Tirei o cabaço de miha namorada crente
Oi, pessoal! Meu nome é **Júnior**, hoje eu tenho 25 anos, mas quando essa loucura toda rolou eu tinha só 18. Eu era aquele cara tímido pra caramba, principalmente na adolescência, até que meus pais me arrastaram pra frequentar uma igreja evangélica aqui no bairro da **Boa Viagem**, em Recife. Foi lá que eu trombei com **Valéria**, uma morena dos infernos, bem mais velha que eu, com uns peitos enormes que balançavam a cada passo e um rabo tão empinado que parecia desafiar a gravidade. Desde o primeiro olhar, eu já sabia que minha vida ia virar de cabeça pra baixo.
**Resumo rápido pra vocês ficarem com água na boca:** Eu, um virgem envergonhado de 18 anos, acabei deflorando essa crente safada na casa dela depois de um almoço de domingo. Ela perdeu a virgindade comigo em uma transa dolorida, suja e cheia de tesão reprimido, gozei dentro dela sem camisinha, ela engravidou, casamos correndo e hoje vivemos uma vida de casados tarados, transando todo santo dia enquanto nosso filhinho dorme no quarto ao lado. E tem mais: as aventuras continuam rolando soltas, cada vez mais pesadas, com direito a anal que dói gostoso, peidos safados no calor do momento e muita putaria escondida. Se você quiser saber todos os detalhes sujos das minhas próximas fodas e ver as fotos e vídeos quentes que eu posto das nossas aventuras, corre atrás de mim na internet procurando por **www.selmaclub.com** e **www.fanvue.com/brazilians2026**. Agora segura aí que o conto vai começar de verdade...
Tudo começou num domingo abafado daqueles, sol rachando em Recife. Eu fui passar o dia na casa dela, lá no **Pina**, pertinho da praia. Depois do almoço de galinha caipira com macaxeira frita, ela se levantou da mesa suada, o vestido colado no corpo.
— Oxente, Júnior, tô derretendo de calor, vou tomar um banho rapidinho, tá? — disse ela, com aquela voz rouca que me deixava louco.
— Beleza, Val, vai lá. Eu fico aqui baixando umas músicas no celular — respondi, tentando disfarçar o volume que já crescia na bermuda.
Ela passou pela sala enrolada numa toalha branca, pingando água, o cheiro de sabonete misturado com o perfume dela invadiu tudo. Quando vi aquele rabo balançando molhado, meu pau acordou na hora, ficou duro como pedra, uns 18 cm pulsando contra o tecido. Fingi que tava olhando pro celular, mas meus olhos grudaram nela até ela entrar no quarto e fechar a porta.
Uns minutos depois, ela gritou do corredor:
— Ei, vida! Vem cá um minutinho?
Meu coração disparou. Que porra era essa? O tesão falou mais alto que o medo. Levantei, ajeitei o pau pra não ficar tão escancarado e abri a porta do quarto devagar.
Lá estava ela: deitada na cama, com uma lingerie vermelha de renda que mal cobria os mamilos duros e a buceta lisinha já brilhando de tesão. Os peitos fartos quase pulando pra fora do sutiã, o rabo empinado como se pedisse pra ser apertado. Eu fiquei parado na porta, boca seca, pau latejando.
— Vem cá, Júnior... não fica aí só olhando — ela sussurrou, mordendo o lábio inferior.
Fechei a porta atrás de mim. Me aproximei devagar, o cheiro dela me deixando zonzo. Caí de joelhos na beira da cama, beijei aquela boca quente, língua dela dançando na minha, gemidinhos baixos saindo da garganta. Desci pro pescoço, mordi de leve, senti o gosto salgado da pele. Tirei o sutiã com os dentes, os peitos saltaram livres, mamilos castanhos durinhos me chamando. Chupei um, depois o outro, lambi devagar, mordi de leve até ela arquear as costas.
— Ai, caralho... chupa mais forte, seu safado! — ela gemeu, enfiando os dedos no meu cabelo.
Eu obedeci, chupei com vontade, alternando os seios, enquanto minha mão descia pela barriga dela até a calcinha. Tirei devagar, revelando aquela bucetinha rosada, lisinha, já molhada pra cacete. Abri as pernas dela e enfiei a cara ali. O cheiro era forte, tesudo, língua roçando o clitóris inchado, chupando os lábios, enfiando a língua fundo. Ela se contorcia toda, quadril subindo, gemendo alto.
— Vai, Júnior... me faz gozar na tua boca, vai!
Ela gozou tremendo, um jorro quente na minha língua, corpo todo se sacudindo. Eu não aguentei mais. Baixei a bermuda e a cueca, meu pau babando pré-gozo. Deitei por cima dela, a cabecinha roçando a entradinha apertada.
— Vai devagar, amor... eu nunca... — ela murmurou, olhos arregalados.
Eu sabia que se fosse devagar ela ia amarelar. Empurrei de uma vez, sentindo a resistência, o hímen rasgando. Ela gritou, lágrimas nos olhos.
— Tá doendo pra caralho! Para, Júnior!
Enfiei a cueca na boca dela pra abafar os gritos, segurei os pulsos dela acima da cabeça e comecei o vai e vem devagar no começo, depois mais forte. O sangue misturado com a lubrificação dela escorrendo, o cheiro metálico misturado com tesão. Aos poucos ela relaxou, parou de chorar, começou a gemer baixinho, quadril acompanhando o ritmo.
— Isso... fode mais forte... me arromba, seu puto!
Aumentei o ritmo, estocadas profundas, bolas batendo na bunda dela. O quarto cheirava a sexo, suor e buceta molhada. De repente senti o aperto, o gozo vindo.
— Vou gozar, Val... vou encher tua bucetinha!
— Goza dentro, enche tudo! — ela pediu, pernas apertando minha cintura.
Gozei forte, jatos quentes enchendo ela, escorrendo pelas coxas. Tirei o pau ainda duro, cheio de sangue e porra, e enfiei na boca dela. Ela chupou sem nojo, limpando tudo, língua rodando na cabeça, engolindo o que restava.
Depois tomamos banho juntos, ela ainda mancando um pouco, sorrindo safada. Fomos pra igreja à noite como se nada tivesse acontecido, mas eu sentia o cheiro dela em mim o tempo todo.
Semanas depois, ela me chamou chorando: tava grávida. Casamos rápido, numa cerimônia simples em **Olinda**. Hoje temos um filhinho lindo de 6 anos, e a putaria só aumentou. Transamos todo dia, às vezes no banheiro da praia de Boa Viagem, outras vezes em motéis escondidos na BR-101. Ela adora quando eu como o cu dela — dói no começo, ela reclama, solta uns peidinhos quentes de nervoso e tesão misturados, mas depois goza gritando meu nome.
E as aventuras não param. Tem mais histórias vindo por aí: a vez que fizemos um ménage com uma amiga dela na casa de veraneio em Porto de Galinhas, quando ela me deixou amarrado e sentou na minha cara até eu quase sufocar de tanto gozo dela... Quer saber mais? Quer ver as fotos quentes, os vídeos dela gemendo enquanto eu meto forte, os detalhes sujos que eu não conto aqui?
Então corre lá: procura por **www.selmaclub.com** e **www.fanvue.com/brazilians2026**. Me segue, comenta aqui embaixo o que você achou dessa primeira aventura, diz qual parte te deixou mais louco de tesão. Quem sabe na próxima eu conto com detalhes ainda mais pesados... e quem sabe não rola um convite pra você participar das próximas putarias?
Beijo na boca, seus tarados. Até a próxima aventura! 🔥
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