#Gay #Teen

Davi vai fazer companhia para Juliano

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Leia o conto interior “Davi o estagiário”. Esqueci de por o autor e não está aqui com os outros.

Jonas recebeu a notícia da academia que ia rolar um seminário de treinadores em outra cidade, quatro dias. Ótimo pra carreira dele seria palestras, workshops e gente importante do ramo.
Chegou em casa super animado, mas meio culpado, contou tudo pro Juliano no jantar. “Amor, vou ter que viajar amanhã. Rapidinho, volto na sexta, mas vou sentir saudade. Fica bem sozinho?”
Jonas perguntou, segurando a mão do Juliano, olhando com carinho.
Juliano concordou meio lento, coração na correria por motivos que o Jonas nem imaginava.
“Fico sim. Pode ir, importante pra você, me viro no apê.”
Jonas sorriu e lascou um beijo daqueles. “Você é demais. Se precisar, liga pro Davi. Ele é estagiário, gente boa, pede pra ele dar um pulo aí se bater a bad.”
Juliano sentiu um calafrio com o nome do Davi. Engoliu seco, tentando sorrir.
“Beleza. Mas vou ficar legal.”
A noite foi de amor forte, tipo despedida do Jonas, ele por cima, pegando de boa na posição tradicional, falando “te amo” a cada chegada, as mãos grandonas juntas das do Juliano. Juliano tremendo, gozando entre os corpos suados, enquanto Jonas botava tudo pra fora, sentindo cada pulso. Dormiram abraçados, mas Juliano ficou acordado um tempão, pensando no que ia dar.
No dia seguinte, Jonas partiu cedo pro aeroporto, beijo de despedida no Juliano na porta.
“Me liga, viu? Amo você.”
“Eu também. Boa viagem.”
O apê ficou na moita. Juliano tentou relaxar arrumou a cozinha, rolou uma TV, estudou um pouco. Mas o celular tocou às duas da tarde com um toque do Davi
“Jonas falou que viajou. Tô indo aí agora, não abre pra mais ninguém.”
Juliano ficou todo arrepiado. Tentou mandar um “não precisa vir”, mas não rolou. Foi pro quarto e pegou a fantasia de coelhinha a que o Jonas já tinha usado, mas que agora tinha outras lembranças.
Se vestiu na maciota, o corpete preto marcando a cintura, as orelhinhas rosa balançando no cabelo loiro, o rabinho branco fofo atrás, meias pretas nas pernas claras. Sem nada por baixo, já meio excitado.
A campainha tocou meia hora depois. Juliano abriu a porta, meio tremendo, a fantasia ali pra quem quisesse ver no corredor vazio. Davi parou, os olhos escurecendo na hora.
Alto e forte, cabelo curto molhado de suor da academia, cavanhaque ok, regata cinza e bermuda preta. O pau dele já deu sinal contra o tecido quando viu o Juliano de coelhinha, com o rabinho balançando.
“Caramba… tá assim pra mim?”
Davi falou baixo, fechando a porta com o pé, trancando rapidinho. Jogou a mochila no chão e foi pra cima, as mãos já pegando na perna do Juliano por baixo do corpete. “Eu… eu botei porque achei que ia gostar”,
Juliano disse, voz tremendo, dando uma empinada.
Davi fez um som, botando ele no sofá. Sentou, abriu as pernas e puxou o Juliano pro colo, as orelhinhas balançando. “Gostar? Tá me enlouquecendo, coelhinha. Olha isso… esse rabinho fofo, essa bunda aparecendo por baixo. Que vadiazinha, toda pra mim enquanto o Jonas tá longe.”
Virou o Juliano de costas no colo, abrindo as pernas com os joelhos pra mostrar a bunda. Subiu o corpete, admirando o rabinho branco na pele, e deu um tapa forte na bunda, deixando a marca vermelha. “Olha como fica… igual quando te como forte.”
Juliano soltou um gemido, empinando mais, meio duro na barriga do Davi através da bermuda.
“Davi me come”
Davi deu uma risada, abrindo a calça e mostrando o pauzão duro, com as veias saltando, a ponta rosada molhada. Cuspiu na mão, passou no pau e na entrada do Juliano, abrindo o caminho.
“Safado de coelhinha pra mim pedindo pau. O Jonas não te vê assim, né? Ele te trata com carinho e eu te trato como puta.” Arrumou e botou o Juliano devagar sobre o pau, a ponta grossa entrando, esticando tudo.
Juliano gritou de dor e tesão, cravando as unhas nas costas do Davi enquanto descia, sentindo cada detalhe.
“Calma… tá grande”
Davi segurou a cintura com as duas mãos, guiando, olhando no espelho, vendo o rabinho balançar a cada descida. “Sentindo? Meu pau te rasgando, te enchendo… olha como engole tudo, coelhinha. Aperta mais assim”
Juliano começou a mexer, subindo e descendo no colo dele, o corpete marcando os mamilos no peito do Davi.
Davi acelerou, os quadris subindo com força pra encontrar cada descida, o pau entrando e saindo, o som misturado com os gemidos do Juliano.
.”Vai gozar pra mim, coelhinha, goza no meu pau enquanto te encho de porrada quente”
Juliano gozou primeiro, tremendo todo, apertando o Davi.
A força do orgasmo deixou o Davi louco, travando tudo e gozando forte dentro dele tudo quente enchendo até vazar. Ficaram abraçados no sofá, cansados, Davi ainda dentro dele.
Tirou as orelhinhas com cuidado, beijando a testa do Juliano.
“Me deixa louco assim vestida pra mim, gozando no meu pau como vadiazinha.” Juliano riu baixo, ainda tremendo, o corpete todo sujo, o corpo mole e feliz.
“Me fez gozar demais mas isso não pode repetir…”
Davi riu, saindo devagar e deixando o sêmen escorrer pela bunda.
“Vai sim. Porque você ama isso, ama ser minha coelhinha secreta enquanto o Jonas viaja.”
Davi ficou ali os dias que Jonas estava fora, no último dia ele tinha ido ao mercado comprar algumas frutas. Assim que chegou fechou a porta e já foi agarrando a cintura de Juliano sem dizer nada, começou com um beijo lento, meio possessivo, a língua explorando a boca dele enquanto as mãos subiam por dentro da camisa, apertando a bunda.
“Quero você hoje bem devagar, todinho em cima de mim”
Davi sussurrou com a voz baixa, quase rouca
Ele levou Juliano pro sofá da sala, o mesmo onde ele e Jonas viam filmes juntos. Davi sentou, abriu as pernas e dava pra ver o pau marcado no short de tactel.
Tirou a camisa de Juliano pela cabeça, deixando ele pelado, com a pele branca brilhando.
“Vem senta aqui no meu colo. De frente pra mim, quero te ver nos olhos enquanto eu te como”
Juliano pensou um pouco, mas o tesão falou mais alto. Subiu no sofá, abriu as pernas pra encaixar na cintura de Davi. Ficou de frente, com os joelhos dobrados e os pés apoiados no sofá atrás de Davi.
Davi segurou a cintura dele com as duas mãos e foi guiando ele devagar pra baixo. Primeiro botou o pau na entradinha, depois foi descendo Juliano aos poucos, sentindo o calor dele.
“Assim... devagar, sente meu pau te abrindo... olha pra mim, loirinho”
Juliano soltou um gemido, os olhos azuis encontrando os de Davi. Estavam bem perto, colados do peito pra baixo, pernas juntas, quase se tocando.
Davi tremia dentro dele sem se mexer, só sentindo o quanto ele era apertado.
“Você é perfeito assim pequeno, quente, tremendo aqui em mim. Olha só como eu te preencho minha cabeça quase batendo lá no fundo sem eu fazer nada”
Juliano começou a rebolar de leve, subindo e descendo, fazendo um círculo. Suas mãos seguravam os ombros de Davi pra se equilibrar. A cada vez que descia, o pau entrava mais fundo, pegando naquele ponto que fazia ele se arrepiar e gemer baixinho. Davi segurava firme na cintura, ajudando ele a pegar o ritmo, mas deixando Juliano no comando. Chegou perto do ouvido dele e sussurrou, sentindo a barba roçar na pele
“Tá sentindo? Meu pau todinho dentro de você, você vai gozar assim, olhando pra mim, sem precisar que eu acelere. Porque você adora me sentir dentro de você, adora quando eu te domino desse jeito, só com o tamanho do meu pau”
Juliano foi mais rápido, os quadris girando num ritmo mais lento e forte. Os gemidos ficaram mais altos, quase um pedido
“Mais fundo”
Davi soltou um som baixo, uma mão foi pra nuca de Juliano, puxando ele pra um beijo demorado e molhado enquanto a outra apertava a bunda, abrindo mais pra ele entrar mais fundo.
“Vai gozar pra mim, goza aqui no meu colo”deixa eu sentir você todo tremendo enquanto eu te como”
Juliano não aguentou, gozou primeiro, o corpo todo tremendo, as pernas agarradas na cintura de Davi,
Davi perdeu o controle: travou os quadris pra cima, enfiando tudo de uma vez e gozando fundo, com força, jatos quentes enchendo tudo, escorrendo pelas coxas e pelo sofá.
Ficaram ali um tempão, Juliano sentado no colo de Davi, pernas grudadas, suados, respirando juntos. Davi beijava o pescoço dele devagar, falando baixinho
“Você transou com força, hein, gatinho... apertou meu pau como se não quisesse que eu saísse nunca. Mas, sério, o Jonas é velho demais pra você”
Juliano levantou a cabeça devagar, os olhos azuis ainda brilhando de tesão, mas meio confuso
“Que que você tá querendo dizer?”
Davi soltou uma risada, saindo de dentro dele aos poucos, o esperma escorrendo pelas coxas claras e sujando o sofá. Virou pro lado, apoiando a cabeça na mão, o corpo todo suado, e continuou olhando Juliano meio de lado.
“Ele tem uns 28, 29? E você 18. Ele já tá naquela de namoro sério, jantarzinho, 'eu te amo' depois de transar de boa. Mas você precisa é de rola grossa, de alguém que te coma até você chorar, que te encha de um jeito que você fique até doendo. O Jonas te trata como uma princesa e eu te trato como o putinho safado que você é. Ele não te dá isso, ele é velho pra te satisfazer de verdade”
Juliano sentou puxando a roupa pra cobrir os mamilos duros, vermelho de raiva e vergonha.
“Para com isso, Davi. Eu amo o Jonas, ele me ama, ele cuida de mim, me respeita, ele é o cara certo pra mim.
Davi chegou mais perto, com o pau quase duro de novo roçando na coxa de Juliano. Pegou no queixo dele com os dedos, forçando ele a olhar nos olhos.
“Ama? Beleza. Mas olha pra mim quando fala isso, faz cinco minutos você tava gritando meu nome, gozando no meu pau, pedindo pra eu pegar pesado. Você ama o Jonas, mas sua bunda ama meu pau. E isso não muda”
Juliano tentou desviar, mas Davi apertou mais o queixo.
“Pode amar ele... mas quando ele te come, você fecha o olho e pensa em mim, né? No meu pau te arrombando, no meu gozo escorrendo, no jeito que eu te faço gozar sem nem tocar. O Jonas te dá carinho... eu te dou tesão de verdade, você precisa dos dois. Mas você sabe que eu te como melhor.”
Juliano mordeu o lábio, os olhos cheios de água
“Eu amo ele... de verdade. Ele é meu namorado”
Davi soltou o queixo e passou a mão no peito de Juliano, apertando um mamilo até ele gemer.
“Tá, ama ele. Mas olha só como seu corpo reage quando eu falo assim, seu pau tá duro de novo só de eu te provocar. Imagina amanhã, quando o Jonas chegar e te beijar. Você é meu putinho secreto, Juliano e vai ser sempre, porque você ama ele mas gosta mais ainda quando eu te fodo como uma vadia”
Juliano fechou os olhos, uma lágrima caindo, mas o pau pulsando contra a barriga de Davi.
“Você é cruel...”
Davi riu baixinho, beijando a lágrima e mordendo a orelha.
“Cruel? Não, só sincero. Agora vira de quatro”
Juliano obedeceu, virando de bruços, empinando a bunda vermelha e aberta.

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Comentários (2)

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  • Roberto: Que pena ele traiu o Juliano. Fiquei chocado. Ainda vestiu a coelhinha pra seduzir o Davi. Que pena.

    Responder↴ • uid:1dak65uoik
  • Kaike: Eu quero o Juliano, amei o jeito dele

    Responder↴ • uid:46kq0orsd9b