Depois de arrombar o cu da minha mãe, eu provei a sua buceta
Que limites você está disposto a romper pra satisfazer sua mãe num momento de carência?
A gente sempre ouve do que uma mãe é capaz de fazer por um filho, de como uma mãe é capaz de superar tudo pelo amor de um filho. Mas, e o contrário? O que um filho é capaz de fazer por sua mãe? Que limites você está disposto a romper pra satisfazê-la?
De uma surpresa inesperada, depois uma massagem nas costas, eu me vi na cama da minha mãe como nunca me imaginei... com meu pau duro feito pedra, e sem conseguir esconder isso.
Mas também, não é todo dia que você flagra sua mãe se masturbando, com um consolo enfiado no rabo. E depois de satisfazer a sua vontade e meter muito no seu cu, eu agora estava sobre ela, olhando direto nos seus olhos enquanto mais uma vez me preparava pra meter nela.
Acho que àquela altura, já não éramos mais apenas mãe e filho. Ainda não sabia exatamente o nome: cúmplices, amantes... seja como for, eu estava mais do que disposto a fazer tudo pela minha mãe, como um filho amoroso.
Me movi entre as suas pernas abertas e olhei pro seu rosto. "Não acredito que isso está acontecendo, mãe!", sussurrei, enquanto molhava o dedo com saliva e começava a massagear seu clitóris.
"Oh, está acontecendo, querido! Eu sei que é errado, mas estou tão excitada que não consigo evitar! Oh, meu bem, é tão bom quando você faz isso!" Enquanto sussurrava, ela alcançou meu pau e começou a masturbá-lo.
"Você tá tão molhada, mãe!", eu gemi enquanto ela continuava a acariciar meu pau.
Ela então me puxou pra cima dela e foi guiando meu pau até a sua buceta. "Me fode, meu bem! Vamos, me fode!", aquele sussurro lascivo me chegava aos ouvidos feito música, enquanto pressionava meu pau contra o centro de sua fenda.
Enquanto eu abria os seus lábios e metia nela, um brilho novo surgiu no seu rosto. E eu começava a descobrir o que toda mãe esconde... que numa cama toda mãe é antes de tudo uma mulher... e pode ser uma puta safada. E, claro, minha não era diferente.
"Bem aí, meu bem, só deslize um pouquinho para frente e para trás", ela gemia, enquanto dava instruções."Ah, assim... exatamente assim!"
Minha mãe inspirou profundamente quando meu pau entrou em sua vulva, e ela ofegou ao senti-lo mais fundo. Suas mãos me abraçaram, me puxando com mais força.
Ela estava suculenta e quente, e os músculos da sua vagina se contraíram, me puxando para dentro, até que a cabeça do meu pau estivesse bem fundo. Empurrei até onde dava e deslizei devagar para fora dela, provocando o seu clitóris com o dedo. Ela então passou a mover os quadris em resposta à minha penetração, até preencher sua buceta novamente. Então, eu comecei a meter com firmeza, penetrando-a como ela queria.
"Me fode!" ela murmurou. "Mmm, isso, me fode!"
Olhei pro rosto dela, observando sua expressão de sonho enquanto se agarrava em mim.
"Mãe?" Eu gemi. Seus olhos se abriram lentamente e tentaram focar no meu rosto enquanto ela gemia em resposta. "Você gosta disso?"
"Ummmmm!", ela balançou a cabeça de um lado pro outro, em êxtase.
Empurrei meu pau com mais força, tirando dela sons de prazer e nomes que não poderia nem reproduzir. Não imaginava que minha mãe pudesse ficar num estado de êxtase como aquele, tomada de luxúria e gozo.
"Mmmmmm, s...sim, uhhhhh, simmmmm... é tão bom, meu bem!"
"Você sabe quem está te fodendo, mãe?" Eu a provoquei, querendo ouvir isso da boca dela.
"Mmmmmmmmmmmm", ela respondeu sedutoramente.
"Quem, mãe?" Perguntei. "Quem está te fodendo?"
"Uhhh!" "Hummm, v...você é meu amor, meu filho!", foi a resposta que eu queria ouvir.
"Você gosta de sentir seu filho assim, todo dentro de você?", perguntei, mas a resposta era óbvia.
"Ohhhh, simmm! Você é tão booom...uhhhh, meu bem!... hummm, tão gostoso! E tão gostoso... Mais forte! Mmmmmmm, mete mais forte!", ela implorava, de olhos fechados.
Minhas mãos se moveram para acariciar suas coxas firmes e macias, fazendo ela ter o ímpeto de me apertar, com suas pernas em volta da minha cintura. "Tô quase gozando, mãe!", eu disse, meio ofegante, enquanto minhas mãos começavam a apertar e acariciar os seios da minha mãe.
"Ainda não, amor!", ela sussurrava. "Aguenta mais um pouco e continua me fodendo!"
Enquanto estava todo dentro dela, sentindo os bicos dos seus peitos contra o meu corpo, eu a abraçava forte. Então comecei a beijá-la, não como um filho beijaria sua mãe, mas como a mulher fogosa que ela era. Mamãe entreabriu os lábios e meteu a língua na minha boca.
Ela roçou meus dentes, então abri a boca e sua língua continuava em busca da minha. Era uma sensação maravilhosa! Nossas línguas começaram a se entrelaçar na minha boca, e então pressionei a minha, fazendo o mesmo e metendo na sua boca, pra saborear a doçura que havia dentro dela.
Minha língua se movia dentro da dela, como o meu pau na sua buceta, enquanto minhas mãos voltavam pra suas coxas. Então comecei a acariciar e apertar suavemente.
As paredes da sua vagina envolveram meu pau enquanto eu a penetrava, abrindo caminho até os recônditos mais profundos das suas entranhas. E agora ainda mais forte, suas pernas se entrelaçavam à minha volta, com seus braços nas minhas costas e sua boca se pressionando contra a minha.
Ela movia seus quadris sob o peso do meu corpo. E enquanto eu a penetrava, ela impulsionava com mais força para cima, pra receber mais do meu pau. "Mais fundo! Mais rápido!", ela gritava.
Pensei em recuar um pouco pra não machucá-la, mas minha mãe continuava a insistir: "Mais forte. Oh, querido, me fode com mais força!"
Então aumentei o ritmo e a força das minhas estocadas e a penetrei com toda força. Então deslizei meus braços por baixo de suas nádegas e puxei sua vagina pro meu pau. Estávamos completamente entrelaçados e eu a estava fodendo freneticamente!
Mamãe acelerou o ritmo, gemendo e acompanhando cada estocada. Ela respirava com dificuldade e seu corpo se contorcia e suas pernas se apertavam cada vez mais em mim.
"Vai, meu bem! Me enche de novo! Me enche de porra!", ela disse enquanto se movia sob mim e apertava o meu pau com seus músculos internos firmes. "Vai! Goza na sua mãe!", ela gritou quando sentiu meu pau inchar.
Nesse instante, senti que não aguentaria mais. Meu pau começou a pulsar dentro dela. Interrompi o beijo e soltei um gemido forte ao sentir meu pau se contrair fundo no seu canal vaginal. Eu estava gozando! Não acreditava que estava gozando na buceta da minha mãe!
Meu pau começou a jorrar com mais força, uma segunda e uma terceira vez. E agora o barulho que fazia era de uma penetração molhada, banhada com meu gozo.
Enfiei meu pau até o fundo da minha mãe e ejaculei o que me sobrava, enchendo tanto que o meu gozo escorreu da sua buceta, descendo pela sua bunda. Então, quando senti minha mãe estremecer e sua vagina se apertar em volta do meu pau, ela gozou intensamente, agarrada em mim.
As contrações da sua buceta me faziam sentir como se as paredes dela estivessem sugando meu pau. Seus músculos se contraíam e cada pequeno movimento convulsivo se transmitia pro meu pau ainda pulsante dentro dela.
Minha mãe ofegou alto, se contorcendo embaixo de mim com o prazer que estava sentindo. Ela arfava e convulsionava, já meio sem fôlego. "Caralho, filho, isso é muito bom! Eu... não... consigo... me... controlar...!", ela continuou a xingar e gritar enquanto eu agarrava os seus quadris.
Meu pau ainda estava duro feito pedra, todo metido dentro dela, que me olhava exausta. Então, desabei ao seu lado, na cama, sentindo como se tivesse sido virado do avesso pela enorme onda de prazer. Estávamos ofegantes, buscando ar, e lentamente voltamos à realidade do que tínhamos acabado de fazer.
Ficamos ali deitados, nos acariciando, afagando e murmurando como tinha sido incrível aquela experiência.
"Então é isso, não é, filho...", sua respiração aos poucos voltava ao normal. "O que nós somos agora?"
"Ainda sou seu filho, mãe!", eu tentava acalmar o peso na sua consciência. "E você ainda é minha mãe... mas isso não nos impede de ter prazer um com o outro", eu beijava o relevo do seu peito. "E sempre que quiser, o meu pau é todo seu."
"Já que é assim, acho que vou reclamar o que é meu... só mais um pouquinho!"
Ela então se inclinou, deslizando sobre o meu corpo, e foi em direção ao meu pau. E o que ela queria era lamber o que restava da minha porra, na cabeça do meu pau. Com a língua estendida, ela pegou tudo o que restava, sem deixar escapar uma gota. Lambeu e engoliu tudo, e depois me sorria satisfeita.
Claro que naquela noite eu já não dormi mais na minha cama. Agora eu tinha um lugar na cama da minha mãe, que um dia pertenceu ao meu pai. E assim com o meu pau era da minha mãe, a sua buceta era toda minha... e eu fodi muito pelo resto da noite, fazendo ela gemer nos meus braços.
Continua...
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Comentários (3)
Futchamp: Delicia o conto , vários tem esse dejeso , deve ser até comum por ai , acontece tbm rsrs , T futchamp122 , filhos e mães
Responder↴ • uid:1dai1nuqraPica grande: Que buceta linda
Responder↴ • uid:46kphpcet0bGilmar: Que mãe tesuda
Responder↴ • uid:3eexzpceoib