#Assédio #Traições #Voyeur

Primo Atrevido e Esposa Certinha

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RedDanny

Com a insistência do primo atrevido do marido, Denise vive intensas aventuras sexuais secretas durante a lua de mel.

Aqui estou eu, vestida com o meu impecável e deslumbrante vestido de noiva, vivendo o momento mais mágico e esperado de toda a minha vida: casando-me com o homem dos meus sonhos, o Alan, rodeada por sorrisos, lágrimas de alegria e pelas pessoas que mais amamos neste mundo. Foi um dia absolutamente feliz, emocionante e eternamente marcante em nossas trajetórias.

Deixe-me me apresentar direito: eu me chamo Denise. Conheci o Alan quando eu ainda tinha dezoito anos recém-completados e, desde o exato instante em que nossos olhares se cruzaram, nós nos apaixonamos de uma forma avassaladora e profunda. Éramos incrivelmente felizes juntos; nossas famílias sempre apoiaram muito o nosso relacionamento, acolhendo-nos com carinho, e nós sempre mantivemos uma convivência harmoniosa e exemplar com absolutamente todos ao nosso redor... Quer dizer, com quase todos. Havia uma única exceção incômoda, um verdadeiro espinho na nossa relação: o Rodrigo, primo legítimo de Alan. Eu simplesmente não conseguia suportar a presença daquele sujeito por conta de sua índole extremamente atrevida, gaiata, sem limites e folgada.

O Alan costumava me contar que eles haviam crescido juntos, praticamente como irmãos de sangue, e que aprontavam todas as diabruras possíveis na juventude. Inclusive, no que dizia respeito a mulheres e pegação, quando mais novos eles tinham o costume bizarro de dividir paqueras e peguetes, compartilhando tudo sem que nenhum dos dois jamais sentisse o menor pingo de ciúme do outro. Acontece que os anos foram passando implacáveis, a adolescência ficou para trás, eles tomaram rumos diferentes na vida e se afastaram um pouco geograficamente, até que o Rodrigo mudou-se de mala e cuia para morar em outro estado. Foi justamente nesse hiato que a minha história com o Alan começou a ser escrita.

No entanto, vez ou outra, esse bendito primo do Alan reaparecia na cidade, e era sempre a mesma algazarra caótica e barulhenta. Lembro-me perfeitamente da primeira vez que o vi. O Alan me apresentou a ele, e eu, tentando ser educada e manter a postura correta, fui cumprimentá-lo abrindo os braços com todo o respeito do mundo:

— Olá, Rodrigo! Muito prazer, eu me chamo Denise — disse eu, avançando para dar um abraço formal.

Mas aquele atrevido de marca maior aproveitou a abertura com uma malícia repugnante: em vez de um abraço cordial, ele deslizou os braços famintos pelas minhas costas e, com uma violência descarada, desferiu um tapa estalado e estrondoso bem no meio da minha bunda, fazendo o som ecoar pelo ambiente:

— Eita, porra... Mas que mulher rabuda você foi arrumar hein, Alan?! Caralho! — disparou ele, sem o menor pudor.

Fiquei absolutamente estupefata, congelada e vermelha de raiva com tamanha falta de respeito e ousadia na minha primeira impressão:

— Mas você perdeu o juízo, seu mal-educado?! Me respeite! Olha só o que o seu primo acabou de fazer, Alan?! Você não vai falar nada?!

E o Alan, para o meu completo horror, limitou-se a dar uma gargalhada frouxa:

— Calma, amor, relaxa... O Rodrigo é gaiato e brincalhão assim mesmo desde moleque, não leva a mal, não se estresse com ele.

Aquilo foi o suficiente para me deixar absolutamente possessiva de ódio! Eu nunca, jamais, gostei desse tipo de liberdade barata ou intimidade forçada com outros homens que não fossem o meu namorado. Sempre fui uma mulher extremamente correta, recatada, de postura impecável e muito comportada. Nunca fui dessas garotas fáceis de ficar rodando de mão em mão ou pegando qualquer um por aí. Por outro lado, eu sempre fui abençoada pela genética e extremamente cobiçada por onde passava, principalmente por causa do formato generoso e empinado da minha bunda. Eu era, sem tirar nem pôr, uma tremenda gostosa por natureza, e era batata: sempre aparecia algum gaiato na rua ou em festas tentando me secar ou gracinha, mas eu nunca dava o menor Ibope para nenhum deles.

Voltando ao fio da meada, tempos depois, em outra ocasião em que estávamos reunidos na casa de Alan, aquele mesmo primo inconveniente apareceu novamente para infernizar. Já meio contrariada, tensa e com o pé atrás, fui obrigada a cumprimentá-lo, mas desta vez mantive meus braços firmes ao lado do corpo, estendendo apenas a mão de forma fria e distante, justamente para evitar qualquer reedição daquele infame tapa na minha bunda.

Na tentativa desesperada de me intimidar e impor sua presença dominante, Rodrigo ignorou o aperto de mão simples, agarrou a minha palma com força, puxou meu corpo com violência e me girou bruscamente num eixo de trezentos e sessenta graus, como se estivesse inspecionando uma mercadoria barata numa vitrine para avaliar meu corpo inteiro de cima a baixo, enquanto disparava em voz alta:

— Eita porra... Quer dizer que esse cuzinho aí deve dar um trabalho danado de bom para chupar, hein, Alan?! Olha para esse rabo!

Interrompi o giro de imediato, arrancando minha mão da dele com um puxão seco e fulminando-o com os olhos:

— Oxe! Mas você é completamente maluco da cabeça, seu tarado?! — esbravejei, já sentindo o sangue ferver e a cabeça estourando de raiva.

E o descarado, em vez de pedir desculpas, dobrou a aposta com uma baixeza inominável:

— Já consigo até imaginar esse cuzinho encaixado perfeitamente aqui em cima do meu pau... — murmurou ele, cínico, enfiando a mão livre por cima da bermuda para agarrar o próprio volume avantajada, esfregando e balançando a pica na maior cara de pau diante de mim.

Fiquei completamente incrédula, com a respiração travada diante daquela cena grotesca:

— Me respeite, seu moleque nojento! Eu não sou nenhuma puta da rua para você vir falar essas imundícies na minha cara! Alan, porra, fale sério com o seu primo para ele me respeitar de uma vez por todas!

Mas o Alan, para minha total revolta, continuava se acabando de rir, achando a maior graça da situação:

— Ah, amor, deixa disso... O Rodrigo é assim mesmo, dono desse gênio idiota. Ele só está te pirraçando de propósito! Se você demonstrar que está pegando ar e ficando brava, é aí mesmo que ele não para de te azucrinar.

— Não, Alan! Chega! Eu não gosto dessas brincadeiras nojentas, isso passa de todos os limites! Pede para ele parar com essa merda agora mesmo! — gritei, fora de mim.

— Tá bom, tá bom... Rodrigo, ó, para com essa palhaçada aí, cara. Ela não gostou da brincadeira, pega leve — falou Alan, rindo de canto de boca, tentando chamar a atenção do primo sem a menor firmeza.

— Desculpa aí, Denise, poxa... Eu só estava te elogiando à minha maneira, ué — respondeu ele com o tom mais irônico, debochado e cínico do mundo.

— Eu dispenso totalmente esse tipo de elogio imundo. Guarde para você! — respondi cuspindo as palavras, e virei as costas batendo os pés, indo direto para a cozinha para tentar aplacar a raiva descomunal que aquele homem desgraçado conseguia arrancar de mim.

O Alan ficou lá na sala, assim que eu saí fumando de ódio, batendo papo animado, resenhando e gargalhando com o primo, abraçando-o e perguntando como iam as coisas na vida dele... Enfim, aquele repertório clássico de perguntas afetuosas que a gente faz quando reencontra uma pessoa querida depois de muito tempo. Eu sempre ficava com o humor destruído e completamente emburrada com a presença daquele traste em todas as visitas. Nos dias seguintes, adotei a tática do gelo: numa tentativa clara de fazer com que ele percebesse de uma vez por todas que não estava ganhando nenhum tipo de ousadia, abertura ou liberdade para as suas gracinhas nojentas, eu passei a ignorá-lo solenemente. Ele ainda soltava piadinhas de cunho sexual à distância, mas eu simplesmente fingia que ele era invisível; as tiradas morriam no ar e acabavam morrendo ali mesmo, abafadas pelas risadas coniventes do próprio Alan.

Até que, finalmente, chegou o dia em que ele teria que ir embora da cidade. O Alan, prestativo como sempre, prontificou-se a levá-lo de carro até o aeroporto, e eu acabei indo junto no banco de trás. Chegando ao terminal de embarque, o Alan deu um abraço de despedida no primo, e foi aí que o maldito do Rodrigo virou o corpo em minha direção com uma expressão fingida de arrependimento:

— Olha, Denise, me desculpa por todas aquelas brincadeiras sem noção do passado... Vamos selar a paz de vez antes de eu ir? — disse ele, estendendo a mão aberta para mim.

Ele parecia tão sincero, com um sorriso tão pacificador no rosto, que acabei baixando a guarda por um segundo e apertei a mão dele de volta:

— Está bem, aceito as desculpas. Boa viagem... — comecei a dizer.

— Venha cá então, me dá um abraço de despedida de verdade — interrompeu ele, num bote rápido.

Antes que eu pudesse raciocinar, ele puxou o meu corpo com força bruta diretamente para o encontro do seu peito, me enlaçando num abraço claustrofóbico. Eu tentei retribuir com frieza, mas, no segundo exato em que meu corpo colou no dele, percebi que havia caído numa armadilha: ele me agarrou com uma força descomunal, colando nossas carnes de tal forma que eu não conseguia respirar.

— Tá bom, chega, já deu o abraço! — falei espremida, tentando me debater e sair dali imediatamente.

Mas o desgraçado foi mais rápido: abaixou a cabeça com violência, enterrou a boca bem na curva sensível do meu pescoço e me desferiu um chupão longo, faminto e animalesco, deixando instantaneamente uma marca roxa, escura e escancarada na minha pele.

— Me solta agora, seu filho da puta nojento! — gritei, empurrando-o com todas as forças.

Ele me soltou dando uma gargalhada escandalosa, com os olhos brilhando de pura malícia, e disparou na minha cara sem o menor pudor:

— Pode ir se preparando, gostosa... Porque quando eu voltar para cá, eu vou te comer todinha sem dó, vou enfiar a minha língua e chupar esse rabo perfeito até você gozar na minha boca, e você vai finalmente conhecer o “grandão” aqui! — disse ele, enlouquecido, balançando ostensivamente o volume enorme da pica por dentro da calça jeans.

— Seu desgraçado do caralho, me respeita! Eu não sou mulher de rua para o seu bico! — esbravejei, tremendo de ódio puro, e virei os olhos imediatamente para o Alan, esperando ver uma reação furiosa de marido traído.

Mas, para meu absoluto espanto e humilhação, o Alan estava ali parado ao lado, se acabando de rir de forma frouxa, com os olhos lacrimejando e quase chorando de tanto gargalhar daquela cena absurda.

— Você... você vai continuar aí com essa cara de otário dando risada sem falar absolutamente nada?! Esse filho da puta acaba de me assediar na tua frente e você ri?! — gritei com o Alan, fora de si.

— Ah, amor... Pelo amor de Deus, releve o Rodrigo, você sabe como ele é, sempre foi um pirraçento insuportável... Vai logo embora, Rodrigo, pega teu voo para não perder a hora! Deixe minha mulher em paz — falou o Alan entre tosses e risadas frouxas, sem a menor firmeza na voz.

O Rodrigo deu tchau deboche, pegou sua mala e sumiu porta adentro para embarcar no seu voo.

No caminho de volta para casa, dentro do carro, descarreguei toda a minha fúria acumulada. Falei com o Alan de forma muito séria, dura e direta sobre o comportamento inadmissível daquele seu primo nojento e sobre as reações moleques do próprio Alan diante de cada situação de humilhação que eu sofria. Joguei na cara dele que eu não havia gostado de absolutamente nada, que ele tinha a obrigação moral de ter assumido uma postura mais firme, enérgica e protetora diante das liberdades absurdas que o primo tomava comigo, e que um homem de verdade jamais permitiria que outro marmanjo faltasse com o respeito com a sua mulher daquele jeito.

— Denise, pelo amor de Deus, esquece essa besteira... O Rodrigo sempre foi assim desde moleque, mano. Crescemos juntos, praticamente grudados como irmãos de sangue, você sabe. É apenas a gaiatice dele, o cara não tem filtro mesmo e fala o que vem à cabeça, mas não leve a mal, não se estresse com isso — tentava justificar o Alan, passando a mão de leve pelo meu ombro para tentar me acalmar.

Fiquei completamente emburrada, com a cara fechada e o sangue fervendo o resto do dia, e retornamos em silêncio para casa, engolindo a seco toda aquela falta de noção e de respeito.

Os anos seguintes foram passando rápido e trazendo muitas transformações e conquistas fantásticas para as nossas vidas. A nossa rotina mudou completamente para melhor: o Alan estava extremamente bem-sucedido e consolidado com os seus investimentos altamente lucrativos na bolsa de valores, enquanto eu administrava com total dedicação, competência e sucesso a minha própria consultoria de contabilidade. Estávamos nadando em dinheiro, com a vida financeira perfeitamente estabilizada e em plena ascensão, transbordando amor, conforto e estabilidade. Foi então que tomamos a decisão mais importante de nossas vidas: decidimos nos casar de papel purinho, com direito a cerimônia emocionante e uma festa grandiosa.

E é exatamente aí que retornamos para o início de toda esta história contada lá no começo: o dia inesquecível do meu casamento. Estávamos todos reunidos num salão de festas luxuoso, rindo, brindando com champagne e completamente felizes. Já havíamos feito os nossos votos apaixonados diante do altar e agora nos encontrávamos no salão celebrando aquela união sagrada e festejando até altas horas com os convidados, até que, para o meu completo horror e surpresa, o ser mais indesejado do universo reaparece no salão: o próprio Rodrigo.

Nós nunca mais tínhamos visto a cara dele desde aquela fatídica e abusiva despedida no aeroporto anos atrás. Pelo que soubemos conversando por alto, ele tinha se enrabichado perdidamente por uma mulher onde morava e estava atolado de trabalho com a gerência da academia dele, o que o deixou totalmente sem tempo ou disponibilidade para visitar o primo durante todo aquele período. Mas agora, do nada, bem ali na nossa festa de casamento, estava ele cruzando a porta.

Assim que o Alan o avistou de relance entre os convidados, deu um grito de surpresa, largou tudo o que estava fazendo e correu em disparada, desferindo um abraço de urso esmagador no primo que não via há tanto tempo:

— Caralho, maluco! Você veio mesmo de longe?! Que foda ter você aqui comigo hoje, irmão! — exclamou o Alan, radiante e transbordando de felicidade pura com a presença inesperada do traste.

— Eu não ia perder essa porra por nada neste mundo, você sabe muito bem disso, porra! — retrucou o Rodrigo, dando outro abraço sufocante no meu recém-marido.

Logo em seguida, com aquele sorriso cínico e provocador colado na cara, ele veio marchando diretamente em minha direção:

— Denise! Meus parabéns pelo casamento! — disse ele, abrindo os braços.

Eu mantive os braços firmemente cruzados contra o peito e o corpo completamente travado, pois não havia esquecido nem por um segundo toda a ousadia nojenta e as faltas de respeito dele no passado:

— Obrigada pela presença, Rodrigo... — respondi seca, cortante e mantendo uma distância prudente.

— Desejo toda a felicidade do mundo para vocês dois, de verdade — continuou ele, fingindo demência.

— Muito obrigada — disse eu, torcendo para ele vazar logo dali.

Mas ele não se aguentou e soltou a bomba:

— Mas quer saber? Quem vai usufruir de verdade desse corpinho maravilhoso aí na lua de mel mais tarde sou eu, viu, sua gostosa?

Dei um passo agressivo para trás, empurrando o meu próprio corpo para longe dele, indignada com tanta baixeza, e lancei um olhar mortal para o Alan, que, para variar, abriu um sorriso largo e começou a rir da situação:

— Ah, cara, você não tem jeito mesmo, continua a mesma figura incorrigível, né, seu maluco?! — ria o Alan, achando a maior graça.

— Nunca vou mudar, meu primo! É o meu charme! — gabou-se o Rodrigo, os dois caindo na gargalhada enquanto eu fervia de ódio por dentro, virando as costas de imediato e me afastando daquela roda de idiotas.

Depois de algum tempo de festa, já mais calmos, sentamos numa mesa reservada e o Rodrigo engatou uma conversa longa com o Alan sobre os rumos da vida. O Rodrigo atualizou o primo sobre tudo, contando orgulhoso que as coisas estavam indo vento em popa na empresa dele, já que ele agora era dono de uma rede de academias bem-sucedida e o dinheiro estava entrando em fartura; o Alan, por sua vez, também gabou-se de estar nadando em grana com seus investimentos arrojados. Ficaram nessa resenha masculina barulhenta por um bom tempo, até que o Rodrigo, com aquela curiosidade invasiva, perguntou onde seria a nossa lua de mel dos sonhos. O Alan, todo orgulhoso, respondeu que nós já tínhamos passagens aéreas compradas com embarque marcado para poucas horas depois rumo à França, pois queríamos conhecer as belezas da Europa e, de quebra, tínhamos alguns grandes amigos que moravam por lá e que iriam nos guiar por todos os pontos turísticos.

O Rodrigo arregalou os olhos, fascinado com a novidade:

— Caralho, que massa demais, mano! E vocês voltam quando? Antes do seu aniversário, imagino, né?

— Na verdade, ainda estaremos em solo francês nessa data. Vou comemorar meu aniversário por lá mesmo, curtindo a Europa — respondeu o Alan, empolgado.

— Ah, não fode, cara! Eu vou estar aqui de bobeira. Não vou aceitar perder o seu aniversário em hipótese alguma, meu irmão. Quer saber? Eu vou pegar um voo para a França também e vou lá comemorar o seu dia com vocês! — disparou o Rodrigo, sem o menor convite prévio.

O Alan, completamente sem noção do perigo, ficou super animado com aquela ideia absurda:

— Vai mesmo?! Caralho, vai ser histórico se você colar lá com a gente!

O Rodrigo confirmou com a cabeça e os dois deram risadas efusivas, comemorando a ideia imbecil. Eu, por outro lado, estava sentada ao lado sentindo o meu sangue congelar; eu não gostava nem um pouco daquele sujeito abusado, achava a presença dele uma praga em nossas vidas, mas como era o aniversário do meu recém-marido e eu não queria estragar a harmonia da nossa união, engoli o meu desgosto profundo e calei a boca, embora por dentro estivesse rezando para que aquilo fosse apenas um blefe da boca para fora.

Viajamos de primeira classe e, enfim, pousamos na magnífica França. Era um lugar absolutamente belíssimo, de tirar o fôlego; achamos tudo encantador desde o momento em que pisamos em solo europeu e, logo nos primeiros dias, fomos ao encontro do nosso grupo de amigos — composto por quatro casais muito queridos e de longa data. Eles nos receberam com festa e nos levaram para turistar por todos os cartões-postais icônicos: conhecemos a imponente Torre Eiffel, as galerias grandiosas do Museu Louvre, a arquitetura gótica da Catedral de Notre Dame e a imponência do Arco do Triunfo. Nós simplesmente amamos cada segundo daquele passeio cultural.

À noitinha, retornamos exaustos para o hotel luxuoso onde estávamos hospedados. E foi ali, naquele cenário de conto de fadas, que vivemos a nossa primeiríssima noite oficial de lua de mel. Foi um verdadeiro incêndio de paixão: rolou aquele fogo incontrolável, animalesco e selvagem de recém-casados que queriam devorar um ao outro.

O Alan me tirou a roupa com pressa, chupou meus peitos até me fazer arquear as costas na cama de casal, enquanto eu gemia o nome dele, com as pernas abertas recebendo a lambida quente e profunda que ele dava na minha buceta, preparando-me antes de enfiar aquela pica grossa e latejante que me rasgava com força e prazer, numa transa suada, profunda e inesquecível que nos deixou exaustos e completamente saciados até o amanhecer.

No dia seguinte, renovados e ainda com o corpo amortecido pelo prazer da intensa transa da noite anterior, continuamos a nossa maratona turística pela França ao lado dos nossos amigos, absorvendo cada detalhe da cultura local, experimentando a culinária refinada e os vinhos locais. Entre um brinde e outro, fomos conversando e alinhando os detalhes de como iríamos comemorar o aniversário do Alan dali a alguns dias. O grupo de amigos, conhecendo bem o perfil aventureiro do meu marido, sugeriu que fizéssemos algo totalmente diferente e fora do comum nesta viagem: eles lembraram que o Alan era apaixonado por trilhas, natureza e acampamento, e contaram que bem ali na região havia uma praia de nudismo famosa na França, a badalada Cap d’Agde. Segundo eles, era um lugar espetacular, de uma paz indescritível, cercado por paisagens naturais lindíssimas e muito seguras, e que logo ao lado ficava o Centre Naturiste René Oltra, um complexo gigantesco de acampamento naturista estruturado para receber turistas que queriam viver essa experiência em total liberdade.

Eu, confesso, torci o nariz de imediato e não gostei nem um pingo da ideia de nudismo — a simples perspectiva de ficar pelada perto de outras pessoas me deixava com vergonha —, mas confesso que amei a proposta das belezas naturais da praia e da experiência de acampar, já que eu sempre gostei tanto de acampamentos e praias quanto o próprio Alan. Mesmo com aquele pequeno detalhe incômodo do naturismo obrigatório, acabamos aceitando embarcar nessa aventura inusitada, até porque conhecíamos aquele grupo de amigos há longos anos, e eles sempre se mostraram extremamente respeitosos, corretos e grandes parceiros de longa data.

Tudo parecia perfeito até que, de repente, o celular do Alan vibrou no bolso com uma notificação de mensagem. Era o maldito do Rodrigo:

— Amor... Caralho, olha isso aqui! O Rodrigo mandou mensagem dizendo que já está aqui na França! Ele disse que pegou o voo de última hora e está no aeroporto, pediu para a gente ir buscá-lo... — anunciou o Alan, surpreso.

Aff... Que notícia absolutamente desagradável, broxa e irritante, confesso do fundo do meu coração! Eu queria sumir do mapa naquele segundo. Mas, infelizmente, não teve jeito: tivemos que interromper nossos planos e ir todos juntos — inclusive o grupo de amigos que já estava achando aquela história toda muito curiosa — resgatar o infeliz no aeroporto internacional.

Chegamos ao terminal de desembarque e, lá estava ele, plantado no saguão com uma mala grande ao lado, acenando efusivamente para nós com aquele sorriso cínico de orelha a orelha. Os nossos amigos foram se achegando e sendo devidamente apresentados a ele um a um, trocando gentilezas cordiais, até que o Alan, num momento de pura inocência e falta de noção, perguntou onde ele havia reservado hospedagem na cidade:

— E aí, cara? Onde é que você pegou hotel por aqui? Já está com tudo certo? — questionou o Alan, curioso.

O Rodrigo coçou a nuca, fez uma careta fingida de desespero e soltou:

— Pior que não tenho hospedagem nenhuma ainda, mano! Tive que correr pra caralho para conseguir comprar esse voo em cima da hora e embarcar sem planejamento, então nem deu tempo hábil para procurar ou ajeitar um hotel por aqui... Estou totalmente sem rumo.

O Alan, com a maior naturalidade e burrice do mundo, caiu direto na armadilha e respondeu sem pensar duas vezes:

— Ah, relaxa, meu irmão! Não se preocupa com isso de jeito nenhum. Você fica hospedado direto com a gente no nosso apartamento, ué! Tem espaço de sobra!

No exato segundo em que o Alan soltou aquelas palavras desastradas, eu gelei por dentro. Virei a cabeça com uma velocidade impressionante na direção do meu marido e o encarei fixamente, fuzilando-o com um olhar assassino, mortal e completamente revoltado. Com aquele olhar estatelado e cortante, eu gritava em silêncio absoluto: “Você só pode ter perdido o juízo da sua cabeça de vez, seu imbecil?!”. Mas, para manter as aparências diante dos nossos amigos que nos rodeavam e evitar um escândalo no meio do aeroporto internacional na França, tive que engolir a minha fúria a seco e fechar a matraca, guardando o ódio indescritível que ameaçava explodir no meu peito.

Rodrigo logo aceitou a sugestão e, sem demora, fomos todos em direção a um restaurante charmoso localizado nas redondezas das ruas francesas. Sentamo-nos à mesa e pedimos uma verdadeira festa de pratos locais; enquanto alguns dos nossos amigos optaram por opções mais leves, outros se entregaram ao consumo de cervejas geladas ou aos vinhos finos e requintados que são a verdadeira riqueza da culinária na França. Alan e Rodrigo, no entanto, decidiram transformar a refeição em uma verdadeira bagunça alcoólica, misturando cervejas pesadas com taças seguidas de vinho sem a menor moderação.

A noite seguiu extremamente agradável, repleta de gargalhadas altas, brindes constantes e conversas animadas, até que decidimos retornar ao hotel para enfim descansarmos das longas caminhadas do dia. No trajeto de volta pelas calçadas iluminadas, os dois primos caminhavam lado a lado aos risos, trocando piadas de duplo sentido e fazendo palhaçadas escandalosas que atraíam olhares curiosos dos pedestres locais. Quando finalmente alcançamos a porta das nossas acomodações, era evidente que ambos estavam bem alterados, zonzos e com os reflexos entorpecidos pelo alto teor de álcool no sangue.

Assim que cruzou a soleira da porta, Rodrigo já disparou a sua primeira provocação barata, incapaz de manter a decência:

— É exatamente aqui neste quarto que eu vou comer a Denise inteirinha durante toda essa lua de mel, hein, Alan? — gargalhou o infeliz, sem o menor pingo de vergonha na cara.

Alan, rindo frouxamente da piada de mau gosto e contagiado pela embriaguez, pegou a almofada macia do sofá e a arremessou com força na cara de Rodrigo, acertando-a em cheio, o que arrancou mais uma gargalhada histérica dos dois.

Eu, por outro lado, sentindo o sangue ferver de ódio e repulsa no meu estômago, cruzei os braços e deixei transparecer toda a minha indignação:

— Eu não estou achando um pingo de graça nessa palhaçada infantil de vocês! Fiquem aí com as suas imbecilidades — esbravejei, virando as costas de imediato e marchando furiosa em direção ao quarto.

Fui direto para o banheiro tomar um banho quente para tentar relaxar os nervos e lavar a raiva acumulada, vestindo em seguida uma camisola leve, sedosa e bastante curta que moldava perfeitamente cada contorno do meu corpo. Saí do quarto chamando o Alan para ir tomar o banho dele também, mas, antes que ele pudesse se mover, o telefone fixo da acomodação começou a soar insistente no criado-mudo. Era a recepção do hotel ligando para avisar que Alan precisava descer rapidamente até o lobby para regularizar e acertar a taxa de acréscimo referente à inclusão de mais uma pessoa — o intruso do Rodrigo — na reserva do quarto.

Alan concordou na mesma hora, embora estivesse visivelmente cambaleando de leve. Olhei para ele, vestindo apenas aquela camisola fina que deixava meus mamilos levemente marcados pelo tecido, e perguntei preocupada:

— Amor, você vai descer desse jeito mesmo, nesse estado?

— Vou lá rapidinho e volto num instante. Só preciso passar o cartão na recepção para resolver essa burocracia — disse Alan, dando de ombros e caminhando meio torto em direção à porta de saída.

Nesse exato instante, Rodrigo intrometeu-se com aquela falsidade típica de quem não vale nada:

— Quer que eu desça para passar o cartão no seu lugar, mano? Deixa que eu resolvo isso para você. Alan balançou a cabeça veementemente em sinal de negativa, mantendo um falso orgulho de anfitrião generoso:

— De jeito nenhum, cara! Você é meu convidado de honra, atravessou o mundo para vir me ver aqui na Europa. Faço questão de pagar essa porra — disse ele, abrindo a porta e sumindo pelo corredor afora.

Com a saída repentina de Alan, ficamos apenas nós dois sozinhos e isolados no silêncio do quarto de hotel. E foi exatamente o gatilho que o desgraçado precisava: Rodrigo nem esperou a porta fechar direito e já veio avançando com segundas intenções evidentes, levantando-se do sofá com passos largos e vindo diretamente na minha direção, enquanto eu me mantinha parada, com a cara totalmente fechada, séria e intransigente.

— Quer dizer que vocês finalmente casaram e agora estão curtindo a lua de mel dos sonhos, né, cunhada? — murmurou ele, aproximando-se perigosamente do meu espaço pessoal, com o bafo fétido e pesado exalando um cheiro insuportável de álcool misturado. Era mais do que perceptível que ele estava completamente altinho, à beira da embriaguez total.

Ele continuou, destilando sua baixeza com uma voz sussurrada e pervertida:

— Sabe muito bem que eu vou comer você todinha ao longo dessa lua de mel, né sua gostosa? Não adianta fugir da raia...

E, antes que eu pudesse esboçar qualquer reação de defesa ou me esquivar, ele me abrangeu num abraço violento, enfiando imediatamente a mão grossa e faminta por dentro do tecido da minha camisola, apertando com força brutal a carne da minha bunda enquanto enterrava o rosto no meu pescoço, sugando e cheirando a minha pele com uma voracidade nojenta.

Num impulso de puro pavor e repulsa, empurrei-o com força para longe:

— Me solta agora, seu nojento do caralho!

— Eu vou é desbravar esse rabo gigantesco e gostoso até você pedir piedade... — sibilou ele, rindo com malícia, antes de me agarrar novamente com brutalidade e me prensar com todo o peso do corpo contra a parede fria da acomodação.

— Me solta, seu filho da puta desgraçado! — gritei, debatendo-me.

Ele me imobilizou ainda mais, prensando-me firmemente com o tronco pesado e segurando-me com uma das mãos braçais, enquanto com a mão livre ele desceu diretamente para os meus seios, tateando, apertando e espremendo os meus peitos por cima do tecido fino da camisola.

— Não! Tira a mão daí, seu filho da puta! — esbravejei, tentando com as duas mãos arrancar os dedos dele de cima do meu corpo.

Ignorando completamente os meus gritos de protesto, num movimento rápido e dominador, ele me virou de costas com violência, deixando a minha bunda diretamente encaixada contra a bacia dele, e encostou o seu corpo duro e febril inteiramente contra o meu. Naquele exato segundo, aterrorizada, eu consegui sentir com clareza absoluta o volume monstruoso de um pau absurdamente duro, latejante e em brasa roçando com força contra os meus glúteos através do tecido da camisola:

— Sente só essa pica pulsando aqui, vai... Sente como ela está dura, latejante e querendo entrar de vez nesse teu rabo apertado. Eu sei que no fundo você quer sentir ela te rasgando também, sua safada... — provocava ele, com a respiração quente colada na minha orelha.

De fato, por mais que eu quisesse negar para mim mesma e lutar contra aquilo, era impossível ignorar o calor escaldante daquele volume descomunal que crescia a cada segundo, latejando em uma rigidez impressionante.

— Sai de perto de mim imediatamente, seu filho da puta nojento! Eu juro que vou contar cada palavra e cada detalhe disso para o Alan assim que ele voltar! — esbravejei, trêmula de ódio.

Ele soltou uma risada cínica e debochada, sussurrando bem no fundo do meu ouvido enquanto continuava esfregando sadicamente o pau ereto contra a minha bunda:

— Pode ir correndo contar o que quiser para ele! O Alan sabe muito bem da nossa história, ele sabe perfeitamente que nós nunca tivemos frescura nem ciúme nenhum de mulher um com o outro desde os tempos de moleque!

Nesse momento de pico de tensão e desespero, reunindo até a última gota de adrenalina que corria nas minhas veias, dei um tranco violento para a frente e empurrei-o com toda a força que havia em meus braços:

— Sai daqui, sua desgraça imunda!

O empurrão o fez cambalear para trás, afastando-se minimamente, mas ele aproveitou a ocasião para abrir a braguilha da bermuda, puxar o tecido e expor com ostentação o volume monstruoso e a pica completamente ereta que se formava em sua calça:

— Olha bem aqui para o que você vai ter que provar em breve, gostosa... — disse ele, segurando o próprio cacete latejante com a mão e balançando-o na minha cara de forma insolente.

De relance, com o estômago embrulhado em pavor e uma confusão terrível de sentimentos, vi aquela cena porca, virei as costas correndo em disparada e tranquei-me dentro do quarto à espera do Alan.

Poucos minutos depois, o Alan retornou ao quarto. Ele brincou brevemente com o Rodrigo na sala, olhou para mim e percebeu que eu estava visivelmente emburrada, com a cara fechada de quem ia matar alguém, mas, como o nível de álcool em seu sangue já estava altíssimo, ele não conseguiu assimilar a gravidade da situação nem processar direito a minha expressão de revolta, limitando-se a dar de ombros e ir tomar o seu banho relaxante. Assim que ele saiu do banheiro com a toalha na cintura, desabei a falar com ele em tom firme e cortante:

— Alan, preste bem atenção no que eu vou te dizer: esse seu primo desgraçado não pode continuar hospedado aqui com a gente de jeito nenhum! Ele teve o atrevimento inaceitável de vir me agarrar à força, passar a mão na minha bunda e ficar se roçando em mim enquanto você estava fora! Você tem a obrigação de dar um basta nessa situação!

Para a minha absoluta surpresa e estranheza revoltante, o Alan soltou uma risada frouxa, desacreditada:

— Sinto muito, amor... Ele fez isso mesmo? Não é possível que ele tenha passado dos limites assim...

— Fez sim! E quer saber o que mais? Ele ainda teve a audácia de dizer que, se eu abrisse a boca para te contar, você simplesmente não ia dar a mínima para isso! Afinal, que porra está acontecendo aqui entre vocês dois?!

O Alan, dando outra risada displicente, sentou-se na beirada da cama e explicou na maior naturalidade:

— Ah, amor, relaxa... É que quando a gente era mais novo, pirralhos ainda na adolescência, a gente costumava brincar e até fez aquela velha promessa de moleque de que um poderia pegar a mulher do outro quando crescêssemos... Mas poxa, é coisa de infância, a gente era muito idiota na época!

— Oxe! Que tipo de promessa mais descabida, imoral e nojenta é essa?! Você perdeu o juízo, Alan?! É bom você conversar seriamente com esse traste amanhã cedo para ele parar com esse atrevimento de uma vez por todas, ou eu mesma faço um escândalo neste hotel!

— Tá bom, amor, fica calma... Amanhã eu converso com ele, prometo. Agora deixa eu dormir — balbuciou Alan, virando-se para o lado.

E, em questão de segundos, antes mesmo que eu pudesse mastigar o resto da minha raiva, comecei a ouvir os roncos pesados de Alan, que havia despencado em um sono profundo quase de forma automática após terminar de falar. O barulho do ronco foi ecoando e aumentando no silêncio do quarto, até que, de repente, uma série de batidas fortes e secas ecoou na porta de entrada da suíte: “Toc, toc, toc!”.

— Alan, Denise, vocês tem uma toalha aí para eu tomar banho? falava Rodrigo entre a porta.

Levantei-me ressabiada, pus um roupão por cima e fui abrir a porta. Do outro lado da porta o choque foi total: Rodrigo estava completamente nu da silhueta aos pés! Diante dos meus olhos arregalados de pavor e fascinação involuntária, exibia-se uma pica absurdamente enorme, grossa, latejante e rija, cercada por uma espessa e farta floresta de pelos pubianos escuros. Para completar o choque visual, o membro dele era visivelmente mais escuro do que o tom do restante do corpo.

Congelada no batente, estendi a toalha trêmula em direção a ele, totalmente estupefata. Rodrigo pegou o tecido, abriu um sorriso cínico de canto de boca e disparou na minha cara:

— Muito obrigado pela toalha, cunhada... E aí, gostou de conhecer pessoalmente o “grandão” aqui?

Fechei a cara com toda a força do meu ódio na tentativa desesperada de esconder o meu espanto descomunal e o quanto eu havia ficado secretamente impressionada com o tamanho descomunal daquela pica ereta. Sem se importar com nada, ele jogou a toalha displicentemente sobre os ombros largos, virou as costas sem cerimônia e foi caminhando vagarosamente em direção ao banheiro, exibindo uma bunda redonda, firme e totalmente nua — confesso, para o meu próprio tormento, que ele até tinha um bumbum esteticamente bonito.

Bati a porta com força, encostando-a bruscamente, voltei para a cama, deitei-me ao lado do meu marido que roncava alto e passei o resto da madrugada completamente pensativa, revivendo mentalmente cada detalhe chocante daquela cena pornográfica que acabara de presenciar, até finalmente conseguir prender o sono exausta.

No dia seguinte, bem cedinho, já tínhamos tudo rigorosamente agendado com o grupo: um passeio exclusivo de lancha de luxo pelas águas cristalinas e deslumbrantes da famosa Praia de Pampelonne, na costa francesa. A promessa era de passarmos o dia inteiro navegando sob o sol escaldante, em um clima festivo, animado, regado a muita música eletrônica pesada, festas com DJs tocando no meio do mar e bebidas à vontade. E lá fomos nós para mais essa aventura.

Coloquei o meu melhor biquíni para a ocasião — confesso, sem modéstia alguma, que os meus biquínis são extremamente cavados e reduzidos, do tipo fio-dental minúsculo que mal cobre o essencial e desenha com perfeição cada centímetro das minhas curvas generosas. Assim que embarcamos, a energia já era lá no alto: o passeio de lancha havia sido alugado com exclusividade apenas para o nosso grupo de amigos, o que nos dava uma liberdade absurda para ficarmos mais à vontade, soltos, rindo alto e curtindo a paisagem de tirar o fôlego.
Em determinado momento, a lancha ancorou em um ponto paradisíaco de mar calmo e azul-turquesa, e todos resolveram dar um mergulho refrescante naquelas águas convidativas. Tirei a minha canga colorida num movimento fluido, revelando por completo o meu corpo e o biquíni minúsculo colado à pele, e no mesmo instante percebi de rabo de olho os olhares pesados, devassos e predadores de Rodrigo cravados no meu corpo, deslizando famintos direto para a minha bunda. (imagem 2

Nós nos jogamos na água cristalina, que batia numa altura perfeita logo abaixo do peito, mantendo o corpo fresco enquanto continuávamos bebendo, brindando e jogando conversa fora. Foi então que alguém teve a ideia de resgatar uma brincadeira clássica e antiga: a tradicional “briga de galo”. Para quem não lembra, a dinâmica consiste em formar duplas em que uma pessoa sobe nos ombros da outra dentro da água para tentar derrubar e desequilibrar as duplas adversárias em meio a muita gargalhada e empurrões.

Começamos a brincadeira e a gritaria generalizada tomou conta; éramos onze pessoas no total naquelas águas. Percebendo que estava momentaneamente isolado por ter ficado sem par, Rodrigo aproximou-se rapidamente e pediu, com um sorriso cínico, para eu fazer dupla com ele. Mesmo a contragosto, sentindo um calafrio de relutância na espinha, olhei em volta, vi que ele realmente estava sobrando no grupo e acabei aceitando por pura formalidade da brincadeira.

Subi ágil sobre os ombros largos dele, firmando minhas coxas em seu pescoço. E para a nossa surpresa, formamos uma dupla absolutamente imbatível: com uma força bruta combinada ao meu equilíbrio, derrubamos um a um todos os outros casais da disputa até nos consagrarmos os grandes campeões da rodada. Comemoramos efusivamente a vitória e, ainda equilibrada lá em cima dos ombros dele, curvei os braços com força, flexionando os músculos para tirar onda:

— Aeeeeê! Chupa essa! Só os imbatíveis do pódio! — gritei, radiante de adrenalina.

Até que, no meio da comemoração, senti nitidamente a mão boba de Rodrigo sair dos meus tornozelos e apertar com força deliberada as minhas nádegas nuas, simulando dissimuladamente que havia sido apenas um escorregão sem querer. Mas eu sabia muito bem que com o Rodrigo nunca existia nada por acaso; lembrei-me instantaneamente de que com aquele traste eu não podia vacilar um segundo sequer. Felizmente, os outros amigos nada viram daquela patifaria, pois estávamos virados de frente para eles e de costas para a imensidão do horizonte aberto do mar.

Imediatamente, com o coração acelerado, exigi em tom firme:

— Já deu, Rodrigo! Acabou a brincadeira, pode me deixar descer agora mesmo.

Ele abaixou o tronco com cuidado, permitindo que eu tirasse as pernas de seu pescoço e saltasse direto para a frente dele dentro da água rasa. Parei de frente para a lancha, peguei a xuxa de cabelo que estava amarrada no meu pulso e comecei a levantar os braços para prender as madeixas molhadas.

Foi nesse exato instante de distração que senti uma pancada firme, grossa e febril encostar diretamente contra a fenda da minha bunda: era a pica absurdamente dura de Rodrigo, erguida por dentro da sunga molhada. Naquele primeiro segundo confuso, confesso que não entendi direito o que estava me cutucando, achando que podia ser o movimento da água, mas à medida que eu me mexia para ajeitar o cabelo, o pau dele foi forçando com violência e insistência a fenda das minhas nádegas, abrindo caminho sem cerimônia entre a tira mínima do meu biquíni. Foi aí que caiu a ficha com força total: percebi horrorizada que ele havia colocado o pau para fora da sunga por baixo da água, fazendo contato direto, cru e pele com pele com a minha carne, bem ali no meu rabo.

Ele deslizou o corpo para mais perto, colou a boca bem no meu ouvido e sussurrou com uma voz rouca e nojenta:

— Tá sentindo a grossura dele, delícia? Em breve você vai sentir essa porra todinha enterrada bem fundo dentro de você, gemendo gostoso...

Dei um Muxoxo revoltado, empurrando o ar com raiva:

— Me deixe em paz, seu tarado do caralho! — rosnei, virando-me de costas e nadando o mais rápido possível em direção à escadinha da lancha.

Subimos todos de volta para o convés da embarcação e seguimos navegando até ancorar em outro ponto badalado da costa, onde vários DJs tocavam um som eletrônico estrondoso e dezenas de outras lanchas luxuosas se aglomeravam ao redor em clima de festa total. A partir dali, a bebida começou a correr em fluxo contínuo, entrando e saindo garrafas de champagne e drinks tropicais um atrás do outro, embalados pelas batidas pesadas da música que sacudiam o barco.

Depois de consumir algumas doses generosas de álcool, comecei a sentir aquela pressão incômoda na bexiga e decidi ir até o pequeno banheiro (o providencial toalete) localizado no interior da lancha. Entrei, fiz as minhas necessidades e, quando girei a maçaneta para sair e abri a porta do cubículo, dei de cara com o próprio Rodrigo plantado bem ali na minha frente, bloqueando a passagem no corredor estreito.

— Licença, Rodrigo, deixa eu passar por favor! — pedi, tentando manter a compostura.

O corredor da embarcação era extremamente apertado; era perfeitamente possível passar, mas exigia um roçar inevitável de corpos. Eu queria que ele se movesse para o lado para eu poder sair daquele aperto, mas ele decidiu tirar com a minha cara, pirraçando de propósito:

— Ora, claro que pode passar, cunhada! Ou prefere entrar no banheiro de volta comigo para a gente brincar um pouco mais? — provocou ele, com um sorriso cafajeste.

Tomada por um misto incontrolável de raiva cega e impulso, decidi peitar a situação e forcei a passagem para sair daquele corredor sufocante, espremendo o meu corpo contra o dele. Só que, num movimento rápido e coordenado, acabei ficando de costas para ele, totalmente prensada e colada corpo a corpo, com o volume gigantesco da sunga dele chapado diretamente contra a minha bunda.

— Me deixa passar logo, Rodrigo! Que inferno de homem! — falei revoltada, tentando desvencilhar-me.

— Olha só que rabo espetacular... — sibilou ele, puxando o pau para fora da sunga com as mãos e deixando-a livre para pressionar quase pele com pele contra mim, impedida apenas pelo finíssimo fio-dental do meu biquíni.

A pica grossa e latejante dele começou a forçar com força desmedida a fenda da minha bunda, bem no ritmo da música eletrônica que ecoava alta enquanto os outros se divertiam na proa. Sem aviso prévio, ele desferiu uma palmada estalada e violenta diretamente na minha bunda, arrancando de mim um grito agudo de surpresa e dor:

— Me solta agora, seu desgraçado do caralho!

— Calma, gostosa... — sussurrou ele com uma voz escrota, carregada de um tesão animalesco.

Usando as duas mãos livres, ele foi brutalmente afastando as minhas nádegas para os lados, escancarando a fenda do meu rabo e fazendo com que o seu pau monstruoso se alojasse exatamente no centro da minha intimidade, esfregando-se sem pudor.

— O que você está fazendo, Rodrigo?! Você enlouqueceu de vez da cabeça?! Eu vou gritar e chamar o Alan agora mesmo! — esbravejei, sentindo o pânico me dominar.

Eu estava completamente sem saída, prensada com o rosto quase colado na parede de madeira do corredor da embarcação, tentando tatear o ar com as mãos para empurrá-lo e impedir que ele continuasse a se aproveitar daquela situação degradante.

— Pode gritar o quanto quiser, o Alan não vai ouvir merda nenhuma com esse som alto e essa gritaria na proa — debochou Rodrigo.

Sem perder tempo, ele puxou o fiozinho do meu biquíni para o lado com uma facilidade assustadora, deixando a minha buceta totalmente descoberta. Em seguida, enfiou sem cerimônia o dedo do meio profundamente dentro da minha bucetinha encharcada de umidade, enfiando e tirando o dedo num ritmo rápido antes de levá-lo direto à própria boca. BEM diante dos meus olhos e colado ao meu ouvido, ele lambeu o dedo devagar, saboreando com luxúria toda a minha intimidade, fazendo questão de emitir o som úmido da lambida:

— Hmmmm... Delícia... Acabou de fazer xixi, mas continua com esse gosto docinho e fervendo de tesão para mim... — sussurrava ele, com o dedo lambuzado dos meus próprios fluidos.

Tentei me debater com todas as forças naquele espaço minúsculo:

— Não, Rodrigo, por favor, chega, para com isso! — supliquei, enquanto ele beijava freneticamente a minha nuca e o meu pescoço sensível, colando os lábios no lóbulo da minha orelha para destilar seu veneno:

— Eu sei muito bem que no fundo você quer tanto quanto eu... Admite, sua safada.

E, sem me dar margem para defesa, ele direcionou a cabeça daquela pica em brasa diretamente para a entradinha exata da minha bucetinha, e comecei a sentir as pontadas firmes e dolorosas daquele membro tentando forçar a minha entrada.

— Deixa o “grandão” entrar de vez nessa buceta apertadinha, deixa... — gemia ele, empurrando o quadril com mais e mais força a cada segundo.

Travei todos os músculos do meu corpo o máximo que pude, tensionando as pernas e fazendo de tudo para bloquear a invasão iminente. A pressão era insuportável, o prazer misturado ao pavor consumia minhas entranhas, até que, de repente, escutamos passos pesados ecoando pelo piso de madeira, parecendo vir diretamente em nossa direção pelo corredor. Numa fração de segundo, Rodrigo recuou o corpo, enfiou-se rapidamente para dentro do banheiro, e eu, recompondo-me às pressas com as mãos trêmulas, ajeitei o biquíni torto, respirei fundo e saí disparada dali, voltando correndo para junto de Alan antes que o pior acontecesse.

Aproximei-me de relance do meu marido, desviando dos grupos barulhentos, toquei o seu braço com firmeza e falei em tom sério, exigindo toda a atenção dele:

— Alan, você precisa dar um basta definitivo nas atitudes do Rodrigo agora mesmo! Ele está cada vez mais atrevido, cruzando todos os limites do respeito e da decência.

Alan, no entanto, estava completamente imerso na euforia e na alegria contagiante daquele momento festivo, com os olhos vidrados, o corpo embalado pelo ritmo da música e a mente entorpecida pelo álcool. Olhou para mim com dificuldade para focar, a fala completamente pastosa e arrastada, e respondeu dando de ombros:

— Fica tranquila, meu amor... Eu vou conversar sério com ele amanhã, prometo. Não liga para as loucuras do Rodrigo, ele é assim mesmo.

Sem esperar resposta, ele virou as costas rindo alto, balançando os braços e voltando a cantar e a dançar animadamente junto com a música eletrônica ensurdecedora que ecoava pelo ambiente. Percebi, com uma onda de frustração amarga subindo pelo meu peito, que tentar argumentar ou resolver qualquer coisa com ele naquele estado deplorável de embriaguez era uma absoluta perda de tempo.

Pouco tempo depois, o próprio Rodrigo retornou da área do bar, reintegrando-se à roda de amigos. O assunto logo convergiu para os preparativos do aniversário de Alan, que aconteceria no dia seguinte. Curiosos, os amigos começaram a disparar onde seria a comemoração e se o Rodrigo planejava nos acompanhar nessa programação especial. O rosto de Rodrigo se iluminou com um brilho de puro entusiasmo e malícia, especialmente quando anunciaram que o roteiro completo envolveria um dia inteiro de imersão em uma praia paradisíaca combinada com um acampamento naturista:

— É lógico que eu vou! Não perderia essa porra por nada neste mundo, podem apostar! — exclamou ele, radiante.

Ao ouvir aquilo, o Alan, completamente sem noção do perigo, abriu um sorriso imenso, puxou o primo para um abraço forte de urso, comemorando e saltitando de alegria:

— Caralho, é isso aí! Você é praticamente um irmão de sangue para mim, mano!

E lá ficaram os dois, pulando e celebrando abraçados. A noite foi avançando lentamente até que, com o cansaço acumulado, chegou o fim oficial do nosso longo passeio. Pegamos o transporte de volta e retornamos para a nossa suíte na hospedagem. Dessa vez, a situação de Alan era crítica: ele veio praticamente carregado por mim até a entrada, mantendo-se de pé apenas por milagre, com as pernas totalmente cambaleantes e a mente apagada, embora ainda conseguisse balbuciar sons desconexos. O Rodrigo também estava consideravelmente bêbado, mas mantinha muito mais lucidez e firmeza nos passos do que o meu recém-marido. Eu mesma não ficava muito atrás, sentindo o corpo formigar e a cabeça leve após ter abusado um pouco dos drinks ao longo do dia.

Assim que abri a porta dos aposentos com a chave magnética, o Alan se arrastou desajeitado até o sofá da sala e despencou de uma vez, esparramando o corpo pesado sobre as almofadas; em questão de meros segundos, ele já havia apagado profundamente, soltando roncos pesados e estrondosos que vibravam em todo o cômodo.

Aquela cena patética foi o gatilho exato, a brecha perfeita que o maldito do Rodrigo precisava para dar início à sua investida predadora e silenciosa:

— Você estava absolutamente deslumbrante hoje no barco, sabia? Uma verdadeira e tremenda gostosa de biquíni... — sussurrou ele, aproximando-se com passos felinos.

Mantive o corpo completamente rígido, o rosto fechado em uma expressão de pura repulsa, e sibilei com uma voz pesada, carregada de ódio e revolta contida:

— Nem ouse tentar me tocar nunca mais na sua vida, seu filho da puta nojento!

Ignorando completamente a minha advertência, ele continuou avançando sem freio:

— Deixa de ser cínica... Por acaso vai ter a cara de pau de dizer que não estava com a bucetinha pegando fogo, louca para o “grandão” aqui entrar com tudo em você? Confessa logo, sua safada! — provocou ele, fechando o espaço que nos separava antes que eu pudesse recuar.

Num bote rápido, ele me envolveu em um abraço sufocante, colando o seu tronco ao meu e afundando o rosto com voracidade na curva do meu pescoço, destribuindo beijos quentes, possessivos e molhados pela minha pele. Um arrepio traiçoeiro e involuntário percorreu a minha espinha — uma reação puramente física do meu corpo contra a qual eu tentei lutar com todas as forças —, mas logo recuperei a sanidade e comecei a me debater:

— Me solta agora, seu escroto do caralho!

Tentei empurrá-lo com os punhos cerrados contra o seu peito, mas a minha força era irrisória diante do físico robusto dele. Numa manobra rápida, ele agarrou meus pulsos com uma força brutal, imobilizando meus braços completamente e colando o seu corpo de tal forma contra o meu que eu pude sentir com nitidez absoluta o volume descomunal de uma ereção colossal latejando na altura exata da minha bacia. Sem perder tempo, ele enfiou a mão livre por dentro da abertura da sunga e arrancou de lá para fora sua pica duríssima, com a cabeça estufada, de um tom vermelho-vivo e completamente tomada por veias grossas e saltadas que evidenciam o nível extremo de tesão animalesco que ele sentia naquele exato instante.

— Pega nela com a sua mão, vai... Sente só como ela está empalada e latejando de tesão só para você, sua gostosa! — sibilou ele no meu ouvido.

— Não! Você perdeu o juízo de vez, seu louco do caralho! — gritei em pânico.

Sem aceitar um não como resposta, ele pegou a minha mão à força, subjugou meus dedos e os obrigou a se fecharem ao redor daquele pau febril e rijo, forçando-me a tatear a grossura absurda daquele membro.

— Me solta, seu desgraçado imundo! — esbravejei, debatendo-me.

— Sente essa rigidez, caralho! Vê bem como ela está latejando dura para foder esse teu rabo! — falava ele, esmagando violentamente a minha mão contra a própria carne ereta, fazendo-me sentir o calor escaldante e as pulsações descontroladas daquele cacete, embora eu tentasse manter os dedos esticados para minimizar o contato.

Vendo que eu me recusava terminantemente a cooperar ou a acariciar aquela obscenidade por vontade própria, ele mudou de tática com uma agressividade assustadora: largou a minha mão, mas logo em seguida agarrou meus dois punhos juntos e os ergueu com força acima da minha cabeça, prendendo-os firmemente contra a parede com apenas uma das mãos, deixando-me completamente vulnerável, imobilizada e indefesa. A mão livre dele desceu disparada em direção à minha cintura, embrenhando-se pelo tecido do meu biquíni para massagear, apertar e acariciar com voracidade a minha bacia e a minha intimidade coberta.

— Para com isso! Me solta, Rodrigo, chega! — implorei, torcendo o corpo em desespero.

Sem piedade, Rodrigo enfiou os dedos na lateral do meu biquíni e puxou o tecido com violência, empurrando-o para o lado e escancarando completamente a minha buceta nua diante de seus olhos famintos:

— Caralho... Que buceta mais linda e apetitosa você tem, Denise. É simplesmente o encaixe perfeito para o “grandão” aqui! — gemeu ele, desgovernado, afundando logo em seguida o dedo indicador profundamente entre os meus lábios vaginais, deslizando-o num ritmo rápido para molhá-lo em meus fluidos.

— Olha só como você está encharcada, sua safada! Está adorando sentir isso, né? Admite que o seu corpo está pedindo! — provocava ele, enquanto o meu corpo, traindo a minha mente revoltada, estremecia e se contorcia involuntariamente diante daquela fricção íntima.

— Nunca, seu desgraçado do inferno! Nunca! — gritei com lágrimas de raiva nos olhos.

Ignorando as minhas súplicas, Rodrigo enfiou um segundo dedo dentro da minha buceta, começando a bombear os dedos para dentro e para fora num ritmo frenético e devasso. Uma onda avassaladora de calor subiu pelas minhas pernas; talvez fosse o efeito residual do álcool correndo no sangue, talvez fosse a carência física acumulada de uma mulher na lua de mel, mas a verdade é que o meu corpo clamava por penetração, a vontade de gemer alto era imensa. Contudo, o simples pensamento de que o autor daquela estimulação era aquele traste repugnante me enchia de nojo. Eu me contorcia inteira, travando os dentes para não deixar escapar nenhum som de prazer, implorando em vão para que ele parasse imediatamente, mas minhas palavras eram sumariamente ignoradas.

No ápice daquela invasão humilhante, ele retirou os dedos encharcados das minhas entranhas, levou-os diretamente à própria boca e lambeu com volúpia cada gota do meu líquido íntimo, saboreando o meu gosto. Em seguida, soltou meus pulsos bruscamente e, num movimento felino e rápido, ajoelhou-se no chão à minha frente, colando a boca vorazmente na minha buceta nua e desferindo lambidas rápidas, profundas e desesperadas:

— Para! Por favor, não, Rodrigo, para com isso, caralho! — sussurrei sufocada, quase perdendo o controle.

Até que, de repente, cortando o ar como um raio, o som de um gemido gutural e pesado ecoou pela sala. Alan moveu-se bruscamente no sofá: com os olhos ainda hermeticamente fechados e a cabeça pesada tombada para a frente, ele abriu a boca e vomitou violentamente, despejando uma quantidade massiva de líquido e restos de comida diretamente no chão, sujando tudo ao redor.

O susto foi instantâneo e gélido. A tensão erótica e o pânico se misturaram; num sobressalto, Rodrigo levantou-se às pressas do chão, ajeitando a roupa, enquanto eu puxava o biquíni de volta para o lugar, recompondo-me com o coração disparado pela adrenalina e pelo nojo.

— Meu Deus... Vamos tomar banho, amor, levanta, vem pro banheiro comigo — chamei Alan, apavorada com a cena, puxando-o pelos braços e o guiando cambaleante em direção ao chuveiro.

— Deixa que eu limpo essa imundície aqui fora — resmungou Rodrigo, abaixando-se com um pano para recolher o vômito.

Dei um banho caprichado em Alan, que parecia finalmente estar começando a metabolizar o álcool e já se encontrava um pouco mais consciente e sóbrio do que quando havia chegado da rua. Logo em seguida, deitamos na cama para tentar dormir. No dia seguinte, amanheceríamos no dia do aniversário de Alan, data marcada para o temido e aguardado passeio rumo à praia e ao acampamento naturista. Tentei forçar meus olhos a fecharem e capotar no sono, mas a minha mente continuava a mil por hora, remoendo com ódio a imagem perturbadora daquele infeliz com a língua enfiada na minha buceta. O Alan precisava tomar uma atitude drástica e imediata; aquela situação havia ultrapassado todos os limites aceitáveis da tolerância humana. O primo atrevido e abusado precisava ser contido de uma vez por todas. Com esses pensamentos fervendo na cabeça, exausta e tensa, acabei finalmente pegando no sono.

Enfim, chegou o grande dia do aniversário do Alan. Acordei-o logo cedo com beijos estalados, abraços apertados e declarações apaixonadas de amor, celebrando a data especial antes de começarmos a nos arrumar para a tão esperada e comentada viagem rumo à famosa praia de Cap d’Agde. Nos reunimos todos no ponto de encontro combinado e compramos uma verdadeira frota de suprimentos: dezenas de fardos de cerveja gelada, galões de água mineral, rolos de papel higiênico e até o bolo decorado de aniversário para cantarmos os parabéns mais tarde, além de todos os apetrechos necessários para encararmos o nosso acampamento naturista na França.

Assim que chegamos à entrada oficial da praia, deparamo-nos logo com as placas informativas tradicionais da região, indicando que ali a nudez total era obrigatória e exigindo educadamente que os visitantes removessem as roupas. O grupo foi tirando a vestimenta pouco a pouco, sem cerimônia. Eu mesma confesso que senti um frio na espinha inicial, uma certa timidez misturada com pudor, mas logo todos ao redor já estavam completamente nus, restando apenas eu e o maldito do Rodrigo para concluirmos a transição.

Quando finalmente tirei a última peça e fiquei completamente nua, exposta ao ar livre, senti o olhar pesado, devasso e faminto do Rodrigo secando impiedosamente cada centímetro do meu rabo e da minha bucetinha. No mesmo instante, ele também abaixou a cueca de uma vez só e deixou saltar à mostra aquele verdadeiro monstro de carne. Pude contemplar nitidamente a cena naquele instante: era uma pica absolutamente colossal, de um tamanho absurdo que desafiava a realidade. Confesso que arregalei os olhos, estupefata e chocada com a proporção daquilo, mas engoli em seco e seguimos caminhando juntos pela areia quente em direção ao mar.

Encontramos um trecho perfeito na faixa de areia e logo começamos a esticar as nossas cangas no chão. As outras esposas e amigas agachavam-se com total naturalidade, sem o menor pingo de vergonha ou timidez, ajeitando seus panos com desenvoltura. Vendo aquela naturalidade toda ao meu redor, percebi que eu não podia ser a única travada e tive que fazer o mesmo. Mas foi justamente aí que o perigo aconteceu: quando me apoiei com os dois joelhos na canga para estirá-la e fixá-la perfeitamente na areia, adivinha quem estava plantado logo atrás de mim, com os olhos vidrados grudados no meu rabo? Exatamente, o Rodrigo.

Ali já não havia mais para onde fugir; eu estava em uma praia de nudismo internacional, cercada por dezenas de pessoas peladas que agiam com total normalidade, e eu precisava cumprir a tarefa na mesma posição em que me encontrava. Apoiei os dois joelhos no tecido, empinando o corpo e ficando de quatro, o que automaticamente fez com que o meu cu e a minha bucetinha se abrissem levemente, escancarados à plena vista do Rodrigo, que se deliciava com o banquete visual. Tentei fazer o movimento o mais rápido possível para escapar dali, mas quanto mais apressada eu aplicava, mais o meu rabo balançava de um lado para o outro para o absoluto deleite de Rodrigo, que contemplava fixamente cada uma das minhas preguinhas fechadinhas, parecendo capaz de contá-las uma a uma se quisesse. Terminei de ajeitar a canga e voltei a sentar em uma suposta posição normal — quer dizer, normal entre aspas, pois não há absolutamente nada de normal em ficar completamente nua no meio de uma multidão de desconhecidos. Mas o olhar que o Rodrigo me lançava logo em seguida transbordava uma tara desmedida e doentia, ainda mais intensificada pelo espetáculo pornográfico que acabara de presenciar.

Ficamos todos reunidos na areia, bebendo cerveja sem parar, enquanto o Alan irradiava felicidade, curtindo o ápice do seu dia festivo. O Rodrigo, por sua vez, não desviava os olhos do meu corpo nem por um segundo. Confesso que, em diversos momentos, meus próprios olhos traíram a minha mente e acabaram se desviando para a pica dele, pois a anatomia daquele membro destoava completamente da dos outros homens presentes na praia; o pau do Rodrigo era visivelmente maior, mais grosso e impressionante que todos os demais ao redor.

Com o passar das horas e com todo mundo já bem alto pelos efeitos do álcool acumulado, o grupo inteiro resolveu entrar na água do mar para se refrescar. A temperatura estava deliciosa, e começamos a brincar de guerra de água, jogando respingos uns nos outros em meio a muitas gargalhadas. Distraída com a algazarra, de repente senti uma mão forte puxando brutalmente o meu pé por debaixo da água. Dei um salto desesperado e soltei um grito agudo de susto:

— Socorro! — bradei, antes de avistar o infeliz emergindo bem na minha frente. Era o Rodrigo. Aquele desgraçado havia me dado um baita susto, o que arrancou gargalhadas generaliadas de todos os amigos.

— Seu desgraçado do caralho! Que susto da porra você me deu! — esbravejei, levando as mãos trêmulas ao peito e respirando ofegante, com o coração disparado.

— Ohh, me desculpa, Denise, juro que não foi por mal! — foi falando o Rodrigo, aproximando-se de mim por trás com falso remorso e me envolvendo em um abraço fingido de desculpas.

Mas o que parecia um pedido de perdão inocente revelou-se uma armadilha suja: ele posicionou o corpo de forma estratégica, encaixando a sua pica absurdamente dura bem no meio das minhas pernas, fazendo-a roçar com pressão e insistência contra os lábios carnudos e úmidos da minha vagina. — Tá... Tudo bem, só me solta, não precisa ficar grudado assim... — murmurei, sentindo o calor daquele membro. Ele foi afrouxando os braços lentamente, arrastando aquela pica rija para fora do meio das minhas coxas.

Saímos da água e voltamos para a areia, onde as mulheres decidiram se deitar de bruços para tomar sol e dourar a pele, todas com o bumbum empinado para cima. Em meio aos comentários descontraídos, uma das amigas disparou rindo:

— Eita, gente, mas olha que bunda perfeita e empinada essa da Denise! Não é à toa que o Alan baba! Todas as outras concordaram efusivamente, e eu agradeci o elogio envergonhada. O Rodrigo, que estava por perto, escutou cada palavra com atenção e ficou com os olhos cravados na minha bunda. Percebi nitidamente que a cada secada profunda que ele dava nas minhas nádegas, a pica dele dava um solavanco, latejando, querendo endurecer diante daquele espetáculo visual irresistível.

O sol foi se pondo lentamente, a noite foi chegando de mansinho, e migramos todos em direção à área do acampamento naturista estruturado. Chegando lá, a bebedeira continuou rolando solta e pesada; eu estava bebendo bem acima do meu limite normal, e o Alan nem se fala — já estava completamente embriagado desde o período da praia. Cantamos os parabéns ao redor de um bolo que havíamos comprado, reunidos em círculo junto a uma fogueira aconchegante em clima de luau, embalados pelo som romântico e acústico de um violão, enquanto continuávamos a entornar copo após copo de cerveja sem parar.

Em determinado momento, a bebedeira cobrou o seu preço biológico e bateu aquela vontade urgente de mijar. Como não havia banheiros por perto, tivemos que nos distanciar um pouco e nos embrenhar no matagal escuro para aliviar a bexiga. Fui caminhando cautelosa até encontrar uma árvore frondosa, escondi-me atrás do tronco e comecei a mijar tranquilamente. Mas para o meu completo horror, quem estava logo ao lado, fazendo a mesma coisa? O Rodrigo.

— O que é isso? Você está me seguindo, seu cretino?! — esbravejei indignada com a audácia dele.

— Estou sim, quero comer você inteirinha essa noite — respondeu o Rodrigo, fitando-me com um olhar devorador e tarado.

— Sai daqui imediatamente, seu desgraçado do inferno! — gritei com a cara totalmente fechada, embora o efeito do álcool estivesse deixando meus reflexos mais lentos.

O Rodrigo deu um passo à frente e disparou, sem filtro:

— Se você quiser, eu posso te comer bem aqui mesmo, atrás dessa árvore, comendo teu rabo com força. Olha só como o “grandão” fica só de pensar nessa possibilidade...

Quando desviei o olhar involuntariamente para a direção por ele indicada, deparei-me, estupefata e tomada por um misto de horror e fascínio proibido, com aquela pica colossal, inteiramente engatilhada, duríssima, latejante e apontada de forma acintosa diretamente para o meu rosto. Um calafrio violento de pânico e adrenalina pura percorreu toda a extensão da minha espinha; tomada pelo susto, virei as costas de imediato, afobada, apressando os passos de maneira desajeitada e atropelada para fugir o mais rápido possível daquela cena profundamente obscena e devassa.

Contudo, em meio à pressa e à cegueira do desespero, acabei tropeçando com a ponta do pé em um galho seco e traiçoeiro que jazia escondido sob as folhas no chão da mata. Perdi totalmente o equilíbrio e desabei de joelhos direto no matagal denso, aterrissando de quatro de uma forma intensamente humilhante e vulnerável, com o meu cuzinho e a minha bucetinha completamente abertos, desnudados e arreganhados de forma explícita bem na direção do Rodrigo. Fiquei paralisada ali por cerca de cinco segundos intermináveis, numa estagnação completa, incapaz de mover um músculo sequer diante daquela exposição tão crua, sentindo o ar pesado e o peso do olhar dele queimando na minha pele.

— Caralho... Essa visão do seu corpo assim é um verdadeiro espetáculo da natureza, porra! — disparou o Rodrigo, com a voz embriagada de luxúria, devorando com os olhos o meu rabo completamente nu, empinado e exposto à total mercê dele.

Somente após esses segundos de pura humilhação estática é que consegui recuperar o controle dos meus membros, reunindo forças para me levantar rapidamente e reagir àquela afronta. Ele, no entanto, acompanhou cada movimento meu com uma gargalhada escrota, debochada e altamente provocadora, estampando o cinismo no rosto antes de disparar:

— Calma, gatinha, ainda não... Mas em breve eu vou te comer exatamente assim, desse jeitinho.

Levantei-me às pressas, sacudindo a terra dos joelhos com o coração na boca, e retornei correndo para junto de Alan. O meu marido estava radiante de alegria, abraçando a todos e agradecendo efusivamente, repetindo que aquele estava sendo o dia mais feliz e memorável de toda a sua vida. Ele virou-se para mim, puxou-me para um abraço apertado, beijou-me com ternura e declarou seu amor com a voz profundamente embargada pelo excesso de cerveja.

Pouco a pouco, os convidados e amigos começaram a se recolher para o descanso. Cada casal já tinha a sua respectiva barraca devidamente montada na área do acampamento. Fomos eu e o Alan nos recolher também; a situação dele era idêntica à das noites anteriores, ou talvez até pior, mas eu decidi não crucificá-lo, afinal, era o aniversário dele. Carreguei o Alan praticamente aos trancos e barrancos até o interior da nossa barraca, ajeitando-o e deitando-o na cama improvisada montada no chão de lona. Como eu não queria ter que levantar durante a madrugada escura e fria para caminhar sozinha até o matagal para mijar de novo, resolvi esvaziar a bexiga ali mesmo nas proximidades da barraca antes de tentar pregar os olhos.

Enquanto eu estava agachada fazendo minhas necessidades no escuro, escutei de repente a voz inconfundível do Rodrigo conversando animadamente com outro homem — um sujeito desconhecido que não pertencia ao nosso grupo de amigos. Escondi-me sutilmente atrás de uma moita para não ser vista e fiquei com os ouvidos atentos à conversa alheia:

— Cara, hoje o dia foi à vera, água dura o tempo todo... — comentava um deles.

— Foi pra caralho! — concordava o outro.

Ambos falavam com a voz arrastada e embriagada pelo álcool, urinando no mato ao mesmo tempo, sendo perfeitamente possível ouvir o som líquido do mijo caindo no chão. O rapaz desconhecido continuou, em tom de confissão:

— Quer saber? Agora eu só queria mesmo era fuder uma gostosa bem gostoso para fechar a noite.

— Nem me fale! Eu mesmo vou tentar caçar e comer uma safada gostosa nessa porra de acampamento hoje ainda — respondeu o Rodrigo, sem hesitar.

Fiquei paralisada no escuro, com o coração disparado, remoendo a dúvida angustiante se ele estaria se referindo explicitamente a mim.

— Sério mesmo? Caralho, você é um cara de muita sorte, queria ter essa facilidade... — elogiou o rapaz.

Em seguida, os dois deram por encerrada a conversa e foram saindo em direções opostas. Tomada pelo pânico e por uma sensação imensa de paranoia, corri de volta para a nossa barraca, passei o zíper com violência para trancá-la e me deitei imediatamente ao lado do Alan, que já roncava profundamente, completamente entregue e apagado pelo cansaço físico, pelo sono pesado e pelos litros de álcool consumidos ao longo do dia.

Mas logo comecei a ouvir passos furtivos arrastando-se pelo matagal escuro, esmagando os galhos secos com estalos abafados e secos, seguidos pelo som metálico e inconfundível de um zíper se abrindo na calada da noite, ainda a uma certa distância da nossa barraca. O barulho foi se aproximando de forma progressiva, arrastada e ameaçadora, até parar bem diante da lona da nossa barraca. Ouvi o estalido do zíper da entrada sendo puxado lentamente, rasgando o silêncio. Fingi um sono profundo, fechando os olhos com força máxima, e escutei a voz sussurrada e triunfante invadindo o espaço:

— Achei vocês, porra... — era a voz inconfundível do Rodrigo.

Continuei imóvel, fingindo dormir pesadamente, enquanto ele entrava.

— Achei você, sua gostosa do caralho! Eu vou te comer hoje inteirinha...

Eu estava deitada de barriga para cima, perfeitamente posicionada bem ao lado do meu marido desmaiado, com as pernas levemente entreabertas e a minha buceta totalmente exposta, úmida e vulnerável aos olhos e à cobiça de Rodrigo.

— Olha que bucetinha mais linda e encharcada... — sussurrou ele, babando de tesão.

E, sem aviso prévio, senti a língua áspera, quente e faminta dele mergulhar diretamente na minha buceta. Continuei fingindo estar em um sono profundo e intocável, enquanto ele abria ainda mais as minhas pernas com as mãos grandes, fazendo a língua penetrar com força cada vez maior entre os meus lábios vaginais, explorando vorazmente cada dobra e enfiando a ponta úmida profundamente nas paredes quentes do meu canal vaginal. Aquela fricção molhada e cadenciada provocava uma onda deliciosa de prazer que quase me fez perder a cabeça e gemer de verdade, mas mantive a atuação impecável de quem dormia como uma pedra.

— Que buceta mais deliciosa, saborosa e safada você tem, Denise... — gemia ele, chupando e lambendo sem parar, enquanto eu me contorcia por dentro, travando uma batalha interna violenta para conter os tremores e os gemidos reais que imploravam para escapar.

— Agora deixa eu chupar esse cuzinho apertado... — murmurou ele, faminto de perversão.

Com um cuidado extremo para não me “acordar”, Rodrigo foi me virando de lado com delicadeza calculada, posicionando uma das minhas pernas dobradas e erguidas para o alto por cima do corpo pesado do meu próprio marido, deixando o meu cuzinho completamente à mostra, escancarado e totalmente à disposição para ele fazer o que bem entendesse.

De imediato, senti aquela língua quente, deslizante e áspera explorar sem pudor todas as minhas preguinhas anais:

— Esse cuzinho me deixou com o pau duro o dia todo, que coisinha mais gostosa da porra... — sussurrava ele, passando a língua de um lado para o outro de forma frenética, até que senti a ponta úmida invadir o meu canal anal, lubrificando, abrindo caminho e estirando as paredes estreitas e sensíveis do meu cu.

Nessa hora, a onda de prazer foi tão avassaladora e intensa que a vontade de gemer alto tornou-se quase incontrolável; não sei por que milagre divino consegui morder os lábios com força e me segurar. Rodrigo estava completamente ofegante, chupando meu cu com uma voracidade animalesca, até que o senti deslizar para cima, me abraçar por trás em formato aconchegante de conchinha e encostar o seu pênis latejante diretamente contra a minha bunda.

— Agora você vai sentir o “grandão” entrar com tudo nessa sua bucetinha quente e apertadinha... — sibilou ele bem no fundo do meu ouvido.

Senti as primeiras pinceladas da cabeça da pica dele roçando insistentemente na entradinha da minha vagina foi eletrizante. Aos poucos, fui sentindo as empurradas firmes e as respirações ofegantes e pesadas de puro tesão soprando na minha orelha. Continuava fingindo dormir, mas o meu corpo já reagia de forma totalmente descontrolada, sentindo aquela tora de carne grossa começar a forçar a entrada e invadir a minha bucetinha.

Centímetro por centímetro, senti a cabeça colossal da pica do Rodrigo rompendo a minha resistência, me arrombando por dentro com uma força deliciosa. A sensação de plenitude tomou conta quando a glande finalmente entrou por completo, fazendo a minha buceta se inundar ainda mais de umidade, ficando completamente molhada, febril e pulsante. Rodrigo gemia baixo, num som abafado direto na minha nuca, enquanto iniciava um movimento ritmado de vai e vem. A pica ia entrando cada vez mais fundo, e cada centímetro daquele deslizar áspero era sentido intensamente como se estivesse me rasgando ao meio, mas era uma dor misturada a um prazer tão violento que chegava a ser extasiante.

Continuei sentindo ele enfiar o pau devagar, centímetro por centímetro, até que senti os ovos pesados dele colarem na minha pele e o suspiro profundo ecoar no meu ouvido, sinal de que ele havia enterrado o membro por inteiro. Aquela imensidão de carne estava todinha dentro da minha bucetinha, parecendo que ia sair pela minha própria boca de tão funda que era a penetração. Rodrigo engatou um ritmo constante de estovadas, metendo devagar no início. Estava acanhado, gostoso demais, e a buceta, totalmente encharcada de fluidos, facilitava a movimentação implacável daquela pica pesada deslizando pelo meu canal vaginal.

O prazer acumulado tornou-se insuportável de conter em completo silêncio, e percebi que não conseguiria mais abafar os gemidos. Foi quando me veio à mente uma ideia genial e maquiavélica: fingir que estava gemendo involuntariamente, como se estivesse no meio de um sonho erótico e inconsciente. E assim eu fiz, soltando um gemido manhoso e manjado:

— Ain... Alan...!

Rodrigo tomou um susto momentâneo com o nome do primo, paralisando a estocada por um segundo antes de rosnar no meu ouvido, excitado ao extremo:

— Tá sonhando, sua putinha do caralho?! Tá sonhando sendo comida por quem, hein?!

Mantive a farsa perfeitamente, soltando outro gemido alto, falso e dengoso:

— Ain, Alan... Mete gostoso, amor...! gemia sussurrando.

E comecei a rebolar de propósito e com malícia em cima daquela pica enorme que me penetrava, fingindo total inconsciência, como se estivesse entregue a um delírio noturno:

— Isso, sua putinha safada, rebola gostoso nessa pica do caralho! — delirava ele, perdendo totalmente o controle dos sentidos.

Continuei rebolando e rebolando, encaixando perfeitamente o meu quadril, até que as estocadas do Rodrigo se transformaram em investidas selvagens, brutais, cada vez mais fortes, rápidas e barulhentas, ecoando pela barraca escura com estalos secos e molhados que batiam contra a lona: “Plact! Plact! Plact! Plact! Plact!” — Ain... ain... ain... — eu gemia gostoso, fingindo o transe profundo.

Ele levantou um pouco mais a minha perna, tirando-a de cima do corpo de Alan para conseguir amplitude máxima de movimento, e continuou metendo sem dó nem piedade:

— Toma toda essa pica, sua putinha desgraçada! Recebe o gozo do “grandão”!

E empurrava com uma força desmedida, cada vez mais fundo, mais rápido e com um barulho ensurdecedor de carne batendo contra carne.

— Ain... ain... mete, Alan... mete bem gostoso nessa bucetinha... — gemia eu, fingindo sonhar com o meu próprio marido me devorando com aquela violência desmedida.

Até que senti a pica dele pulsar e inchar ainda mais lá dentro de mim, endurecendo num nível supremo antes de disparar jatos quentes, espessos e copiosos de gozo que batiam violentamente contra as paredes internas da minha buceta. Rodrigo soltou um gemido cavernoso, gutural, de indescritível alívio e puro prazer, expurgando de uma vez todo o tesão reprimido que carregava:

— Ahhhhhhhhhh porraaaaa...! — urrava ele, gozando profundamente dentro da minha buceta em espasmos violentos.

No mesmo segundo em que ele despejava seu sêmen quente em mim, eu própria soltei um gemido final de exaustão e desabei em um orgasmo simultâneo e avassalador. Rodrigo deixou cair a minha perna de volta sobre o corpo de Alan, mas permaneceu com a pica flácida e mole ainda enfiada dentro da minha vagina, esperando o membro desinchar enquanto recuperava o fôlego ofegante. Fiquei ali imóvel, fingindo o sono profundo, até que acabei capotando de verdade, vencida pelo cansaço extremo daquela maratona.

Quando acordei horas depois, a cena era exatamente a mesma: eu continuava no meio dos dois, com o Alan e o Rodrigo roncando alto, e o Rodrigo ainda perfeitamente encaixado em mim em formato de conchinha, com a pica dele — agora totalmente mole e murcha — ainda entocada dentro da minha buceta encharcada de fluidos secos. Com cuidado cirúrgico para não acordar ninguém, fui me escorregando e retirando lentamente daquela posição comprometedora e fui direto mijar no matagal.

A história fica ainda mais intensa...

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Continua...

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