#Gay

Paguei para dar o cuzinho e achei barato.

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Ramon

Meu amigo e coach de rola PLÍNIO me arranjou mais essa e é por isso que a nossa amizade só faz crescer.

Quem já leu alguns contos meu sabe que tenho um amigo gay chamado PLÍNIO que tem sempre um contatinho ou consegue uma aventura quando quero ser passivo e raras vezes não vale a pena acreditar na sugestão dele.

Final de ano passado fui para Caruaru a trabalho e comentei com PLÍNIO, dizendo que ia aproveitar para sair com uma trans que estava lá.

- Tudo bem, mas não deixei de conhecer ANDRÉ
- Quem é esse?
- Babado total. Ele é baiano mas veio estudar em Petrolina. Agora está fazendo faculdade em Caruaru. Ainda na escola descobriu como fazer uma renda extra e manteve o serviço por enquanto. Vou mandar o contato e já diga que foi minha indicação, para que ele não recuse

Eu na hora nem dei importância, porém liguei para as duas trans com quem queria sair e não deu certo. Não tive dúvidas, mandei mensagem para ANDRÉ, que me respondeu rapidamente. Ele não tem local (mora numa república com outros estudantes) e, como PLÍNIO já tinha avisado a ele que eu ia entrar em contato e que era de confiança, ele não se importou de eu passar para pegá-lo e irmos para um motel.

ANDRÉ era como tinha sido descrito por PLÍNIO: 20 anos, cabelo liso, curto e preto, olhos meios puxados, moreno claro, quase que um indígena vou dizer assim, um bom corpo sem exageros e extremamente simpático. Os maiores detalhes digo depois.

Fomos conversando amenidades, sobre PLÍNIO, sobre a cidade dele, que curso estudava e em que período estava, etc. ANDRÉ disse que era bissexual e saía com mulheres também que recebeu um pagamento de um vizinho na adolescência e que daí começou a fazer jobs para ter folga financeira, mas que temia a fama que poderia ter no futuro e por isso só fazia por indicação. Entramos no quarto ainda sem o clima da safadeza necessário.

- E você, curte o que, quer brincar de quê?, perguntou ele já tirando a camisa e mostrando que não tinha pelos...
- Eu curto tudo, só que hoje eu vim meio mocinha, para conhecer o “bom baiano”

Ele riu e disse que eu estava com sorte porque ele estava com muito tesão. Ficou nu rapidamente e já pude verificar que PLÍNIO acertou quando descreveu ANDRÉ: todo lisinho, aquela cor de achocolatado clarinho, uma bunda linda e o cacete maravilhoso, grande, sem ser grosso, cabecinha pequena e todo reto. Ele notou que eu cresci os olhos quando vi o pau e a bunda dele, tanto que deu uma voltinha para se amostrar, dizendo que adorava ser chupado.

Tirei a roupa e já ia me deitar quando ele me pega pelos cabelos e ele me dá um beijo na boca. “Quem manda aqui sou eu, minha putinha”, falou. Disse isso e me deu um tapa na bunda. Eu me sentei na cama e engoli a rola dele, bem quentinha e deliciosa. Em pouco já estávamos no 69, eu por cima e ANDRÉ metendo a língua no meu cu, ele sabe chupar um cu. Eu engolia a rola dele, ia nos ovos e lambia até perto do cu dele. “Fica de ladinho, vai”, mandou ANDRÉ. Obedeci enquanto ele untava o pau com gel e enfiou um pouco no meu cu e espalhou o resto no meu rego. ANDRÉ começou a roçar o pau no meu rego, tocava no meu buraco, dava uma cabeçada e voltava a esfregar no meu rego. Eu sentindo o calor do cacete dele em contraste com o frio do gel e ANDRÉ me dando cheiros e mordidinhas na nuca. Em determinado momento, quando senti que a cabecinha ia tocar no meu cu, empinei o rabo para trás, pedindo penetração.

ANDRÉ percebeu e aprumou aquela rola linda no meu buraco, tendo a cabecinha entrado facilmente. “Shiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii”, soltei o gemido de tesão e ele continuou a penetração, sem pressa e eu ficando louco de pau duríssimo. Enfiou tudo e começou a me comer, apertando meus peitos. Quando notou o relaxamento do meu anel, me botou de bruços e montou em cima, começando a me comer com força; o pau dele entrava todo e ele tirava até quase a cabecinha e voltava a enfiar, me dando um prazer enorme, meu pau duro chegava a incomodar embaixo. ANDRÉ puxou meus cabelos e meteu com força e velocidade, fui nas nuvens e senti ele gozando sem me avisar, mas não reclamei pois estava adorando. Ele gozou e ficou em cima, beijando minha boca e arfando. “Vai mais um pouquinho que eu gozo”, pedi. ANDRÉ voltou a me comer, levantamos com muito cuidado para o pau dele não sair e ele meteu até eu gozar me masturbando, o que não demorou muito.

- Menino, que rola gostosa da porra essa sua, falei no automático
- Eu nem esperei você gozar, é que estava no maior tesão e eu tinha dito isso
- Adorei, nem se preocupe
- E seu rabo é gostoso demais

Ficamos por ali, tomamos um banho, pedimos um tira-gosto (ele não bebe e eu não ia beber porque estava dirigindo) e partimos para o segundo round. ANDRÉ avisou que estava com vontade de “judiar” mais do meu rabo e que queria que eu gozasse com o pau dele dentro. Ele começou então uma sessão meio de massagem com tapas e alisadas. Pegou um óleo que tinha e fez uma massagem em mim que já me deixou de pau duro; quando chegou na minha bunda, ele passava a mão no meu rego, enfiava dois dedos e dava tapas fortes na minha bunda, um negócio que me deixou virando os olhos, massagem, alisado e tapa. Ele me botou de frango assado, chupou meu pau e veio me penetrar. O cu já aberto e com o óleo dispensou o gel e aquela pica mágica entrou ainda mais deliciosamente, eu sentia o pau ir lá fundo, eu com as pernas nos ombros dele, aquela carinha de índio rindo da minha passividade. ANDRÉ apertava meu pau, dava tapas na minha cara, cuspiu na minha boca, e metia fundo. Avisei que ia gozar e ele meteu muito forte até eu gozar muito (mesmo na segunda gozada) na minha barriga. Ele pegou minha porra com os dedos e enfiou na minha boca.

“Eu quero beber seu leite, gostoso”, falei. Ele continuou metendo, puxou o pau ligeiro e abri a boca para beber a porra dele. Bebi tudo e depois levei umas boas bimbadas na cara. “Adoro um passivinho que curte isso”, ele falou me dando uma tapa na cara e outra cuspida na minha boca. “Quero mijar no seu cu”, ordenou e se deitou ao meu lado e ficamos nos recuperando na cama. “Venha comigo”, ele chamou e me fez entrar na banheira, ficar debruçado na borda e veio meter o pau bambo no meu cu.

O pau dele não estava duro, estava meio mole, mas meu cu aberto e dilacerado engoliu a cabecinha e uma parte da rola. Ele não ia me comer, ia urinar no meu cu. “Não se mexa, ouviu”, falou no tom mais grave. “Sou sua, gostoso”, respondi e comecei a sentir um líquido quente entrar no meu intestino. Quem já fez chuca tem noção do que é isso, porém quando você sabe que é uma rola mijando no seu cu, a sensação tem outro sabor. Puta merda, é a passividade, a submissão completa, eu levando mijada dentro do cu de um garoto de programa que tinha conhecido naquele dia e, pior, estava adorando... o excesso escorria para a banheira e ANDRÉ tirou o pau e me mandou “peidar o mijo”, o que fiz olhando para trás e vendo a cara de felicidade dele. Foi muito mais líquido que uma chuca, líquido mais quente e foi muito mais lá dentro, tenho certeza. Foi acabar de sair urina do meu cu, fiquei piscando o buraquinho para ANDRÉ, que meteu tapas na minha bunda.

Trocamos muitos beijos e fomos embora. Deixei ANDRÉ perto de onde ele morava e, no outro dia, repetimos a dose, dessa vez muito melhor, porque a química entre a gente foi perfeita.

Voltei para casa e liguei para PLÍNIO, agradecendo por mais essa maravilhosa dica e dizendo que ANDRÉ iria passar um final de semana comigo em Recife (o que já ocorreu e foi maravilhoso, mas meu cu terminou ardido de tanto levar rola de sexta-feira até domingo).

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Ramon #Gay

Comentários (2)

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  • Anonimo: Dlc....eu queria. Levar rola ou dar uma mamada kkk 40 anos e ainda nao fiz isso kkk

    Responder↴ • uid:r7bnua18
  • Eduarda: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Sofirsk

    Responder↴ • uid:7btejnnthj