Um filho que domina a mãe.
Eu nunca imaginei que uma briga boba na cozinha da nossa casa em Boa Viagem ia terminar assim: eu, de quatro sobre a mesa, gemendo alto enquanto o meu menino, agora homem feito, me comia com uma raiva misturada com tesão que me deixou molhada na hora. Aos 42 anos, corpo ainda firme de quem malha na praia de Pina todo dia, eu tava errada feio. Xinguei ele de tudo, disse que ele era igualzinho ao ex-marido que sumiu sem deixar rastro. Mas agora? Agora ele tava provando que era bem melhor que o pai – mais grosso, mais duro, mais sem dó.
Tudo começou com uma discussão idiota sobre dinheiro. Eu tava estressada, o calor de Recife apertando, suor escorrendo pelas costas. Gritei: “Você é preguiçoso igual ao seu pai, só sabe reclamar!”. Os olhos dele escureceram. Vi raiva pura ali, mas também outra coisa… desejo. Ele avançou, me agarrou pelos pulsos com força que doeu gostoso, me virou de costas e me jogou de bruços na mesa. A madeira fria contra meus peitos duros, o coração batendo na garganta.
“Você quer me comparar com ele? Então toma o que ele nunca teve coragem de te dar”, rosnou baixo no meu ouvido, voz grossa, sotaque carregado de quem nasceu e cresceu na Zona Sul. Puxou minha saia jeans pra cima com um puxão bruto, rasgando o tecido na costura. Minha calcinha fio-dental preta já tava encharcada, grudada na xota inchada. Ele nem tirou direito – só afastou pro lado com os dedos e enfiou dois de uma vez, testando. Eu soltei um gemido rouco, empinando sem querer.
“Olha só… a mãe falando merda, mas a buceta implorando”, zombou, tirando os dedos melados e lambendo devagar, me olhando nos olhos por cima do ombro. Depois veio o som do zíper. Senti a cabeça grossa roçando na entrada, quente, pulsando. Sem aviso, ele meteu até o talo. Uns 18 cm fácil, grosso o suficiente pra abrir caminho com dorzinha boa. Gritei, mas era de prazer. Ele segurou minha nuca, me manteve colada na mesa, e começou a socar forte, ritmado, batendo a pelve na minha bunda que tremia a cada estocada.
“Me fode, filho da puta… me fode como homem!”, escapei entre gemidos. Ele riu baixo, safado. “Covarde é quem não aguenta, né? Então aguenta essa”. Tirou de repente, o pau babado do meu mel, e mirou mais embaixo. Cuspiu no meu cu apertado, esfregou a glande e empurrou sem dó. Ardeu pra caralho. Eu mordi o lábio até sangrar, lágrimas nos olhos, mas a dor virou prazer em segundos. “Isso… arromba o cu da tua mãe, vai… mete tudo!”
Ele grunhiu, segurando meus quadris com tanta força que ia deixar marcas roxas. Entrava e saía, o barulho molhado misturado com meus gemidos e os tapas que ele dava na minha bunda vermelha. “Tá gostando, sua vadia? Tá gostando do pau do teu menino te rasgando?” Eu só conseguia balançar a cabeça sim, rebolando pra trás, querendo mais fundo. Senti um peido escapar sem querer no meio da metida – quente, vergonhoso, mas ele só riu mais alto e meteu ainda mais forte. “Isso, solta tudo… mostra quem manda aqui agora”.
De repente ele parou, puxou pra fora com um estalo. Me virou de frente, agarrou meu cabelo e me fez ajoelhar no chão frio da cozinha. O pau latejando na minha cara, cheirando a buceta e cu misturados. “Abre essa boca”. Eu obedeci na hora, língua pra fora. Ele enfiou até a garganta, segurando minha cabeça com as duas mãos. Fodia minha boca como se fosse mais um buraco pra dominar. Eu engasgava, saliva escorrendo pelo queixo, mas chupava com vontade, apertando a bunda dele com as unhas, puxando pra mais fundo. Queria tudo dele.
Quando senti o pau inchar mais ainda, ele travou minha cabeça e gozou jatos quentes direto na garganta. Tentei engolir tudo, tossindo, lágrimas escorrendo, nariz entupido contra a virilha dele. Ele gemeu alto, tremendo, esvaziando até a última gota. Só então soltou. Eu caí pra trás, ofegante, boca inchada, sêmen escorrendo pelo canto da boca.
Olhei pra cima, ainda de joelhos. “Desculpa… por tudo que eu falei. Você não é igual a ele. Você é muito mais”. Ele se abaixou, me levantou pelo braço e me beijou com força, língua invadindo minha boca, provando o próprio gosto. “Nunca mais fala isso. Agora você é minha. Inteira. Minha puta, minha mãe, minha mulher”.
Sorri, safada, limpando o canto da boca. “Então me leva pro quarto… nosso quarto agora. E hoje à noite eu quero de novo. Quero acordar com você dentro de mim”. Ele riu, me pegando no colo como se eu não pesasse nada. “E sem calcinha em casa nunca mais. Entendeu? Quando eu quiser, é só chegar e meter. Na cozinha, na sala, na varanda olhando pro mar de Boa Viagem… onde eu quiser”.
Enquanto caminhávamos pro quarto, eu sussurrei no ouvido dele: “E se alguém descobrir? Se os vizinhos ouvirem meus gemidos?”. Ele apertou minha bunda com força. “Que ouçam. Que saibam que aqui quem manda sou eu… e que minha mãe adora ser arrombada pelo filho”.
Pra quem quiser acompanhar mais das minhas aventuras quentes por Recife – da praia de Pina até os motéis escondidos da Zona Norte –, é só procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife. Lá tem tudo: fotos, vídeos, histórias que vão deixar vocês loucos de tesão. Quem sabe na próxima eu conto como foi a primeira vez na varanda, com o vento do mar batendo enquanto ele me comia de pé… Me contem nos comentários o que vocês fariam se estivessem no lugar dele. Quero saber tudo. Beijos molhados da sua Selma. 😈
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