Diário de um cativo 12
🔞🔞🔞Conto de pura dominação e submissão forçada, se não gosta não leia, mas se ler goze muito, curta e comete!! 🔞🔞🔞
Mesmo com a sua ameaça velada deixei o sono me levar embalado por sua dominação disfarçada de carinho.
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Acordei deitado sobre travesseiros que deixavam meu bumbum pra cima e do meu lado tinha um bilhete com sua caligrafia desleixada, mas imponente.
"Deixei seu café da manhã pronto, coma tudo e não saia do quarto".
Procurei sobre a mesinha e não tinha nada quando olhei pro chão lá estavam eles, meus cochos. Me levantei devagar e fui até eles e para minha surpresa não era ração que tinha neles e sim algo que eu detesto, mas que ainda é melhor que a ração.
Em um tinha mingau de aveia já frio com banana amassada por cima e cobrindo tudo certeza que era seu sêmem. No outro cocho tinha leite puro. Meu estômago embrulhou, mas não tinha o que fazer, me abaixei e como uma cadelinha mesmo comi todo o mingau lambendo o cocho até só restar o que grudou na borda. Fiz o mesmo com o leite, lambi até o que respingou no chão para não dar margem à ser punido.
Tomei banho e voltei a deitar sobre os travesseiros, essa posição era gostosa. Passei o restante da manhã lendo e desenhando até que ouvi seu assobiou e desci as escadas correndo para encontrá-lo na cozinha.
Ele estava sério, mas não parecia zangado. O barulho do liquidificador encheu o lugar com uma mistura de cor duvidosa, mas não me importei. Fiquei ao seu lado até que o comando veio.
- Vá buscar seu cocho, cadelinha!
Parti em disparada pro quarto e logo estava de volta com os dois cochos mostrando satisfeito como tinha cumprido sua ordem e comido tudo.
- Muito bem! Você tá só o osso quero que engorde, quero ver suas carnes tremendo quando o cinto bater em sua bunda.
Então era por isso a mudança, eu estava perplexo, ele não para de me surpreender. Coloquei os cochos no chão ao lado de sua cadeira como ele apontou e fiquei observando enquanto ele colocava dois ovos crus na mistura do liquidificador.
- Seu almoço tá pronto, cadelinha! Essa é sua ração de engorda cheia de vitaminas.
Enquanto ele enchia o cocho eu observava já de quatro pronto pra comer aquilo mesmo ainda cheio do café da manhã.
- Pronto, coma tudo! Aí tem fubá de milho cozido com caldo de pés de galinha e ovos cru. Vai deixar você pronta pro que eu quero fazer com você, bichinha inútil.
Meu estômago embrulhou, e pra piorar ele foi na panela e pegou dois pés de galinha ainda com as unhas e colocou por cima. As lágrimas desciam silenciosas e resignado comecei a comer, cada vez que minha língua deslizava por aquela mistura meu estômago revirava e eu me esforçava pra não vomitar.
Seus olhos estavam cravados em mim enquanto seu pé passava por minha barriga vez ou outra pressionando meu estômago. Eu me esforçava pra acabar ligeiro com aquele martírio, engolindo rápido sem nem mastigar, quando fui agarrado pelos cabelos.
- Abra a boca! - obedeci e recebi seu cuspe volumoso, aguardei até ser liberado e engoli.
- Coma devagar, saboreie a refeição que eu preparei pra minha cadelinha.
Minhas lágrimas escorriam por minhas bochechas enquanto ele me olhava com desprezo.
- Suas lágrimas só me mostram que você não aprendeu nada ainda, putinha burra. Coma tudo até os pés de galinha, Mastigue e engula até os ossos. Isso é bom pra as articulações e eu quero você bem flexível.
Não sei como consegui comer aquilo tudo, o cocho tava quase derramando, a pior parte foram os pés de galinha, era estranho mastigar aquilo e engolir um suplício, mas fiz como ordenado deixando apenas as unhas no cocho.
- Muito bem, cadelinha! Lave seus pratinhos e guarde no armário que quando voltar do trabalho vou preparar sua janta.
Lavei tudo que estava na pia inclusive os cochos guardei tudo sob o olhar dele que abriu meu bumbum passando o indicador no meu cuzinho como se estivesse fazendo uma vistoria.
- Esse seu cu imundo se recupera bem rápido pra sua sorte, ele já está pronto pra outra. Suba e me espere.
Não esperei mais nada e parti pro quarto, minha barriga de tão cheia não permitia que deitasse com o bumbum pra cima, então deitei de lado sentindo aquela lavagem se revirar dentro de mim. Tentei ler mais um pouco, mas não consegui e acabei dormindo.
Acordei ouvindo seus passos pesados na escada e já me coloquei de joelhos perto da porta. Ele alisou meus cabelos e deu tapinhas em meu rosto. Tirei toda a sua roupa sentindo seu cheiro forte de homem que estudou e trabalhou o dia inteiro.
Meu rosto foi enfiado em sua virilha suada e sem demora comecei a lamber suas bolas pesadas e cheias de pelos. Acho que se ele fosse um homem normal nem daria pra ver suas partes tamanha a quantidade de pelos. Ele caminhou pro banheiro e eu acompanhei ainda grudado em suas bolas, não tinha permissão pra soltar.
Dentro do box as duas bolas foram arrancadas de uma vez da minha boca me machucando no processo, mas não esbocei nenhuma reação. Minha saliva pingava de seus pelos e ele me olhava ajoelhado aos seus pés com a boca ainda aberta esperando o próximo comando.
- A partir de hoje sua boca vai ser minha latrina, vou mijar nela sempre que tiver vontade e no dia que uma gota for derramada fora dessa latrina você vai se arrepender.
Senti o peso daquela cabeça sendo depositada na minha língua e sem demora o líquido quente e azedo começou a encher minha boca, desesperado engolia rapidamente para não derramar.
- Tá vendo como você não vale nada, está sendo alimentado com o que ia pro esgoto alimentar os vermes.
Sua postura era de fato de quem usava o vaso sanitário sem nenhuma preocupação. Foi muito xixi, mas eu bebi tudo e no final chupei aquela gota que sempre fica no canal pra manchar a cueca.
Minha barriga estava estufada do almoço e da quantidade absurda de urina que bebi. Só parei de chupar seu membro quando fui colocado de pé. Lavei cada parte do seu corpo depois de lamber tudo, menos o bumbum. Enxuguei seu corpo que a cada dia parecia maior e mais forte e ele foi pro quarto.
Tomei meu banho, escovei os dentes e fui pro quarto sem saber o que me esperava. Ele tinha novas regras e uma conduta que eu deveria seguir cegamente e sem lágrimas. Sobre a cama estava o destruidor, a taca, algumas caixas de remédios, algumas seringas, aquela infame fita vermelha e uma sacola de papel que não dava pra ver o que tinha dentro.
Eu já queria chorar, mas me segurei. Sei que deveria estar vermelho como um pimentão, mas não permiti que nenhuma lágrima escapasse. Fui chamado pro seu colo e fui sem demora, às vezes era bom estar lá.
Sentei com uma perna de cada lado do seu corpo e por instinto abracei seu corpo enterrando meu rosto em seu pescoço que agora estava cheiroso. Suas mãos desceram alisando meu bumbum.
- Agora vou te falar tudo, quer dizer algumas coisas que vou fazer com você, ou melhor no seu corpo.
A voz dele era rouca e macia como um encantamento, mas eu sabia que estava carregada de perversão e sadismo.
- Primeiro a sua alimentação que já começou a mudar desde hoje. Quero ter carne pra apertar e pra marcar e fazer o que eu quiser quando eu quiser.
Falou apontando com o queixo na direção da cama, e cada vez eu me encolhia mais em seu colo sob o peso de sua dominação.
- Tá vendo aqueles remédios e injeções ali na cama?
Só acenei que sim com a cabeça, ele sabia que eu tinha pavor desses dois. Nunca consegui engolir um comprimido por menor que fosse e injeção era meu inferno.
- Vamos começar hoje com a injeção, vou te aplicar uma toda semana e os comprimidos serão dois pela manhã junto com um ovo cru. Você precisa de proteína.
- Eu tô doente? - perguntei num fio de voz.
- Não, isso é pra transformar você em uma fêmea de verdade. Sua voz tá começando a mudar e não tô gostando disso e também vai fazer suas carnes ficarem mais macias.
Enquanto ele falava avaliava meu rosto e meu corpo procurando defeitos.
- Logo pelos vão aparecer, o gogó e isso é coisa de homem, em voce seria nojento. Na sexta-feira a noite antes de meu pai viajar pra buscar a nova puta dele, eu marquei com seu veterinário pra vir tirar suas bolas. Eu vi que isso vai ajudar a amansar mais você, minha cadelinha.
Chocado, era assim que eu estava. Era tudo tão absurdo que parecia que não era sobre mim que ele estava falando, eu não esboçava nenhuma reação apenas encarava ele incrédulo, enquanto ele seguia falando como se fosse o assunto mais normal do mundo, além de mudar meu corpo sem me consultar ainda iria me mutilar, e estava tudo bem.
- Seu corpo vai ficar perfeito e sua mente mais leve pra aprender a ser a minha cadelinha obediente.
Sua mão tocou a minha perna e logo sai de seu colo. Ele foi até a cama e por um tempo contemplou os itens como se escolhesse o que usaria primeiro, mas ele já sabia a dor que infligiria a mim primeiro.
- Fique de cócoras na cadeira com o rabo empinado e se segure no encosto se não quiser cair.
Obedeci segurando o choro, a vontade era de gritar e de bater nele, mas eu sabia que a única coisa que poderia fazer era aceitar pra não sofrer mais. Afinal eu nunca ganharia dele e por mais que eu gritasse pedindo socorro ninguém viria me salvar.
Suas mãos percorriam meu bumbum até entre minhas pernas, ele pegou minhas bolinhas apertou, puchou enquanto meu corpo tremia violentamente. Desde que ele as amarrou por uma semana da outra vez elas não subiram mais, por isso agora foi fácil pegá-las.
A fita áspera laçou minhas bolinhas que foram puxadas com força para trás me fazendo ganir e cair de joelhos sobre o assento da cadeira apertando o encosto como gostaria de ter forças para apertar o pescoço dele.
- Isso é necessário pra cortar o fluxo de sangue e ajudar na hora da castração.
Ele apertou muito e cada vez que puxava minhas bolinhas para trás apertava mais ainda dando várias voltas com a fita que deixou minhas bolas bem esticadas para trás. Sobre a cadeira ficar em pé foi um sacrifício, a ordem era manter as pernas bem fechadas enquanto ele puxava mais a fita antes de dar o último nó.
- Pronto, cadelinha! Essa fita só sai junto com essas bolas inúteis.
Sua mão empurrou minhas costas me forçando a inclinar até as pontas dos meus dedos encostarem na parede para eu não cair. Meu corpo sempre a mercê do seu sadismo senti o primeiro tapa em minhas bolas que já formigavam com a dormência que irradiava delas para as minhas pernas.
Senti seus dedos se encaixarem ao redor delas e uma sequência de golpes as atingiram sem trégua, eu urrava de dor e a essa altura eu só não tinha caído da cadeira porque elas me mantinham suspenso em sua mão forte e cruel. Quando fui solto cai da cadeira num baque surdo aos seus pés me contorcendo de dor.
Fui virado de bruços no chão com seu joelho em minhas costas enquanto sua mão direita apertava minhas bolas como se fosse fazê-las estourar e a outra segurava meus cabelos impedindo que eu continuasse a me debater.
- Calada, puta! Você já entendeu porque eu faço isso com esse seu corpo miserável? Por que eu posso, por que eu quero, por que me dá prazer! Por que você não tem ninguém além de mim nesse mundo, sem mim você vale menos que um verme.
Sua voz transbordando excitação e domínio atingiam meus ouvidos como lâminas afiadas que percorriam meu corpo inteiro dilacerando tudo que encontrava pela frente não apenas pela bestialidade, mas também pela verdade dolorida exposta sadicamente. Eu não tenho ninguém e a única pessoa que tenho deseja beber a minha dor para satisfazer sua loucura perversa.
- Uma bichinha suja como você tem que se dobrar as minhas vontades, satisfazer meus desejos mais perversos e ainda agradecer pelo privilégio. A partir de agora você vai me amar não como você amava o primo que não existe mais, você vai me amar com adoração, eu sou o ar que você respira, sem mim não existe você.
Ele saiu de cima de mim e sentou na cama sem tirar os olhos de mim. Minha mente só repetia as palavras dele num looping interminável como se quisesse entranhar aquelas palavras em cada célula do meu corpo.
"Eu não tenho ninguém por mim, ninguém para me salvar, ninguém que me queira a não ser ele, mas isso tem um preço muito alto que independente da minha vontade ou das minhas forças terei que pagar porque o meu juiz e carrasco já me sentenciou."
- Ts - ts - ts
Ele estava me chamando, mas meu corpo não me respondia e minha mente voava repetindo o novo mantra que acabei de aprender. De repente algo despertou dentro de mim e vagarosamente me virei para ele que tinha uma calma no olhar que não combinava em nada com o bárbaro que ele é.
Me arrastei como pude até seus pés, como se eu não passasse de um pano velho ele me ergueu do chão e me deitou em seu colo como uma criança, me aninhando em seu peitoral. Seu braço esquerdo forte sustentava meu pescoço e descia enrolando até minha cintura, o direito estava sobre meu quadril mantendo meu corpo de lado com minha barriga quase encostada na sua e minhas pernas unidas.
- Diga!
A ordem era direta, mas eu não sabia o que dizer. Até que suas palavras ecoaram em minha mente numa lembrança recente... "a partir de agora você vai me amar..." Minha sentença já estava em execução.
- Eu te amo! - falei num fio de voz.
- Repete!
- Eu te amo, meu dono!
Mal acabei de falar e minha boca foi invadida por sua língua num beijo visceral de pura exibição de domínio e poder. Sua língua inspecionava cada canto da minha boca até a entrada da minha garganta.
O ar já me faltava mas isso era insignificante diante da sua necessidade, nossa saliva escorria por meu queixo enquanto eu chupava sua língua grande e áspera como se fosse a melhor iguaria do mundo. Sua mão esquerda me apertou mais contra seu corpo enquanto a direita deslizava na direção do meu cuzinho que foi ignorado.
Leves tapas eram dados em minhas bolas que pinicavam em dormência fazendo parecer que eram pregos sendo cravados em minha carne, mas eu estava imobilizado. Sua língua foi tirada da minha boca lentamente.
- Sinta a dor, cadelinha! Deixe ela abraçar você, veja o prazer que eu sinto em subjugar você, em te transformar numa bichinha que vive pra satisfazer seu macho e no meu depósito de porra.
Ele falava com aquele tom venenoso enquanto lambia meu rosto e meu pescoço, mas sua mão carrasca mantinha seu ritmo nos pequenos golpes desferidos sem intervalo.
- Repita até eu me cansar de ouvir.
- Eu te amo, senhor! Eu te amo, meu dono... eu te...
Eu repetia sem pensar mesmo quando sua língua voltou a invadir a minha boca minha voz saia embolada, irreconhecível, e eu continuava. Chupava sua língua, sorvia sua saliva aceitando a dor que ele me oferecia como o melhor presente.
Meu corpo foi colocado sobre a cama, eu estava num estado de torpor que embaçava as minhas vistas, meu corpo tremia sem descanso e eu não parava de repetir que o amava. Ele deu uns tapas no meu rosto me fazendo voltar a minha realidade, me deu um pouco de água que pegou no banheiro e aos poucos minha mente já voltava a funcionar.
- Hora da injeção, escolha onde vou furar, minha cadelinha.
Isso fazia parte da sua tortura, ele poderia ter aplicado enquanto minha mente vagava, mas ele escolheu me trazer a consciência sabendo do meu pavor. Mas eu também sabia que não tinha a opção de escolher.
- O senhor sabe onde aplicar, meu dono.
- Boa, cadelinha! Viu como a dor é uma excelente companheira. Eu quero aplicar na barriga que dói mais e é onde é mais difícil de você ser golpeado.
Sem preparo nenhum a agulha foi enfiada abaixo do meu umbigo e lentamente o líquido foi injetado, mas eu não tinha forças para reagir ou sequer protestar.
- Agora durma que a partir de amanhã você vai acordar junto comigo, você precisa de seis refeições por dia pra ficar do jeito que eu quero, cadelinha.
O sono me envolveu assim que ouvi a ordem, para o amanhã sempre a promessa de algo doloroso para mim, mas muito satisfatório para ele.
Acordei com os primeiros raios do sol entrando pelas frestas da janela e uma dor que eu ainda não conseguia identificar de onde vinha. Meu corpo estava sobre o dele e seus dedos brincavam com minhas bolas como um gato faz com o novelo. Tentei levantar, mas fui segurado pela nuca em seu peitoral e os movimentos se tornaram mais intensos.
Apertei seu corpo tentando me livrar da dor, mas não adiantou, tempo depois fui virado de ponta cabeça sobre ele. Minha perna esquerda ficou dobrada sob seu braço esquerdo me deixando exposto. Seu membro a meia bomba pulsava próximo a minha boca.
Abocanhei aquela cabeça rosada e logo seu xixi quente e ácido invadia minha boca. Eu chupava e engolia o mais rápido que eu podia com medo de deixar uma gota sequer escapar. Minhas bolas começaram a ser esmagadas e puxadas fazendo meu corpo estremecer.
Quando ele terminou de urinar prendeu minha cabeça em sua virilha com sua perna fazendo seu membro invadir minha garganta já estourando de duro e agora eram tapas fortes e ligeiros que recebia. Completamente sem ar fui largado tossindo sobre a cama enquanto ele ia pro banheiro.
Descemos pra cozinha e mesmo apertado ele não me deixou ir ao banheiro, minha bexiga estava muito cheia. Dois comprimidos redondos foram colocados sobre a mesa, a cesta de ovos já estava lá. Eu estava imóvel ao lado de sua cadeira onde ele me deixou.
De repente fui empurrado na cadeira o que fez minhas bolas quase estourarem e quando tentei levantar para aliviar a dor seu joelho pressionou a minha bexiga com tanta força que me urinei de dor, minhas bolas queimavam.
- Abra a boca, vadia!
Obedeci sem saber o que esperar, sua mão esquerda travou no meu maxilar inclinando minha cabeça para trás enquanto a direita quebrou um ovo que logo foi despejado em minha boca e em seguida um comprimido. Três dedos foram forçados até minha garganta como se ele estivesse coçando minha língua fazendo aumentar a ânsia de vômito.
- Engula devagar!
Meu sofrimento o excitava de uma forma que seu pré gozo pingava em minha barriga. Comecei a engolir com seus dedos ainda em minha boca que ainda tive que chupar sob seu olhar atento. Outro ovo foi quebrado e o outro comprimido jogado junto, ele misturava a clara e a gema em minha boca me deixando enojado.
Depois de engolir tudo seu joelho saiu de minha barriga, lambi sua mão até sentir seu peso em meu rosto várias vezes.
- Você é uma puta muito burra mesmo, não tem como você resistir. Eu faço o que quiser com você. Amanhã você vai botar o ovo que vai comer. Agora vá pro quarto!
Quando levantei senti um grande alívio então percebi meu tio na porta da cozinha que provavelmente assistiu toda a minha vergonha.
- Amarrou essas bolinhas de novo? Já estão quase roxas, isso deve doer.
Meu tio falava numa zombaria travestida de cuidado que me deu nojo junto àquele seu olhar pervertido.
- Não faz mal, sexta-feira o veterinário dele vem pra arrancar essa coisa inútil.
- Porra, você vai castrar o viadinho?! Dizem que foder um castrado é mais gostoso, as carnes são mais macias por dentro.
Não esperei pra ouvir mais daquela conversa macabra e fui pro quarto, pouco tempo depois ele apareceu com o cocho cheio de cuscuz molhado com leite e seu sêmem grosso e pegajoso por cima.
- Daqui a uma hora coma seu lanche, cadelinha.
Ele falou alisando meu bumbum depois pegou sua mochila e saiu. Continuei deitado pensando nas coisas que ele me dizia e aceitando cada sentença como verdade absoluta. Quem sou eu de fato? Um intruso que foi acolhido por sua família que nem existe mais, só sobrou meu tio e ele que se apossou do meu corpo como se fosse um objeto.
Sou apenas um condenado a uma escravidão sádica e perversa de um adolescente num corpo de homem que a cada dia invade mais uma parte de mim, mas eu ainda tenho esperança que ele se arrependa de tudo o que está fazendo comigo e volte a ser o meu primo.
No horário certo comi tudo deixando o cocho limpinho e fui beber água pra tirar o gosto da minha boca. Tudo o que ele me dá pra comer são coisas que eu não gosto ou servidas de forma nojenta, mas eu não tenho escolha.
Passei a manhã entre pensamentos nostálgicos dos momentos em que tinha meus pais comigo e quando vim morar aqui onde Esdras foi o primeiro a me acolher e os momentos ruins que eu não teria nunca coragem de realizar. Sim, eu sou covarde! Já pensei em tirar minha vida de tantas formas imaginando a cara dele quando me encontrasse, mas não tenho coragem, sigo tendo esperança.
Fui tirado dos meus pensamentos pelo seu assobiou, desci as escadas desanimado já com meu cocho nas mãos sem saber o que seria obrigado a comer dessa vez. O cheiro era horrível já denunciando o sofrimento que estava por vir.
Fiquei no meu lugar de quatro ao lado de sua cadeira aguardando até que o cocho foi colocado na minha frente.
- Olha que delícia eu trouxe pra você, cadelinha! Você vai ficar bem forte pra ser montada.
O caldo gorduroso parecia uma água suja o pé de porco inteiro e branco me deu asco e os pés de galinha boiando foi o fim pra mim. Tentei me afastar daquilo, mas fui impedido, ele me segurou pelos cabelos e segurou o pé de porco.
- Chupe!
Sua voz estava baixa, mas demonstrava a sua raiva pela minha reação, eu abri a boca e aquela coisa nojenta foi enfiada. Eu chupava e ansiava lutando para não vomitar, ele me fez lamber e chupar todo o pé depois o colocou no chão e me fez comer tudo deixando só os ossos.
O gosto era horrível e nojento, sem nenhum tempero ou sal. Eu obedeci e enquanto ele almoçava uma comida que pelo cheiro deveria ser assado ia colocando os pés de galinha um a um no chão a medida que eu deixava só as unhas. Bebi todo o caldo nojento e deixei meu corpo cair aos seus pés.
O silêncio era cortante além da sua respiração só se ouvia meus soluços baixos.
- Por que... você... me... odeia... tanto... assim... primo?
Minha voz saia baixa e entrecortada pelo choro, o que fazia parecer apenas mais um dos meus pensamentos, mas percebi que não era quando fui colocado entre suas pernas de joelhos pelos cabelos. Tapas eram desferidos em meu rosto enquanto ele cuspia palavras duras ao meu respeito.
- Quem você pensa que é pra merecer o meu ódio, bicha imunda? Entre você e a merda de um cachorro para mim a merda tem mais valor porque o cachorro pelo menos é útil.
Dessa vez ele estava furioso, não foi minha intenção aborrecê-lo, mas agora eu não podia fazer nada pra me livrar de sua fúria. Meu nariz e boca já sangravam pelos golpes. Até que meu tio apareceu na porta da cozinha com minha tia logo atrás cambaleando.
Meu maxilar foi agarrado com força, ele cuspiu no meu rosto, seu olhar faiscava e meu corpo se não estivesse preso entre suas pernas já teria desabado. Meu tio pervertidamente apertava seu membro visivelmente duro sob a calça enquanto sorria.
- Suba e quando eu chegar quero você de joelhos na porta do quarto com o objeto que você escolher para ser castigado entre os dentes, e você vai pagar pelo que fez de manhã e agora.
Fui solto e de fato desabei, engatinhei pra longe dele tentando me levantar. O olhar de minha tia era de pura pena, seu corpo castigado pela tortura infligida denunciava as novas marcas e que ele só a levava para a oficina para machucá-la mais, mas seu rosto estava melhor.
- Dá gosto de ver como você trata esse viado imprestável com mãos de ferro. Isso me orgulha, filho. Você sim é um homem de verdade!
- O senhor também não fica atrás, pai. Demorou, mas está colocando sua mulher no lugar dela.
- É, tem putas que só aprendem assim, na porrada.
Eles riam como se essa fosse uma conversa normal entre seres humanos ou pior, entre pai e filho. Subi as escada me amparando no corrimão. Lavei meu rosto e aproveite o banho pra chorar.
No cair da tarde resignado e determinado a não chorar coloquei a taca entre os dentes e me pus de joelhos em frente a porta, mas ele não chegou. Escureceu, meus joelhos doíam e nem sinal dele. O desespero tomava conta de cada pedaço de mim a medida que o tempo passava.
Quando pensei em levantar ouvi seus passos pesados e lentos na escada, parecia que ele não tinha pressa alguma em chegar. Meu coração batia tão forte que eu podia ouví-lo, a angústia me tomou e então a porta se abriu.
Seu semblante estava tranquilo nem parecia o mesmo da hora do almoço, ele passou por mim como se eu fosse invisível e eu permaneci ali parado.
Ele tomou um banho demorado e saiu do banheiro com pingos de água escorrendo pelo seu peitoral e sua bermuda desgastada de futebol. Da sua mochila tirou uma coleira grossa que parecia feita de pneu prendeu no meu pescoço com um cadeado deixando meu pescoço esticado ao máximo e apertado dificultando a minha respiração.
O estresse da ameaça, da espera junto com a indiferença dele estava me matando, as lágrimas que prometi segurar desciam grossas caindo em meu peito, fui induzido a ficar de pé.
Meus pulsos foram presos na parte de atrás da coleira por uma corrente presa a ela. A taca ainda permanecia entre meus dentes. Ele agia como se estivesse realizando um trabalho qualquer na oficina sem dizer uma palavra. Meus pés foram afastados com chutes no tornozelos até minhas pernas ficarem bem abertas.
Ele estava parado atrás de mim mal dava para ouvir sua respiração, meu corpo tremia de medo e nervoso, ele estava calmo demais como se tivesse planejado cada movimento a tarde inteira, e essa tortura psicológica estava me destruindo.
A taca foi tirada suavemente da minha boca e eu ainda não via ele, na verdade eu nem sabia se ele ainda estava no quarto. Até que o primeiro açoite me atingiu e sem demora do meu peito até as pernas tudo foi atingido até que eu cai no chão urrando como o bicho ferido que eu era naquele momento.
- Se recomponha!
Com dificuldade diante da dor, do medo e dos braços imobilizados me pus de pé novamente. Eu gemia em agonia, nem as lágrimas tinham forças para rolar, nem sei quanto tempo mais conseguiria me manter de pé.
E mais uma vez fui atingido, dessa vez de baixo pra cima entre minhas pernas. Os golpes eram fortes e rápidos, tornei a cair de joelhos e com o rosto no chão. Ele pisou na minha cintura e desferiu mais golpes entre minhas pernas, tinha certeza que dessa vez ele mesmo arrancaria minhas bolas.
Meu corpo tremia compulsivamente, meus gemidos traduziam o horror do que acontecia naquele quarto, minha vista estava turva e eu quase não conseguia respirar, mas ele não fazia nenhum movimento.
Pelo tempo que havia se passado eu achei que meu suplício tinha acabado, mas senti uma corrente sendo presa na parte da frente da coleira e fui puxado. De pé fui preso num gancho no teto que nunca tinha visto antes, meus dedos mal tocavam o chão.
Ele voltou a mochila e de dentro tirou algo que logo me revelou, o chicote trançado dos cavalos. Ele era longo, redondo e próximo do cabo era meio grosso e a ponta ficava bem fininha.
- Eu permiti que escolhesse o seu e esse aqui é o meu. Veja, cadelinha, tá novinho! Até os animais daqui são mais inteligentes que você, sua bichinha inútil. Isso nunca teve serventia até hoje, diferente de você que nunca vai servir pra nada.
Assim que acabou de falar os açoites começaram, aquilo se enroscava em minha pele e ele puchava rasgando o caminho por onde passava. Foram vários golpes, eu gritei, urrei, gemi, me urinei e nada o fazia parar até que apaguei.
De súbito a escuridão me envolveu e eu ansiava por ela mais que tudo, então fui acordado por aquele cheiro repulsivo, meu corpo estava mole, mas eu precisava me manter de pé para respirar. De repente o cheiro de cânfora misturado a outra coisa que não reconheci impregnou o ar.
Meu corpo já estava no limite do que eu achava possível poder tremer e suas mãos passaram por meu peito descendo até minha barriga deixando um rastro de fogo onde tocava. Meu corpo inteiro foi esfregado com aquele óleo maldito, suas mãos ásperas escorregavam em meu corpo.
Minhas bolas eram apertadas como se ele estivesse tentando tirar leite delas como se faz nas vacas, eu urrava, mas quando seus dedos me invadiram minhas pernas falharam e eu encherguei ali a minha salvação, mas ela não veio.
Fui invadido brutalmente por seu membro duro feito uma rocha e cheio daquele óleo, minhas entranhas se contraíram ao ponto de parecer estar rasgando. Fiquei sustentado no ar até que os seus movimentos começaram. Eram fortes e muito fundos, depois se alternavam entre lentos e rápidos, mas sempre com sua força bestial.
Meu corpo era jogado para cima e para baixo com violência, meu pescoço parecia que ia quebrar a qualquer momento e eu clamava por isso, mas ele não se importava. A queimação me consumia, suas bolas enormes massacravam as minhas.
Suas mãos deslizaram até meus joelhos e ele me suspendeu completamente aberto, sua força parecia aumentar a cada segundo, ele mexia dentro de mim revirando meus órgãos e puxava seu membro, a dor era profunda. Ele repetiu esse processo até parte do meu intestino sair então ele entrou novamente com meu intestino envolvendo seu membro socou forte até gozar e puxou com força novamente trazendo ainda mais do meu intestino.
Os sons que saiam da minha garganta nem pareciam humanos, o quarto girava, mas a claridade acima da minha cabeça não deixava a escuridão me levar. Ouvi ele arrastar a cadeira para mais perto de mim e soltar a corrente me fazendo cair no chão sem nenhum amparo.
Ele se sentou na cadeira e seu pé enorme deslizava por causa do óleo pressionando minha barriga. Sua mão alisava meu intestino exposto e ele enfiava os dedos sem deixar ele entrar de novo, pois seu pé mantinha minha barriga pressionada ao extremo.
- Você entendeu agora que qualquer imundice nesse mundo vale mais do que você? Nem sua respiração importa, até suas tripas eu controlo. Eu vou mandar arrancar suas bolas só porque eu quero e vou deixar isso que você chama de pau só porque é vergonhoso carregar uma porcaria dessa.
Meu corpo estava adormecido só a cólica por ter meu intestino forçado pra fora me consumia. Fui jogado em seu ombro e na sala estava meu tio sentado na poltrona com seu membro repugnante no bumbum de minha tia que tinha as pernas amarradas ao seu pescoço e a garrafa quase vazia dentro de sua vagina.
Ele nem se importou seguiu para os fundos da casa, meu corpo estava moído e as mãos ainda presas a coleira. Fui levado ao estábulo onde eles criam dois cavalos e três éguas, ele me colocou pendurado entre a divisão de uma baia vazia e outra onde ficava o cavalo mais arisco que logo começou a se movimentar.
O cheiro de urina e fezes era muito forte, minha barriga doía na madeira e eu com medo de cair e ser pisoteado. Ele se aproximou e esfregou meu bumbum ainda cheio de óleo e depois foi apertando minhas entranhas até ela começar a entrar.
- Hoje você vai dormir aqui pra aprender a dar valor a bondade de dormir no meu quarto que um desperdício como você não merece. Mas eu não vou ser cruel e vou permitir você jantar.
Ele me botou sobre o ombro novamente e entrou na baia ao lado, Meia-noite se agitou ainda mais relinchando e batendo os cascos no chão, mas bastou um comando de Esdras e ele se aquietou.
- Viu como Meia-noite é melhor do quê você, cadelinha? Por isso vou te deixar com ele essa noite. Agora pode comer.
Ele me colocou no chão coberto de areia, feno e cocô. Eu não entendi o que eu comeria, muito menos como eu chegaria ao cocho que era suspenso na parede, mas quando ele fez um mínimo sinal indicando um monte de cocô próximo a pata traseira do cavalo, meu coração sangrou.
A surra que acabei de levar ainda ecoava em meu ser como ele poderia ser tão perverso ao ponto de me levar ao limite novamente. Seu olhar sobre mim parecia ler minha mente.
- A hora da prova chegou, cadelinha.
Como se a situação não pudesse piorar cai com a cara no cocô por conta da areia e dos braços ainda presos, levantei com dificuldade e comecei a comer enquanto ele fazia no cavalo o carinho que não fazia em mim.
Seus olhos pesavam em mim enquanto ele falava sobre minha situação lastimável pro cavalo que me olhava como se concordasse com o que meu dono dizia.
- Veja Meia-noite como essa puta burra não vale nada, olha como ela se alimenta da sua merda, aquilo que sai de você e não serve pra mais nada igual a ela.
O cavalo búfala e balançava a cabeça em concordância. Eu não aguentava mais, mas seguia comendo o cocô junto com areia e feno até que ele se deu por satisfeito e bateu do lado de sua perna.
De joelhos fui até ele com medo de levar um coice, mas até pro cavalo eu era insignificante. Ele me empurrou e cai debaixo do cavalo quando consegui levantar seu membro gigantesco estava a meia bomba do lado de fora e eu aterrorizado.
- É melhor você pegar logo porque ele já vai mijar e eu quero que você beba como faz comigo.
Aquela coisa balançava e desesperado eu tentava pegar só com a boca quando consegui abocanhar aquela cabeçona suguei com força para não perder, eu faria tudo pra não apanhar novamente. Ele alisou a barriga do cavalo e um líquido quente e amargo inundou minha boca.
Minha barriga já estava cheia de cocô e agora ia estourar com aquela quantidade de xixi, mas permaneci firme e no fim chupei até ele mandar parar.
- Nem o pau de um cavalo você dispensa, viado de merda. Pode soltar.
Ele saiu fechando a porta da baia e apagando as luzes voltou pra casa sem me dizer nada. Com frio me encostei na perna dianteira de Meia-noite e fui contando a ele minha vida de cativo de um sádico perverso.
Vez ou outra ele bufava como se me entendesse e de repente ele foi se abaixando sobre mim até que se deitou. E essa noite eu dormi sob sua proteção com sua pata sobre mim e minha cabeça sobre seu pescoço, mesmo com o incômodo da areia em meus ferimentos e do cocô dele que secava em meu rosto.
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Comentários (10)
Deusa: Será que vai ter redenção?????Assim espero
Responder↴ • uid:1ewbkdgvzzcpAlguém: Não sei o que é mais doentio, a história ou os comentários incentivando a ficar mais desprezível do que é, sadismo e dominação até vai, mas tudo tem seu devido limite
Responder↴ • uid:1dwouse0b8c7Beto carreiro: Você escreve muito bem, nao se importe com comentários negativos. Eu estava falando que seria muito bom e ja esta sendo ele ser feminizado. A castração vai ser da bolinhas e parte do penis? No game of thrones eles deixaram somente um toco do cara que era para ele sentir um formigamento quando ele fosse ter tesao, me lembrou isso. Ansioso para saber como vai ficar a nova bucetinha dele. E parabéns novamente :)
Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9Cativo: Obrigado, os comentáriosde vocês me incentivam muito e aumentam a minha criatividade, sem contar com as sugestões!! Lembra que o pinto dele que já era micro encolheu e só ficou a pele?
• uid:1eujpyfd3bmlCativo: Obrigada!! Vou continuar ❤️🔥❤️🔥🔞
Responder↴ • uid:g3j1no4v3Mlkao: Melhor conto, ansioso pela castração. Acho que ele vai acabar sendo enrabado pelo cavalo.... n tenha dó.
Responder↴ • uid:1e8q9df08yf2Beto carreiro: Melhorou demais... parabens. Lembra depois que ele estiver dem bolinhas de usar as calcinhas sexy da tia
Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9Puto: Continua
Responder↴ • uid:1ck9ixtwnls0João: Cancela isso logo, a mesma repetição nogenta
Responder↴ • uid:81rdebj8r9Luiz F.: Um dos piores contos por aqui
Responder↴ • uid:81rdebj8r9