#Gay

Meu orientador

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Alberto

Nunca fui um camada social, muito pelo contrário, cheguei a ter um diagnóstico de autista, mas meus pais vendo meu aproveitamento escolar excepcional, resolveram não me impor nenhum tratamento excepcional. Nunca tive nenhum amigo para conversar sobre a vida, meu principal prazer também não era o mais comum, eu sempre adorei ver pênis. Mantinha-me na equipe de natação tanto no colégio quanto na universidade só para ver meus colegas nus, mas tido como esquisitão, nunca tive intimidade com nenhum deles para comentar nada. Aos vinte e três anos, ainda virgem, já no meu segundo ano de doutorado em Londres, com saudades da Língua Nativa, fui ao cinema para ouvir os artistas falarem em português em um filme brasileiro. Sentei-me com um balde de pipocas na mão em uma sala de projeção quase vazia, a meu lado sentou um camada com feições de Europeu, embora tenha notado estranho o cara tendo tantos lugares vazios sentar exatamente a meu lado, não liguei e fiquei me deliciando com o som, sem me importar com as imagens. Quando dei por mim, o cara estava alisando meu pau, estava gostoso, então deixei, não demorou para ele abrir o zíper da minha calça e puxar meu cacete para fora. Assim que ele segurou meu pau fiquei desesperado, levantei e fui embora. Aquela noite sonhei com muitas das pirocas que tinha admirado durante a vida e acordei todo esporrado. Fui ao mesmo cinema por duas noites seguintes e nada aconteceu, mas na terceira noite, reconheci aquele loirinho franzino ao lado da pipoqueira, sorri para ele, comprei um cesto grande de pipoca e sentei no mesmo lugar da primeira noite, assim que as luzes apagaram, aquele rapaz com jeito delicado sentou a meu lado e imediatamente passou a alizar minha rola que já estava dura e eu abri o zíper, ele não perdeu tempo segurou minha piroca e foi a primeira vez que alguém me masturbou, assim que gozei ele falou em alemão: "Amanhã venho a tarde". No dia seguinte, um domingo, na sessão das horas, nem comprei pipoca, fui direto para a cadeira de sempre, a luzes se apagaram e ele desfilou pelo corredor sentando-se a meu lado, repetimos o ritual, eu já estava quase gozando quando ele fala no meu ouvido: "Coloca a mão na minha buceta". Não perdi tempo, levei minha mão a seu ventre, encontrando ali um pau duro e apertei calculando que aquele era um cacete tinha sementes a do meu e ele com a outra mão abriu seu zíper. Pela meu coração estava batendo na boca quando segurei aquele cacete, uma sensação maravilhosa e passei a masturba-lo aproveitando o fato de ser canhoto, caprichei e ele gozou antes de mim, mas continuou me masturbando até eu gozar. Levantou e foi embora. Tive uma semana cheia de trabalho e não pude voltar ao cinema. No domingo assisti quatro sessão, mas meu "amigo" não apareceu. Saindo do cinema caminhei a pé em direção a uma estação do metrô quando um travesti lindo sorriu para mim, conversamos por algum tempo e fomos para um hotel, lá o travesti tirou toda a roupa e eu não, assim que ele deitou, segurei seu belo dote com as duas mãos, alisei, balancei e punhetei, resisti a tentação de colocar na boca, maravilhei-me vendo os jatos de porra do travesti no ar. Voltei para meu alojamento, me tranquei no banheiro para meu colega de quarto, um indiano, me surpreendesse e me masturbei lembrando daquele cacete gozando. Na segunda feira, meu orientador, um francês quarentão, casado, outro que também com sinais de autismo, percebeu meu desassossego e pela amizade que tínhamos, contei para ele minha aventura, quando terminei ele estava alisando minha rola e nos beijamos, um segurando o pau do outro. Ele trancou a porta da sala e abriu uma cama de armar e passamos a nos alisar. Quando ele me ofereceu seu pau, não tive dúvidas, chupei até receber leite na boca. Sabendo que a esposa dele morava em Paris aceitei o convite para ir a sua casa naquela noite. Assim que entrei, ele me abraçou e me conduziu a seu quarto, senti o aroma de perfume feminino nos lenções quando deitei, imediatamente deduzi que a esposa dele tinha passado o fim de semana ali, mas quando ele abriu roupão atoalhado e exibiu aquele pênis duro, esqueci tudo e o deixei me abraçar por trás sentindo aquele roliço encostar nas minhas nádegas, tirei rapidamente a roupa e voltei a deliciar com pinceladas em meu rego, ficando todo arrepiado, pedi para ele me penetrar. Meu orientador se fez ajoelhar na cama onde nas noites daquele fim de semana tinha dormido e pressionou seu pau contra meu anel virgem, eu sabia que depois da dor viria o prazer e aguentei firme e ele depois de bombar gostoso, inaugurou minha vida sexual com bastante esperma no meu canal anal. Até o fim do meu curso, mantivemos nosso romance, só não fazíamos nossos troca-troca nos fins de semana quando ia a Paris ou ela ia para Londres.

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