Meu marido me faz usar fraldas o dia todo, para trabalho ou lazer. entenda aqui
Sou eu, Júlia, uma mulher de 34 anos casada com um homem de 56 que me transformou nessa vadia obcecada por um fetiche que pouca gente discute, mas que me faz gozar só de pensar. Todo dia ele me veste com uma fralda grossa, me manda sair pro mundo assim, mijando e cagando nela enquanto finjo normalidade no trabalho ou em churrascos familiares, sentindo a porra quente escorrendo e o cheiro subindo, me deixando louca de tesão. No final, ele tira tudo, cheira, se masturba vendo a bagunça, e às vezes chama amigos pra lamber e foder enquanto filma. Se você quer ver as fotos e vídeos reais dessa putaria, corre pros nossos perfis – tem mais aventuras quentes vindo em breve, com postagens diárias que vão te deixar babando. Comenta aí o que achou, quem sabe você não vira parte da próxima?
Acordo com o sol batendo na janela do nosso quarto simples, o ar já cheirando a café fresco que meu marido preparou. Ele está ali, de pé ao lado da cama, com aquela cara de safado que me derrete. "Bom dia, minha putinha suja", ele murmura, a voz rouca de desejo, enquanto puxa as cobertas e me vira de bruços. Sinto suas mãos grossas e calejadas deslizando pela minha pele nua, arrepiando cada poro. Ele pega a fralda branca e fofa da mesinha de cabeceira, aquela com bordas fofinhas que parecem inocentes, mas que eu sei que vão carregar minha sujeira o dia todo. "Hoje você vai pro escritório assim, amor, e vai me ligar toda vez que mijar ou cagar nessa merda", ele diz, rindo baixo enquanto abre minhas pernas e encaixa a fralda no meu cu e na minha buceta raspadinha.
Ele ajusta as fitas com cuidado, apertando bem pra não vazar, mas eu já sinto o tecido macio roçando no meu clitóris, me deixando molhada antes mesmo de sair da cama. "Fica quietinha, vadia", ele manda, dando um tapa leve na minha bunda, o som ecoando no quarto vazio. Eu gemo, mordendo o lábio, o tesão subindo como uma onda. Ele filma tudo com o celular, zoomando no meu cu piscando sob a fralda, e eu sei que isso vai pros nossos perfis – pra galera que curte ver uma mulher como eu se humilhando assim. Visto minha saia justa de trabalho por cima, a blusa decotada que mostra meus peitos fartos, e saio pro dia, sentindo a fralda grossa entre as coxas, me fazendo andar rebolando mais do que o normal.
No carro a caminho do escritório, o trânsito está um inferno, e eu já sinto a bexiga apertando. "Porra, não aguento mais", penso, mas obedeço à regra: ligo pro meu marido no viva-voz. "Amor, tô precisando mijar", digo, a voz tremendo de excitação. Ele ri do outro lado: "Então mija, sua piranha. Deixa escorrer quentinho nessa fralda, imagina todo mundo no carro ao lado sabendo que você tá se mijando como uma cadela". Aperto o volante, fecho os olhos por um segundo no sinal vermelho, e solto. O xixi sai quente, jorrando forte contra o tecido absorvente, o som abafado mas audível no carro silencioso – pssssshhh, como uma cachoeira mansa. Sinto o calor se espalhando pela minha buceta, molhando tudo, e meu clitóris incha de tesão. "Ah, caralho, tá tão bom", gemo pro telefone, e ele responde: "Boa menina, agora vai trabalhar com essa xoxota encharcada".
Chego no escritório, o ar condicionado gelado contrastando com o calor úmido entre minhas pernas. Sento na minha mesa, a fralda agora inchada e pesada, roçando na cadeira toda vez que me mexo. O cheiro sutil de urina sobe, misturado ao meu perfume, e eu fico paranóica achando que meus colegas vão notar. Aí vem o entregador, um cara alto e musculoso com uniforme apertado, trazendo pacotes pro departamento. "Assina aqui, senhora", ele diz, inclinando-se sobre a mesa, e eu me levanto pra pegar a caneta, sentindo a fralda escorregar um pouco com o movimento. Nesse momento, a barriga ronca – merda, o café da manhã tá pedindo pra sair. "Espera aí", digo pro entregador, fingindo procurar algo na gaveta, mas na real tô apertando as nádegas pra não cagar ali mesmo.
Ele fica esperando, olhos passeando pelo meu decote, e eu não resisto: relaxo e solto um pouco. O cocô sai mole e quente, empurrando contra a fralda, o som abafado como um plop suave, e o cheiro... ah, o cheiro de merda fresca sobe imediato, forte e terroso, misturando-se ao ar do escritório. Vejo o nariz dele franzir levemente, ele olha em volta confuso: "Tem um cheiro estranho aqui, né?". Eu sorrio, o rosto corando de vergonha e tesão: "Deve ser o esgoto do prédio, acontece às vezes". Por dentro, tô gozando mentalmente, imaginando ele sabendo que sou eu, cagando na fralda como uma porca enquanto converso com ele. "Assinado, pode ir", digo, entregando o papel, e ele sai, mas não antes de dar uma olhada na minha bunda – será que notou o volume extra?
O dia segue, reuniões chatas com o chefe, e eu ligo pro marido de novo no banheiro: "Amor, acabei de cagar um pouco conversando com o entregador, o cheiro subiu e ele sentiu". Ele geme do outro lado: "Sua safada, aposto que tá toda melada agora. Continua, vadia, enche essa fralda pra mim". Volto pra mesa, mas aí chega o encanador que chamamos pra consertar a pia da copa. Ele é um coroa forte, barba grisalha, e se agacha no chão, ferramentas espalhadas. Eu fico ali "supervisionando", mas na real tô sentindo outra onda de cocô vindo. "Tudo bem aí embaixo?", pergunto, e enquanto ele responde "Sim, só mais um ajuste", eu solto tudo. O cocô sai grosso dessa vez, enchendo a fralda com um som molhado, plop-plop-plop, e o volume cresce, pressionando minha bunda. O cheiro explode, fecal e intenso, como terra úmida misturada a algo podre, e o encanador para, fungando o ar: "Caramba, parece que o cano tá vazando merda mesmo". Eu rio nervosa: "Pois é, resolve isso aí rápido". Mas meu cu tá piscando, a merda quente espalhada, e eu me excito tanto que aperto as coxas, roçando o clitóris no tecido sujo.
Almoço com colegas, sentindo a fralda agora pesada como uma bola de chumbo, o xixi e o cocô misturados num caldo quente que vaza um pouco pelas bordas, molhando minhas coxas. Uma amiga comenta: "Você tá estranha hoje, Júlia, tudo bem?". Eu sorrio: "Tô ótima, só um dia cheio". Por dentro, penso: se você soubesse que tô cagada e mijada aqui, sua puritana. Ligo pro marido mais uma vez: "Tô no almoço, amor, e caguei mais, tá vazando um pouco". Ele respira pesado: "Boa, putinha, guarda tudo pra mim. Tô aqui me punhetando pensando nisso".
Fim de semana, churrasco na casa de parentes. Meu marido me veste de novo, fralda limpa sob o vestido solto. "Vai lá, se divirta, e me avisa quando sujar", ele diz, filmando enquanto ajusta as fitas, sua mão roçando minha buceta intencionalmente, me fazendo gemer. Chego lá, abraços, risadas, cheiro de carne assando. Bebo cerveja, e logo a bexiga enche. No meio da conversa com uma prima, solto o xixi devagar, sentindo o jorro quente encharcar a fralda, o som inaudível no barulho da festa, mas o calor se espalhando me faz corar. "Você tá vermelha, Júlia, bebeu demais?", ela pergunta. "Nada, só o sol", respondo, mas tô louca pra cagar também.
Mais tarde, na mesa, com todo mundo comendo, a barriga vira. Ligo disfarçada pro marido no celular: "Tô cagando agora, amor, no meio do churrasco". Ele ri: "Deixa sair, vadia, imagina se alguém sente o cheiro da sua merda". Solto, o cocô mole descendo, enchendo a fralda com um fedor que sobe rápido – forte, como bosta fresca no ar quente. Um tio próximo funga: "Que cheiro de esgoto é esse?". Todo mundo ri, mas eu sei que é minha merda, e isso me excita tanto que minhas pernas tremem. Meu marido filma de longe, discreto, capturando minha cara de safada.
No fim do dia, volto pra casa, a fralda transbordando, pesada de xixi amarelo e cocô marrom, o cheiro preenchendo o carro como uma nuvem fétida. Meu marido me espera nu, pau duro na mão. "Vem cá, sua porca", ele manda, me virando de costas e puxando a fralda devagar, o tecido rasgando levemente com o peso. O cheiro explode no quarto – urina azeda misturada a merda podre, intenso e viciante. Ele cheira de perto, nariz enfiado na bagunça: "Ah, caralho, que delícia, olha essa pescaria hoje". Se masturba furiosamente, lambendo um pouco da merda das minhas nádegas, gemendo: "Tá tão suja, minha vadia". Chama um amigo nosso, um cara que curte isso, e ele chega, filma tudo enquanto lambe minha bunda cagada, língua quente limpando a merda, me fazendo gozar gritando: "Porra, me come enquanto limpa essa merda toda!".
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