigo da Selma Recife, adoro foder com as safadinhas que aparecem no meu perfil no site da Selma e no FANVUE delas, e essa safada aqui é a Mônica, a maior puta da quarta etapa do bairro de Rio Doce aqui em Olinda. Eu tô mostrando a cara dessa puta porque nem adianta esconder, pois todo mundo no bairro já sabe que ela é puta mesmo. Antes de casar, tanto o marido quanto os outros namorados dela, que também são daqui do bairro, já eram traídos por ela, principalmente com a fama que ela ganhou desde cedo por chupar uma pica muito gostoso. Vocês não imaginam como é a boca dessa mulher, como é quente, como a língua é habilidosa e molhada – ela chega babando no caralho todo. E o foda que ela aguenta rola na bunda desde quando era virgem na buceta e já dava o cu pra um bocado de casados e amigos aqui do bairro, que já rendeu muita confusão. Eu já publiquei no meu perfil no site da Selma.
Hoje eu chego na casa dela de novo, pois é dia de folga, e vejam como ela me recebe: com um shortinho comum, mas bem curtinho, que dá pra ver a bundinha redonda e empinada enquanto o corno tá no trabalho. Mas ele sabe que é corno e, pra não perder o casamento, topou virar liberal, desde que veja tudo que ela faz. Por isso, eu filmo não só pra ele ver, mas também pra mostrar pro mundo que a esposa dele é uma puta vagabunda que chupa rola pra caralho, e ela faz isso quase todos os dias aqui na casa dela. Todas as vizinhas já sabem, não falam com ela, e quando encontram numa farmácia, padaria, mercadinho ou feira, esculhambam falando mil coisas. Ela não tá nem aí. A família do corno também é contra o casamento, e a família dela já nem fala com ela de tanta vergonha que passaram anos aqui no bairro.
Mas vamos falar de hoje. Eu entro, e ela já vem sorrindo, com aquela carinha de safada, ajoelhando no chão frio de azulejo do banheiro, porque a gente sempre fode ali pra não sujar a casa toda. "Vem cá, seu negão pauzudo, me dá essa rola preta grossa que eu tô louca pra engolir tudo", ela diz, lambendo os lábios rosados e estendendo a língua pra fora, como uma cadela no cio. Eu baixo a calça, e meu caralho salta pra fora, já duro como pedra, latejando, com a cabeça roxa brilhando de tesão. Ela agarra com as duas mãos, sentindo o calor pulsando nas veias, e começa a lamber devagar, da base até a ponta, fazendo um som molhado, slurp slurp, como se estivesse chupando um sorvete derretendo. O cheiro de excitação já enche o ar, misturado com o perfume barato dela e o suor do meu saco.
Ela abre a boca larga, engolindo a cabeça primeiro, sugando forte, e eu sinto a língua dela rodando em círculos, quente e úmida, babando tanto que a saliva escorre pelo meu pau, pingando no chão. "Porra, Mônica, sua puta gulosa, chupa mais fundo, vai", eu mando, segurando o cabelo dela em um rabo de cavalo improvisado. Ela obedece, empurrando a cabeça pra garganta, engasgando um pouco, mas não para – glug glug glug, o som ecoa no banheiro vazio, enquanto os olhos dela lacrimejam de esforço, mas ela sorri com a boca cheia. Eu não sei como ela consegue colocar tudo, dá pra sentir a ponta batendo no fundo da garganta da puta. Ela é habilidosa com as mãos, massageando as bolas enquanto a boca vai e vem, acelerando, babando mais, o fio de saliva esticando toda vez que ela puxa pra respirar. "Tá gostoso, né, seu safado? Minha boca é melhor que qualquer buceta, engole tudo sem reclamar", ela murmura entre uma chupada e outra, lambendo o comprimento inteiro, focando na veia grossa que pulsa. Eu gemo alto, o tesão subindo, o cheiro de saliva misturada com pré-gozo enchendo minhas narinas, e ela continua por minutos, chupando devagar pra torturar, depois rápido pra me deixar louco, até meu pau ficar todo melado, brilhando como se tivesse passado óleo.
Depois de me deixar no limite com essa mamada épica, eu a levanto, arranco o shortinho dela, revelando a buceta raspadinha e já inchada, pingando de tesão. "Me fode agora, seu negão, mete essa pica grossa na minha xota babando, o corno manso não dá conta nem da metade", ela implora, se inclinando no chão, empinando a bunda leopardada. Eu posiciono atrás, roçando a cabeça na entrada molhada, sentindo o calor úmido pulsando, e empurro devagar, sentindo as paredes da buceta se abrindo, apertando meu pau como um punho quente. Ela geme alto, "Aaaah, porra, que grande, tá me rasgando, mas continua, fode forte!", gritando enquanto eu acelero, socando fundo, ploc ploc ploc, o som da carne batendo ecoando, misturado com o cheiro de sexo suado e buceta excitada. Ela baba na buceta tanto quanto na boca, o mel escorrendo pelas coxas, e eu meto sem dó, puxando o cabelo dela, fazendo ela arquear as costas. "Seu corno otário, olha como eu gozo com pau de verdade, você é um fracasso na cama, manso filho da puta!", ela grita, rebolando contra mim, gemendo cada vez mais alto, as unhas cravando no chão enquanto o orgasmo vem, tremendo todo o corpo dela, apertando meu pau dentro.
Mas ela quer mais, a vadia insaciável. "Agora no cu, seu safado, me arromba o rabo, mas passa manteiga pra escorregar", ela pede, pegando um pote de manteiga da cozinha rápida e passando no cu piscando e no meu pau ainda duro. Eu espalho bem, sentindo o cheiro amanteigado misturando com o suor, e posiciono a cabeça na entradinha apertada. "Vai devagar, porra, tá doendo já", ela reclama, mas empina mais, mordendo os lábios. Eu empurro devagar, sentindo o anel resistir, depois ceder um pouco, entrando centímetro por centímetro, e ela grita de dor, "Aiii, caralho, tá rasgando meu cu, seu pauzudo do inferno, mas não para, mete mais!". O cheiro de cu começa a subir, misturado com manteiga derretida, e ela peida alto, prrrrt, um peido fedorento que faz a gente rir, mas eu continuo, socando mais forte, arrombando o buraco que vai se abrindo. Dá pra ver meu pau entrando e saindo, cada vez com um filete de merda desenhado no meio, sujando tudo, o cheiro de bosta forte enchendo o banheiro, mas isso só me deixa mais excitado. "Tá cagando no pau, sua puta suja, mas aguenta, vai", eu digo, metendo sem piedade, plap plap plap, enquanto ela geme misturando dor e prazer, peidando mais, prrrrt prrrrt, cagando aos poucos no meu pau. "Porra, vou me cagar toda, tira, tira!", ela implora, mas eu respondo: "Só saio quando gozar, aguenta aí, vadia!". Eu acelero, sentindo o cu apertado pulsando, o fedor de merda e sexo dominando, e gozo forte dentro, enchendo o rabo dela de porra quente.
Ela mete a mão no cu pra não vazar, mas sai correndo desesperada, pingando esperma e merda pelo chão da casa, deixando um rastro fedorento, enquanto corre pro vaso. Senta e explode em peidos altos, prrrrrt boom, botando tudo pra fora, o som ecoando como uma descarga, cheiro de bosta fresca subindo. "Caralho, que foda louca, seu negão, me arrombou toda", ela ri ofegante, limpando a bagunça. Pra achar o autor dessa putaria, segue meu perfil no site da Selma www.selmaclub.com e no FANVUE www.fanvue.com/brazilians2026 , comenta aí o que achou dessa safadeza, se gozou vendo as fotos, e fica ligado que tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias cheias de vadias como essa.
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