A irmã gamer é simplesmente irresistível.
Era uma manhã de sábado em Boa Viagem, Recife, e eu já sabia que o dia ia começar do mesmo jeito de sempre: com o colchão afundando de leve, o cheiro de shampoo de coco misturado com pele quente, e Selma se jogando na minha cama como se o quarto fosse extensão do dela. Eu nem me importava mais. Ou melhor: importava pra caralho, e era exatamente isso que me deixava louca.
Resumo pra quem tá chegando agora e quer saber se vale a pena continuar: eu, uma mulher de 26 anos, acordava quase todo fim de semana com minha irmã caçula de 19 anos praticamente pelada na minha cama, jogando Zelda de bruços, calcinha subindo nas nádegas, regatinha curta deixando a lombar toda à mostra. O que começou como brincadeira de irmãs compartilhando videogame virou uma tensão que nenhum de nós conseguia mais ignorar. E hoje ela veio sem nada por baixo. Sem calcinha. Sem vergonha. Bunda empinada, pele morena brilhando com a luz que entrava pela janela que dá pro mar. Se você continuar lendo, vai ver cada detalhe: cada toque, cada gemido abafado, cada gota de suor e lubrificante escorrendo. Se não tiver estômago pra isso, sai agora. Porque isso aqui não tem volta.
Eu fingi que ainda dormia. Respiração controlada, olhos entreabertos. Mas ela sabia. Sempre soube.
— Acorda logo, sua preguiçosa — murmurou ela sem tirar os olhos da tela. — Mamãe tá fazendo tapioca lá embaixo. Vai esfriar.
— Como você sabe que eu tô acordada?
— Pelo jeito que você respira. E pelo colchão. Ele treme diferente quando você acorda.
Dei um risinho baixo.
— Tá me estudando agora?
— Sempre estudei. — Ela virou o rosto só um pouquinho, sorriso travesso. — Principalmente quando você fica molhada de manhã e acha que eu não percebo.
Meu rosto queimou. O short de dormir fino já estava grudado na buceta. O clitóris latejava contra o tecido. Ela voltou pro jogo como se nada tivesse acontecido, mas agora mexia a bunda de propósito. Círculos lentos. A regata subia mais. A curva da virilha aparecia. A pele macia das nádegas brilhava.
Estendi a mão e puxei a regata pra baixo, cobrindo um pouco.
— Tá subindo — justifiquei.
— Tá mesmo? — Ela deu um sorrisinho torto. — Ou você só queria tocar?
— Cala a boca e joga.
Ela riu baixo e continuou. Mas a regata subiu de novo. Dessa vez eu não resisti. Coloquei a mão na lombar dela. Pele quente. Macia. Só uma faixa fina entre a regata e a bunda nua. Ela não disse nada. Nem olhou pra trás.
Fiz círculos leves. Primeiro na lombar. Depois descendo um pouco mais. O polegar roçou a curva da nádega. Ela prendeu a respiração, mas continuou jogando.
— O que você tá fazendo? — perguntou, voz baixa.
— Nada.
— Nada?
— Massagem nas costas. Relaxa.
Ela deu de ombros e continuou. Eu fui mais ousada. Desci a mão inteira. Palma aberta na nádega esquerda. Apertei de leve. Ela gemeu baixinho, quase inaudível.
— Selma…
— Fala.
— Você veio sem calcinha hoje por quê?
Ela pausou o jogo. Virou o rosto devagar. Olhos castanhos me devorando.
— Porque eu queria ver quanto tempo você aguenta antes de me agarrar de vez.
Silêncio. Só o ventilador e as ondas lá fora.
Levantei devagar. Montei em cima dela por trás. Pernas abertas em volta dos quadris dela. Mãos nas nádegas. Abri. O anel rosado piscou. Limpo. Perfeito. Eu sentia o cheiro dela: intimidade, calor, desejo.
— Caralho… tá tudo aberto pra mim.
— Eu sei. — Voz tremia. — Tô com medo e louca ao mesmo tempo.
Passei o polegar no anel. Ela gemeu alto, enterrou o rosto no travesseiro.
Comecei lambendo. Língua plana da buceta até o cuzinho. Gosto doce-salgado. Pele quente. Ela empinou mais. Abriu as pernas. Enfiei a língua fundo. Ela choramingou.
— Porra… assim dói gostoso…
Alternei: língua no cu, dedos na buceta, polegar no clitóris. Ela tremia. O controle caiu. O jogo ficou na tela de pausa.
— Me fode… — pediu abafado. — Quero sentir você dentro.
Peguei o lubrificante da mesinha — ela mesma tinha deixado ali semanas atrás. Passei no pau de silicone preso no harness que eu já usava por baixo do short. Cabeça encostou. Ela respirou fundo.
— Devagar no começo, tá?
Empurrei só a glande. Ela gemeu rouco.
— Tá abrindo…
Empurrei mais. Metade dentro. O anel apertava forte. Outro centímetro. Ela arqueou as costas.
— Caralho… tá todo dentro…
Comecei a bombar devagar. Entrava e saía inteiro. Barulho molhado. Gemidos dela. Eu sentia o silicone pressionando meu clitóris a cada estocada.
— Mais rápido… me arromba…
Aumentei. Batia fundo. Coxas dela tremiam. Ela gozou gritando meu nome. O anel se contraiu tão forte que quase me expulsou. Continuei socando.
Tirei devagar. O anel ficou aberto, vermelho, piscando, lubrificante escorrendo.
Virei ela de barriga pra cima. Beijei a boca com fome. Desci lambendo os seios, barriga, buceta encharcada. Chupei o clitóris enquanto enfiei três dedos na vagina e dois no cu ainda aberto. Ela gozou de novo, esguichando no meu rosto.
Depois ficamos deitadas, suadas, ofegantes.
Ela passou a mão no meu cabelo.
— Você vai contar isso tudo num site, né?
— Talvez.
Sorriso malicioso.
— Então coloca lá que quem quiser acompanhar as próximas aventuras é só procurar por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife
Dei um tapa leve na bunda vermelha.
— Tá me expondo?
— Tô te convidando. Porque isso aqui tá só começando.
Ela se levantou nua, bunda marcada, andando devagar pro banheiro. Eu já imaginava a próxima: praia de noite em Piedade, ela me amarrando na cadeira do escritório em Casa Caiada, ou quem sabe na varanda vendo o mar enquanto eu como o cu dela de novo.
Quer saber o que acontece quando a gente for pra praia de noite? Ou quando ela me amarrar e me provocar até eu implorar? Comenta aqui embaixo o que você quer ler primeiro.
Eu conto tudinho. Com detalhes. Bem molhado. Bem safado.
Beijo na boca,
Selma
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