A viagem pós divórcio – 7, Final
Mesmo no estado que me encontrava era demais para mim, aquele pau descomunal estava me deflorando, não sei quanto havia entrado, mas percebi que a cada investida de Veronica, mais tentava abrir caminho, era demais, comecei a chorar e soluçar. Ouvi Isa falar: “Pare Veronica, você vai machucá-la”. Pude sentir um alívio quando Veronica lentamente retirou o mastro da minha PPK, imediatamente senti o ar frio do quarto invadir minhas carnes, respirei fundo.
As nossas amigas norueguesas, Trudy e Ingrid, pararam de interagir comigo, ficaram admiradas ao ver o cacete de Veronica em riste. Isabel disse para Veronica esperar um pouco, ela iria ajudar.
Isabel se reposiciona e começa a chupar o cacete de Veronica, ela demonstra que sabe bem como fazer, segura o pau com as duas mãos, aperta com suavidade e começa a passear com a língua na glande, enquanto punheta com suavidade. Veronica reage gemendo – Veronica: “Ahinn, puta gostosa, lambe, passa a língua, assim...,deixa meu pau bem babado”. Isabel para um segundo e pede pras escandinavas me excitarem. Trudy vai até minha buceta e começa a me chupar, sinto um alívio imediato, fico arrepiada e quando vou sentar um gemido, Ingrid tampa minha boca, com a vagina dela.
A PPK de Ingrid é delicada, bem fechada, eu não tenho muito jeito ainda com bucetas, coloco minha língua suavemente, envolvendo a vulva e depois o canal vaginal, sinto um gosto delicado, levemente azedinho e viscoso, que começa a escorrer pelo meu rosto. Tento alcançar o clitóris, que está um pouco alto, levo as minhas mãos até a bunda de Ingrid, sinto como é durinha, arrisco levar o dedo indicador até a entrada do cuzinho, sinto como é apertado e fico cutucando sem enfiar. Segurando as duas bandas do bumbum faço com que Ingrid se incline um pouco, o que ela faz, assim consigo sentir e chupar o clitóris dela. Ela reage e geme, começa a falar, mas meu norueguês não permite traduzir.
Enquanto isso Trudy se mostra experiente, me delicio com um sexo oral excelente, vejo que ela consegue me atiçar e quando começo a entrar em um espiral orgásmica, ela para e leva a língua até a entrada do meu canal vaginal, descendo até meu cuzinho, percebo também como ela faz questão de me babar toda, deixando minha buceta ensopada não só pelos meus líquidos, como a saliva de Trudy também. Com Ingrid sentada em meu rosto não vejo o que Isabel e Veronica estão fazendo, mas escuto Isa falar algo para Trudy, pedindo para ela se afastar.
Sinto mãos abrindo meus lábios vaginais, fico tensa, imagino o que está por vir, dou uma travada no sexo oral em Ingrid, de repente algo pesado bate na minha xoxota e depois suavemente aponta para entrada e começar a deslisar para dentro. Dessa vez o pau de Veronica estava todo babado, igual minha PPK, ainda sinto me arreganhar e arder, mas não dói tanto... Eu tento aguentar, começo a balançar com as estocadas, que por enquanto estão comedidas, mesmo assim o movimento faz com que Ingrid desencaixe de meu rosto, ela se posiciona ao meu lado e coloca a língua na minha boca enquanto seus dedos seguram meu seio direito. Depois do beijo falo para ela que como é gostosa e que sua buceta é uma delícia.
Consigo ver Isabel e Trudy ao lado de Veronica. Trudy beija Veronica e acaricia os seios da mulata, enquanto Isabel mais uma vez pega o pau de Veronica e retira da minha buceta, passando a sugar a glande e punetá-lo. Enquanto Isa está ocupada, Ingrid se inclina até minha vagina e começa a me chupar, está uma delícia, meu clitóris está enorme e sensível, começo a gemer.
“Ahinn, Ahinn, quero mais, Veronica me fode!”.
Veronica se posiciona e escorrega pra dentro de mim, Isabel e Ingrid dão espaço e se atracam, beijando-se, deitando ao meu lado. Veronica começa a me estocar com mais vigor, eu coloco a mão em seus seios para tentar contê-la, mas a força e o tamanho da morena são descomunais, igual seu mastro. Me sinto totalmente preenchida, o pau de Veronica a toda estocada bate em meu útero a dor começa a ceder e fico extasiada em prazer, não consigo sequer fechar a boca, meus olhos lacrimejam, mas não de sofrimento, não sei explicar a sensação, eu transpiro muito. Veronica me dá um beijo profundo e puxa a minha cabeça a seu encontro, ela explora minha boca com sua língua com uma volúpia de macho alfa.
Veronica: “Pensei a viagem toda em comer essa bucetinha, sabia que você ia aguentar, agora vai ser minha pra sempre”. “Fica de quatro, quero te comer vendo essa bundinha gostosa”.
Eu fico de quatro e empino minha bunda, percebo que Trudy está nos acompanhando, ela fica ao lado de Veronica e segura as bandas da minha bunda, separando-as, arreganhando minha buceta para Veronica, que desfere um tapa em minhas nádegas e diz: “Gostosa, vou te comer muito”. Veronica então enfia e começa a movimentar-se de forma lenta mais profunda, mas ainda não sinto o saco da morena encostar em minha buceta. Trudy fica ao meu lado e leva uma mão ao meu clitóris e outra ao meu seio esquerdo, isso desvia minha atenção quando Veronica começa a meter com mais vigor, vou aos poucos relaxando, mas sinto que ainda falta muito para a morena enfiar tudo.
O quarto está tomado pelo odor de sexo, vejo Isabel e Ingrid em um 69, elas são muito lindas e sensuais. Rapidamente desperto de meu voyerismo, quando Veronica me dá um tapão nas nádegas, ela está metendo segurando em minha cintura, cadencia os movimentos da cintura, enquanto me puxa contra ela, está uma delícia, mesmo sem conseguir receber todo aquele pau em minha bucetinha. Trudy está muito excitada, ela novamente vai para o lado de Veronica e a beija, enquanto a mão da loirinha passeia em meu bumbum. Sinto uma mão em volta do pau de Veronica, imagino ser Trudy punhetando o que não consegui receber dentro de mim. De vez em quando os dedos da mão esbarram em meu clitóris, me deixando acesa: “Ahinn, Delícial, Aiii, assim eu vou gozar.
Veronica leva a mão a minha nunca e a segura, ela tenta em vão empurrar mais a tora dentro de mim, mas já estou no limite. Veronica segura meu cabelo e mesmo sendo curto consegue puxá-lo, se erguendo um pouco de forma que começa a martelar o pau em um ângulo mais inclinado. Consigo ver Trudy se posicionar atrás de Veronica, escuto então: “Isso loirinha, chupa meu cu e minha bolas enquanto eu meto, que delícia”.
Minha buceta está enxarcada, quando vou levar minha mão ao meu clitóris, sinto que cheguei tarde, Trudy usa o polegar para pressionar meu clitóris enquanto ainda segura com a outra mão a bunda de Veronica. A mulata também usa o polegar, para pressionar a entrada de meu cuzinho, sinto o dedo me invadir e começo a gemer e gritar.
O pau de Veronica não dilata apenas meu canal vaginal, sinto minhas entranhas se acomodando, meu ventre infla a cada investida da mulata, se expande e começo a sentir um pouco mais do cacete me invadir.
Veronica urra de forma gutural. Sinto meu corpo convulsionar, não sei explicar, mas surge um orgasmo intenso, minha xoxota contrai e aperta o pau da morena, ao mesmo tempo que grito e anuncio que estou gozando. Veronica dá uma estocada forte, usa o peso do corpo e me puxa vigorosamente contra ela, sinto o pau da morena pulsar e inchar, fico ainda mais preenchida, o que faz com que meu orgasmo seja múltiplo e em ondas. Minha PPK está cheia de líquido quente e viscoso, Veronica se desencaixa lentamente enquanto Ingrid se aproxima e me beija de forma suave, só consigo fechar meus olhos e sentir o relaxamento daquele orgasmo intenso.
O que vem a seguir só consigo narrar em pequenos flash’s, pois estou chapada pelo uso da “bala” e pelo sexo. Quando olho do meu lado direito, vejo Ingrid e Isabel ainda fazendo um 69, Isabel por cima e Ingrid em baixo, vejo que Ingrid enquanto chupava usava dois dedos, não sei se na buceta ou no cuzinho de Isa.
Do meu lado esquerdo, Veronica está deitada na cama, com as pernas abertas, enquanto Trudy está com a cabeça no meio das pernas, com uma mão agarrada ao cacete de Veronica, punhetando-o e os dedos da outra mão no cuzinho da mulata, tudo isso enquanto ela lambe o saco de Veronica.
Isabel veste a cinta, o strapon e se posiciona sobre Ingrid, na posição “mamãe e papai”, ela demonstra que tem muito preparo e vigor, escuto Ingrid gemer, enquanto aperta a bunda de Isabel. A sintonia das duas loirinhas é incrível, não demora muito eu percebo que Ingrid está gozando.
A posição Mamãe e papai continua, mas agora é Trudy quem sente o mastro de Veronica, ela está com um semblante tenso (que conheço bem), a mulata inicia os movimentos, metendo naquela bucetinha, Trudy geme e pede para ela ir devagar. Ingrid e Isabel se aproximam, eu fecho os olhos.
Quando me recobro me assombro com a cena, Trudy está de vaqueira, montando na pica de Veronica, ela sobe e desce tanto que fico com vertigem, Ingrid ao seu lado a beijando e apertando os peitinhos da amiga. Só então percebo Isa abaixada, lambendo as bolas de Veronica e cuzinho de Trudy, que grita e geme sem parar. O som da buceta molhada da norueguesa, os movimentos intensos e ginásticos da jovem me despertam inveja.
O tempo passa de forma diferente no meu estado, chapada, me pergunto se o efeito gostoso não vai passar, me sinto leve e relaxada. Não sei como gozei tanto e ainda sinto minha xoxota quente e melada, me lembro que estou toda gozada de Veronica, aliás, quando volto a prestar atenção nela, a vejo beijando Ingrid, que agora é quem está montada no cacete da mulata, Trudy aproveitando que ela está parada, ainda se acostumando ao volume, acho eu, vai para trás da amiga e abre sua buda, lambendo o cuzinho e o pau de Veronica que está atolado na bucetinha. Escuto Trudy chamar Isa, dizendo: “Vem, que ela gosta”. Só então percebo que Isabel vestiu o cintaralho e se posiciona atrás de Ingrid e Veronica, ela começa a pincelar o dildo na entrada do cuzinho de Ingrid e pressiona suavemente, depois retrocede um pouco, mas sem perder contato e assim vai aos poucos enfiando. Veronica e Isabel ficam estáticas por alguns segundos, com seus paus (falo assim mesmo que um seja de mentira), separados pelo tecido fino do períneo. Primeiro Veronica começa a se movimentar, seguida por Isabel, aliás nossa amiga é afoita, ela rapidamente acelera e passa a socar aquele pênis de silicone na bunda de Ingrid, e olha que aquele dildo, como sei bem, era bem grosso. Ingrid a esta altura deixou o inglês de lado e está berrando em norueguês. Veronica inclina a cabeça e abocanha os seios de Ingrid e começa a mamá-los alternadamente. Eu vejo Trudy estática, com uma expressão de admiração e preocupação, imagino que ela esteja preocupada com a amiga levando pau daquela forma, Veronica já está macetando por baixo a bucetinha, enquanto Isa segura os ombros de Ingrid e usa a musculatura daquelas coxas grossas para avançar contra a bunda da escandinava, dá pra escutar o som de “splash” com o contato. Eu as escuto gemendo, mas os gemidos vão ficando cada vez mais baixos.
Volto aos sentidos com muita dor na minha bunda, não sei como fui ficar de quatro, abro os olhos e veja uma xoxota rosa e depilada logo abaixo de mim, sinto uma língua na minha PPK, passeando na minha vulva e clitóris, mãos abrem minha bunda, enquanto sinto um líquido viscoso ser despejado em meu rego. Escuto Isabel dizer: “Acho que não vai dar”; Veronica responde: “Hoje eu consigo”.
Penso, consegue o quê? “Ahinn, Ahinn, para, tá doendo”. Que dor no meu cu.
- “Não Veronica, eu não aguento, dá outra vez que você tentou doeu muito, para”.
Ela retrocede e sinto um alívio enorme, agora posso curtir as chupadas de Ingrid, que é quem está abaixo de mim, estamos em um “69”, relaxo um pouco, porém sinto novamente meu cuzinho sendo explorado, algo que começa a entrar de forma delicada, mas vai aos poucos dilatando meu anus, mais e mais, novamente protesto.
Veronica responde: “estou colocando este plug anal em você, vai te ajudar a se acostumar”; “Me acostumar(!), nada disso, pode esquecer”. Assim que falo isso Veronica pressiona mais o plug, que encaixa em meu cuzinho, fico arrepiada e ao mesmo tempo sensível, pensei em tirar eu mesma, mas as linguadas de Ingrid estavam tão gostosas que vou me acomodando. Sinto então Veronica encostar o pau na entrada da minha xoxota, ela enfia e novamente me sinto arrombada, penso ser impossível mesmo me acostumar com aquela monstruosidade, mas agora pelo menos não sinto dor.
Isabel e Trudy também se posicionam em baixo de mim, mas cada uma fica me ordenhando, mamando em meus peitinhos, aquilo é bom demais, estou sendo fodida, chupada e mamada, que luxúria, e pensar que a poucos dias estava a mais de um ano sem sexo.
Veronica agora mete vigorosamente. O pau da mulata desliza fácil dentro da minha PPK, lembrando que eu ainda estava melada com o gozo anterior e pelo lubrificante que escorreu de meu rego, aliás, já me acostumei com a pressão que o plug anal fazia em meu anel, estava até gostando a essa altura. As sensações eram intensas, maravilhosas, se já não tivesse gozado duas vezes aquela noite, já teria há muito me acabado em um orgasmo. Veronica mete com tanta força que só então me dou conta, sinto o saco dela bater em minha buceta pela primeira vez e também no rosto de Ingrid, o fato não passa despercebido de Veronica.
“Olha como essa puta tá aguentando tudo”; “Agorinha vai estar completa”.
“Ahinn, que delícia, me fode, quero esse pau sempre”.
Se fosse apenas Veronica eu não teria me entregue daquele jeito, era o conjunto, Ingrid intensificava o trabalho com a boca, levantando a cabeça e amortecendo os movimentos de Veronica, sincronismo perfeito, ela agora também sugava meu clitóris com mais intensidade, me deixando extasiada. Isabel e Ingrid mordiscavam meus mamilos, apertando-os com a ponta dos dentes, enquanto usavam a língua para massageá-los.
Subitamente Veronica parara e retira seu cacete de dentro de mim, esse procedimento leva quase um minuto, rs. Depois ela introduz dois dedos na minha bucetinha, com a outra mão ela retira suavemente o plug anal.
Eu digo: “Sei o que você está querendo, mas não vai conseguir, eu não aguento”.
Veronica não me dá ouvidos, ela pressiona o pau na entrada do meu cuzinho, eu tento escapar mas a morena segura minha cintura. Isabel larga minha teta, saindo de baixo de mim e vai para o lado de Veronica, ela espalha lubrificante na minha bunda e no pau da amiga mulata, que antes de tentar novamente me dá duas palmadas fortes e diz: “Sei que você vai amar meu pau no seu cuzinho, a Isabel me pede sempre para eu comer o dela e agora vai ser sua vez”.
Fico tensa, me lembro de quando perdi a virgindade e o medo de doer, quero tentar mas Veronica tem o pênis pelo menos 10 vezes maior que o namorado que tirou a minha virgindade a matemática não está do meu lado.
“Ahinn, Aii, puta, vai devagar, se eu não aguentar para”. E assim Veronica começa a forçar meu anus. Me sinto o centro do universo, a expressão que Isabel, Ingrid e Trudy estão fazendo ao me observa (isso mesmo, nesse momento elas param tudo que estavam fazendo) me deixa ainda mais nervosa e temerária.
De repente Isabel grita como uma “cheerleader”: “entrou a cabeça”. Veronica para um pouco, Ingrid retoma as lambidas em meu clitóris, habilmente usando as mãos para separar meus grandes lábios e introduzir a princípio a ponta de dois dedos, o indicador e anelar, na minha buceta. Trudy também volta a me ordenhar e Isabel está ao lado de Veronica, a beijando e a incentivando.
Meu cuzinho está pegando fogo, parece que algo está me rachando ao meio, eu sinto o pau de Veronica encostar nas duas bandas da minha bunda e forçando a separá-las. Isabel despeja mais lubrificante, que escorre pela minha xoxota, pelo menos facilitando a invasão dos dedos de Ingrid. Veronica começa novamente a se movimentar, ela é paciente, sabe que poucas conseguem aguentar aquilo no cu, ela enfia mais um pouco e para.
Ingrid tem seu mérito, ela enfia mais um dedo na minha buceta e suga meu clitóris, enquanto sinto sua língua massageando freneticamente, eu consigo até começar a sentir prazer mesmo sentindo muita dor na bunda. Veronica, experiente, percebe o relaxamento e começa agora a mover-se suavemente, eu abro um pouco mais as pernas, tentando facilitar, Isabel não perde tempo e lubrifica mais o pau da mulata e depois com a mão melada leva até a bunda de Veronica.
Isabel: “amor, está gostando dos meus dedinhos no seu cu?”.
Veronica: “Ai sua puta, assim vai me fazer gozar mais rápido”.
Agora com minha bunda toda ensopada eu começo a relaxar, meu cu ainda dói, mas o prazer também é enorme, Veronica percebe e começa a meter mais rápido e fundo. Eu abro mais as pernas e empino a bunda, minha buceta também está pegando fogo, são muitos dedos deslizando para dentro de mim, não sei o que Ingrid está fazendo, mas está delicioso.
Eu: “Ahinn, Ahinn, que gostoso, me comam, façam o que quiser comigo”. Sinto Veronica violentamente me macetando, o saco da morena fica batendo na minha xoxota ainda mais fácil do que quando ela comeu minha buceta. Veronica enfia tudo e para, então ela diz: “Aaiii, que gostoso esse cu, Aiii que puta.
Ela olha para Isabel e aponta para Ingrid, dizendo "olha o que essa vagabunda tá fazendo com a Ana”!
Como Veronica parou de meter no meu cuzinho, consigo então sentir que Ingrid enfiou o todo o PUNHO na minha buceta, está me arrombando e pressionando por dentro o pau de Veronica. Ingrid também continua me chupando e deslizando a mão inteira dentro de mim. As sensações são tão intensas que não consigo fechar a boca, começo a emitir sons guturais e chorar. Veronica aperta meu pescoço e me puxa, sinto o pau dela pressionar minhas entranhas e punho de Ingrid estufar meu abdômen.
Começo a convulsionar, estou gozando novamente, o melhor gozo da minha vida e enquanto ainda estou em êxtase sinto o pau de Veronica inchar e pulsar dentro do meu cu. Ele permanece dentro mais uns minutos e ao sair só então percebo que Ingrid ainda está com punho na minha buceta, quando ela o tira, sinto um relaxamento enorme, acho que nunca mais cu e buceta vão voltar a ser o que eram. Isabel beija Veronica e limpa o pau da amante com a boca, depois diz que a ama, todas nós nos abraçamos, sinto um calor fraterno, amigas, amantes é uma sensação de satisfação e entrega, exausta como estou eu durmo.
Pela manhã acordo, estava dormindo bruços, ao me virar e sentar na cama, sinto meu bumbum doente e digo: “Puta que pariu Veronica”!
Nos despedimos de nossas amigas Trudy e Ingrid, prometemos nos encontrar em breve, ou no Brasil e ou em outra viagem;
Eu, Isabel e Veronica temos que pegar nosso voo no final da tarde, vamos tomar café e depois saímos para a praia, onde conversamos sobre tudo que aconteceu, elas me perguntam se exageraram, eu digo que sim, mas que estava precisando daquilo, do exagero, que nunca, nunca, nunca iria esquecer essa viagem, foi maravilhosa e que elas seriam minhas amigas do coração para sempre.
Quando chego em casa ligo para meus filhos, nos abraçamos e conto as novidades, sobre o lugar lindo que conheci, Seychelles, das amigas que a mamãe fez, (meus filhos já conheciam Isabel que era minha colega de trabalho).
Com o tempo eu coloco minhas emoções em ordem, converso sempre com Isabel no trabalho e ocasionalmente encontro ela e Veronica também, somos grandes amigas. Não voltamos a nos pegar, algo especial ficou naquela viagem, nunca vou esquecer.
Essa é minha primeira publicação, em outro site eu continuei com um conto abandonado, mas este é totalmente de minha autoria. Foi uma experiência e tanto escrever, realmente é algo que te consome. Com dois trabalhos deverei demorar bastante a escrever algo novamente.
POR FAVOR deixem comentários.
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