Coroas são minha paixão. (continuação)
Criado no meio de coroas, uma me iniciou e mostrou o caminho do prazer de ter uma coroa. Aprendendo a chuar boceta
Depois daquele sábado. Eu arranjava qualquer desculpa pra ir na casa da Alice — estudo bíblico, cântico, oração, o que fosse. O marido dela vivia viajando.
Logo que entrava , Alice me levava para o quarto , sentava na cama abrindo a blusa, botão por botão, sem pressa, mostrava os seios, pesados, os mamilos grossos já durinhos.
— Vem cá, queridinho… Toma maminha da titia.
Eu me aproximei, encostei nela, e ela me puxou pelo braço, me fazendo deitar no colo dela. Ajustou minha cabeça, pegou o mamilo com os dedos e colou na minha boca. Eu abri e comecei a sugar, devagar, e ela soltou aquele gemido baixinho, passando a mão no meu cabelo.
— Assim… a titia tá aqui, tá? — falou ela, baixinho. — Não precisa ter medo de nada, não.
Fiquei ali um tempo, sugando, sem pressa. Aí a mão dela começou a descer pelas minhas costas, pela cintura, e foi até embaixo. Passou por cima da calça, abriu o botão, desceu o zíper, e depois puxou minha calça e a cueca pra baixo, me tirando as duas de uma vez. Eu levantei o quadril pra ajudar, meio sem jeito, e ela me segurou, sentindo o quanto eu já tava duro.
— Ih… olha só — falou ela, com um sorriso. — Tá bem excitadinho, né?
Com jeito, ela me deitou no sofá, me ajeitando de barriga pra cima, a cabeça no braço do sofá. Subiu por cima de mim de lado, o peito encostando no meu braço, e começou a me beijar. Primeiro na boca, depois no pescoço, descendo pelo peito, pela barriga, devagar, sem pressa nenhuma. Eu acompanhava com os olhos, o coração batendo forte.
Quando ela chegou embaixo, parou. Olhou pra mim, sorriu de canto, e encostou a boca. Só um beijo, no começo, bem de leve na cabeça. Eu arregalei os olhos na hora — nunca ninguém tinha feito aquilo comigo, e a sensação daquela boca quente e macia ali foi um choque, um arrepio que subiu pela espinha inteira.
Ela viu minha cara e riu baixinho, sem tirar os olhos dos meus.
— Gostou? — perguntou ela, com a voz mansa. — Deixa a titia cuidar de você.
Aí ela abriu a boca e me engoliu devagar, descendo até o meio, e começou a mamar. Aquele vai e vem, sem pressa, a língua dela trabalhando por baixo, o calor da boca envolvendo tudo. O barulho das sugadas enchia o silêncio da sala, e eu ia tremendo cada vez mais, agarrado no braço do sofá, os dedos dos pés enroscando um no outro.
Ela apertava o ritmo devagar, alternando a pressão, às vezes parando na ponta pra lamber, às vezes descendo fundo. Eu sentia a onda subindo pelas pernas, tomando a barriga, e cada vez que ela sugava mais forte, eu ia mais perto.
— Titia… — falei, meio engasgado, sem ar. — Eu vou… eu não vou aguentar…
Ela só levantou os olhos, me olhou de baixo, com aquele sorriso de canto, e continuou mamando, sem parar, mais rápido agora, as duas mãos me segurando firme na base.
Eu não aguentei muito mais. O tremor subiu de vez, tomou conta das pernas, da barriga, do peito, e eu falei de novo, quase sem voz:
— Titia… eu vou… eu vou gozar…
Ela não parou. Só apertou o ritmo, sugando mais forte, a língua trabalhando na ponta, e aquilo foi o fim. Eu ejaculei na boca dela, o corpo todo retesado, um gemido comprido escapando da minha garganta, as mãos agarradas no braço do sofá até os nós dos dedos ficarem brancos. Ela ficou ali, sem pressa, me recebendo até o último espasmo, me sugando devagar até eu ficar mole de vez.
Quando eu abri os olhos, sem ar, ela se levantou devagar, engoliu sem pressa, e passou as costas da mão na boca. Aí veio subindo pelo meu corpo, me beijando o peito, o pescoço, a boca, e deitou a cabeça no meu ombro, encaixada do meu lado no sofá.
— Viu como a titia cuida bem de você? — falou baixinho, passando a mão no meu peito, sentindo o coração ainda disparado.
Eu só abanei a cabeça, sem fala, o corpo todo mole, a cabeça girando. Ela riu baixinho, me puxou mais pra perto, e ficamos ali um tempo, os dois calados, ouvindo a respiração um do outro.
—Depois se deitou na cama de costas, abriu as pernas e me puxou pra cima dela, pela mão:
— Vem, queridinho… vem cá.
Eu deitei sobre ela, me guiou com a mão na minha nuca, puxando minha cabeça pra baixo, pra entre as pernas dela.
Eu fui descendo, beijando a barriga dela, o umbigo, e ela foi pressionando de leve, me conduzindo, até que minha boca caiu ali, na boceta dela. Quente, molhada, o cheiro dela forte, tomando conta de mim.
Eu parei, depois beijei e passei a língua na fenda.
— Devagar, Nelson… primeiro com a língua, bem de leve… isso… sobe e desce devagar…
Eu obedeci. Passei a língua devagar, de baixo pra cima, e ela soltou um gemido baixinho, a mão no meu cabelo, me firmando ali.
— Isso… agora procura aquele pontinho em cima… isso… chupa de leve…
Eu fui achando o jeito, seguindo a voz dela, e a cada movimento certo ela gemia mais alto, o corpo dela tremendo de leve, as pernas se apertando em volta da minha cabeça. Ela ia me dizendo o ritmo — mais rápido agora, mais devagar, sem parar, isso, assim — e eu ia fazendo, sem pensar em mais nada, só na boca dela, no gosto, no cheiro, na mão dela agarrada no meu cabelo.
Ela foi subindo, subindo, a respiração ficando pesada, os gemidos virando quase choro, até que o corpo dela todo tremeu em convulsões, as coxas apertando minha cabeça com força, e ela gozou, gemendo alto, jogando o quadril contra a minha boca. Eu continuei ali, lambendo devagar, até ela amolecer de vez e me soltar, ofegante, o peito subindo e descendo.
Quando eu levantei a cabeça, ela tava com os olhos fechados, o rosto todo vermelho, um sorriso cansado nos lábios. Abriu os olhos, me olhou, e puxou meu braço pra deitar do lado dela.
Eu deitei, encostei a cabeça no ombro dela, e perguntei, ainda meio sem ar, com a voz de menino:
— Gosta assim?
Ela riu baixinho, passou a mão no meu cabelo, me puxou mais pra perto e me deu um beijo na testa.
Ficou me acariciando o cabelo, a nuca, as costas, devagar.
— Você é um bom menino, Nelson.
— Eu vou cuidar de si.
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Comentários (1)
Eros: Poxa que conto gostoso. Continua a história amigo, faz um conto mais longo esse foi bom mas foi muito curto
Responder↴ • uid:1e2bwznrt8e3