#Assédio #Incesto #Sado

Eu sou uma safada viciada em porno

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Giovanna Lima Monção

Uma safada como eu não tem mais salvação

Eu sou a Giovanna. Vinte anos, pele parda, peitos médios que cabem na mão, bunda grande e pesada, cabelo médio-longo que sempre cai no meio das costas. E eu gosto de ser usada.Não de um jeito romântico. Eu gosto de ser tocada sem pedir, de sentir mão estranha subindo pela minha coxa quando estou de shorts curtos demais. Gosto de sair de casa de saia justa e sem calcinha, só pra sentir o vento e a possibilidade de alguém perceber. Às vezes eu ando devagar na rua, deixando a bunda balançar de propósito, esperando que algum homem olhe demais, que se aproxime, que “acidentalmente” esbarre e deixe a mão demorar no meu corpo.Mas o que realmente me molha é o meu pai.Ele ainda me trata como se eu fosse menina, mas eu não sou. Eu já senti o olhar dele demorando nas minhas pernas quando eu uso shortinho em casa. Já vi a ereção marcando a calça dele quando eu me inclino pra pegar algo no chão. E eu gosto. Eu gosto de provocar ele de propósito.Uma noite eu saí de roupão curto, sem nada por baixo. Sentei no sofá do lado dele, abri as pernas só o suficiente pra ele ver. Ele fingiu que não notou, mas a respiração dele mudou. Eu me abaixei pra pegar o controle remoto e o roupão subiu. A bunda ficou quase toda exposta. Ele engoliu em seco.— Giovanna… — a voz dele saiu rouca.Eu não respondi. Só fiquei ali, de quatro no chão fingindo que procurava alguma coisa, deixando ele ver tudo. Quando me levantei, o roupão estava aberto na frente. Os peitos médios à mostra, os mamilos duros. Ele não tirou o olho.Eu cheguei perto, sentei no colo dele de frente, abrindo as pernas em cima das dele. Senti o pau duro pressionando minha bunda.— Você tá me olhando há semanas — eu disse baixo, quase no ouvido. — Pode tocar.A mão dele hesitou, depois desceu pelas minhas costas e apertou a bunda com força. Eu gemí. Ele apertou mais, abrindo as nádegas, o polegar quase tocando meu cu. Eu me esfreguei nele, molhada, deixando ele sentir o quanto eu queria.— Você é minha filha… — ele murmurou, mas já estava abrindo o zíper.— E mesmo assim você tá duro pra caralho.Ele me virou de costas, me empurrou sobre o sofá e enfiou de uma vez. Grossa, funda, sem preparo. Eu gritei no estofado. Ele meteu com raiva, como se estivesse puto por ter cedido, mas não parava. Cada estocada batia fundo, a bunda grande sacudindo, os peitos balançando. Ele puxava meu cabelo, me forçava a olhar pra trás.— Isso é o que você queria, putinha?— Sim — eu gemi. — Usa sua filha.Ele gozou dentro, sem tirar. Eu continuei me movendo até gozar também, apertando o pau dele enquanto escorria.Depois eu fiquei ali, deitada de bruços, sentindo o sêmen escorrer pela coxa. Ele passou a mão na minha bunda uma última vez, apertando.— Amanhã você vai sair de short curto de novo — ele falou, baixo. — E quando voltar, eu quero te usar outra vez.Eu sorri contra o sofá.— Pode deixar, pai.

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