Carlos
Carlos e o primo... O que a gente não viu na tv
Em 2019, quando Carlos ainda morava no mesmo condomínio que o primo, Léo Índio já era presença constante. Chegava sem avisar, ficava até tarde, dormia no sofá “porque estava tarde demais para voltar”. As fotos que vazavam — os dois no mesmo carro, no mesmo churrasco, saindo juntos de madrugada — alimentavam os boatos. Carlos nunca desmentia com força. Só mudava de assunto.
A primeira vez que a coisa atravessou a linha foi numa sexta-feira de chuva. Léo tinha chegado molhado, a camiseta colada no peito. Carlos emprestou uma seca. Enquanto Léo tirava a roupa molhada no banheiro, a porta ficou entreaberta. Carlos viu o reflexo no espelho: o corpo bronzeado, o short escorrendo água, o volume marcado. Não desviou o olhar a tempo. Léo virou a cabeça e os olhos se encontraram no espelho. Nenhum dos dois sorriu. Nenhum dos dois falou.
Naquela mesma noite, no sofá, Léo sentou perto demais. A conversa morreu. Carlos sentiu a mão do primo pousar na própria coxa, subindo devagar, sem pressa, como se testasse até onde podia ir. Quando os dedos chegaram perto demais do pau, Carlos não afastou. Só respirou fundo. Léo inclinou o rosto e beijou a boca dele. Foi um beijo seco no começo, depois molhado, profundo, com língua e dentes. Carlos gemeu baixinho contra a boca do primo e a mão de Léo apertou o volume por cima da calça.
Eles se esfregaram ali mesmo, ainda vestidos. Léo abriu o zíper de Carlos, tirou o pau para fora e masturbou devagar enquanto beijava o pescoço. Carlos gozou na mão dele, gemendo baixo, o rosto escondido no ombro do primo. Léo limpou os dedos na própria boca, olhou para Carlos e falou só:
— Isso não vai ficar só nisso.
Carlos não respondeu. Mas na semana seguinte, quando Léo chegou de novo, a porta se fechou e eles foram direto para o quarto.
A noite em que tudo se consumou
Duas semanas depois. Carlos chegou do Senado mais cedo. Léo já estava no apartamento, só de short, sentado no sofá com uma cerveja na mão. Os olhos dele subiram pelo corpo de Carlos e pararam na boca.
— Tira a roupa.
Carlos obedeceu. Camisa, calça, cueca. Ficou nu no meio da sala, o pau já duro, a respiração irregular. Léo se levantou, andou até ele e passou a mão aberta pelo peito, pela barriga, desceu e apertou o pau com força. Depois soltou e empurrou Carlos pelos ombros.
— De joelhos.
Carlos ajoelhou. O chão frio. Léo puxou o short. O pau dele saltou, grosso, veiado, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Carlos abriu a boca antes de ser mandado. Léo segurou o cabelo dele e enfiou.
A cabeça entrou primeiro. Carlos fechou os lábios em volta, a língua pressionando por baixo. Léo empurrou mais fundo. Carlos engasgou, os olhos marejaram, saliva escorreu pelo queixo e pingou no peito. Léo não parou. Fodeu a boca dele com estocadas curtas e profundas, o pau batendo no fundo da garganta. Carlos segurava as coxas do primo, os dedos cravados na pele, e chupava com vontade, molhado, barulhento. Cada vez que Léo puxava para fora, um fio grosso de saliva ligava a boca de Carlos à cabeça do pau. Carlos lambia a glande, chupava as bolas, voltava a engolir tudo de novo até a base.
— Olha pra mim enquanto chupa.
Carlos ergueu os olhos, a boca cheia, a saliva escorrendo pelo queixo. Léo segurou a cabeça dele com as duas mãos e meteu até o fundo, segurando. Carlos se debateu um segundo, a garganta contraindo, depois se entregou. Quando Léo soltou, Carlos tossiu, baba pingando no peito, o rosto vermelho, o pau latejando entre as pernas.
— Na cama. De quatro. Agora.
Carlos engatinhou até o quarto. Subiu na cama, ajoelhou, o peito baixo contra o colchão, a bunda alta, as pernas abertas. Léo subiu atrás, separou as nádegas com as duas mãos e cuspiu direto no cu. O dedo médio entrou sem resistência. Carlos soltou um gemido baixo e longo. Léo meteu o segundo dedo, abriu, girou, procurou o ponto e apertou. Carlos gritou.
— Porra… assim… não para…
Léo tirou os dedos, se posicionou e empurrou a cabeça do pau contra o buraquinho. Carlos empurrou o quadril para trás ao mesmo tempo. A cabeça entrou. Carlos arqueou as costas e gritou mais alto.
— Ahh… caralho… mete… mete tudo…
Léo empurrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu abrir e apertar em volta dele, até o pau inteiro desaparecer. Ficou parado, o corpo colado nas costas de Carlos, o pau latejando dentro, o calor apertando. Carlos respirava pesado, o cu se adaptando, se contraindo sozinho.
Léo começou a se mexer. Estocadas longas e profundas no começo. O pau saindo quase inteiro e entrando de novo até o fundo. Carlos gemia a cada estocada, a voz rouca, o corpo tremendo.
— Mais forte… por favor… mete forte… usa esse cu…
Léo segurou a cintura dele com força e acelerou. O som molhado de pele batendo em pele encheu o quarto. Carlos gritava agora, sem se segurar.
— Ahh! Isso! Fode! Fode esse cu! Usa, caralho!
Léo puxou o cabelo de Carlos, forçando a cabeça para trás. As costas formaram um arco. O pau entrava ainda mais fundo. Carlos se masturbava com uma mão, a outra agarrada no lençol, os dedos brancos de tanto apertar.
— Sem camisinha… quero sentir tudo… goza dentro… enche… enche esse cu…
Léo metia sem parar, o pau molhado de lubrificante e pré-gozo, o cu de Carlos abrindo e fechando em volta dele, o som cada vez mais molhado. Carlos gritava a cada vez que a cabeça do pau raspava no ponto certo.
— Aí! Aí! Não para! Não para, porra! Mais fundo!
Léo inclinou o corpo, beijou a nuca de Carlos, mordeu o ombro e falou no ouvido, a voz baixa e suja:
— Olha só pra você. O primo sério, o político… de quatro, gritando, pedindo porra no cu. Tá se sentindo uma puta, né?
— Sim… sou… sou sua puta… mete mais fundo… usa…
Léo endireitou o corpo, segurou as nádegas de Carlos e abriu. Olhou o pau entrando e saindo, o buraquinho rosado esticado, brilhante, o gozo já começando a se formar. Acelerou ainda mais. A cama batia na parede. Carlos gritava sem parar, a voz quebrando.
— Vou gozar… vou gozar…
— Goza — mandou Léo. — Goza com o cu cheio do meu pau.
Carlos veio primeiro. O corpo inteiro se contraiu, o pau jorrando no lençol, o cu apertando o pau de Léo com força, mil contrações rápidas. Léo continuou metendo através do orgasmo dele, forçando, até que o próprio corpo travou. Enterrou até o fundo e gozou. O jato quente inundou o cu de Carlos. Léo empurrou mais fundo, pulsando, enchendo, cada jato sendo empurrado para dentro. Carlos gemia alto, sentindo cada jato, o calor se espalhando, o excesso já começando a escorrer.
Léo ficou parado, o pau ainda duro, se movendo em círculos lentos, empurrando o gozo mais fundo. Quando finalmente saiu, um fio branco e grosso escorreu pela coxa de Carlos. Léo passou o polegar, coletou e empurrou de volta para dentro. Carlos soltou um gemido longo e quebrado.
— Ainda quero… — murmurou Carlos, a voz rouca. — Ainda não acabou.
Léo o virou de costas. Carlos abriu as pernas. Léo se ajoelhou entre elas, ergueu as coxas dele e enfiou de novo de uma vez. Carlos gritou, as unhas cravadas nas costas de Léo. Agora era de frente. Léo metia fundo, olhando para o rosto dele. Carlos gemia, gritava, pedia mais, a boca aberta, os olhos marejados.
— Chupa… — pediu Léo, parando só o suficiente para tirar o pau e levar até a boca de Carlos.
Carlos chupou o pau sujo de gozo e lubrificante, a língua limpando, a garganta engolindo, o gosto salgado e amargo. Léo puxou de volta e enfiou no cu de novo. Carlos arqueou, gritou, as pernas tremendo. Léo fodeu até gozar pela segunda vez, ainda mais fundo, o corpo inteiro se contraindo. Carlos veio de novo, seco, só um tremor longo, o cu se apertando em volta do pau.
Léo ficou dentro até amolecer. Quando saiu, o gozo escorreu em fio. Carlos ficou deitado, as pernas abertas, o cu inchado e brilhante, respirando pesado. Léo se deitou ao lado, passou a mão pela barriga dele e desceu, enfiando dois dedos no cu ainda cheio. Carlos gemeu e empurrou o quadril para frente.
— Ainda tá aberto… ainda tá quente…
Léo tirou os dedos, beijou a boca de Carlos e falou baixinho:
— E ainda tá pedindo.
Carlos sorriu, exausto, a voz rouca:
— Então mete de novo.
Léo subiu em cima dele mais uma vez. O pau, ainda semi-duro, encontrou o caminho fácil. Entrou. Carlos arqueou e gritou mais uma vez, o corpo se abrindo, recebendo, pedindo.
E Léo deu exatamente o que ele pedia.
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