Meu marido é o corno mais depravado e submisso do brasil. Veja a que ele se submete.
Meu marido é o corno mais depravado e submisso que existe na face da terra, e isso eu não só falo como mostro em nossos vídeos, fotos e contos no perfil que nós temos no site de Selma, onde encontramos nosso lugar sem tabus nem frescuras para fetiches diversos – foi lá que fizemos amigos como o macho alfa que chegou hoje, sábado, 17 de janeiro de 2026, com seu pauzão enorme pronto pra arrombar minha bunda enquanto o corno filma tudo, humilhado, e no final, depois de uma foda insana no banheiro da nossa casa humilde em Caixa d'Água, Olinda, Pernambuco, ele me enche de porra no cu e manda o corno limpar a merda e o esperma com fatias de pão, comendo cada pedaço como o viado submisso que é, deixando você louco pra ver as fotos e vídeos completos e ansiando pelas próximas aventuras diárias.
Ah, caralho, o dia começou quente pra caralho aqui nessa casa de merda no morro, onde nem carro sobe e os vizinhos nem imaginam as putarias que rolam. Eu, com minha bunda empinada e pronta, vestida só com uma calcinha fina que mal cobre minha buceta molhada, recebo esse macho novo que veio do site de Selma, todo cheio de tesão acumulado porque a mulher dele em casa é uma frígida que mal aguenta uma piroca na frente. Ele chega com um saco de pão de forma na mão, sorrindo safado, e o corno, meu maridinho inútil, já liga a câmera no tripé, posicionando pra captar cada detalhe dessa foda suja. O ar do banheiro tá pesado, misturado com cheiro de umidade velha e esgoto entupido, mas isso só aumenta o tesão, faz minha xota pulsar de excitação enquanto ele me puxa pela cintura, colando seu corpo suado no meu.
"Olha só pra esse corno patético, filmando a própria mulher ser usada como puta", ele rosna no meu ouvido, sua respiração quente batendo na minha nuca, me arrepiando toda. Eu rio, virando o rosto pra beijá-lo com fome, nossas línguas se enroscando num beijo molhado, babado, enquanto minhas mãos descem pra apertar sua rola dura por cima da bermuda. "É, amor, esse viado aí adora ver eu ser fodida por um macho de verdade, né? Porque o pauzinho dele nem levanta mais sem isso." O corno fica quieto, ajustando o foco da câmera, mas eu vejo seus olhos baixos, humilhados, e isso me deixa ainda mais molhada.
Ele me vira de costas, me encostando na parede fria e rachada do banheiro, e começa a cheirar minha bunda como um animal no cio, nariz enfiado entre as nádegas, inspirando fundo o cheiro almiscarado do meu cu suado. "Porra, que bundão cheiroso, puta. Seu corno deve lamber isso todo dia, mas hoje é minha vez." Eu empino mais, rebolando na cara dele, e gemo alto: "Lambe, vai, lambe meu cuzinho sujo, mostra pro corno como se faz direito. Esse otário aí só sabe lamber depois que tá cheio de porra alheia." Sua língua grossa e quente desliza pelo meu rego, circulando o anel apertado, forçando entrada, me fazendo tremer as pernas. O som úmido da lambida ecoa no banheiro apertado, misturado com meus gemidos roucos, e o cheiro de sexo cru começa a dominar o ar, forte como um soco no nariz.
Não aguento mais, caio de joelhos no chão sujo, puxando sua bermuda pra baixo e liberando aquela piroca grossa, veias pulsando, cabeça vermelha inchada de tesão. "Caralho, que pauzão delicioso, bem maior que o mindinho do meu corno." Eu abocanho tudo, chupando com vontade, babando pra caralho, engolindo até a garganta, sentindo o gosto salgado de pré-gozo na língua. Ele segura minha cabeça, fode minha boca como se fosse uma buceta: "Chupa, vadia, mostra pro seu corno como se trata um macho de verdade. Ele aí deve tá com inveja, o pau mole dele nem endurece mais." Eu olho pro corno enquanto mamo, olhos cheios de deboche: "Tá vendo, corno? Isso é pau de homem, não essa merdinha que você tem. Filma direito, vai, pra todo mundo ver como você é um fracasso."
Ele me levanta, me encosta na pia quebrada, e enfia dois dedos na minha buceta encharcada, mexendo rápido, fazendo squish squish molhado. "Porra, que xota quente e apertada, bem melhor que a da minha mulher em casa. Seu corno deve bater punheta vendo isso depois." Eu gemo, rebolando nos dedos: "Fode, vai, fode minha buceta em pé aqui, mostra pro corno como se arromba uma puta de verdade." Ele tira os dedos, posiciona a rola na entrada e mete tudo de uma vez, me preenchendo até o talo, o pau grosso esticando minhas paredes. O banheiro ecoa com os tapas da carne contra carne, meu cu piscando de tesão enquanto ele bombava forte. "Toma, vadia, sente um pau de verdade rasgando você. Seu corno aí nunca deu conta, né? Olha pra ele, filmando como um babaca submisso."
"É, corno, olha como ele me fode bem, diferente de você que goza em dois minutos", eu grito, unhas cravadas nas costas dele. Ele ri: "Esse viado deve lamber sua buceta depois, cheio de porra minha. Patético." Eu concordo, gemendo: "Lamba mesmo, corno, porque você é só isso, um limpador de porra." Ele mete mais forte, o cheiro de suor e sexo inundando o ar úmido, meus peitos balançando com cada estocada. "Sua puta, toma piroca no banheiro fedido, enquanto o corno filma. Ele é tão inútil que nem reclama." Eu rebato: "Reclama nada, porque sabe que é um corno manso, feito pra isso."
Mas o macho quer mais, me vira de quatro no chão imundo, perto do vaso sanitário sujo, com terra e merda seca ao redor. "Agora o cu, vadia. Seu corno vai filmar eu arrombando essa bunda gorda." Eu empino, tremendo de ansiedade e um pouco de medo, porque sei que vai doer pra caralho. Ele cospe no meu cu, espalha com os dedos, e posiciona a cabeça grossa. "Relaxa, puta, ou vai doer mais." Eu mordo o lábio: "Mete devagar, caralho, tá doendo já." Mas ele empurra, o pauzão forçando entrada, esticando meu anel ao limite. Eu grito abafado, lágrimas escorrendo pelo rosto, cara contorcida de dor, o corpo todo tenso. "Ai, porra, tá rasgando meu cu! Corno, filma de perto, mas cala a boca pros vizinhos não ouvirem."
Ele ignora, metendo mais fundo, centímetro por centímetro, o pau entrando aos poucos, saindo e entrando devagar. Eu choro, soluços misturados com gemidos: "Tá doendo pra caralho, parece que vai me partir ao meio!" Mas aguento, porque sou puta de verdade, e o tesão vence a dor. "Olha pro corno, vadia, diz pra ele como meu pau é melhor." Eu obedeço, voz trêmula: "Corno, esse pau tá me arrombando, coisa que você nunca fez. Você é um fracassado com pau mole." Ele acelera, batendo forte, o som de pele contra pele alto, meu cu queimando como fogo. "Toma no cu, puta, enquanto o corno assiste. Ele deve tá excitado, o viado."
De repente, uma câimbra na barriga, dor de intestino misturada com o tesão. "Ai, caralho, tô com dor de barriga, preciso cagar! Me deixa sair!" Eu tento me mexer, mas ele segura minhas coxas com força, unhas cravadas na carne. "Fica quieta, puta, aguenta aí mesmo. Puta de verdade caga na pica se precisar." Eu forço pra sair, mas ele mete mais fundo, e sinto a merda começando a melar tudo. O pau sai melado de castanho claro, fedendo pra caralho, um cheiro podre e forte que enche o banheiro, dando náusea. "Olha isso, corno! Vem cá ver de perto sua mulher se cagando na minha rola." O corno se aproxima, câmera tremendo, rosto pálido.
Ele tira todo o pau, mostra pro corno o cacete sujo de merda fresca, melequento e marrom, cheiro insuportável subindo como uma nuvem tóxica. "Tá vendo, corno? Sua puta tá cagando enquanto fode." Eu peido alto, não aguentando mais, e mais merda escorre pela bunda branquinha, sujando as coxas, o chão. "Porra, que nojento, mas tesão do caralho", eu gemo, envergonhada mas excitada. Ele mete de novo, ignorando a sujeira, bombando no cu melado, a merda espalhando por todo lado, cheiro de bosta fresca dominando, vontade de vomitar misturada com prazer insano.
No meio dessa loucura toda, pra quem quiser mais, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife, onde postamos tudo sem censura, vídeos completos e fotos quentes pra você se acabar na punheta.
Ele goza forte, urrando, enchendo meu cu de porra quente e grossa, misturando com a merda, escorrendo pelas pernas. "Toma leite no cu, vadia!" Eu sinto o jorro pulsando dentro, gemendo: "Enche, caralho, enche esse cu sujo!" Ele tira, o pau ainda duro, e pega o saco de pão, cortando fatias. "Agora, corno, vem limpar o cu da sua puta com isso. E come cada fatia, seu viado nojento." Eu entro na onda, ordenando: "Faz, corno, limpa minha bunda melada de merda e porra. É o trato, você obedece tudo, foda-se se tá nojento." O corno hesita, mas pega a fatia, passa no meu cu arrombado, recolhendo a mistura marrom e branca, cheiro podre forte, e enfia na boca, mastigando com cara de vômito, olhos cheios d'água.
Eu faço força, expulsando mais merda e esperma, e ele limpa fatia por fatia, comendo quase metade do saco, gagging mas engolindo como o submisso depravado que é. "Come, corno, come a merda da sua mulher misturada com porra de macho. Você é um lixo humano." Ele rosna: "Engole, viado, ou te dou porrada." O banheiro fede a ponto de dar enjôo, mas o tesão é maior, me deixando rir da humilhação dele.
Amanhã tem muito mais, espero que vocês não percam em nosso perfil no site de Selminha. Comenta aí o que achou, pra eu saber se quer mais putarias assim, e curte pra novas postagens diárias!
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)