Nayara - o escritório da putaria - parte 2
Com meu marido achando que o Felipe era um frouxo, eu já não me importava mais, sempre que possível provocava meu chefe, e transavamos loucamente, em motéis, no carro dele, rua deserta, em viagens, após visitar clientes... Felipe e eu descontávamos a frustração da nossa vida amorosa em fodermos juntos, isso até ele descobrir que sua noiva realmente mentia a gravidez para ele, ele desmanchou o noivado e ficou um bom tempo se recompondo, nesse período eu já cogitava deixar Márcio para tentar um compromisso sério com Felipe, afinal, eu estava apaixonada nele.
Foi passando o tempo e eu dava alguns sinais de interesse nele, mas tudo acaba do mesmo jeito, ele me fodendo loucamente, até que um dia, eu entrei em sua sala.
- Fe?
- Oi, Nayara
- Fe... eu, preciso falar com você
- Pode falar
- Eu não to bem com tudo isso... a gente tá se pegando como dois adolescentes apaixonados e... e eu to gostando de você
- Nayara... você é casada, não podemos destruir um relacionamento por um lance casual
- Pra mim já não é mais casualidade, eu fico feliz quando você chega, gosto de sair com você e em casa eu fico a noite toda pensando em você
- E o que pretende fazer?
- Me separar, no começo a gente não assume nada, até ter tranquilidade, mas depois de um tempo, que se foda tudo, eu quero você como meu homem!
Felipe abaixou a cabeça, coçou os cabelos e disse:
- Nay... eu te entendo muito, mas eu preciso ser sincero com você, eu não sinto a mesma coisa
- Não mesmo?
- Não... eu gosto da nossa transa, do seu jeito, do seu beijo, mas... eu não sinto que sejamos a pessoa certa pra construirmos um futuro juntos
- Isso eu posso te convencer com o tempo
- Eu to conhecendo uma pessoa... e eu até ia falar com você, que em respeito a ela, é melhor pararmos de ficar
- Não... não precisamos parar, olha... eu continuo meu casamento, mas eu quero ter você também
- Eu não me sinto bem fazendo isso... com minha noiva beleza, ela era uma pessoa que talvez "merecesse", mas a Sabrina não, ela é diferente
- Por favor, Fe...
- Não fica chateada, e olha só... eu consegui conversar com o sr. Medeiros, o Gustavo foi transferido, a partir da semana que vem a diretoria de vendas é toda sua.
- Minha? Mas eu... eu não sei se to preparada
- Está sim, eu confio no seu trabalho, você é uma ótima profissional
- Vou ficar longe de você?
- 1 andar apenas, mas você pode vir na minha sala a hora que quiser, afinal, agora você é uma diretora também
- Você tá fazendo isso por mim, por eu dar pra você?
- Não... to fazendo isso porque você merece. Mas a gente pode comemorar, uma última vez
- Amanhã... amanhã a gente comemora
- Por que não hoje?
- Porque eu quero preparar algo especial.
Fui embora pra casa feliz, meu salário estava mais alto do que eu podia sonhar, Felipe me deu o crescimento que eu esperei a anos do nada, claro que em partes por a gente estar transando, mas ele confiava em mim e eu sentia que eu estava pronta para qualquer desafio, aliás, eu aprendi com ele, o vi treinar equipes, liderar projetos, dar reuniões, resolver problemas enormes, então eu estava preparada para tudo, cheguei em casa e falei a novidade ao meu marido, mas desta vez eu menti.
- Amor, a diretoria da matriz me ligou hoje, eles me deram o cargo de diretora de vendas
- Que ótimo, finalmente a gente vai poder dar entrada numa casa maior
- Sim
- E você vai parar de viajar com aquele seu chefe
- É, acabaram as viagens com ele, ainda vou viajar, mas com meu ou minha assistente
- Se for homem, demite, e contrata uma mulher
- Sim senhor
- Vamos comemorar?
Transei com o Márcio aquele dia, e quando fizemos anal ele disse:
- Seu cu me recebeu fácil hoje, tava com vontade hein?!
Eu gemia rindo, sem ele desconfiar que Felipe tinha me arrombado um dia antes.
No dia seguinte, cheguei atrasada na empresa, a primeira vez que fiz isso, mas num desespero de tentar conquistar o Felipe de vez, comprei uma lingerie linda, me arrumei como nunca, e fui trabalhar, Felipe me elogiou o dia todo, a noite fomos a um motel de luxo onde tivemos a melhor transa de todas, ainda tinha aquele ar de despedida, e deitada em seu peito, acariciando seu tanquinho eu pedi com os olhos cheios de lágrimas:
- Fica comigo? Não precisa ser meu namorado... só... não para de sair de comigo, por favor, eu preciso de você
- Você não precisa, você é uma mulher forte, dá um jeito no seu casamento
- Mas Fe... você é minha porta de escape pro inferno que eu vivo, por favor
- Não faz isso...
- Isso o que?
- Não fica implorando pra eu ficar com você, isso não combina contigo... e outra, seu marido pode descobrir a qualquer momento, sua vida é mais importante do que uma traição
Eu consenti, mas me sentindo triste por ele ter me rejeitado, em casa eu chorava baixinho, Márcio percebeu, e disse:
- Tá chorando por que?
- Ai amor... por receio desse novo desafio, saudades já da equipe que eu estava
- Para de frescura, deveria era estar feliz pelo aumento, por ter sua sala, deixa de ser idiota
Mal sabia ele que minhas lágrimas era porque Felipe tinha "terminado comigo".
Assumi a diretoria, e por meses eu mandava mensagem pro Felipe, o provocava, e tentava ele ter alguma recaída, cheguei a praticamente implorar pra ele me foder, mas nada adiantou, até que um dia, Felipe me chamou e me disse:
- Nayara, esse aqui é o Pedro, meu novo assistente
- Oi Pedro...
Pedro: Oi, Nayara, prazer em te conhecer
Pedro era bonito, porém não tinha a altura de Felipe, Pedro era magro atlético, braço direito tatuado, cabelo bem cortadinho, 1,78...
Os dias se passavam e eu comecei a flertar com Pedro, por "brincadeira", apenas para enciumar o Felipe, mas numa dessas, Felipe disse na minha frente:
- Nunca transe com a Nayara
Pedro: Eu sou casado, nem penso nisso
Eu: E por que ele não pode, se você já transou comigo?
Pedro: Vocês já...?
Felipe: Já, já sim, mas o marido dela é um policial desequilibrado, eu consigo bater de frente, mas não recomendo ficar tentando a sorte e paciência do corno
Pedro: Caralho, você gosta de tentar a sorte hein?!
Eu: É... pelo menos ainda tenho nossos vídeos
Felipe: Apaga isso antes que dê merda
Saí da sala do Felipe rindo, essa informação de que já transamos seria boa para provocar o Pedro, dito e feito, dias depois Pedro me procurou mexendo comigo, falando que seu casamento estava uma porcaria, que ficou pensando em mim, se eu tinha mesmo coragem de transar com ele.
Aceitei, e falei pra ele:
- Vem pra minha sala, o andar tá meio vazio, traz uma pasta pra fingir uma reunião
Ele veio.
Assim que entrou, estava tímido, e eu também, era a segunda pessoa que eu trairia meu marido, Pedro entendeu na hora que eu queria apenas provocar o Felipe, e concordou em filmarmos.
Nos beijamos, ele me chupou ali mesmo, em minha sala, levantei minha saia e ele puxou minha calcinha pro lado, lambendo com vontade, eu o mamei, uma pica gostosa de 17cm, cabeça rosinha, Pedro me virou, me posicionando com uma das pernas erguidas na mesa, entreguei meu celular para ele filmar, e gemia com vontade em sua rola enquanto ele filmava tudo.
Pedro me comia com força, apertava minha bunda e gemia:
- Esquece o Felipe, eu posso ser seu novo amante, olha como tá gostoso!
- Hummm... tá mesmo, vai, fode!
Ele fodia cada vez mais rápido, até gozar dentro de mim.
Naquele mesmo dia, as coisas estavam para desmoronar, eram umas 20h, eu vi uma mensagem em meu WhatsApp do Pedro pedindo os vídeos, ele pediu os vídeos a horas atrás, mas mandei mesmo assim antes de trancar a conversa, pra minha surpresa, meu celular começou a vibrar, Márcio olhou na hora.
- Quem é Pedro, e por que ele está te ligando essas horas?
- É o novo assistente do Felipe, devo ter esquecido de passar alguma informação importante
- Não vai atender ninguém de trabalho essas horas, ele que espere amanhã
- Preciso atender amor, deve ser coisas de contratos ou de viagens, já volto
Saí de perto de Márcio com o peito acelerado, atendi "profissionalmente" pois ele ouvia tudo.
- Alô, Pedro? Como posso te ajudar?
- O sua vagabunda! Que vídeos são esses aqui? Eu vou falar com o Felipe pra te demitir, sua puta do caralho.
Não era Pedro, era a esposa dele, Fernanda.
- Acredito que foi um equívoco, os arquivos não eram dele.
- Eu não conheço a rola do meu marido né? Sou trouxa agora.
- Olha, podemos resolver isso amanhã? Eu estou ocupada por agora
- Ocupada pra dar sua buceta você não tava né? Você vai ver! Vou fazer um inferno na sua vida, seu marido vai descobrir a puta que você é.
- Eu insisto, amanhã vejo essa demanda, por favor
- Amanhã o caralho! Vou resolver hoje
Desliguei a ligação na cara dela, e desliguei o celular.
Márcio: Por que desligou o celular?
- Eu errei algum contrato, eles vão me encher o saco pra revisar a noite toda, to com dor de cabeça, não quero resolver problema de empresa hoje
- Você tem que parar de dar seu número pessoal pro pessoal dessa empresa.
- Tem razão.
Márcio bateu o olho em minha bolsa e viu a ponta de uma sacola pink.
- O que é aquilo?
- Ah... é uma surpresa amor, eu comprei para comemorarmos minha promoção - menti.
Ele abriu um sorriso, vindo me beijar, apertando minha bunda dizendo:
- Vamos comemorar agora, você tá muito estressadinha, vou te acalmar.
Márcio me pegou no colo me levando pro quarto, chupou minha buceta e eu tentava me acalmar, eu praticamente não estava nem aí pra ele me foder aquele dia, me vesti com a lingerie ali mesmo, Márcio começou a meter, seu pau é grande, 20cm, grosso, e peludo, ele metia com muita força e com vontade, e gemia:
- Caralho, que buceta gostosa!
Nisso, Márcio falou uma merda, tentando me provocar:
- Você pode ficar brava, mas sua buceta é mais gostosa do que qualquer outra que eu como.
Eu sorri, com deboche, de quem sabia que ele estava ali se achando, mas Felipe tinha uns 5 ou 6cm a mais que ele, Márcio fodia e dizia:
- Você aceita ser corna porque você ama o tamanho da minha rola, fala a verdade
- Siiiim, eu amo seu pau
- Isso, cachorra! Eu sei que meu pau te enlouquece
Comecei a apertar meus próprios peitos lembrando da rola do Felipe, e agora também da do Pedro, enquanto Márcio fodia, ele tirava de vez em quando, e batia o pau em minha bucetinha, eu ficava louca, com mais vontade ainda.
Fiquei de quatro, Márcio dava tapas em minha bunda e dizia:
- Você é uma delicia! Olha isso! E o melhor de tudo, isso aqui é só meu!
- Siiim amooor, aiiii, tudo seu, foode, fooode sua esposinha vaaai
Ele gozou fartamente dentro de mim, e eu apenas sorria, em estar vendo como ele tinha sido trouxa de acreditar que eu era uma idiota pra aceitar traições e não fazer nada.
Esse dia acendeu em mim o desejo de trair pra valer, afinal, o problema com o Pedro provavelmente seria resolvido facilmente.
No dia seguinte, fui pra empresa e Felipe me chamou na sala dele, o plano ali era salvar o casamento do Pedro, conversamos muito, me desculpei, e Felipe deu um jeito de contornar a situação, a verdade é que eu continuei transando com o Pedro, mas sem filmar, meses depois, um rapaz "animado" entrou na equipe de Felipe, mas cometendo muitos erros de análise, o que estava começando a me dar problemas em meu departamento, então fui falar com Felipe.
- Felipe, esse rapaz novo, o Gabriel, ele analisou alguns valores errado, não posso ficar pedindo pra minha equipe revisar toda hora, a gente já manda certinho pra vocês
- Desculpa Nayara, vou falar com ele, o Gabriel é muito idiota, já expliquei várias vezes o processo, o Pedro também já tá sem paciência, eu vou transferir ele logo pra um galpão pra ele ir pra entrada de produtos
- Mas por que transferir o rapaz? Tenta resolver conversando com ele
- Ele é meu irmão, ele tá muito folgada aqui por isso, se garantido em ser irmão do diretor
- Seu irmão? Ah, entendi
Na minha mente... se eu tivesse um caso com o irmão do Felipe seria o suficiente para conseguir ter ele de volta, comecei a flertar com o Gabriel, sem saber direito o que eu tava fazendo, na hora eu já senti que deveria parar, mas ignorei, por tesão eu continuei, e assim, Gabriel foi o próximo a vir na minha sala, nos beijamos devagar, um beijo que não encaixava, mas foi bom, ele me chupou do mesmo jeito que Pedro fez, e então, me ajoelhei em sua frente, fiz um cóque no cabelo, abri seu zíper, e... caralho... pra ser irmão do Felipe eu imaginava um pau de respeito, Gabriel tinha um pau infantil, pequeno, fino, feio... eu me surpreendi quando olhei, olhei para cima e ele estava sorrindo segurando minha nuca dizendo:
- Mama, sua safada!
Abri a boca e chupei aquilo, devagar, enquanto ele gemia:
- Isso, engole todo meu pau, se engasga com minha pica.
Isso me incomodava, não pelo fato de ser pequeno, mas sim por ser muito pequeno, e ele não ter noção disso.
Quando me levantei, disse:
- Acho melhor pararmos, tenho uma reunião em breve
- Pararmos uma porra, o Felipe e o Pedro comeram, na minha vez quer dar uma de santa? Vai caralho, vira!
Eu respirei fundo, mas aceitei, me virei, Gabriel fodia minha buceta todo sem jeito, eu não sentia prazer algum, depois ele meteu em meu cuzinho, com força, me incomodava mais do que dava prazer, e assim, gozou dentro do meu cu.
Saiu todo feliz.
E eu fiquei ali, me xingando, me culpando, dizendo:
"Porra, olha o que você fez! Tá dando pra dois caras da empresa pra que? Pra convencer um a te foder sendo que ele não quer mais?"
A noite, 23h, meu celular vibrou, eu estava dormindo, Márcio viu a mensagem de Gabriel.
"Porra Nayara, to sentindo até agora seu cuzinho apertando minha rola, amanhã me chama na sua sala de novo"
Acordei sentindo algo gelado na minha testa, Márcio estava apontando a arma em minha cabeça.
- Márcio? O que é isso?
- Você tá me traindo com o cara do seu escritório?
- Não, eu não, jamais!
- Fala a verdade, caralho! Fala porra! Ele te mandou mensagem, eu vi!
Eu não sabia de qual deles ele estava falando, então pensei que ele estava mentindo, Felipe não me mandaria mensagem falando disso, Pedro talvez não, e Gabriel não tinha meu número, até onde eu imaginava.
- Amor, que mensagem?
- Vou te dar uma última chance de se explicar
- Amor, calma! Abaixa essa arma, eu falo, eu falo!
Ele abaixou, me mostrando a tela do celular dizendo:
- Explica isso logo, sua vagabunda!
Me lembrei do Felipe dizendo que ia transferir o Gabriel, então menti:
- Esse menino é novo na equipe, chegou reclamação de assédio pra mim e eu o chamei na minha sala, ele entrou e abusou de mim
- Nayara, ele disse que seu cu apertou a pica dele, você deu o rabo pra ele porque quis
- Não amor, não, eu juro!
- E por que não me contou nada?
- Eu já falei com o Felipe, ele vai resolver internamente pra não escandalizar a empresa, e eu ia fazer um B.O, mas não quis te contar porque você ia querer resolver do seu jeito
Márcio guardou a arma, se deitou, e não falou mais nada, eu chorava, preocupada se minha mentira seria suficiente desta vez.
No dia seguinte, enquanto eu ainda estava a caminho do trabalho, liguei pro Felipe.
- Fe?
- Oi
- Tá indo pra empresa?
- Já cheguei
- O Gabriel tá com você
- Sim
- Tira ele da empresa, pelo amor de Deus...
- O que houve?
Expliquei tudo pro Felipe, e ele mandou o Gabriel no mesmo dia para o galpão, assim que eu cheguei, Felipe me deu uma bronca enorme, mas nem pudemos conversar direito, Márcio apareceu por lá, Felipe autorizou sua subida, e conversaram em tons de ameaças.
Márcio: Acontece um estupro em sua empresa e você não resolve nada?
Felipe: O colaborador foi demitido, a gente tá pegando as imagens da segurança para fazer um boletim de ocorrência e prender ele
Márcio: Prender? Você prenderia o cara que comeu sua mulher?
Felipe: É o jeito certo de resolver as coisas
Márcio: Minha honra ninguém toca
Felipe: Na empresa isso já tá resolvido
Márcio: Quero o nome do funcionário e o endereço
Felipe: Não posso fornecer isso
Márcio gritando: Vai fornecer sim! Me dá o endereço desse filho da puta!
Felipe respirou fundo, e pegou um endereço falso, passando pra Márcio.
Márcio: Se eu for lá, e ele não estiver, quem vai se foder é você.
Felipe: Como quiser.
Márcio: Espero que você não esteja passando pano pra Jack
Felipe: Eu não compactuo com essas coisas.
Márcio: E tem mais, transfere a Nayara pra São Paulo imediatamente, ele não trabalha nessa porra nem mais um dia
Felipe assinou minha transferência, e ligou para outra unidade requerendo minha transferência com urgência.
Quase três meses depois, meu celular toca, era o Felipe.
- Fe? Que surpresa agradável.
- Nayara, eu acabei de enterrar meu irmão!
- O que? O Gabriel? O que aconteceu?
- Foram roubar o carro dele, e deram 7 tiros nele...
- Meu Deus, Fe... meus sentimentos
- Seu marido tem alguma coisa haver com isso?
- Não, não... jamais! Meu Deus, não pense isso
- Se eu descobrir o envolvimento dele, eu vou caçar ele onde ele estiver
- Calma, eu vou descobrir, mas imagino que ele não faria uma coisa dessas.
Desligamos rapidamente, e eu sentia meu mundo desabar, no mesmo dia, ao chegar em casa, vi Márcio sentado no sofá, tranquilo, bebendo sua cerveja, assistindo um jogo, sem qualquer ar de que tinha feito alguma coisa, sentei perto dele, conversando sobre seu dia, e então eu disse:
- Mataram aquele rapaz que abusou de mim...
- Que bom, Jack tem que morrer mesmo
- Você tem alguma coisa haver com isso?
- Eu? Não. Se eu tivesse, tinha matado ele na sua frente.
Fui pro quarto, convencida de que Márcio era inocente.
O defendi por meses para o Felipe, até que, Felipe assumiu a presidência nacional da empresa, após a morte do sr. Medeiros, e isso nos afastou de vez, certo dia, um entregador foi até minha unidade deixar algumas coisas da empresa, e acabou rolando uma transa, sem nenhuma pretensão, o nome dele era Kaique, e por ironia do destino, ele me disse que o Felipe quem tinha enviado as encomendas (eram papéis timbrados).
Tivemos um caso de desvio de dinheiro na empresa (disponível em contos anteriores), o que fez Felipe desistir do cargo de presidente, ele estava sobrecarregado e com muita coisa para resolver.
Anos depois, em um dia comum, com tudo em ordem, empresa nos eixos, meu casamento em paz, meu celular toca, Felipe.
- Alô, Fe?
- Oi Nayara
- Quanto tempo, estava vendo as fotos do seu filho hoje, tá grande hein?!
- Sim, fez dois aninhos
- É a sua cara
- Tem alguém perto?
- Não... aconteceu alguma coisa?
- Sim, aconteceu
- O que?
- Prenderam os caras que mataram o Gabriel
- Eu sei que isso não vai trazer ele de volta, mas que ótima notícia!
- É... ótimo mesmo, eles confessaram que seu marido que mandou.
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