Coroas são minha paixão.
Criado no meio de coroas, uma me iniciou e mostrou o caminho do prazer de ter uma coroa.
Sou o Nelson, tenho 35 anos, solteiro, consultor financeiro em São Paulo, onde moro num apartamento pequeno. Nasci em Minas Gerais. Meu pai nos deixou quando eu tinha 9 anos, e fui criado pela minha mãe e pela minha tia Cláudia..
Minha mãe virou evangélica, e nossa casa virou ponto de encontro das coroas crentes. Tive poucos amigos da minha idade — meu mundo eram aquelas mulheres maduras que me mimavam e quase me disputavam.
Alice era a que mais me dava atenção. Casada, evangélica, sem filhos, vivia me convidando pra ir na casa dela, onde depois do lanche me fazia ler a Bíblia e me ensinava cânticos.
Aos 16 anos, comecei a sentir tesão por ela. Num desses dias, acabei me roçando nela sem querer. Ela arregalou os olhos, eu fiquei vermelho e pedi desculpa. Ela só sorriu e disse que a culpa era dela, por ter aquela bunda grande.
Depois do lanche, puxou conversa sobre garotas:
— Tem namorada, Nelson?
Abanei a cabeça.
Ela me olhou por uns segundos e falou baixinho:
— Faz bem… essas garotas de agora querem tudo.
Não entendi direito, mas concordei. No final, ela levou a loiça pra cozinha e, quando voltou, me abraçou por trás da cadeira. Eu tremi todo.
— Nossa, como tá tenso, Nelson… — falou ela no meu ouvido.
A mão dela começou a afagar meu rosto devagar. Falou que eu era puro, que aquelas meninas da minha idade não sabiam o que queriam, que iam me usar e me jogar fora. Disse que ia me ensinar a me defender delas.
Aí me beijou. Primeiro suave, quase um encosto de lábios. Depois mais intenso, abrindo a boca, metendo a língua devagar, me buscando. Eu correspondi desajeitado, sem fôlego, o corpo todo tremendo.
Quando se afastou, sorriu de canto:
— É assim que se aprende. Devagar, sem pressa.
Você é casada titia…não é pecado ?
Não queridinho, pecado é outra coisa eu apenas te estou preparando para o Mundo.
Me fex confusão tufo aquilo, mas uma coisa era certa tinha sido gostoso pra caralho e
depois daquele dia, virei visita constante na casa dela. Cada encontro, ela ia um pouco mais longe. Até que num sábado, com o marido viajando, ela me pegou pela mão e disse:
— Hoje vai ser diferente.
Me levou pro quarto. Eu travei na porta, com medo. Ela entrou, foi até a janela, ajustou a cortina, e na minha frente começou a se despir sem pressa. Quando ficou só de calcinha, eu fiquei fixado naqueles peitos grandes, de mamilos grossos e escuros.
Ela veio e me despiu como se eu fosse um garotinho — camisa, calça, tudo. Quando chegou na cueca, parou. Olhou o volume, sorriu e passou o dedo por cima do tecido:
— Ih, Nelson… tá ficando excitado, isso é bom.
Me deitou na cama e começou a me beijar e acariciar o corpo inteiro. Depois aproximou um mamilo da minha boca:
— Vai, bebê… suga. Como eu queria que um filho mamasse.
Eu obedeci. Ela gemia baixinho, passando a mão no meu cabelo, e desceu a mão pelo meu corpo até me pegar, acariciando devagar enquanto eu ainda mamava nela. Eu gemi contra o peito dela, arrepiado.
— Tá vendo como é bom? — sussurrou no meu ouvido.
Ela desceu a mão devagar, sem pressa nenhuma, e puxou minha cueca pra baixo. Eu levantei o quadril pra ajudar, meio sem jeito, e ela tirou a peça de vez, jogando no chão. Fiquei ali, nu, exposto, com o coração batendo tão forte que eu achava que ela escutava.
Aí ela me segurou. A mão dela envolveu meu pau devagar, quente e macia, e começou a me masturbar num ritmo lento, apertando de leve, subindo e descendo. Eu gemi baixinho, o corpo todo arrepiado, e voltei a sugar o mamilo dela com mais força, como se aquilo fosse me segurar em algum lugar.
— Isso… assim mesmo, bebê — sussurrou ela, passando a outra mão no meu cabelo. — Suga gostoso… tá vendo como é bom?
Eu tava. Deus, como eu tava. Cada movimento da mão dela me fazia tremer, e eu me agarrava ao seio dela como quem se agarra num salva-vidas. Ela aumentou o ritmo devagar, alternando a pressão, e encostou a boca no meu ouvido:
— Fica calmo… respira… não é pra ter pressa não.
Eu tentava respirar, mas o corpo não obedecia. O prazer ia subindo pelas minhas pernas, tomando conta da barriga, e ela percebeu. Sorriu, colou a testa na minha e falou baixinho:
— Tá chegando, né? Pode deixar… vai com calma.
Ela continuou me masturbando devagar, mas firme, com aquela mão quente envolvendo tudo, o polegar passando por cima da cabeça a cada subida. Eu já não conseguia mais sugar direito — gemia contra o peito dela, mordia o mamilo sem querer, o corpo todo retesado, os dedos agarrados no lençol.
— Isso… vai, Nelson… — sussurrou ela no meu ouvido, acelerando um pouco o ritmo. — Deixa acontecer… não segura não.
Eu tentei avisar, falei meio engasgado:
— Titia… eu… eu vou…
— Eu sei — falou ela, mansa, sem parar a mão. — Vai. Sem medo.
E aí não teve mais jeito. O prazer subiu de uma vez, tomou conta de tudo, e eu ejaculei na mão dela, com o corpo inteiro tremendo, um gemido escapando da minha boca sem eu conseguir segurar. Foi forte, foi muito, e ela não parou a mão — continuou ali, devagar, me esvaziando até o último espasmo, enquanto eu ficava mole na cama, sem ar, o coração disparado.
Quando eu abri os olhos, ela tava olhando pra mim com aquele sorriso de canto, a mão levantada, os dedos brilhando.
— Olha só seu leitinho na minha mão- — falou ela.
Aí levou os dedos à boca e provou, bem na minha frente, sem tirar os olhos dos meus. — Doce que nem você.
Eu fiquei sem reação. Só olhando.
Ela se levantou, foi até o banheiro, lavou as mãos, voltou com uma toalha e me limpou com cuidado, como se eu fosse mesmo um menino pequeno. Depois deitou do meu lado, me acariciando devagar, passando a mão no meu peito, no meu cabelo, e falando baixinho, com aquela voz mansa:
— Você foi um bom menino, Nelson… um bom menino. A titia vai te ensinar tudo, pode ficar tranquilo. Tudo que você precisa saber, eu te ensino.
Eu fiquei ali, quieto, ouvindo a voz dela, sentindo a mão dela. Aos poucos o corpo foi voltando ao normal, mas ela não deixou esfriar. Continuou me acariciando, descendo a mão pela barriga, e quando chegou embaixo, me segurou de novo. Começou a mexer devagar, com paciência, sentindo o quanto antes eu respondia. E eu respondi. Não demorou muito, o sangue subiu de novo, e ela sorriu ao sentir.
— Ih… olha só — falou ela, satisfeita. — Tá vendo?
Aí ela se levantou, passou a perna por cima de mim e montou. Ficou ali, de quatro sobre o meu corpo, os peitos balançando na minha frente, o quadril dela encostando no meu, e começou a se esfregar devagar, sentindo meu pau endurecido contra a calcinha dela. Eu levantei as mãos, sem saber direito onde pegar, e ela guiou — uma mão minha no seio, a outra na cintura dela.
— Calma — falou ela, sorrindo. — Vai devagar. Deixa eu te mostrar.
Ela afastou a calcinha pro lado, me posicionou na entrada e foi descendo bem devagar, sentindo cada centímetro. Eu gemi, agarrado nela, o corpo todo tremendo de novo. Ela parou no meio do caminho, respirou fundo, e depois desceu de vez, me engolindo inteiro, gemendo baixinho com a cabeça jogada pra trás.
Ficou parada um instante, só sentindo, os olhos fechados. Depois abriu os olhos, me olhou de cima, e começou a se mover. Primeiro devagar, subindo e descendo com calma, me ensinando o ritmo com o corpo dela. Aí foi acelerando, o quadril rebolando em cima de mim daquele jeito que só ela sabia, e eu ia junto, sem fôlego, segurando a cintura dela com as duas mãos.
— Isso… assim, Nelson… — gemia ela, apoiando as mãos no meu peito. — Tá aprendendo direitinho…
Eu não sabia mais onde tava. Só sentia ela, o calor, o cheiro, o peso do corpo dela em cima do meu, e aquela voz me guiando, me ensinando, me levando até o fim
Ela continuou subindo e descendo em cima de mim, o ritmo cada vez mais intenso, o quadril rebolando daquele jeito que só ela sabia. Os peitos balançavam na minha frente, e ela gemia sem esconder mais, a voz saindo alta, os olhos fechados, a cabeça jogada pra trás. Eu segurava a cintura dela com força, o corpo todo entregue, sentindo cada movimento.
De repente ela acelerou de vez, agarrou os meus braços, cravou as unhas de leve na minha pele, e gemeu mais alto. O corpo dela começou a tremer todo, em ondas, convulsões que subiam pelas pernas e tomavam conta da barriga. Ela parou de subir e descer no mesmo ritmo — ficou me apertando por dentro, pulsando, enquanto o corpo sacudia em cima do meu.
— Ai… ai, Nelson… — gemia ela, quase chorando de prazer, o rosto colado no meu pescoço.
A respiração dela ficou pesada, forte, o corpo foi amolecendo aos poucos, os ombros caíram, e ela ficou ali um instante, deitada em cima de mim, sem força, o suor colando a pele dela na minha. Eu pensei que ela ia parar. Mas não parou.
Depois de recuperar o fôlego, ela levantou a cabeça, me olhou com aquele sorriso cansado, e começou de novo. Devagar primeiro, sentindo o quanto ainda aguentava, depois retomando o ritmo, subindo e descendo com paciência, me levando junto. O corpo dela ainda tremia de leve, mas ela não desistiu — continuou ali, rebolando, me apertando, até eu sentir de novo aquela onda subindo.
— Vai, Nelson… — falou ela, ofegante, colada no meu ouvido. — Agora é você… vai…
E eu fui. Segurei firme na cintura dela, levantei o quadril, e ejaculei dentro dela, com um gemido que saiu do fundo do peito, o corpo todo retesado, as pernas tremendo. Ela ficou ali, parada, me sentindo, acariciando meu rosto enquanto eu ia me esvaziando aos poucos, sem ar, sem fala, sem cabeça.
Quando terminou, ela desabou de lado na cama, me puxando junto, e ficamos os dois ali, suados, ofegantes, um do lado do outro. Ela passou a mão no meu cabelo, sorriu de canto, e falou baixinho:
— Viu como você é bom? Aprendeu rapidinho… a titia tá orgulhosa.
Eu não respondi. Só fechei os olhos e deixei o coração ir baixando, com o cheiro dela na minha pele e a cabeça ainda girando.
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