#Assédio #Incesto

Continuação de historias com minha prima pt3

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Cachorro 1425

Parte 3: O Calor das Ondas
Depois daquela noite no carro, o clima entre eu e minha prima ficou pesado de um jeito bom. Não tinha mais como esconder a safadeza que corria no sangue. Algumas semanas depois, combinamos de ir à praia passar o dia, só nós dois, pra aproveitar o sol e, claro, a companhia um do outro.

Chegamos lá por volta das 10 da manhã. Ela estava com um biquíni de fita que deixava a marca perfeita e uma saída de praia transparente que não escondia nada. Eu já olhei pra ela e dei aquele sorriso de canto, e ela, como quem não quer nada, soltou: "Hoje eu quero aproveitar cada segundo".

Ficamos ali bebendo umas cervejas, o sol estalando, até que decidimos entrar no mar. A água estava batendo na cintura, e ela começou com as gracinhas. Do nada, ela pediu pra eu dar "cavalinho" nela. Assim que ela subiu e entrelaçou as pernas na minha cintura, eu senti o perigo. Ela começou a se mexer, roçando a vagina direto nas minhas costas enquanto eu fingia que estava apenas carregando ela.

— "Tá sentindo, primo?" — ela sussurrou no meu ouvido, dando aquela risadinha que me deixava louco. — "Tô sentindo que você tá querendo levar outro corretivo igual o da festa" — respondi, apertando firme as coxas dela.

Ela não parava. Começou a rebolar nas minhas costas, pendurada no meu pescoço, e eu sentia a umidade dela se misturando com a água do mar. O tesão subiu num nível que eu não aguentei. Aproveitei que uma onda maior veio, nos cobrindo um pouco, e girei ela de frente pra mim.

Puxei ela pela cintura e encostei nossas peles. O biquíni dela era minúsculo, e com o movimento da água, ficou fácil desviar o pano pro lado. Ali mesmo, com gente a alguns metros de distância, mas disfarçados pelo balanço das ondas, eu enfiei o dedo nela.

Ela deu um pulo e arregalou os olhos, agarrando meu ombro com força. — "Aqui não, tá doido?" — ela disse, mas o corpo dela dizia o contrário, já se entregando ao toque. — "Cala a boca e aproveita" — mandei, enquanto meus dedos trabalhavam nela num ritmo acelerado.

Eu via o rosto dela mudando, a respiração ficando curta. Ela encostou a cabeça no meu peito pra ninguém ver a cara de prazer que ela estava fazendo. Comecei a dedar ela com força, sentindo ela pulsar em volta dos meus dedos. A cada onda que vinha, eu ia mais fundo, e ela apertava minha mão embaixo da água, alternando entre tentar tirar e me puxar pra mais perto.

Não demorou muito, ela travou o corpo e deu aquela tremida característica. Senti o gozo dela quente na ponta dos meus dedos, mesmo dentro da água salgada. Ela me olhou com os olhos brilhando e disse: — "Você acaba comigo em qualquer lugar, né?"

Saímos do mar meio tontos de prazer. Fomos pro quiosque terminar de beber, mas o olhar dela pra mim entregava que o dia estava longe de acabar. Eu só pensava que, se no mar já tinha sido assim, o caminho de volta pra casa ia ser ainda mais quente.

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