#Corno #Grupal #Traições

Traições

9.4k palavras | 2 | 3.88 | 👁️
Provocadora

O empresário Luiz Gustavo (47 anos) trouxe a sua bela esposa, Charlotte (32 anos) para Goiás, para conhecer a sua fazenda.

Charlotte é natural de Munique, Alemanha, ex modelo e empresária. 1 e 75 de altura, pele branca feito leite, ruivos cabelos ondulados e compridos, sutis sardas num belo rosto pálido e com um semblante na maior parte sério... lindos olhos azuis, uma boca vermelha carnuda e um estonteante corpo apetitoso com curvas e carnes, pernas e coxas torneadas, cintura acentuada e uma bunda que mais parece de uma brasileira, de tão redonda e empinada.

Charlotte está ainda se adaptando a nossa língua meio que contra a vontade e apenas pela vivência com o esposo. Na verdade Charlotte é a segunda esposa de Luiz Gustavo, onde são casados a 1 ano e meio, e aqui é a sua primeira vez no Brasil.

A chegada deles a fazenda em Goiás foi tranquila, o jatinho desceu numa pista no meio da mata e o restante da viagem até a fazenda foi por meio de uma Ford Ranger Raptor, que cortou a mata numa estrada de terra batida.

E no trajeto, Charlotte se mantinha incomodada com o calor e com os solavancos dentro do carro por conta dos altos e baixos da estrada fazendo a picape trepidar constantemente, já a mata lhe rodeando causava nela um medo de aparecer algum bicho... quem sabe algum gorila, leão e coisas que geralmente os gringos acham que tem no Brasil... E ao passar por uma simples comunidade com casas humildes ela estranhou as pessoas em bicicletas, carroças, a cavalo, para ela tudo pareceu ser um atraso de vida. Na verdade Charlotte preferiu dar mais atenção ao seu celular e as suas redes sociais, onde ela mantém-se conectada ao que para ela é o verdadeiro mundo civilizado.

Já na fazenda, ao fim da tarde, Charlotte já cansada e louca pra tomar um banho, morrendo de calor, foi apresentada a todos os empregados, em especial Diana (53 anos), a empregada que manda em todos as demais e cuida de tudo na ausência do patrão. Diana é uma mulher experiente, rosto simples, mas dona de um corpo formoso em seu costumeiro vestido estampado e um avental por cima. Luiz Gustavo deixou claro a Charlotte que Diana daria a ela toda a assistência durante a estadia deles ali.

No enorme quarto com aspecto e decoração rústica, Charlote se despiu de todas as suas roupas... linda, branca e ruiva até na xoxota, com ralos pelinhos pubianos em tom avermelhados na testa e rosados lábios estreitos... já seus fartos peitos brancos e suculentos balançavam a cada passo que ela dava no quarto, tetas das aréolas rosadas e bicos vermelhos graúdos... e atrás Charlotte tinha uma bela bunda redonda, tão branquinha que dava pra ver as marcas das alças da sua calcinha recém tirada.

E assim ela finalmente foi tomar um belo banho demorado para aliviar seu pálido corpo da viagem longa e do calor que fazia em Goiás e que tanto lhe incomodava desde que chegou.

Logo depois, de volta ao quarto, ela precisou de duas empregadas para desfazer suas malas, Janice de 24 anos, e Doralina de 22... e durante essa tarefa Charlotte mostrou um ar meio frio, sempre orientando as meninas para ter cuidado com cada roupa, sapatos e tudo mais, em alguns momentos sendo rude ao falar que isso e aquilo tinha custado muito caro, como se isso fosse fazer as meninas trabalharem com mais atenção.

O jantar, logo depois, foi um show de arrogância de Charlotte, que com garfo e faca mexia no arroz com pequi, prato típico de Goiás, mas que ela decidiu não provar por puro preconceito ou nojo... jantar aliás que foi feito com carinho por Diana e as demais empregadas para o patrão, Luiz Gustavo, que por sua vez comeu que repetiu... enquanto a mimada esposa Alemã ficou apenas na sobremesa e no vinho rosé.

Poucos minutos de convivência com a nova esposa do patrão já foi o suficiente para os empregados presentes na casa verem que ela era além de fria de emoções, arrogante e sem diálogo, não por não dominar direito o português, mas sim por propositalmente negar a voz aos empregados.

Depois do jantar, Luiz Gustavo foi para fora da casa, conversar com outros empregados da fazenda. Charlotte preferiu ficar sozinha na sala, trocando mensagens com amigos e parentes Amelães, aliás, falando mal do lugar onde estava, falando que não sabia se iria “sobreviver a selva”, até mesmo chamando os empregados de aborígenes.

Logo então o marido a chamou, e à contragosto ela se despediu dos amigos, paretes e foi até ele... Chegando lá fora meio se arrastando, seu esposo apresentou ela aos demais empregados da fazenda. E aqui estavam apenas homens, todos peões entre 26 a 54 anos. Homens simples, rústicos, encarando a mulher com um misto de admiração e receio, admiração pelo que se via por fora, a sua inquestionável e arrebatadora beleza Europeia, e receio pelo que se notava por dentro, por conta do olhar esnobe de seus frios olhos azuis.

Charlote nada falou, apenas riu meio amarelo para todos eles. O esposo continuou então a conversa, enquanto Charlote ficou ali perto, olhando seu celular e distante do assunto do esposo com os empregados.

Até que ela ergue seu rosto para outro empregado que ia chegando... montado num preto cavalo. Leomar, também peão. Homem alto, jovem, encorpado, moreno de pele queimada de trabalhar na roça, barba por fazer, cabelos crespos curtinhos, calça jeans surrada, botas, camisa xadrez aberta mostrando seu peitoral peludo e suado, pois fazia calor... e aqui, neste instante, ficou ainda mais quente enquanto Charlotte encarava ele, em cima de seu preto cavalo. Já Leomar, por sua vez, encarou ela e a cumprimentou com um aceno de rosto junto a um sorriso de canto de boca.

O peão desmontou do seu cavalo, cumprimentou o patrão Luiz Gustavo, os demais colegas de trabalho e ficou ali, conversando e vez e outra espiando de canto de olho a ruiva Alemã, sem seu patrão perceber... e ela igualmente olhava para ele... sentindo sabe-se lá o quê, só sabia que por causa dele a sua pele estava arrepiada, seu estômago gelado, seus mamilos endurecidos por dentro do seu sutiã, e o grelo da sua buceta tremendo, provavelmente molhando sua calcinha ali por baixo do seu vestido. E ela permaneceu sentindo tudo isso enquanto toda a conversa deles durou e ela ficou ali, disfarçadamente olhando para ele.

Luiz Gustavo então se despediu deles e foi chamando a esposa para entrar... nisso ela deu uma última olhada no peão Leomar subindo no seu cavalo preto e indo embora pela noite escura da fazenda.

No quanto, enquanto Luiz Gustavo trocava de roupa, colocando um short de dormir, Charlotte, já nua, foi pra cima do esposo, empurrando ele na cama e subindo nele, beijando intensamente sua boca e logo descendo essa boca sua com beijos, lambidas, chupões pelo corpo todo dele até puxar para baixo o short de dormir dele e cair de boca no seu pau, o qual Charlotte de forma faminta começou a chupar, usando todo o capricho de seus lábios e língua... Luiz Gustavo por sua vez se contorcia deitado de costas na cama, entrando em estado de prazer descontrolado, adorando a forma intensa que a sua querida esposa chupava seu pau, tão loucamente, tão devasso, como ele jamais sentiu ela chupar... e quanto mais ela mexia seus lábios engolindo tudo, babando num constante barulho estalado... mais e mais ele se agoniava de prazer... até que não aguentando mais, Luiz Gustavo deu uma esporrada violenta na boquinha gulosa da sua ruiva esposa Alemã... e que mesmo engolindo toda a porra dele, continuou de boca enfiada, mamando, socando, chupando...

Foi precioso o marido empurrar o rosto dela, mesmo sob o gostoso efeito do prazer intenso entre espasmos pós gozada que sentia no seu pau... onde ele disse:

- Calma, amor, rraahh, espera um pouco, rrmmmrr...

Mas a mulher parecia louca, tomada por uma vontade de foder como nunca antes teve com o marido, e assim foi pra cima dele, deitando seu pálido corpaço gostoso no dele, se esfregando nele enquanto beijava a boca dele com a sua boca ainda com sabor de esperma, num beijo dos mais pornográficos, com sua língua sendo enfiada na boca dele ou chupando a língua dele... e nisso, ela montou no pau dele, encaixando na sua rosada xoxota ruiva enquanto gemendo manhosa usou uma das frases que ela aprendeu com ele:

- Me fooodeee.

Assim a ruiva começou um galope montada no pau do marido num ritmo descontrolado, onde ela chegava a bater sua gostosa e branca bunda nas coxas dele, fodendo o pau dele com a sua bucetinha numa quicada violenta... a Alemã queria pica, queria foder, queria gozar... parecia que ia arrancar o pau do marido com sua buceta de tanto que remexia seus quadris movimentando sua bunda pra frente e pra trás repetidamente e aumentando a velocidade... ele ali deitado se comportava impressionado e se deliciando com os peitões dela chacoalhando nesse seu enlouquecido galope, aguentando na sua virilha e coxas os baques da bunda dela batendo, batendo, batendo, sentindo junto a xoxota molhada dela lhe esfolando o pau de tanto subir e descer... e os gemidos dela, ecoando no quarto, talvez até sendo escutados na casa toda... até que ela jogou seu rosto para trás, inclinando seu corpo também para trás, enquanto parava repentinamente, onde se tremeu toda num orgasmo violento.

Charlotte tombou em estado de espasmos para um lado da cama, ainda gemendo ofegante, enquanto o marido igualmente gemendo ofegante se sentiu exausto... falando:

- Caralho, amor... que foi que te deu? rraammrr... nossa... que trepada da porra... rrrmmrr... quase arranca o couro do meu pau, sabia? mmmrr...

Minutos depois Luiz Gustavo saiu da cama indo até o banheiro... quando voltou ele até quis mais, deitando nela, mas ela estranhamente não quis... falando estar cansada em alemão... Assim eles se ajeitaram lado a lado na cama, apagaram a luz e dormiram. Quer dizer, ele dormiu, até mesmo cansado da foda que tomou dela, mas ela ficou acesa a madrugada toda... Pensando no tal peão.

Pela manhã, após o café da manhã na mesa, onde mais uma vez Charlotte se comportou diante Diana e as demais empregadas de forma fria, cheirando tudo antes de colocar na sua boca... o marido a convidou para um passeio a cavalo. Charlotte na mesma hora colocou um sorriso discreto em seu rosto, mas disfarçando a alegria que lhe arrebatava por dentro, ciente de que seria uma chance de rever aquele homem que ela viu na noite anterior e que a deixou excitada.

Mas ao chegar lá fora com o esposo, para a frustração dela, quem esperava eles com os cavalos já preparados para esse passeio era o Cândido, esposo da empregada Diana, um outro peão, sem os mesmos atrativos físicos do peão Leomar. Charlotte quase desiste do passeio, mas foi por causa do marido. Contudo, enquanto trotavam, cada qual num bonito cavalo, ela ao lado do marido e o peão Cândido junto, Charlotte ia espiando aos lados, adiante, olhando para cada funcionário que aparecia pelo trajeto... a fim de quem sabe rever o tal peão bonitão. Mas nada. Que passeio monótono.

Ao fim do passeio eles pararam diante do estábulo, eles desmotaram, Luiz Gustavo entrou no estábulo junto com Cândido, levando os cavalos para guarda-los nas cocheiras, enquanto Charlotte ficou sozinha do lado de fora, contando as horas para ir embora, olhando seu celular e tal... Mas os minutos foram passando e ela notando que seu marido demorava a sair do estábulo, até que cansada de esperar ela deu passos adiante até a entrada do enorme galpão e quando olhou para dentro... nossa, seu coração acelerou, sua pele arrepiou... era ele... o tal peão... bem ali dentro... pegando fardos quadrados de feno por sobre um dos ombros e levando para um canto... e ele estava ainda mais sexy e gostoso, só de calça e botas... exibindo toda a sua masculinidade brejeira e rústica, todo suado e com algumas palhas do feno grudadas em seu corpo suado, com aquele seu peitoral másculo bem definido todo peludo, seus enormes braços, uma barriga chapada... certamente tudo talhado e moldado apenas pelo trabalho bruto de todos os dias... Que homem... Charlotte sentiu na xoxota toda uma vibração que certamente a fez urinar líquido vaginal em sua calcinha. Já ele, olhou pra ela, mas nada disse, não acenou, nem riu... continuou trabalhando.

Charlotte olhou pros lados, adiante, procurando o esposo, ele estava lá nos fundos conversando com alguns peões... ela então colocou um pé dentro do estábulo, dois... começou a dar passos com suas botas de grife... caminhando sem pressa adiante, em meio aquele ambiente rude, abafado, com chão de palha misturado a terra, um forte cheio de fezes de cavalos, relinchos de cavalos presos em suas cocheiras e as vozes dos peões e do seu esposo meio distante ao fundo... e ela com seus olhos azuis sempre focando o peão gostoso ali trabalhando duro... parecia mais uma leoa, salivando e espreitando a lebre antes de atacar... Leomar então viu a esposa do patrão ali se aproximando, parou de trabalhar e a cumprimentou.

Charlotte parada diante dele, a meio metro de distância dele, mas o suficiente para ela sentir o cheiro do suor que escorria pelo corpo todo dele, ela até salivou sentindo o sal desse suor... onde ela lambeu os lábios ao olhar pra virilha chapada dele, onde claramente ela notou as pontas de pelos pubianos para fora do cós da calça jeans dele meio abaixada e um volume na horizontal que a fez calcular por pensamento o tamanho e se estava mole ainda... ao mesmo tempo subindo seus olhos azuis nele até encara-lo, onde disse:

- Oi.

Leomar: - E aí? Tá gostando da fazenda?

Charlotte, com seu português arrastado:

- É... sim... eu gostar. Tudo muito bom... bonito.

Leomar se segurou para não rir do péssimo português da ruiva, e continuou:

- Do que mais gostou?

Charlotte: - Como?

Leomar riu e repetiu devagar:

- O que mais... gostou... aqui, na fazenda?

E ao invés de falar, Charlotte resolver responder a isso calando... e simplesmente descendo e subindo seu olhar nele... e riu mordendo o lábio inferior. E ele notando uma certa malícia, interesse no olhar da esposa do patrão, disse:

- Já montou em cavalo antes?

Charlotte: - Montou... o que é montou?

Leomar fez um gesto com os dedos, entrelaçando dois em um e falando:

- Montar... subir, andar no cavalo.

Charlotte então entendeu e respondeu usando de duplo sentindo:

- Ah, rsrsr... sim, sim... montar... muito bom. Eu gosto de montar.

Leomar: - Da próxima vez, eu acompanho vcs no passeio.

Charlotte: - Amanhã... eu querer amanhã... com vc... ok?

Leomar: - Ok... Vc fala pro patrão... e a gente vai.

Charlotte: - Sim... eu falar com ele... eu querer... montar com vc amanhã.

Depois de mais uma noite de sexo ardente com o esposo, por conta da excitação dela por ter conversado com o peão, Charlotte saiu da cama cedinho e durante o café da manhã falou pro marido que queria passear de cavalo, mas Luiz Gustavo falou que tinha agendado uma visita a fazenda de um amigo dele e que iria levar ela junto. Ela recusou, disse que queria ficar em casa mesmo. Nisso houve um princípio de discussão, onde ela foi pro quarto, nem tomou café, e ele, ciente do temperamento chato dela, se aprontou e foi sozinho em seu carro visitar o amigo.

Charlotte então deixou o quarto, caminhou pela casa, inquieta, olhando pela porta do terraço a fazenda... a empregada Diana chegou junto e perguntou se ela queria algo, Charlotte disse que queria passear de cavalo. Diana então disse:

- Vou mandar trazer um cavalo pra senhora ir, ok?

Charlotte na mesma hora disse:

- Eu escolher... eu vou onde eles. Pode deixar.

Diana deixou a patroa então a vontade. Charlotte foi no quarto vestir algo mais a caráter e deixou a casa da fazenda rumo ao estábulo. Chegando lá ela na hora olhou para todos os cantos, procurando por Leomar... não viu... ela perguntou a um dos peões por ele... e o peão foi chama-lo. Leomar veio, camisa de botões aberta, cheirando forte a cavalos e a suor do trabalho pesado, sendo que Charlote disse pra ele:

- Quero montar.

Logo os dois foram pela fazenda adentro, trotando por uma estrada de terra batida, ele em um preto cavalo e ela num cavalo marrom... ela estava num vestido solto, onde suas pernas pálidas escanchadas na cela do animal a deixava ainda mais sexy, e cada trotar do animal os peitões brancos dela saltitavam quase saindo do seu decote... Os dois lado a lado conversando, Leomar aqui e ali ria do jeito dela se atrapalhar com as palavras, seu sotaque engraçado em uma voz rouca deliciosa de se ouvir... e assim eles foram se entendendo, afinal, havia neles uma linguagem natural, corporal, gestual e universal, sem falar dos seus hormônios conversando entre si e chegando a um consenso mais do que óbvio.

Tanto que logo adiante, no meio da mata, os cavalos estavam amarrados em uma árvore, enquanto Charlotte, com suas mãos agarradas nos capins, era constantemente sacudida a cada batida violenta em sua branca bunda tremendo as carnes da virilha chapada do peão, a domando de quatro tal qual ele adestra uma égua arredia, enquanto socava sem dó sua rola na xoxotinha rosada da esposa do patrão por trás... Charlotte gemia enlouquecida e usava o português que tanto aprendeu com o esposo na cama:

- Me fooodee, me foodeee, iissoohh, rraammrr, aassimmrr, aassiimrr... não paaraaa, não paaraaa...

Misturando português com expressões vulgares em alemão... gozando o tempo todo na rola do peão, que só queria saber de meter, socar, comer a buceta dessa ruiva deliciosa, ao tempo em que ele não parava de admirar aquele seu rabão branco tremendo as nádegas a cada virilhada que ele dava com força e que estavam bem vermelhas, ele chegou até a cuspir no cu dela e a enfiar o seu polegar direito... o cheiro dela era algo que ele nunca sentiu antes, sua pele toda branquinha, sedosa, e a maciez daquela sua bucetinha apertada, toda rosadinha e bem molhadinha por dentro... nossa, que gringa gostosa.

E nesse ritmo frenético de estocadas intensas, Leomar levou a gringa a gozar descontroladamente, gemendo aos berros nesse mato... e ele continuou mandando ver de pau dentro numa socada veloz de bater o saco na buceta e chacolhar os peitões dela por baixo... logo foi ele que gemeu agoniado falando que ia gozar... Charlote entendeu a frase, pois é uma das que ela aprendeu com o marido na cama, e assim se virou pra ele, que meteu a pica marrom na boquinha dela... esguichando todo o seu leitinho dentro dela. A ruiva Alemã engoliu tudinho, lambendo até os beiços de tão gostosa que achou o sabor da porra do peão.

Minutos depois Charlotte estava voltando para a casa da fazenda, acompanhada do peão Leomar, que ajudou ela a desmontar, se despediu dela e voltou pro estábulo levando os animais com ele. Ao entrar casa adentro, Charlote toda alegre e até mais sorridente, cheirando a mato, a suor, porra e sexo, chegou na cozinha, passando pelas empregadas fazendo o almoço, inclusive deu bom dia a elas, algo inédito, as empregadas até olharam uma pra outra estranhando, enquanto Diana desconfiava do motivo do comportamento mais leve e relaxado da patroa, afinal, ela viu Charlotte chegando acompanhada do peão Leomar.

Charlotte pegou uma jarra de água na geladeira e se serviu num copo. E enquanto bebia na varanda, olhando pra paisagem dos fundos da casa, Diana chegou nela e disse:

- Dona Charlotte... olha, não quero me meter na sua vida... mas vou lhe dar um conselho... de alguém que mora aqui a anos e conhece todos os empregados... se afaste desse peão. Pelo bem do seu casamento, se afaste dele.

Charlotte foi processando cada palavra dita por Diana, e se fazendo de sonsa, perguntou:

- Do que fala? Peão?

Diana: - O homem que trouxe a senhora... ele não presta.

Charlotte, ainda fazendo cara de sonsa:

- Ele só levou eu para... montar... só isso.

Diana ficou olhando dentro dos olhos azuis da esposa do patrão em silêncio... logo Charlotte entregou o copo a ela e disse:

- Faça seu trabalho, ok? Minha vida, eu cuidar sozinha.

A ruiva deu as costas entrando de volta na casa e seguindo pro seu quarto... ao mesmo tempo em que as outras empregadas ali perto, a Janice e a Doralina, apenas riram, cientes do que tinha acontecido.

No dia seguinte, foi um dia entediante para Charlotte, onde ela não foi passear de cavalo e foder com Leomar, pois o marido passou o dia todo em casa... O jeito foi ficar relembrando da rola dele enquanto ela se tocava debaixo da ducha do banheiro.

No outro dia Luiz Gustavo saiu em comitiva com todos os peões e com um amigo que veio visita-lo pra ver a fazenda... Charlotte inclusive notou que o único peão que não estava presente ali na comitiva era o Leomar... onde ela suspeitou que ele estaria no estábulo, trabalhando. Nisso, motivada por uma vontade imensa de matar a saudade da rola do peão, Charlotte esperou o marido ir com os peões e o amigo e logo então foi ao encontro do seu amante.

Só que ao chegar no estábulo, Charlote levou um susto e teve que se esconder por trás da porta de entrada... pois quem estava com Leomar era Diana, onde frente a frente os dois conversavam... Charlotte não conseguia escutar dali o que eles falavam, mas via que Diana estava bem próxima a ele enquanto gesticulava muito em tom de reclamação... quando então eles saíram dali e entraram mais pros fundos do estábulo, e aí Charlotte não viu mais eles... aliás, demoraram a sair.

Charlote estava louca para Diana ir logo embora e aproveitar o tempo em que o marido estava na comitiva pra poder dar uma com o peão... só que os minutos passavam e Diana não saía de lá de dentro... Charlotte ficou curiosa e entrou no estábulo com todo o cuidado para não ser flagrada, chegando bem ao fundo, onde ao olhar por sobre uma cocheira dos cavalos...

... viu Diana de quatro no feno, com seu vestido levantado atrás enquanto apanhava sem dó no rabo da virilha de Leomar, a puxando pelas ancas com brutalidade e socando a rola atrás dela com tanta força que a safada berrava de dor...

Assim à primeira vista Charlotte pensou que se tratava de um estupro... chegou a assustar-se... mas logo viu a empregada pedindo entre gemidos enquanto tomava virilhada na bunda:

- iiisso seu filho da puutaaa, iiissooo, iissooo, me fooodee, me fooodeee, aaaiii meu cuuuu... aaii Leoomaarr, como é bom teu pau no meu cuuu, rraaammmrrr...

Charlotte ficou incrédula, pois Diana parecia ser tão certinha, correta e tal... sem falar que era casada com um dos peões, amigo de Leomar... que filho da puta. Tava metendo a pica na mulher de um amigo. E a safada parecia ter o costume de dar pra ele, pois se comportava tal qual uma putinha dele, arrebitando o rabão pra ele dar uns tapas e ficar metendo no cu dela o quanto ele quisesse... gemendo e gozando pra ele, como se conhecesse bem o prazer que a rola dele lhe proporcionava... aliás, Charlotte enquanto via, sabia bem do poder que esse peão safado tinha de fazer uma mulher gozar.

Leomar parecia um bicho, todo suado, fungando, grunhindo, puxando Diana pelos seus cabelos negros e mandando ver o mais veloz que ele podia a pica no bundão grande e moreno da empregada... bundão que tremia as carnes num barulho de carne batendo enquanto arremessava ela para frente, toda cachorra de quatro no meio do feno... tinha um cavalo ali ao lado inquieto, relichando com os sons do sexo e da mulher gemendo, sentindo dor, gritando, gozando, entrando na rola sem dó.

Charlotte saiu depressa do estábulo, de certa forma frustrada e com raiva por ver o seu peão amante com outra. E justo com a empregada que lhe deu conselho sobre ele.

De volta a casa da fazenda, Charlotte ficou sentada num banco nos fundos da casa, pois ela sabia que Diana quando voltasse iria entrar por ali... Dito e feito. A experiente mulher chegou quase que nas pontas dos seus pés, com seu vestido estampado, pele morena meio suada, dando uma ajeitada em seus cabelos pretos já presos novamente... até que tomou um assusto quando viu a mulher do seu patrão ali sentada, lhe encarando... Diana deu bom dia a Charlotte, que disse encarando ela:

- O peão naw prestar pra mim... mas prestar pra vc, naw é mesmo?

Diana arregalou seus olhos, e disse:

- O que a senhora tá... falando?

Charlotte: - Vi ele montado em vc na cocheira... igual ele monta nas éguas.

Diana, assustada, chegou mais junto de Charlotte e pediu quase que chorando:

- Por favor, pelo amor de Deus, dona Charlotte, não fale isso pra ninguém. Eu lhe peço. Uma coisa é o seu marido ficar sabendo que a senhora trai ele, pois a senhor é rica, vai continuar sua vida sem ele... mas se o meu marido sabe, ele me mata.

Charlotte disse: - Naw se preocupa. Seu marido naw vai saber... como o meu também naw vai saber de nada.

Pela tardinha, Luiz Gustavo já de volta e com Charlotte no quarto, ela só de blusinha regata branca de tecido fino, transparecendo suas aréolas e mamilos sem sutiã e numa calcinha pretinha de rendinha contrastando com a pele branquinha da sua virilha lisinha, deitada na cama meio de ladinho por sobre travesseiros, naturalmente sexy e deliciosamente relaxada, de celular nas mãos... e ele só de short, sentado diante uma escrivaninha, olhando alguns papéis, documentos e coisas de trabalho... Nisso ele falou do amigo fazendeiro, dizendo que iria voltar a casa dele mais algumas vezes, pois esse amigo estava passando por problemas financeiros e ele iria ajuda-lo. Charlotte adorou a notícia, e até perguntou:

- Quando vai?

Luiz Gustavo: - Amanhã de manhã.

Os olhos azuis de Charlotte brilharam, ao tempo em que uma excitação explodiu em seu corpo de dentro pra fora, fazendo inclusive seus mamilos endurecerem e a sua xoxota pulsar o grelo. Certamente já imaginando a rola do peão lhe socando como da última vez no mato.

E na manhã do dia seguinte, lá estava Charlotte e Leomar, juntos de novo, seus cavalos amarrados numa árvore, comendo capim, enquanto eles dois estavam mais abaixo, tomando banho no riacho, perto de uma cachoeira... os dois pelados, pois tinham acabado de foder... mas a ruiva era sedenta e quis mais, onde empurrou Leomar sentado numa pedra na beira do riacho, se agachou diante dele e caiu de boca na rola dele, chupando forte por minutos até extrair o esperma do peão... que gemeu alto, gozando... falando enquanto olhava pra carinha dela, ali abaixada:

- Gosta de porra, né, safada?

Charlotte, segurando o pau dele e com a sua boca cheia de porra apenas engoliu, riu e disse:

- Sim... eu gostar da porra da sua rola... é deliciosa.

Leomar segurou seu pau e ficou esfregando a cabeça marrom nos rosados lábios carnudos de Charlotte, como se passasse nela um batom de carne. A mulher era um tesão só de olhar pro rosto dela, aquelas faces coradas com sutis sardas, seus vermelhos cabelos molhados... que princesa, uma beldade Europeia.

Ela ficou ali deitada perto dele, onde começaram a conversar, e ela disse com aquela sua mistura de idiomas:

- Vi vc comer a Diana, na cocheira.

Leomar apenas riu, e disse:

- Gostou de ver?

Charlotte: - Vc comia ela igual come eu. De quatro.

Leomar: - É, mas ali era diferente... a Diana gosta de dar a bunda pra mim.

Charlotte: - Gosta mais do bunda dela que do meu bunda?

Leomar partiu pra cima dela, falando:

- Vou descobrir isso agora. Vem cá!

Logo ele a virou de quatro na areia molhada na beira do rio e cravou sem cuspe seu pau no cuzinho vermelho dela... Charlotte gritou alto de dor... muita dor... Leomar também gemeu, mas de tesão, pois o cuzinho da gringa era apertado... ela se agoniou chorando de dor e pedindo pra ele tirar... ele deu uns tapas na bunda dela, puxou ela pelos cabelos e mandou ela ficar quieta... onde empurrou mais, tudo, até colar a virilha na bunda branca dela e os ovos na bucetinha dela... Charlotte berrava de quatro:

- rrrraaaaaAAAAAHHHHHRRRR...

... foi a primeira enrabada que ele dava nela.

Charlotte de joelhos e mãos enfiados na areia molhada da beira do rio, gemendo alto como se chorasse, xingando ele em alemão, enquanto ele não tava nem aí pra ela, só queria saber de socar a pica naquele rabão branco delicioso da gringa, que se desesperou de dor no cu, pois o cacete do peão é bem maior e mais grosso que o do marido.

Mas bastou algumas socadas que logo a dor virou prazer, onde Charlotte parou de chorar e gemeu mais manhosa, até arrebitou o rabo pra deixar ele comer a sua bunda a vontade, ao mesmo tempo ela lembrava da cena da cocheira, da forma selvagem como ele enrabava a empregada, a Diana, e lembrar disso enquanto dava seu cu pra ele a fez gozar...

... e pra deixar a comida de rabo ainda mais gostosa, Leomar sentava o tapa na bunda branquinha de Charlotte com tanta vontade que ficava a marca da mão aberta dele como tatuagem. Do meio pro final ele aumentou o ritmo da socada de tal forma que a gringa era sacudida pra frente e tinha seus peitões chacoalhados por baixo, onde não aguentando a surra de virilha em seu rabo ela caiu de cara na areia molhada da beira do rio enquanto o peão urrava por trás dela, despejando dentro do cuzinho arrombado dela jatos de seu esperma ao gozar forte.

E ao tirar seu pau e cair deitado de costas na areia ao lado dela, ele disse ofegante:

- aaahhhrrr... parabéns, gringa... sua bunda é mais gostosa, rrrmmmrr...

Charlote voltou a entrar no rio, pra limpar seu cu do sangue que tinha saído, pois nunca tinha sentido uma rola lhe fodendo o cu assim... Charlotte inclusive até dá o cu pro marido, mas não assim na marra como Leomar comeu a sua, onde ele só fez botar ela de quatro e já foi metendo no cu dela sem avisar... nunca um macho lhe impôs um anal assim, de forma tão possessiva... tanto que arrombou. Ele ficou ali deitado na areia, saciado, de pau já amolecido.

Daqui em diante, a rotina na casa da fazenda foi de cumplicidade e segredo entre as traições de Charlotte e as traições da empregada Diana, onde elas trocavam olhares aqui e ali, cada qual sabendo examente o horário em que um e outra deixava a casa para ir se encontrar com o peão em algum canto da enorme fazenda para foder com ele. E ele se sentindo um rei, metendo a vara nas duas, na empregadinha mulher do amigo Cândido e na gringa, a deusa de pele branca e olhos azuis, esposa do seu patrão.

E essa surra de rola quase que diária do peão em Charlotte, não só estava matando o fogo dela, a deixando realizada sexualmente e fazendo ela viver algo que nunca viveu, como também tinha mudado o comportamento dela dentro da casa, pois a gringa deixou de ser arrogante, fria... e passou a ser mais sorridente e gentil com os demais empregados.

Um exemplo disso foi a amizade que ela foi fazendo com as jovens empregadas Janice e Doralina, duas garotas sempre alegres, falantes e tal... as duas bonitas de corpo e rosto, de pele morena cor de jambo, cabelos pretos compridos e lisos, Janice mais cheinha, e Doralina mais magra, as duas na plenitude de suas mocidades.

E em meio a tantas conversas com elas duas, as jovens convidaram a patroa para uma festa de rodeio que ia acontecer no final de semana, com show de cantor sertanejo famoso e tudo mais. Charlotte, acostumada a ir a mega eventos e shows de rock na Europa, se interessou, até mesmo para se divertir e aproveitar a ausência do marido nos próximos dias, onde ele disse que só voltaria na segunda-feira.

Mas claro, ela não foi sozinha com as garotas, chamou Leomar para acompanha-las como motorista e segurança. Foi a primeira vez que Charlotte viu o peão arrumado, todo no jeans, camisa xadrez mangas compridas, botas novinhas e principalmente cheiroso.

O rodeio estava lotado, com gente de Goiás inteiro e de outros lugares, muita gente vestida à caráter com roupa de peão e tal, a mulherada gostosa exibindo suas bundas em jeans colados, muitos homens bonitos que chamavam a atenção, e Charlotte ali distribuindo seu charme, encantando com a sua beleza Europeia, toda gostosa num vestidinho preto que ressaltava a palidez das suas coxas torneadas e dos seus vermelhos cabelos ondulados... e claro, Janice e Doralina bem faceiras em vestidinhos estampados e botas.

Charlotte por sua vez só tinha olhos para seu peão amante, o tempo todo ao lado dele, sem deixar as garotas notarem algo entre eles, embora elas já soubessem que ele comia ela. O show sertanejo rolava a todo volume num palco enorme, a platéia delirava cantando os refrãos das músicas da moda e Charlotte ali no meio, ao lado das garotas, se divertindo como nunca... e atrás dela o peão Leomar a encoxando, de pau duro esfregando na bunda gostosa dela em seu vestidinho preto, onde vez e outra ela levava uma mão sua para trás de si e dava uma apalpada na rola dele por sobre a calça, e ele também ousava, metendo uma mão por baixo do vestidinho dela, por trás, com ela arrebitando pra ele puxar a calcinha dela pra um lado e apalpar a xoxota e até dedar seu cuzinho.

Depois do show, quando eles estavam transitando em meio a mulditão, Leomar esbarrou com alguns amigos peões, que trabalhavam em outra fazenda, eram uns 5, e entre cumprimentos e sorrisos ele apresentou Janice, Doralina e Charlotte a eles, que ficaram logo interessados, principalmente impressionados com a beleza da gringa... tanto que convidaram ele e elas para sentarem num quiosque ali no evento e tomarem umas cervejas. Charlotte tinha todo o tempo do mundo e estava adorando o ambiente, o clima, as pessoas, ela queria mais era se divertir... enquanto as garotas adoraram ainda mais, pois na flor da libido elas ficaram interessadas nos peões.

Diante duas mesas de plástico ajuntadas, eles sentaram enquanto a cerveja rolava solta animando a conversa entre eles, onde os peões amigos de Leomar devoravam as garotas com seus olhos, entre risadas, brincadeiras e assuntos avulsos... Janice e Doralina encantavam num misto de timidez e olhares dissimulados, escutando um e outro peão mais próximos a elas lhes cochichando ao ouvido coisas que as faziam rir... enquanto Charlotte ao lado de Leomar, quase sentada no colo dele de tanto que ela se jogava por sobre ele enquanto gargalhava, bebia, fazendo os peões rirem com seu sotaque germântico misturado a um português mal falado e lamberem os beiços e ficarem de pau duro com toda a sua sensualidade a mostra por meio de um par de peitões pálidos saltitando em seu decote, coxas torneadas e sedosas cruzando e descruzando, fazendo seu vestidinho subir e mostrar sua calcinha... sem falar na mão esquerda dela ali repousada no colo de Leomar, por sobre o pau dele, deixando claro para eles que ela era muito mais do que apenas a esposa do patrão dele.

Na hora de irem embora, lá pras 2 da madrugada... eles ficaram num estacionamento ali fora do evento, onde conversavam, Leomar bebia uma cerveja e Charlotte estava meio encostada no Ford Ranger Raptor do esposo, com três dos peões amigos de Leomar diante dela, quase que cara a cara com ela... o clima estava tenso, pois eles estavam loucos com essa galega, um e outro acariciava o rosto dela enquanto ela tirava a mão, mandando parar, como também eles passavam mãos nas laterais do corpo dela por sobre seu vetidinho preto colado, ela pegando nas mãos deles e tirando dela... Charlotte não demonstrava raiva deles, até ria pra eles, apenas estava tensa, pois eram três em cima dela, ela sentia o corpo deles pressionando o dela encostada no carro, o hálito de cerveja deles frente ao rosto dela enquanto elogiavam ela, onde um e outro encostava a boca no ouvido dela e falava bobagens.

... e Leomar pertimia, na verdade ele bebia sua cerveja, só observando os amigos atacando a gringa.

As outras duas, a Janice e a Doralina estavam um pouco afastadas, cada uma trocando abraços e beijos com outros dois peões amigos do Leomar.

... enquanto isso, um dos três peões cercando Charlotte tentou beijar sua boca, ela virou seu rosto, ele acabou abocanhando o cheiroso pescocinho pálido dela... a ruivinha gemeu com a chupada que tomou no peão, ao tempo em que botou uma mão no peitoral dele, diante sua camisa aberta, tentando empurrar ele, mas o safado era encorpado, forte e pressionava ela de costas no carro... nisso todos cairam de boca nela, beijando e chupando seu pescoço, agarrando o corpo dela, descendo e subindo mãos nela, onde ela ria e falava o tempo todo para eles pararem... até que ela gemeu se arrepiando toda com uma apalpada que levou na sua buceta por baixo do seu vestidinho, com a mão de um dos peões entrando pelo cós da sua calcinha e encaixando a palma por baixo, pegando firme sua xana rosada... de repente ela teve seus brancos peitões sem sutiã arrancados do decote do seu vestido e devorados por um deles... ela gemeu falando:

- Naaaoooohhrrr... paaraaaaahhhhrrr....

Assim ela foi mamada por dois, um em cada peito, afundando seus rostos em suas mamas macias e repuxando seus mamilos com sugadas intensas... e o terceiro peão se abaixou diante dela, subiu o vestidinho dela e partiu a alça da calcinha dela, arrancando num supetão, e caiu de boca em sua xoxota... Charlotte encostada no carro do esposo só gemia agoniada, sendo mamada por dois e chupada entre as pernas por outro agachado.

Leomar só espiando os amigos se aproveitando da gringa e olhando ao redor pra ver se ninguém estava vendo.

Janice e Doralina ficaram meio assustadas com a cena, a esposa do patrão sendo devorada por três machos, mas os peões que estavam com elas distraíram elas agarrando e beijando.

Um dos peões encoxando Charlotte abriu sua calça e puxou seu pau pra fora, pegando a gringa pela cabeça e empurrando ela pra baixo... ela se assustou com o pauzão dele duro sendo esfregado em sua cara, e ele ali em pé diante dela, mandando ela colocar na boca... Charlotte com as mãos apoiadas nas coxas do peão de calça arriada levou uma empurrada da rola dele em sua boca que engasgou... o cacete era grosso, arregaçou sua boquinha... os outros dois também trataram de botar seus paus para fora de suas calças e deram pra ela chupar... Charlotte nunca teve tanta rola assim de uma vez, e teve que chupar cada uma, ou as três de uma vez só num gesto de grosseria dos peões.

Leomar então abriu a porta do carro ali por trás de Charlotte, mandando ela entrar... ela entrou sendo empurrada por um dos peões, que deitou ela de costas no imenso banco traseiro da picape, seu vestido todo encolhido no meio do seu pálido corpo, expondo seus peitões e tudo da cintura para baixo... o peão então já foi deitando no meio das pernas dela, metendo a pica na buceta dela e fodendo numa bombada intensa, fazendo Charlotte gemer dentro desse carro do marido.

Outro também entrou e foi pro lado do rosto da gringa deitada no banco e enfiou seu pau na boquinha dela, enquanto o que estava fodendo ela deu a vez para o terceiro que entrou no carro e já foi deitando por sobre ela e por entre as pernas dela, metendo a rola na buceta dela e fodendo com força... e assim eles três foram revezando a vez, cada um querendo meter a vara na gringa gostosa... Leomar no banco da frente filmava tudo com seu celular.

Só não foi considerado estupro porque claramente as expressões faciais de Charlotte enquanto era dodida pelos três peões era de prazer... sim... ela gemia manhosa e chegava a gozar durante a bombada que tomava deles lhe, às vezes falando putarias em alemão justamente pra eles não entenderem...

Do lado de fora do carro, em outro carro, Janice e Doralina também entravam na rola. Montadas e cavalgando no colo dos outros dois peões. Eles chupando os peitinhos delas e elas quicando a bundinha no colo deles, fodendo o pau de cada um a base de sentadas rápidas, gemendo igual putinhas.

Já na picape do marido de Charlotte, ela foi virada de quatro no banco traseiro... e nossa, os peões babaram por aquela bundona branca deliciosa toda aberta e arrebitada, onde o primeiro já agarrou e caiu de boca, dando uma socada furiosa de língua naquele cu cor de rosa dela... Charlotte gemia alto, Leomar pedia pra ela não gritar... este mesmo peão que chupou o cu dela, empurrou a rola até o talo, fazedo Charlotte se arder de dor e gritar... depois segurou ela pelas ancas e começou uma enrabada de fazer a gringa se agoniar... os outros peões tiveram que tirar ele a força detrás dela depois de mais de 5 minutos de rola, sem parar e tirar de dentro do cu dela, pois os outros também queriam a vez de comer aquele rabão branco da gringa. Os caras pareciam vira-latas de rua no cio comendo a cadela.

Charlotte se manteve ali de quatro no banco traseiro da picape do marido por muito tempo, tomando cada solavanco tamanha a surra de virilha que levou na bunda dos três peões, cada um por vez pegando ela por trás, empurrando a rola no cu dela e socando, socando, socando, socando... teve um que chegou a pisar com a bota na cabeça dela, enfiando a carinha dela no banco enquanto atolava todo o pau no cu dela... e Leomar filmando a tudo sentado no banco da frente, e ela vez e outra virando o rosto pra ele e entre gemidos de agonia e de dor pediando pra ele parar de filmar.

No final da foda, dois deles ainda bateram punheta diante dela sentada e jorraram toda a porra deles na carinha dela e nos peitões brancos dela... Charlotte completamente banhada de porra, suor, ofegante, toda cheia de marcas vermelhas de mãos, tapas, arranhos, mordidas... de buceta arregaçada e cu completamente arrombado.

No dia seguinte ela acordou lá pro meio dia, era um domingo, seu marido só voltaria na segunda-feira pela tarde. Depois de um demorado banho, Charlotte colocou um vestidinho solto e foi almoçar... sendo servida por Janice e Doralina, que aliás, foram convidadas por Charlotte para sentarem a mesa e almoçarem com ela, enquanto conversavam sobre a festa do rodeiro e o show sertanejo da noite passada, ao mesmo tempo trocando olhares e risos discretos, cúmplices da loucura que aprontaram no estacionamento... e isso sob os olhares desconfiados de Diana, que passava por perto só observando e escutando... mas que não podia julgar nada, afinal, em matéria de putaria ela também tinha experiência e que inclusive era do conhecimento da patroa.

Charlotte enquanto almoçava com as garotas falou que iria passear a cavalo e tomar banho no riacho, convidando elas para irem junto. Janice e Doralina falaram que tinham que pedir primeiro pra Diana, pois ela é quem mandava na cozinha e tal, mas Charlotte disse que por ser a patroa, daria folga para elas nesse domingo.

Diana não aprovou a ideia de ficar sozinha na cozinha, mas Charlotte era a esposa do patrão e não se atreveu a desobedecer a ordem dada por ela, porém, ficou puta de raiva por saber que elas iriam pro riacho a cavalo, ou seja, claro que iriam acompanhadas do Leomar... e sabia que esse passeio era apenas um pretexto da gringa para dar pra ele lá dentro da mata.

A diferença da empregada Diana para a patroa Charlotte em relação ao caso que ambas mantinham com o peão Leomar, era que, enquanto Charlotte sentia apenas desejo e fogo pelo peão, Diana sentia realmente ciúmes. Ciúmes que foi o motivador para tudo o aconteceu neste domingo.

Pois eis que Luiz Gustavo, o marido de Charlotte voltou mais cedo da sua viagem... entrando na cozinha e perguntando:

- Diana, cadê a Charlotte? Faz horas que procuro ela na casa e não a vi.

E Diana, sem dó nem piedade, disse:

- Foi tomá banho de rio.

Luiz Gustavo:

- Sozinha?

Diana:

- Não... ela foi com um peão.

O riacho, o barulho da cachoeira desabando na água, os pássaros, as enormes pedras cercando o lugar... um paraíso no meio da mata, onde Charlote, Janice e Doralina se deleitavam, nadando peladinhas, rindo, brincando... e o peão Leomar ali sentando numa pedra na beira do rio só espiando as três... sendo que elas foram saindo da água, com seus deliciosos corpos nus escorrendo a água enquanto passavam mãos em seus cabelos encharcados... as três rindo pro peão, que as esperava igualmente pelado, sentado numa pedra e alisando seu pau duro.

Charlotte foi a primeira a se ajoelhar diante dele e a cair de boca na rola dele... mas logo ela dividiu o boquete com Janice e Doralina, que gemiam de tesão empolgadas com a bela rola do peão, mamando forte, se engasgando... uma passando o pau pra outra chupar, ou chupando juntas, ora ele agarrando a gringa e a beijando a boca, ora beijando Janice, Doralina... mamando seus peitos, tocando em suas bucetas...

Charlote foi a primeira a montar na pica do peão e foder numa ritmada cavalgada, batendo seu bundão branco nas coxas dele, chacoalhando seus peitões pálidos na cara dele, que os chupava... e ele gemendo de tesão no pau sendo fodido pela xoxota gulosa dessa gringa... que só parou de quicar quando deu uma bela de uma gozada... se tremendo toda enquanto rebolava no colo dele, apertando seu pau com a sua buceta se contraindo...

Charlotte deu vez as garotas... Janice foi a primeira e preferiu dar pra ele deitada de costas numa pedra lisa, com Leomar em pé diante dela toda arreganhada, onde meteu até o talo na bucetinha dela e a segurando por baixo de suas coxas deu uma bombada no meio dela, batendo o saco e a virilha entre as pernas dela, fazendo a garota gemer gritando e gozar feito uma putinha no vai e vem da rola dele... Aí foi a vez de Doralina, que virou de costas pra ele, mãos apoiadas numa pedra, onde arrebitou bem sua bundinha morena jambo e ele a pegando por trás meteu gostoso fazendo ela gemer e pedir calma... nisso foi a loucura quando Leomar começou a bater virilha em sua bunda, dando uma ritmada socada de vara na xaninha dela... Doralina gozou faltando o ar, de rosto pro alto e revirando os olhos quase que tendo um troço...

E daí em diante Leomar foi metendo em uma e outra por vez, do jeito que elas queriam, cada socada uma gozada... e claro, Charlotte era quem mais ele gostava de meter, pois o corpo da gringa era espetacular... e ela já estava aqui toda cheia de marcas vermelhas em sua pele branca... onde vira e mexe ele dava um tapa na raba dela...

... e por falar em raba... teve um momento em que as três viraram de quatro na areia do riacho na beira do rio, as três lado a lado, bem arrebitadas, duas bundinhas novinhas morenas cor de jambo e uma bela raba maior toda branca... as três toparam dar o cu pra ele... e Leomar foi montando em cada bunda por vez, metendo com jeito até onde conseguia meter no cuzinho das novinhas, onde ele socou de leve pra elas não voltarem pra casa machucadas... mas no cuzinho rosado da bunda branca da gringa ele meteu até encostar o saco na xoxota dela, pois a safada aguentava tudo, e no dela ele socou forte, a safada tanto gemia de dor como pedia pra ele meter mais forte... e que delícia ver ela tendo prazer em dar a bunda, toda arrebitada de joelhos e mãos enfiados na areia enquanto tomava virilhada dele e enfiada de pica até o talo no cu num entra e sai veloz que transformou o cuzinho dela num rombo.

Charlotte revirava seus olhos e gemia, ora gritando, ora sussurrando palavras vulgares em alemão... louca de prazer... até que arregalou seus olhos azuis ao ver no alto de uma pedra o seu marido. Flagrando a tudo sem acreditar no que via.

Dizem que toda farsa tem seu fim. Pode demorar, mas tem um final. E as aventuras picantes da bela Charlotte com o peão Leomar, os passeios a cavalo, as visitas a cocheira e tudo mais... acabaram aqui. Poderia até mesmo ter tido um desfecho trágico, mas Luiz Gustavo, o marido traído, nunca foi um homem violento, e que em meio a dor da decepção, da frustração e da desilusão, procurou usar de coerência e frieza ao simplesmente mandar Charlotte de volta para a Alemanha, sendo que o divórcio seria tratado ao seu tempo e por advogados, onde ela certamente não ficaria com nada dele, embora ela já seja rica lá na Alemanha... Quanto as suas duas empregadas, as jovens Janice e Doralina, além de serem demitidas ganharam fama de vagabundas pela fazenda e pela cidade em que moravam. Onde não arranjaram mais emprego e nem saem mais de casa tamanha vergonha.

Já Leomar, o peão comedor... A polícia veio até a fazenda interrogar o empresário Luiz Gustavo dois dias depois de Leomar ser encontrado morto numa casa de barro e palha no meio da mata, pelado, castrado, com marcas de espancamento e um corte profundo na garganta que quase lhe decaptou. O empresário Luiz Gustavo tentou provar não ter nada a ver com o que aconteceu com Leomar, sendo que de todos os funcionários interrogados, dois não foram encontrados. Cândido, o peão e colega de trabalho de Leomar, e a sua esposa Diana, com quem Leomar tinha um caso.

Sendo que Cândido livrou o patrão Luiz Gustavo das investigações ao confessar para a polícia os dois crimes. A morte do colega de trabalho Leomar, e da própria esposa Diana, cujo corpo foi encontrado enterrado na mata.

Mas como Cândido ficou sabendo das traições da esposa??

Janice e Doralina, que, após serem demitidas e terem suas reputaçõe devastadas, descobriram que foi Diana quem disse para o patrão sobre o banho no riacho com o Leomar... nisso elas falaram para Cândido das traições de Diana como forma de se vingar dela.

Mas traição é assim mesmo. Cada um reage de uma forma... Cândido foi tomado pela insanidade e agiu de forma cruel... já o empresário Luiz Gustavo apenas mandou Charlotte embora a fim de esquecê-la... e por não conseguir esquecê-la foi até a Alemanha e reatou com ela mesmo depois de se divorciar.

FIM!!

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (2)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Lex75: Quando há tesão, não tem escolha...trair ou não trair nem é questão. É apenas quando.... porque vai acontecer. Gostei do conto, pena é Luiz Gustavo não ter acabado com as três na cama sodomizando elas pois todos temos nosso lado... negro...

    Responder↴ • uid:bqlg01kv4
  • trouxa: Odeio contos super bem produzidos, está na cara que o hobbie do autista é inventar merda

    Responder↴ • uid:on90ywmt09