Meu Tio jurou minha Ex de rola.
Sou um cara que gosta de escrever contos e a historia a seguir é uma trama de inveja e cobiça.
Eu e o Tomas sempre fomos mais que tio e sobrinho — éramos cúmplices, confidentes, parceiros de todas as putarias. Desde que eu era moleque a gente vivia conversando tudo, desde zoeira, até conversa suja de macho. Quantas ele comeu, quem fodeu melhor, detalhes gráficos de cada vadia que passava pela vida, sem filtro nenhum.
Tive muitas peguetes, mas nada muito interessante até que eu conheci a Aimee.
Ela era um furacão em forma de mulher: branquinha, pele claríssima que ficava vermelha fácil, cabelo ruivo medio para longo que dava um ar meio danada, seios medios e redondos, bem firmes (perfeitos para morder e apertar), mas seu principal atributo era o seu rabão descomunal, daqueles redondos, carnudos, pesados, que balançam hipnoticamente quando ela anda ou rebola. Fogosa pra caralho, insaciável. A gente namorou uns bons dois anos. Como ela morava em outra cidade por causa da faculdade, os encontros eram sempre intensos e desesperados. Toda vez que ela vinha me visitar, mal passava da porta e já tava tirando a roupa, empinando aquele bundão pra mim. E quando voltava pra casa dela, o WhatsApp virava um verdadeiro arsenal de nudes: fotos no espelho do quarto, de quatro, abrindo as nádegas com as duas mãos, o cuzinho rosado piscando pra câmera, a bucetinha inchada brilhando de tesão. Às vezes carinha de santa misturada com olhar de puta completa. Eu guardava tudo. Era meu tesouro particular, material pra bater punheta por anos.
Infelizmente a vida atrapalhou. Ela precisou ficar na cidade dela como docente num hospital por la, então a gente deu um tempo. Não chegamos a dizer que estava tudo terminado, mas parecia mais isso doque apenas o tempo, pois eu tambem estava focado na minha evolução acadêmica. As suas fotos no meu celular eram minha deliciosa recordação dos nossos momentos juntos e eu nunca tive coragem de apagar.
Passou um ano.
Numa noite quente de bebedeira na minha casa, o tio Tomas apareceu com uma caixa de cerveja. A gente tava sozinho, sem família, sem ninguém pra julgar. Começamos a beber e, como sempre, a conversa descambou pro mesmo lugar: putaria.
Ele começou a mostrar nudes das minas que tava pegando. Uma loira de bunda pequena, outra morena com peitos grandes… Ele narrava cada detalhe, orgulhoso. Eu, sem muita novidade recente, fiquei mais quieto, só rindo e zoando. Depois de umas cinco cervejas, ele me cutucou:
— Porra, sobrinho, tu tá seco pra caralho hein? Não tem nem uma pra mostrar? Tá virando monge agora ou o quê?
O álcool subiu forte. Meu cérebro deu um clique doentio. Abri a galeria no celular, escolhi uma foto sem rosto da Aimee — só o corpo dela de quatro no espelho, rabão empinado alto, nádegas em evidência, buceta mimosa e o cuzinho rosado bem visíveis. Virei a tela pra ele.
— Já comi essa aqui, tio. Olha esse rabo… coisa fina.
O Tomas tomou meu celular da minha mão, aproximou o rosto da tela e ficou em silêncio por uns segundos. Ele ampliou a foto, analisando cada detalhe. De repente os olhos dele se arregalaram.
— Espera… essa é a piranha da Aimee!
Meu estômago gelou. Ele reconheceu na hora.
— Porra, é ela mesmo! Olha esse cabelo ruivo de puta… essa pele branquinha… e esse bundão que não tem igual! Eu lembro dela daquela vez que tu trouxe ela na churrascada da família. Caralho, sobrinho… que puta gostosa do caralho! Eu sempre achei que ela tem uma carinha de piranha!
Ele em seguida simplesmente botou a rolona dele pra fora da bermuda, ampliava mais a imagem e passava a rola na tela como se estivesse tocando a propria Aimee, a respiração dele até mudou.
— Vou ver outra, vai…
Eu, meio bêbado, continuei sentado, mesmo sentindo um peso estranho no peito. Na proxima foto Aimee estava no carro, cinto de segurança, carinha de santa, batom rosa, olhar inocente. O Tomas gemeu baixinho.
— Olha essa carinha de puta!
Ele bateu com a cabeça da rola na tela do celular como se estive batendo nos proprios lábio dela.
— Porra… olha esse cuzinho, mas ta muito fechadinho. Tu nem para arrombar uma rabaço desses? Ainda com varias preguinhas, que delícia...
O olhar dele tava vidrado, a cada foto dela, ele reagia com mais tesão, comentando detalhes: “Olha como a buceta dela brilha”, “Esse rabão merece uma rola grande que nem a minha não essa piquinha que você tem.
Via o pré-gozo dele caindo em gotas na tela do meu celular como se ele estivesse dosando para cair bem em cima da bucetinha dela nas fotos.
Em determinado momento ele levantou de repente, visivelmente excitado:
— Vou no banheiro!
Ele levou meu celular e o dele junto e demorou uns bons 20 minutos. Quando voltou, me entregou meu celular que estava todo melado e com o simbolo do Bluetooth ativo. Ele ostentava um sorriso safado de quem tinha acabado de bater uma punheta rápida pensando na minha namorada.
Sentou de novo, tomou um gole grande de cerveja e falou direto, sem rodeio:
— Sobrinho… sei que tu é meu sangue… mas eu te juro que vou comer essa vagabunda! Vou arrombar esse rabão da Aimee e deixar um cuzão aberto de um jeito que tu nunca viu.
Eu forcei um sorriso torto, fingindo que era só zoeira de bêbado, mas por dentro algo me apertava. Não falei nada de verdade. Não disse que não gostava. Só engoli seco e respondi baixo:
— Deixa de historia tio e ainda mais eu duvido muito que você consiga ter algo com ela...
Ele só sorriu, daquele jeito estranho, um sorriso que dizia “veremos”.
Chegou o Natal.
Eu tava em casa, família toda reunida, quando o celular vibrou. Mensagem do tio Tomas. Abri sem imaginar nada.
Foto.
Aimee de quatro na cama dele. Completamente nua. O rabão branco e carnudo empinado absurdamente alto, as nádegas bem abertas, o outrora cuzinho rosado dela, estava um cuzão sem uma unica prega vermelho e claramente arrombado e brilhando. Marcas roxas de chupões e mordidas espalhadas pela bunda, cintura e costas. O cabelo ruivo todo bagunçado e úmido, o rosto virado de lado com expressão de foda bem dada, olhos semi-fechados. Os peitos apertados contra o lençol. Porra grossa escorrendo da buceta aberta.
A legenda:
“Eu disse que ia comer ela, não disse? kkkkk.”
Fiquei paralisado. O pau latejou forte na calça, traidor, enquanto uma onda de desconforto e ciúme me apertava o peito. A minha Aimee, estava destruída, arrombada e cheia de porra do meu tio.
Respondi só com um “Porra, tio…” sem emojis, sem graça nenhuma.
Ele mandou um áudio logo em seguida, voz baixa e rouca de quem tinha acabado de foder:
— Ela ainda tava apertadinha… mas aguentou tudo. Depois te conto com detalhes como eu fudi ela…
Eu travei a tela, respirei fundo e não respondi mais nada.
Continua...
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