Eu sei quem você é
Isabel, bebel, belinha, a sonsa putinha.
estava em meu quarto em mais um fim de tarde, jogava videogame e ouvia música. já tinha ouvido algumas histórias, visto a algumas coisas, mas sempre me fiz de bobo, besta, afinal tinha visto a garota crescer mas... naquela tarde, quando ela chegou com aquele vestido preto longo todo colado, com aquele rabo, não deu para não olhar, não deu para não sentir tesão. sinceramente, nunca a maldei, mas sempre lhe enxerguei como a puta que era, desde quando era nova. hoje, tem 15 aninhos, mas sei que gosta de rola e de muita. ela sempre se fez de sonsa, frequenta a igreja, fingi que é santa perto da mãe e da avó, mas... eu sabia que não era e sabia que era só pressionar, que ela se soltava. eu a ví naquele vestido e quando eu vejo, quando eu quero, eu consigo. então bolei um plano, estávamos na praia, todos nós, ela havia escovado o cabelo então não queria molhar, porém, em determinado momento, eu caminhei até o mar e peguei uma garrafa de água, despejei toda encima dela, molhando seu cabelo e corpo, ela se levantou, com raiva e um instante botou aquela buceta e aquele cu para jogo, tirando aquele vestido recatado de crente, eu quase fiquei louco, mas não fiz nada, só olhei e como olhei e ela percebeu, mas fez a egípcia. no outro dia ela foi lá em casa pega a escova, eu tava sozinho e bom... geralmente eu entrego as coisas sem que ela precisasse entrar e sem que eu precisasse sair, mas naquele dia era diferente, eu havia preparado aquilo. quando ela chegou, eu logo botei um porno na TV do meu quarto e gritei;
– espera aí!!!
fiquei só de cueca e fingir que tava procurando a escova, achei, a coloquei no meu quarto e fui até o portão.
– não tô achando, me ajuda a procurar aqui belinha .
abri o portão e ela entrou, com aquele mesmo vestido longo, começamos a procurar, eu estava de cueca, excitadissimo, ela claro que percebeu, mas fingiu não se importar, fomos procurando e em determinado momento ela foi para meu quarto, o porno rolando solto na TV.
– eita... – deu uma risadinha.
– o que foi? – questionei me fingindo de sonso também e logo entrei no quarto. – há, é isso? – dei uma risadinha. – eu estava brincando antes de você chegar. – ela olhou para minha rola de imediato, aquilo me deu um tesao inexplicável. – deu para ver. – disse ela. – e você nem imagina o que eu pesquisei. – comentei, já levando a mão a rola e a colocando para fora, pulsante, brilhando, babando em tesão. ela abriu a boca e arregalou os olhos. – oque você pesquisou? – ela comentou com a boca cheia de água, então me virei para ela. – minha prima é uma puta. – respondi, ela parece ter desarmado. – isso é tudo para você bebel. – disse já me masturbando enquanto olhava para a parte de baixo de seu vestido. ela riu, e se sentou na cama, subiu os pés e ficou praticamente arreganhada na minha frente, a calcinha minúscula de moranguinhos dividindo apenas seu grelinho, quase sumindo naquela buceta enorme, agora era minha vez de baba. observei ela subindo aquele vestido logo e começa a a se mastubar enquanto me olhava.
– isso é bom, não é? – questionei me masturbando
– é sim vitinho. – ela respondeu
– quer rola quer?
– quero.
– então peça.
– eu sou belinha, tenho 15 aninhos, sou uma putinha cristã e quero sua rola.
nesse momento eu não quis nem saber, me aproximei, coloquei a calcinha dela pro lado e comecei a fuder com você aquele bucetão enquanto olhava naquele olhar se revirando inteiro cada vez que eu entrava.
– me come, me fode vitinho.
– pede ajuda agora, pede bebel
– Mainha, mainha me ajuda, vitinho tá me comendo, tá fudendo, rasgando minha buceta, que delicia mainha
aquilo só me deixava com mais tesão, que delicia a ouvir falar aquilo, eu gozei naquele grelo e passei a tarde e a noite comendo aquela buceta.
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