Sem camisinha no cio: A noite mais suja e gostosa da minha vida
Encontro selvagem no motel: menstruada, sem frescura, muito sangue, gozo e tesão sem limites. Um sexo surreal e sujo!
Me chamo Viviane, tenho 32 anos, e achei que conhecia todos os meus limites na cama — até ontem à noite.
Tinha conhecido um cara incrível numa festa na semana passada. Ficamos, trocamos contatos e marcamos um motel para ontem. Só que o corpo resolveu pregar uma peça: a minha menstruação desregulou e desceu bem no dia. Avisei a ele logo cedo, pronta para remarcar, mas a resposta dele foi um balde de água fervendo na minha cabeça: "Por mim não precisa mudar. Vamos assim mesmo."
Eu estava com tanto tesão acumulado que aceitei na hora.
O clima começou no banco do carro, num trajeto curto que parecia eterno, cheio de toques apertados e provocações que me deixaram úmida antes mesmo de chegarmos. Quando trancamos a porta do quarto do motel, a nossa sanidade ficou do lado de fora.
Eu o ataquei, chupando com tanta vontade que o pau dele virou uma barra de ferro, enquanto eu já pingava de desejo. Ele colocou a camisinha e me pegou de um jeito bruto e profundo que nenhum homem jamais tinha feito. Minha garganta travava em gemidos altos enquanto eu gozava trêmula, completamente entregue.
Quando ele gozou gemendo no meu ouvido e puxou o corpo para trás, o cenário era puro caos: a camisinha e a minha buceta estavam cobertas de sangue.
E foi aí que o absurdo aconteceu. Sem hesitar um segundo, com os olhos injetados de loucura e desejo, ele enterrou a cara no meio das minhas pernas e começou a chupar minha buceta ensanguentada. Aquela entrega suja, crua, sem nenhum nojinho, me deu um choque elétrico tão violento que eu gozei direto na boca dele.
Puxei a cabeça dele de volta e o beijei de língua, sentindo o gosto do meu sangue misturado ao meu próprio gozo. Sem fôlego, virei de costas e fiz o que parecia impensável minutos antes: arranquei a camisinha dele e mandei me foder à vontade, pele com pele, sangue com suor.
Ele enfiou com tudo, fundo, selvagem. Gozamos juntos gemendo alto. No fim, deitada e esgotada, peguei o pau dele ainda sujo e lambi cada gota! Nunca imaginei que a sujeira pudesse ser tão deliciosa. Foi completamente surreal.
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