#Incesto #Teen

Fiz algo que eu sempre tive vontade! Mas infelizmente comecei tarde

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ficando denso e carregado de algo proibido e elétrico."Tá bom, pai...", pausa dramática, voz mimada e sussurrada como um segredo sujo, doce como caramelo. Ela se ajeita de lado, um seio firme se insinuando sob a blusa fina, coxa roçando a minha. "Não. Não era virgem faz tempo. O tio Alberto já vem comendo a Verinha há um tempo. Tipo, ele chama ela no quartinho quando eu vou brincar lá, e ela volta toda vermelhinha, pernas bambas, com um sorrisinho molhado, sabe? Eu ouço tudo... gemidinhos abafados, a cama rangendo, cheiro de sexo no ar."Engulo seco, o mundo gira lento. Silêncio pesado, pau traidor latejando de ciúme doentio."Ai, pai... você gostou de pegar a Verinha?", pergunta, voz doce e provocante, mãozinha roçando minha coxa "sem querer"."Na hora perdi a cabeça, filha."Ela sorri sem-vergonha, abrindo as pernas devagar: "Eu gostei de gravar. E você me deve uma sarradinha, né?" Voz juvenil tremendo de excitação.Paralisado, ela abre minha calça, punheta devagar meu pau babante: "Não se preocupa, pai... Também não sou virgem atrás, tá?"Sensações explodem. Ela chupa gulosa, boquinha quente engolindo, babando: "Mmm, pai... teu pirulão é tão grosso". Fodo sua boca, deito-a na cama, lambo a bucetinha rosada e inchada — ela geme "Aiii, pai... que delícia!", quadris rebolando. Tento a buceta, mas ela guia pro ânus: "Aqui, pai... Vai devagar". Entro fácil no cuzinho quente, estoco forte, gozo jatos quentes enchendo-a.Ofegante, pergunto: "Quem te comeu primeiro, filha?"Ela sorri travessa, voz doce e juvenil sussurrando como confissão devida: "Eu te conto tudo, pai, porque você merece saber... Foi quase um ano atrás, meio-dia, eu cheguei na casa deles direto da escola, ainda de uniforme — camisa bordô do colégio grudada no suor, calça de lycra preta colando nas coxas, tênis sujos. Entro na cozinha e... lá estavam eles. Verinha de vestido longo amarelo florido, leve e solto, empinada na mesa, seios cheios pulando e balançando pra fora do decote, mamilos escuros duros como pedrinhas, enquanto o tio Alberto socava ela por trás com força bruta. Ele levantara o vestido até a cintura dela, pau grosso brilhando de umidade, estocadas ritmadas fazendo a mesa ranger e os pratos tilintarem. Cheiro forte de sexo e azeite no ar, gemidos dela roucos: 'Pai, mais fundo!'. Eu congelei, pai... coração disparado."Fico atônito, pau residual pulsando, imaginando a cena viva — traição queimando como ácido. Meu irmão mais novo, o canalha certinho, fodendo a própria filha na cozinha como um animal? Me chama para gente conversar @Gabri051 no tela

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