A vingança da enteada História da filha do sócio que vê o que deseja.
Nas últimas semanas, eu percebi que a Larissa, a enteada de 20 anos da minha namorada Vanessa, começou a me encarar de um jeito que arrepiava a espinha. Não era só curiosidade. Era fome. Uma fome quieta, safada, que fazia meu pau pulsar só de cruzar com aqueles olhos castanhos escuros na cozinha ou na sala. Eu me mudei pra casa dela em Olinda há sete meses, e a menina ainda morava lá, terminando a faculdade de design na UFPE. O que eu não sabia era que ela já tinha descoberto tudo: os gemidos abafados da mãe dela, o barulho da cama batendo na parede, o cheiro de sexo que ficava no ar depois que a gente terminava. E agora ela queria a mesma coisa. Queria mais. E eu ia dar.
Era uma sexta-feira abafada de fevereiro, o tipo de calor que gruda na pele e deixa a gente suado antes mesmo de mexer o corpo. Vanessa pegou o voo pra São Paulo pra “resolver umas coisas do trabalho” com um ex-colega chamado André. Eu pedi pra ela não ir, mas ela jurou que era só reunião, jantar e volta no domingo. Mentira descarada. Eu sabia. E a Larissa também sabia.
A gente ficou sozinho na casa da Boa Viagem, ventilador zumbindo, novela rolando baixo na TV. Ela deitada de bruços no sofá, short jeans curtinho subindo nas coxas grossas, a regatinha branca quase transparente deixando ver o contorno dos bicos duros. Eu sentado na poltrona, fingindo prestar atenção na tela, mas com a cabeça já em outro lugar.
— Larissa… — chamei baixo, voz rouca. — Tem uma coisa que tá me matando faz semanas.
Ela virou o rosto devagar, mordeu o canto do lábio e respondeu com aquele sorrisinho de quem já sabe o final da história.
— Pode mandar, tio.
— Por que tu fica me olhando desse jeito? Tipo… me comendo com os olhos.
Ela corou na hora, mas não desviou. Em vez disso, se sentou, puxou as pernas pro peito e soltou num sussurro quente:
— Porque eu vi você fodendo minha mãe. Vi tudo. E fiquei louca de tesão.
Meu coração disparou. O pau já latejava dentro da calça.
— Conta direito — pedi, tentando manter a calma.
— Uma noite eu tava no meu quarto ouvindo música no fone. Aí escutei ela gemendo alto, pedindo mais forte. Levantei, fui na ponta do pé até a porta entreaberta… e vi. Ela pelada, suada, cavalgando você como se não tivesse amanhã. Os peitos balançando, os mamilos duros, a buceta engolindo seu pau inteiro. Depois ela desceu e chupou, lambendo tudo, gemendo com a boca cheia. Eu fiquei parada ali, mão dentro da calcinha, me esfregando até gozar olhando vocês.
— E depois? — minha voz saiu mais grossa.
— Depois eu voltei pro quarto e me fodi pensando em você. Todo dia. Às vezes eu escutava vocês de novo e ficava na porta, dedando a buceta enquanto via você meter nela de quatro, de lado, na cara dela… Eu queria ser eu ali. Queria sentir esse pauzão me abrindo toda.
Ela abriu as pernas devagar, o short marcando a virilha molhada. O cheiro dela já chegava até mim, doce e safado.
— E agora que a mamãe viajou pra dar pro André… — ela continuou, voz tremendo de tesão — …eu quero que você me foda do jeito que fode ela. Quero ser sua putinha particular.
Não deu pra segurar. Levantei, fui até ela, segurei seu rosto e meti a língua na boca dela. Ela chupou minha língua com vontade, gemendo baixo, as mãos já puxando minha camisa. Empurrei ela de costas no sofá, subi em cima, esfreguei o pau duro por cima do short dela enquanto apertava aqueles peitos médios, firmes, bicos duros cutucando minha palma.
— Tira tudo — mandei.
Ela obedeceu rapidinho. Blusinha, sutiã, short, calcinha preta de renda. Ficou pelada, pernas abertas, a bucetinha lisinha brilhando de tesão, os lábios inchados, clitóris aparecendo. Eu tirei a roupa em dois segundos, o pau pulando pra fora, grosso, veias saltadas, cabeça vermelha e babando.
— Senta aqui e chupa como você viu ela fazer — falei, voltando pra poltrona e abrindo as pernas.
Larissa se ajoelhou entre minhas coxas, segurou meu pau com as duas mãos, lambeu da base até a cabeça devagar, olhando nos meus olhos o tempo todo.
— É maior do que eu imaginava… — sussurrou antes de engolir metade.
Chupou com vontade, babando, engasgando um pouco, mas sem parar. A cabecinha batendo na garganta dela, os olhos lacrimejando de tesão. Quando senti que ia gozar, avisei:
— Vou encher tua boca.
Ela apertou mais, chupou mais rápido. Gozei forte, jato atrás de jato, enchendo a boquinha dela. Ela engoliu tudo, lambeu os beiços e subiu pra me beijar, o gosto do meu leite ainda na língua dela.
— Agora me leva pro quarto da mamãe — pediu, voz rouca. — Quero ser fodida na cama dela.
Subimos as escadas, eu atrás, olhando aquela bunda redonda balançando, a calcinha preta ainda pendurada num tornozelo. No quarto, ela se jogou de costas na cama king size, abriu as pernas bem escancaradas.
— Me fode aqui, tio. Me abre toda. Goza dentro. Quero sentir tudo.
Perguntei rápido:
— Quantos já te comeram? Toma anticoncepcional?
— Três caras. Só de ladinho e missionário. Tomo pílula sim.
Sorri.
— Então hoje tu vai conhecer macho de verdade.
Virei ela de quatro, bunda empinada na beirada da cama. Ela mesma pegou meu pau, guiou pra entrada molhada. Entrei devagar no começo, sentindo ela se abrir, gemendo alto, unhas cravando no lençol.
— Caralho… tá me rasgando… mas não para… mete tudo…
Segurei o cabelo dela, puxei pra trás e meti até o talo. Ela gritou de prazer misturado com dorzinha gostosa, empinando mais, pedindo mais forte. Fodi com força, a cama rangendo, o barulho molhado da buceta dela engolindo meu pau. Gozei fundo, enchendo ela de porra quente. Ela tremeu toda, gozando junto, apertando meu pau com a buceta.
Deitamos ofegantes. Ela lambeu meu pau limpinho, chupando os restos de porra e do mel dela.
— Papai quer mais? — perguntou com voz de menininha safada.
— Papai quer que tu monte.
Ela subiu em mim, encaixou o pau na buceta melada e desceu devagar, gemendo enquanto engolia tudo.
— Tá sentindo como tá fundo, papai? Tua filhinha tá toda arrombada pro teu pauzão…
Cavalgou gostoso, peitinhos balançando, unha arranhando meu peito. O celular dela tocou. Era a mãe. Atendeu no viva-voz, sem parar de rebolar.
— Oi, mãe. Tô bem. Saí com a amiga, tô na casa dela agora.
Enquanto isso metia até o fundo, gemendo baixinho.
— Tá bom, filha. Aproveita. Manda beijo pro Chris.
Desligou e riu.
— Ela tá dando pro André e acha que eu não sei. Então eu vou deixar teu leitinho escorrendo de mim quando ela chegar.
Gozei de novo dentro dela, forte, pensando na vingança perfeita.
A noite inteira foi assim: boquete guloso, eu chupando a bucetinha dela até ela tremer e esguichar no meu rosto, metendo de conchinha, pernas no ombro, de quatro com tapa na bunda. De manhã tomamos banho juntos, ela se esfregando em mim, pedindo mais uma antes da mãe chegar.
— Última, papai. Me fode de vaqueira de novo. Goza bem fundo. Quero que quando a mamãe chegar tu foda ela com meu mel e tua porra ainda no teu pau.
Cavalgou com força, gozamos juntos mais uma vez. Ela se vestiu, me deu um beijo com língua e saiu pra “visitar a amiga”.
Meia hora depois Vanessa chegou. Beijou minha boca, disse que sentiu saudade. Perguntou pela Larissa.
— Saiu — respondi, já puxando ela pro quarto.
Enquanto metia nela, pensando no leitinho da filha ainda dentro da minha buceta, sorri por dentro.
A vingança tava só começando.
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