A ofina de eletrônicos
No meu prédio morava uma quarentona que era a sensação do bairro, seu filho Fernando, vivia sendo motivo de chacota por causa da mãe gostosa. O namorado da Dona Clara criou amizade com meu pai e os dois conversavam por horas aos fins de semana, o cara era baixinho, barrigudo, mas tinha uma simpatia impar, tido como excelente técnico prático em eletrônica, mantinha uma oficina em um prédio comercial na área central da cidade. Eu com dezesseis anos, comecei um curso técnico exatamente em eletrônica e resolvi uma tarde conhecer a oficina, cheguei lá já no fim do expediente, muitas portas dos escritórios já estavam fechadas, assim que cheguei, Sr. Sergio me mostrou vários aparelhos de testes e esqueci da hora, em dado momento, ele me mostrou algumas revistas antigas com fotos de casais mantendo relações sexuais entre elas, algumas de homens chupando pau, dando a bunda e cacetes lindos. Sr. Sergio viu meu pau duro e me alisou, acho que não reagi, pois logo ele estava passando a língua no meu pescoço e abrindo o zíper da minha calça jeans e sem eu esperar, ele ajoelhou e começou a chupar meu cacete, Sergio sabia fazer uma chupeta, baixou minha calças e eu ainda de pé, senti suas duas mãos alisando minha bunda e quando estava para gozar, ele colocou a ponta do dedo no meu cuzinho, minhas pernas tremeram e eu gozei forte. Ele sorriu, foi até uma pia no canto da oficina e escovou os dentes, foi quando via a hora, já passava das vinte, eu não podia mais demorar e combinamos que ele me esperaria no sábado às quatorze horas na porta do prédio. Naqueles dois dias, fiquei imaginando como seria o sábado, sem qualquer medo, compareci ao encontro, subimos e o sofá cama da oficina já estava aberto, coberto por um lençol, ele só de cueca, convidou-me a tirar a calça, argumentei que não usava cueca e ele manteve o convite, fiz a vontade dele, certo de que ia acontecer uma "brincadeira" entre nós dois, meu coração batia na minha garganta, Sergio, muito malandro me ofereceu algumas revistas, todas só com homens, e enquanto eu foleava as revistas, ele tirou a cueca, vi seu caralho, pouco maior e mais grosso que o meu, lindo. Ele pegou no meu pau e me ofereceu o dele, nossa, lembro bem a sensação que senti, uma fogueira estava acessa na minha barriga e ele me fez virar de ladinho e passou a pincelar minha bundinha, esporrando entre minhas nádegas, fazendo-me uma chupeta em seguida, enquanto enfiava seu indicador no meu buraquinho, o gozo foi estupendo me levou até a pia e nos lavamos e voltamos a ver as revistas ele me ofereceu o cacete, e depois de masturba-lo um pouco, pela primeira vez na vida, engoli aquela piroca e chupei com vontade, antes dele gozar na minha boca, voltei a masturba-lo, vendo seu pau lançar porra para o alto. Me vesti e fui embora. No domingo durante todo o dia, senti aquela sensação gostosa de uma rola passeando no meu rego e acabei batendo duas punhetas com a ponta do dedinho no cu. Na terça feira, dizendo em casa que ia estudar na casa de um colega, comprometi-me a estar de volta antes das vinte e duas horas e fui o centro comercial, chegando lá já no fim da tarde. Assim que entrei, Sergio olhou o corredor e fechou a porta, passamos um a chupar o pescoço do outro, acabamos nos abraçados um masturbando o outro e nos deitamos no chão em posição de sessenta e nove, uma delícia, durante aquela foda oral espetacular, ele enfiou a língua no meu cuzinho, fazendo-me gozar forte. Ainda com as costas no chão, vi Sergio levantar minhas pernas e esfregar a cabeça do pau no meu cuzinho, enchendo meu anel de leite. Me lavei e fui embora, com uma vontade louca de ser arrombado. Perto de casa, encontrei o Fernando, filho da amante de Sergio e conversamos algumas besteiras. Passei a semana me preparando e no sábado como tinha combinado, o Sergio estava me esperando na porta do prédio. Ao chegarmos na oficina, já tirei a roupa e deitei no sofá, Sergio em pé, mandou um ficar de quatro no sofá que já estava na forma de cama, eu sabia que ia levar vara e estava super empolgado com isso, Sergio enfiou o dedo cheio de gel no meu cuzinho e eu me deliciei com aquilo, e senti aquela sensação maravilhosa da cabeça de um pinto passeando no meu rego, até que ele parou e eu senti a dor da cabeça do pau duro esticando meu anelzinho e cerrei os punhos, trinquei os dentes e gemi como uma puta, mas fiquei firme, Sergio começou o movimento para frente e para trás, entre o prazer de ser empalado e a dor do empalamento, dei mais atenção a prazer e com uma das mãos em meu pau senti aquele liquido quente no meu canal anal e gozei sujando o sofá que estava sem lençol. Sergio perguntou se eu aguentaria mais uma e eu pedi para ele continuar, naquela segunda paulada, eu consegui engolir com a bunda aquela cacete gostoso. Por mais de um ano, fiz visitas regulares a oficina, pelo menos uma vez na semana e outra no sábado ou domingo a tarde, eu estava viciado em rola. Em um domingo de sol, cheguei ao local no horário de sempre, já com quase dezoito anos, sabendo que Sergio tinha rompido com Dona Clara, abri a porta do prédio com as chaves que Sergio tinha me dado, ao chegar perto da sala/oficina, ouvi vozes, quase fui embora, mas uma das vozes era de Sergio e a outra me parecia familiar e entrei na sala. Foleando uma revista só de cueca estava lá o meu vizinho Fernando, filho da ex-amante de Sergio, quase cai de costas, quando Sergio falou: "Agora seremos três". Ainda meio embaraçado vi Fernando baixar a cueca que escondia uma maravilhosa ferramenta, bem maior que a minha que já a algum tempo eu usava só para me masturbar e que era do tamanho da ferramenta de Sergio, já a do Fernando, era realmente grande. Fernando, mais ousado colocou aquela cobra na minha mãe enquanto Sergio baixava minhas calças se posicionando atrás de mim. Ficamos os três nus nos alisando, um chupando os mamilo do outro, eu estava louco para gozar e me ajoelhei no sofá, Sergio enfiou a língua no meu cu guloso e logo me penetrou com seu cacete, eu já estava quase gozando quando Fernando assumiu o lugar de Sergio, nossa, parecia que eu estava sendo novamente arrombado, que meu cu estava sendo rasgado e Sergio sabendo o que eu estava sentindo, entrou embaixo de mim e passou a chupar meu pau, foi a melhor gozada da minha vida, quase mato o chupador afogado com minha porra. Mantivemos nossos encontro na oficina por mais de um ano, até que conheci o Paulo, mas essa é outra conversa.
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