Meu marido oferece meu cu pra tudo que é macho. E filma tudo.
Meu coração acelera só de lembrar da noite insana em que meu marido me entrega como uma puta para machos famintos pelo meu cu apertado, enquanto ele filma tudo, ignorante da dor que sinto com paus grossos me rasgando, gemendo e peidando de agonia misturada a prazer, de Maurílio me fodendo na cama ontem até os amigos dele, um garoto de 20 anos e um velho de 70, me arrombando sem piedade – prepare-se para detalhes sujos que vão te deixar duro e querendo ver cada foto e vídeo anexado, porque isso é só o começo das minhas aventuras diárias.
Estou de quatro na cama, o lençol branco amassado debaixo das minhas mãos suadas, o quarto cheirando a suor e sexo cru. Meu marido, o corno filho da puta, está ali do lado, celular na mão, filmando cada segundo como se fosse um diretor de pornô barato. "Vai, Flávia, abre esse cu pra ele", ele diz com voz excitada, sem noção do inferno que é pra mim. Maurílio, o macho que ele arrumou no site da Selma e no meu Fanvue, está atrás de mim, pau duro como pedra, grosso e veinoso, apontando pro meu buraco virgem do dia. Ele cospe na cabeça rosada e força a entrada, e eu sinto como se estivesse sendo rasgada ao meio. "Porra, que cu apertado, sua vadia", ele grunhe, empurrando devagar no começo, mas logo acelera, o atrito queimando como fogo.
Gemo alto, um misto de dor e tesão que me faz tremer. "Ai, caralho, tá doendo pra cacete!", grito, mas ele não para, só ri e segura minha bunda com as mãos fortes, abrindo mais as nádegas pra câmera captar tudo. O pau dele entra e sai, esticando meu cu além do limite, e eu sinto uma dor de barriga vindo, como se algo dentro de mim estivesse se revirando. Peido sem querer, um som úmido e constrangedor que ecoa no quarto, e Maurílio geme mais alto: "Isso, solta esses peidos sujos, mostra que tá gostando de ser arrombada". O cheiro de cu fodido se espalha, misturado ao lubrificante que escorre pelas minhas coxas, e meu marido filma de perto, zoom no pau dele me invadindo, saindo coberto de uma gosma branca. Eu mordo o travesseiro, lágrimas nos olhos, mas o tesão vence – meu clitóris pulsa, e eu começo a rebolar, pedindo mais. "Fode mais forte, seu puto, me rasga toda!", imploro, voz rouca, enquanto ele martela, as bolas batendo na minha buceta molhada.
Ele me vira de lado, ainda dentro de mim, e eu sinto o pau girando no meu cu, esticando as paredes. "Olha pra câmera, Flávia, diz pro mundo que ama dar o cu pros machos que eu arrumo", meu marido ordena, e eu obedeço, olhando direto pro lens com cara de puta em êxtase. Maurílio me fode assim por minutos que parecem horas, alternando ritmos – devagar pra me torturar com a dor lenta, rápido pra me fazer gritar. Sinto uma câimbra na barriga, como se meu intestino estivesse protestando, mas o prazer vem em ondas, meu corpo traindo a agonia. Ele goza finalmente, jorrando quente dentro de mim, e eu peido de novo ao sentir o sêmen escorrendo. "Porra, que delícia, sua safada", ele diz, saindo devagar, deixando meu cu piscando, dolorido e inchado. Meu marido filma o close-up, rindo: "Perfeito, isso vai viral no Fanvue".
Mas a noite não acaba aí. Meu corno, animado com o show, chama os amigos dele que estavam esperando na sala. Primeiro vem o garoto de 20 anos, Tiago, magro mas com um pau enorme, curvo como uma banana. Ele é inexperiente, mas faminto, e meu marido o orienta: "Vai, moleque, enfia nesse cu que tá quentinho ainda". Tiago cospe na mão e lubrifica, mas força de uma vez, me fazendo urrar de dor. "Ai, filho da puta, vai devagar!", berro, mas ele ignora, bombando como um coelho, o pau jovem e duro me rasgando de novo. O cheiro de suor dele é fresco, misturado ao meu, e eu sinto peidos escapando a cada estocada, meu cu protestando com sons molhados. "Tá gostoso, tia? Seu cu é o melhor que já fodi", ele diz ofegante, e eu gemo: "Fode, caralho, me enche de porra jovem!". A dor na barriga volta forte, como cólicas, mas o tesão me faz gozar só com o anal, minha buceta contraindo sozinha.
Depois dele, entra o velho de 70, o Seu Otávio, barrigudo e com pau grosso, veias saltadas de anos de foda. Meu marido ri: "Agora é com o vovô, Flávia, mostra pra ele que cu de casada é o melhor". Otávio é lento, mas cruel, entra devagar pra prolongar a dor, girando o pau dentro de mim como se estivesse explorando. "Que cuzinho macio, menina, mas vou deixar largo", ele murmura com voz rouca, cheirando a cigarro e idade. Eu sinto como se estivesse sendo esticada eternamente, peidando alto, a barriga doendo como nunca, gemidos virando choramingos. "Porra, tá rasgando meu cu, seu velho safado!", grito, mas ele continua, mãos trêmulas apertando minha bunda. O cheiro dele é forte, suor antigo misturado ao meu suco anal, e meu marido filma tudo, comentando: "Olha como ela aguenta, galera, isso é pra vocês no site". Otávio goza aos poucos, enchendo meu cu de sêmen velho e grosso, e eu sinto alívio misturado a mais dor ao ele sair.
Estou exausta, cu ardendo, barriga revirada, mas o tesão ainda pulsa. Meu marido me beija na testa, orgulhoso: "Você é a melhor puta, Flávia. Amanhã tem mais, um negão dotado que vi no Fanvue". Deito na cama, sentindo o sêmen escorrer, peidando baixinho de resíduo, e penso que ele nunca vai saber a dor real, só filma e oferece meu cu pros machos. Para achar mais sobre mim e minhas aventuras, segue meu perfil no Fanvue www.fanvue.com/brazilians2026 e no site da Selma www.selmaclub.com – tem fotos e vídeos exclusivos. E ei, leitor, se isso te deixou com o pau latejando, comenta abaixo o que achou, qual parte mais te excitou, e fica ligado porque tem mais aventuras quentes em breve, com novas postagens diárias cheias de foda anal selvagem. Quero saber: você aguentaria no meu lugar? Em www.bit.ly/selmatudo tem INSTA, FACE, TWITTER e mais.
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