Aparando o cu do meu irmãozinho 3 - Papai também curte
Depois de raspar o cu do meu irmão, as putarias começaram a rolar sempre... até que papai flagrou a gente fodendo e descobrimos que ele era pior que a gente
A putaria entre mim e o Lucas rolava escondida há meses. Ele pedia toda vez que dava brecha: mamada rápida no banheiro antes do pai acordar, foda devagar no quarto à noite com a porta trancada, gozada dentro enquanto a mãe via novela lá embaixo. Eu raspava o cu dele toda semana pra ficar lisinho, e ele adorava sentir escorrendo o dia inteiro, fingindo normalidade na frente dos pais. O risco aumentava o tesão, mas nunca pensamos que seria pego desse jeito.
Naquela sexta de chuva forte, pais disseram que iam pro casamento da prima e só voltavam de madrugada. Mal o carro sumiu, Lucas entrou no meu quarto pelado, pau já duro, olhos safados.
“Mano, começa com língua no cu, depois me fode de quatro no tapete até eu gozar sem tocar, e termina na minha boca pra eu engolir.”
Deitei ele no tapete, abri as nádegas e lambi devagar: língua na roseta, circulando, enfiando fundo. Baba escorrendo pelas coxas, ele rebolando gemendo baixo: “Lambe mais… enfia tudo…”
Cuspi no pau e meti devagar, sentindo o aperto quente. Ritmo constante, bola batendo, suor pingando. Ele olhava pro espelho: “Olha teu pau entrando… mete mais forte…”
A chuva abafava os gemidos. Eu acelerava quando a porta da frente abriu com força.
Passos pesados. Voz do pai:
“Merda de chuva! Esqueci a carteira, vou pegar e já volto!”
Porta escancarada. Luz invadindo. Eu metido até o talo no cu do Lucas, ele gemendo, pau babando no tapete.
O pai congelou, rosto vermelho, choque e raiva misturados. Peito peludo saindo da camisa molhada, braços tremendo.
“QUE PORRA É ESSA?!”
Entrou batendo a porta, trancou. Apontou o dedo, voz rouca:
“Vocês dois… se comendo na minha casa? No meu chão? Eu trabalho pra caralho pra sustentar isso tudo e vocês viram isso? Levanta daí, Lucas! E você, o mais velho, devia proteger o irmão, não arrombar!”
Lucas tentou se cobrir, cara branca. Eu saí devagar, pau brilhando. O velho andava de um lado pro outro, bufando:
“Eu criei homem aqui! Se a mãe vê, ela morre! Eu devia dar porrada em vocês!”
Parou. Olhou pro cu do Lucas aberto, piscando. Pro meu pau latejando. Pro volume na calça dele — grosso, marcando forte.
Silêncio. Sentou na cama, voz baixa, tremendo:
“…vocês acham que eu nunca fiz nada assim?”
Olhamos sem entender. Ele respirou fundo.
“Foi o primo Zé. Quando eu era moleque, adolescente fresco. Ele já era homem feito, uns anos a mais, corpo forte, pau grande. No sítio do avô, no celeiro, ele me pegou olhando o volume na bermuda. Riu e disse: ‘Quer ver, priminho?’ Tirou tudo, pau balançando. Mandou ajoelhar e mamar. Eu tava duro, com vergonha, mas chupei. Língua na cabeça grossa, engasgando. Ele meteu fundo na garganta: ‘Engole’. Gozou na minha boca, porra quente escorrendo, engoli tudo.”
Pausou, mão apertando o pau por cima da calça.
“Depois me deitou na palha, abriu minhas pernas, chupou meu cu — primeira vez, língua enfiando fundo, me deixando louco. ‘Teu cu é apertadinho, Zé vai abrir’. Metia devagar, doeu, mas gozei sem tocar. No dia seguinte inverti: meti nele, cu quente apertando. Virou rotina todo fim de semana: mamada no mato, foda no rio, troca-troca. Parei quando casei com a mãe de vocês. Enterrei. Mas ver vocês dois… me acordou tudo. Raiva… e tesão.”
Riu amargo, abriu o zíper. Tirou a rola grossa pra fora — veiada, cabeça vermelha, saco peludo.
“Continuem. Mete nele de novo.”
Lucas empinou. Eu meti, ritmado. O pai punhetava olhando.
Lucas, no calor, voz baixa, provocadora:
“Pai… tu tá olhando a gente foder… igual o primo Zé olhava pra ti quando tu era moleque. Tu virou o pervo da família agora, né?”
O velho parou um segundo, olhos faiscando. Mas riu rouco, pau latejando mais forte.
“Isso… fala mais. Me chama assim. Me humilha. Faz eu sentir a culpa que eu carreguei anos.”
Lucas gemeu, entrando no jogo:
“Tu é o pervo aqui… fazendo com a gente o que o Zé fez contigo quando tu era adolescente fresco…”
O pai se aproximou, cuspiu na rola e encostou no cu do Lucas.
“Mete devagar, pervo… no teu filhinho…”
Entrou centímetro por centímetro, gemendo: “Cu quente… aperta o pau do pervo…”
Fodia forte. Eu meti na boca do Lucas, que chupava guloso.
“Chupa o irmão… enquanto o pervo arromba teu cu…”
O pai tirou. “Agora inverte. Quero levar. Mete no cu do pervo.”
Deitou de bruços, bundão peludo empinado. “Chamem assim enquanto metem. Vai, Lucas.”
Lucas cuspiu no buraco, entrou devagar. O pai gemeu:
“Mete no pervo… no cu do teu pai…”
Lucas bombava: “Toma rola, pervo… igual o Zé te dava quando tu era moleque…”
Eu meti na boca do pai. Ele chupou com fome.
Trocamos várias vezes: eu meti no cu do pai — apertado, quente, ele rebolando: “Mete forte… arromba o pervo… fala mais!” Lucas mamava o pau dele por baixo.
O velho gozou primeiro: jatos grossos na boca do Lucas, gemendo alto.
Lucas engoliu, meteu de novo e gozou dentro. Eu finalizei: meti por cima da porra do irmão, enchendo o cu peludo.
A noite virou maratona: pai metendo em mim de quatro, eu gemendo “mete, pervo… arromba teu filho”. Eu no Lucas, pai mamando meu saco. Lucas no pai, velho pedindo “mais forte… me chama de pervo”. Gozamos várias vezes — boca, cu, punheta mútua — porra escorrendo, corpos colados suados.
No final, exaustos na cama, o pai respirou fundo:
“Isso fica entre nós. A mãe viaja mês que vem… repetimos. E continuem me chamando assim. Me faz gozar mais forte, porra.”
Lucas sorriu: “Combinado.”
Eu bati na rola dele: “Família unida, pervo.”
E assim continuou: os três na putaria, com o pai pedindo a provocação pesada — porque cutucar a idade que ele tinha quando o primo começou transformava a culpa em tesão puro.
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Comentários (4)
Nick novinho: Esse conto só melhora, pqp continua por favor kkk
Responder↴ • uid:mnr646rfq4lpervnovin: preciso de mais uma parte desse conto pqp que delícia. meu sonho!
Responder↴ • uid:1dpu5uvbelfdNovinho23: que delicia. quero mais o pai com um filho só. ele botando o filho pra mamar e historia mais longa tipo 2 mil palavras
Responder↴ • uid:g3jgkid9iGrok_o_perv: kkkk essa coisa de censurar palavras é novidade ;)
Responder↴ • uid:4pgmk79v3