DP nas trilhas, na caçamba da caminhoneta.
Ah, que delícia de fim de semana selvagem em Bonito-PE, onde eu, Sandra, a casada safada com um corno manso em casa, me joguei numa foda insana com dois machos roludos numa trilha escondida, bem em cima da caçamba da caminhonete de um deles, enquanto meu maridinho só assistia e filmava tudo, humilhado e excitado. Um pauzão enorme cravado na minha buceta inchada fez meu cu estufar pra fora, exposto e bicudo, convidando o outro alfa a meter sem dó por trás, me rasgando com dor e prazer misturados, gemidos ecoando na mata, cheiros de suor e porra no ar, diálogos sujos humilhando o corninho o tempo todo, e agora, com Selma Recife e Manu chegando pro Carnaval aqui, imaginem as putarias que vêm por aí – leiam tudo, vejam as fotos e vídeos anexados, e preparem-se pra mais aventuras diárias, comentem pra eu saber o que vocês querem ver!
Aqui estou eu, Sandra, deitada na cama do nosso quarto simples em Bonito-PE, ainda sentindo o corpo dolorido e pegajoso do que rolou nesse fim de semana louco. Meu marido, o corno manso que chamamos de Toninho só pra zuar, tá ali no canto, revendo os vídeos no celular com aquela cara de cachorro pidão, mas sem ousar tocar em nada. Eu rio por dentro, porque sei que ele adora isso, o safado. Mas vamos ao que interessa: eu sou louca por fazer amigos nos sites da Selma Recife, aqueles portais cheios de vídeos quentes, fotos explícitas e contos que deixam qualquer um babando. É lá que eu posto minhas aventuras, troco mensagens com machos alfa que sabem o que querem, e marco encontros que viram lendas. E olha só, tô pulando de alegria porque ouvi que a própria Selma Recife e a Manu vão descer pra Bonito no Carnaval – imaginem a gente se esbarrando numa festa, trocando olhares cúmplices e quem sabe armando uma orgia coletiva? Meu cu já pisca só de pensar!
Tudo começou na sexta à noite, quando eu tava navegando no site da Selma, lendo uns contos de casadas traindo com negros dotados – ai, que tesão! – e recebi mensagens de dois caras que eu já tava paquerando online. Um se chama Vitor, um moreno alto, musculoso, daqueles que trabalham na roça mas têm pinta de modelo, com um pau que nas fotos parecia uma mangueira grossa, preta e veinosa. O outro é o Paulo, loiro, barbudo, dono de uma caminhonete velha mas potente, e ele jurava que sua rola era ainda maior, capaz de fazer qualquer buceta chorar. Eu mostrei pro Toninho as mensagens, e ele, como sempre, baixou a cabeça e disse: "Vai, amor, se diverte". Corno manso do caralho, né? Eu respondi pros dois: "Quero vocês me comendo juntos numa trilha aqui em Bonito, amanhã de manhã. Tragam camisinhas? Que nada, vai no pelo mesmo, adoro sentir porra quente escorrendo".
No sábado cedinho, o sol mal nascendo, eu me arrumei como uma puta de luxo: shortinho jeans apertado marcando a bunda redonda, top decotado mostrando os peitos fartos, cabelo solto e perfume barato mas que gruda na pele. Toninho dirigiu o carro até o ponto de encontro na entrada da trilha, uma área de mata fechada perto das cachoeiras, onde ninguém vai cedo. Vitor e Paulo já tavam lá, encostados na caminhonete do Paulo, uma S10 velha com caçamba azul desbotada, fumando cigarro e rindo. Eu desci do carro, dei um beijo seco no corno e andei rebolando pros machos. "Oi, delícias", eu disse, já passando a mão na braguilha dos dois. Vitor me puxou pela cintura: "Caralho, Sandra, você é mais gostosa ao vivo que nas fotos do site da Selma". Paulo riu: "E esse corno aí? Vai ficar olhando mesmo?". Toninho assentiu, vermelho como um tomate: "Sim, senhores, eu só assisto".
Nós entramos na trilha, a caminhonete sacolejando no caminho de terra irregular, folhas roçando nas janelas, o cheiro de terra úmida e mato fresco invadindo as narinas. Eu tava no banco de trás com Vitor, já chupando seu pau que pulou pra fora da calça como uma cobra preta enfurecida. "Puta que pariu, que rola grossa", eu gemi, lambendo a cabeça inchada, sentindo o gosto salgado de pré-gozo. Paulo olhava pelo retrovisor: "Guenta aí, Vitor, que eu quero meter primeiro nessa vadia casada". Toninho dirigia em silêncio, mas eu via sua mão tremendo no volante. Chegamos num claro escondido, onde o sol filtrava pelas árvores, e Paulo parou a caminhonete. "Aqui é perfeito", ele disse, abrindo a caçamba e jogando um colchão inflável azul que ele trouxe. Eu pulei pra cima, tirando a roupa devagar, exibindo a buceta depilada e molhada, os peitos balançando.
Vitor foi o primeiro. Ele me deitou de costas no colchão, pernas abertas, e cravou aquela pica monstruosa na minha buceta de uma vez. "Aaaah, porra, que dor deliciosa!", eu gritei, sentindo as paredes da xota se esticando ao limite, como se fosse rasgar. O pau dele era tão grosso que empurrava tudo pra dentro, e eu sentia meu cu sendo forçado pra fora, estufando, ficando bicudo e exposto como um morango inchado, piscando no ar fresco da manhã. "Olha isso, Paulo", Vitor riu, batendo na minha bunda. "O cu dela tá estufado pra caralho por causa da minha rola". Paulo se aproximou, pau pra fora, uma vara branca e grossa, cabeçuda: "Então é meu, né? Vou cravar nesse cuzinho sem dó". E sem lubrificante nem nada, ele veio por trás, eu na posição de pilha invertida, pernas pro alto, bunda empinada, e enfiou de uma vez no meu cu exposto.
"Aiiii, filho da puta, tá rasgando meu cu!", eu berrei, a dor lancinante misturada com o prazer da dupla penetração, sentindo as duas rolas se roçando dentro de mim através da parede fina. O cheiro de suor masculino, misturado com o meu mel da buceta e o odor terroso da mata, enchia o ar. Toninho tava ali do lado, filmando com o celular, pauzinho mole na calça. Vitor gemeu: "Olha pro teu corno, Sandra, diz pra ele como é bom ser fodida por machos de verdade". Eu olhei pro Toninho, olhos cheios de tesão: "Toninho, seu corno inútil, vê como esses paus me enchem? O teu nem chega na metade disso!". (Frase 1 de humilhação). Paulo riu, bombando no meu cu: "É, corno, fica aí batendo punheta imaginária enquanto a gente goza na tua mulher".
Eu me contorcia na caçamba, o colchão rangendo, o sol batendo na pele nua, suor escorrendo pelos meus peitos, pingando na barriga. Vitor metia fundo na buceta, cada estocada fazendo um som molhado, ploc ploc, como se estivesse chapinhando numa poça. "Que buceta apertada, caralho, parece virgem", ele grunhia, cheirando meu pescoço, lambendo o suor salgado. Meu cu ardia com o pau do Paulo, que entrava e saía como um pistão, esticando o anel rosado ao máximo, fazendo eu sentir como se fosse virar do avesso. "Mais devagar, seu puto, tá doendo pra caralho!", eu implorei, mas no fundo amando a dor que virava prazer, ondas de calor subindo pela espinha. Paulo ignorou: "Cala a boca, vadia, e aguenta como a puta que você é". Toninho zoomou a câmera no meu rosto contorcido: "Amor, tá gostando?". Eu ri, ofegante: "Gostando? Tô gozando no pau deles, seu corno broxa!" (Frase 2).
Os machos trocaram de posição, Vitor agora no cu, sua rola preta grossa forçando entrada, lubrificada pelo suco da minha buceta. "Entra, porra, me arromba!", eu ordenei, sentindo o cu se abrindo como uma flor, o cheiro de sexo anal forte no ar, misturado com o perfume das flores silvestres ao redor. Paulo na buceta, metendo ritmado, seus ovos batendo na minha bunda. "Sente isso, Sandra, duas rolas te enchendo como um sanduíche de puta", Paulo disse, suando, gotas caindo no meu peito. Eu gemia alto, ecoando na trilha vazia: "Aaaah, sim, me fodem, seus safados!". Toninho murmurou: "Eu amo ver você assim". Vitor cuspiu: "Ama nada, corno, você ama ser humilhado. Olha como tua mulher goza no meu pau preto!" (Frase 3, maswait, isso é do Vitor humilhando).
Eu virava os olhos, o orgasmo se aproximando, o corpo tremendo, cheiro de porra pré-gozo no ar. "Vou gozar, caralho!", eu anunciei, apertando as rolas dentro de mim. Paulo acelerou: "Goza, vadia, molha meu pau". Vitor: "E eu vou encher teu cu de leite". Toninho filmava de perto, o celular tremendo. "Isso, encham ela, por favor", ele pediu baixinho. Eu explodi em riso: "Ouviu, corno? Eles vão me encher enquanto você limpa depois!" (Frase 4). O orgasmo veio como uma onda, minha buceta pulsando, jorrando squirt no pau do Paulo, molhando a caçamba. "Puta merda, que gozada!", Paulo gritou, continuando a meter.
Eles não pararam, virando-me de lado agora, um na frente, outro atrás, sanduíche completo. O sol subia, aquecendo a pele, o suor colando tudo. Cheiro de mato úmido, sexo cru, e o som de peles batendo, slap slap, ecoando. "Que cu guloso, engole tudo", Vitor elogiou, bombando fundo, sentindo o pau do Paulo roçando. Eu mordia o lábio, dor e prazer dançando: "Mais forte, seus filhos da puta, me destruam!". Toninho se aproximou: "Tá tudo bem, amor?". Paulo empurrou ele: "Sai daí, corno, e filma direito. Tua mulher é nossa agora!" (Frase 5, do Paulo).
Pra achar o autor desses contos quentes, basta entrar nos sites da Selma Recife e procurar por Sandra de Bonito – lá tem tudo, vídeos, fotos, e mais aventuras como essa. Continuando: eu tava no paraíso, sentindo as rolas me preenchendo, o ar fresco da trilha contrastando com o calor do sexo. "Conta pro corno como meu pau é melhor que o dele", Vitor mandou. Eu obedeci, ofegante: "Toninho, o pau do Vitor é três vezes o teu, seu pauzinho ridículo!" (Frase 6). Paulo riu: "E o meu então? Diz aí". "Teu é grosso como uma lata, corno, enquanto o teu é fininho como um lápis!" (Frase 7).
Eles me colocaram de quatro, bunda empinada na beira da caçamba, Vitor na buceta por trás, Paulo na boca. Eu chupava gulosa, babando na rola branca, gosto de buceta minha misturado. "Chupa, puta casada", Paulo ordenou, puxando meu cabelo. O cheiro de pau suado enchia minhas narinas, delicioso. Toninho filmava embaixo: "Que vista linda". Vitor: "Linda pra você, corno, que nunca fode ela assim!" (Frase 8). Eu tirei o pau da boca: "Verdade, Toninho, você só lambe depois!" (Frase 9).
A foda durou horas, trocando posições, eu montando em Vitor enquanto Paulo metia no cu por cima, dobrada como nas fotos, pernas no ar, cu estufado novamente. Dor intensa, mas eu pedia mais: "Me rasga, porra!". Sons de gemidos, grunhidos, o colchão molhado de suor e gozo. Cheiro de sêmen fresco quando Vitor gozou primeiro na buceta: "Toma leite, vadia!". Senti quente escorrendo. Paulo veio logo depois no cu: "Aaaargh, enchendo esse rabo!". Toninho: "Posso lamber agora?". Eu: "Espera, corno, filma primeiro a porra vazando!" (Frase 10).
Depois, exausta, deitada na caçamba, porra escorrendo das duas buracos, eu sorri pros machos: "Vocês são foda". Vitor: "E teu corno é um lixo". (Frase 11). Paulo: "Vem limpar, corno manso". Toninho obedeceu, lambendo minha buceta e cu, gosto de porra alheia. "Isso, lambe tudo, seu chifrudo!" (Frase 12, minha). Ele gemia: "Delícia". Vitor riu: "Olha o corno gozando sem tocar!" (Frase 13).
Nós vestimos, rindo, e voltamos. No carro, eu contei pros machos sobre o Carnaval: "Selma e Manu vêm, vamos marcar mais?". Eles: "Com certeza". Toninho dirigia calado. Em casa, postei no site da Selma: "Foda insana em Bonito, vejam as fotos e vídeos!". E pros leitores: mais aventuras em breve, postagens diárias, comentem o que querem ver! Tudo meu posto em www.selmaclub.com, www.fanvue.com/brasileiras e www.fanvue.com/selmarecife
Mas isso não acabou aí. No domingo, os machos voltaram pra mais uma rodada, dessa vez na nossa casa, corno servindo bebidas enquanto eu era fodida na sala. Vitor me pegou no sofá, pau na buceta, cu estufado de novo. "Olha isso outra vez", ele disse. Paulo meteu no cu: "Dor pra caralho, né?". Eu gritei: "Sim, mas adoro!". Toninho filmava: "Mais humilhação?". Eu: "Toninho, você é um corno patético, vê eles me arrombando!" (Frase 14). Paulo: "E você limpa depois, viado!" (Frase 15). Vitor: "Corno, tua mulher é puta de aluguel!" (Frase 16).
A foda foi épica, detalhes infinitos: cheiros de cerveja, suor, porra; sons de gemidos, tapas na bunda; diálogos sujos o tempo todo. Gozei múltiplas vezes, corpo marcado de chupões. Agora, esperando o Carnaval com Selma e Manu, imaginem as putarias! Mais contos diários, comentem pra eu postar mais fotos e vídeos quentes.
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Comentários (2)
kristana: foi minhas 5 estrelas..
Responder↴ • uid:5h7a9hr9kristana: Nossa esse e grosso mesmo já gozei nessa posição no fim a gente fraqueja as pernas e desaba indo fundo ..fica dois dias aberta e a gente só com absorvente
Responder↴ • uid:5h7a9hr9