#Gay

Aventuras no Rio de Janeiro - O duro retorno para Sampa e o início da superação

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Viado novo

Depois de experimentar o pau de Baianinho durante três dias consecutivos, chegou o dia que eu aguardva tanta, mas não foi como eu pensei.

Enfin, a quarta-feira de cinzas fez pela primeira vez sentido pra mim.
Há três dias era meu maior desejo fugir do inferno que jeferson tinha me metido.
Mas na prática, eu sentia uma tristeza enorme ao pensar que estava indo pra longe de Baianinho.
Eu fiquei tentado pedir ou até implorar a Baianinho para me deixar ficar, nem que fosse por apenas alguns dias a mais com ele.
Mas ele estava diferente e me ignorva completamente.
Ao vê-lo se preparando para sair, me desesperei e pedi para conversar com ele, mas ele disse não ter tempo para conversas e precisava cuidar dos seus neg´cios.
Eu, o vi saindo pela porta sem nem olhar pra trás e meus olhos marejaram e aquele aperto na garganta voltou forte.
Jeferson me olhava, veio e me abraçou em apoio e disse para eu não ficar assim.
Ai não teve jeito, desabei a chorar de forma descontrolada.
Para amigo, não fica assim não. Esses caras são assim mesmo.
Nos dão atenção quando querem comer a gente, mas depois nos desprezam.
Mas eu tô com você aqui para o que der e vier.
Eu sei Jeferson, mas eu tô tão perdido. Antes queria fugir dele desesperadmente e agora estou aqui, arrasado porque o cara que me comeu o cú por três dias consecutivos, me bateu, me fez chupar seu pau, gozou dentro de mim e até me sujeitou a beber seu mijo...
Nessa hora Jeferson se espantou e perguntou: Amigo, ele mijou em você e vc aceitou isso?
Sim Jeferson, eu estava fora de mim. Baianinho tinha acabado de me dar a melhor experiência sexual que tive na vida, o que você queria que eu fizesse. Baianinho podia fazer o que quizesse comigo que eu ia aceitar, eu estava louco por ele.
Eu seu amigo, eu já senti isso com um cara também.
Mas, não fica assim não, isso vai passar.
Que passar Jeferson. Baianinho fez eu me sentir sua fêmea nesses três ultimos dias.
Eu estou deixando meu macho e voltando para Sampa completamente mudado e com um mão na frente e outra arás.
Hoje eu sei dar valor a um homem de verdade.
Sei o que faz de um homem um verdadeiro macho.
E sei que Baianinho me privou da vontade de ser homem, mas não posso culpar ele por fazer seu papel..
Ele me ensinou os prazeres que a passividde sexual pode oferecer e a valorizar o papel de servir e dar prazer a um homem como ele.
Tentei encarar a realidade e me recompor.
Tomei um banho e pensei que precisava voltar ao hotel.
Não tinhas roupas convencionais, apenas as que a irmã de Baianinho tinha deixado lá.
Vesti o shortinho mais comportado da irma dele e um tênis que embora fosse rosa e cheio de brilhinhos, esperava que as pessoas não estranhassem tanto e com muita vergonha acabei usando.
Desci o morro com vários homens negros me olhando.
Recebi inumeras cantadas além de muita zombaria.
Estava tão arrasado de deixar Baianinho que acabei nem ligando para os xingamentos.
Cheguei no hotel, todos me olhavam, mas nada diziam.
Corri pro quarto e fui trocar de roupa.
Jerferson me ligou para saber se eu tinha chegado bem no hotel.
Conversamos mais um pouco e aproveitei para desabafar e chora maisumpouco.
Desliguei o telefone e percebi que estava incomodado com alguma coisa.
Demorei pra perceber que sentia falta de usar langeries por baixo.
Era como se eu estivesse nú usando cueca.
Resolvi vestir a mesma calcinha que havia chegado ali no hotel.
Ah! Bem melhor. É dificil pra quem já sentiu o conforto de uma langerie conseguir não usar mais.
A todo instante pensava naquele negro desgraçado que me deixou daquele jeito.
Chorava toda hora pensando que jamais voltaria a vê-lo.
A viajem de volta foi dura, com a aeromoça sempre me perguntando se eu estava bem.
Em casa fui conversar com meu pai e ele insistindo em querer sabr se eu tinha pego umas meninas no Carnaval do Rio, mas eu menti dizendo que sim, mas cheio de culpa por enganar ele.
Se ele soubesse que um cara negro fez o filho dele de fêmea durante 3 dias consecultivos e o deixou completamente louco por seu pau negro, ele ia ter um ataque cardíaco.
Fiquei mal durante quase três semanas e quando voltei a sair de casa, eu me encontrei com Jeferson já num shopping em São Paulo.
Conversamos e ele perguntou como eu estava.
Confessei que não conseguia superar a saudade de Baianinho.
Jeferson falou que me entendia.
Mas tentou descontrair dizendo que era amor de pica que onde bate fica.
E era mesmo.Puro amor de pica.
Só que a pica amada estav tão longe e isso me desesperava.
Quando nos despedimos, foi inevitável perceber que um rapaz no shopping me seguia com os olhos, e quando Jeferson se afastou, ele veio até mim e pediu desculpas, mas que não ia perder aquela oportunidade.
Perguntei, oportunidade pra quê?
Pra conhecer vc.
Como assim me conhecer.
Ele disse, me desculpe ser tão direto, coisa que nunca sou.
Mas te vi desde que vc chegou aqui, mas antes de eu tentar chegar em você, eu vi seu amigo te abordar.
Achei que fosse seu namorado.
Como assim namorado? Ele é meu amigo.
Sim, sim, percebi depois, mas tava clara que ele era gay, então achei que você também fosse, mas com namorado eu respeito e já estava desistindo, quando ele saiu.
Então vi a chance da chegar e te conhecer.
Mas vc nem sabe se sou gay.
Olha, tô seguindo minha intuição.
Sou José Ricardo, mas pode me chamar de zé.
Tá, muito prazer Zé mas eu não estou afim de conhecer ninguém, sabe. Tô saindo de um relacionamento recentemente e estou ainda be abalado.
Me perdoe, mas pode ser uma chance de você conhecer outra pessoa.
Não não estou pronto ainda.
Cara, fica tranquilo, não vou forçar a barra.
Por enquanto vamos ser só amigos.
Queria te convidar para ir no cinema. Quem sabe vc se distrí um pouco e te ajude a squecer.
Acabei aceitando mas disse que não ia passar disso.
Ele então foi comigo ao cinema.
Saímos e sentamos na praça de alimentação e ele tinha uma conversa boa.
Comecei a ver que ele também era um tipo bem nteressante.
Mulato, forte, bonito e cheirava muito bem.
Voz marcante, como um cara daquele era gay.
Acabei perguntando se ele era gay e ele não teve dificuldade de dizer que sim.
Mas também falou que era ativo apenas, nunca tinha feito papel de passivo.
Isso foi até um alívio, pois não sabia se depois de Baianinho eu conseguiria ser ativo no sexo.
Acabei dizendo que era gay também, e que ao contrário dele era passivo.Ele chegou a sorrir.
Dali pra lá ele foi se soltando e acabou me convencendo a ir com ele pra seu apartamento.
Fomos e assim que chegamos ele já foi me beijando.
Eu que era doido para senti a boca de Baianinho mas não quiz arriscar, acabei sendo beijado pelo Zé já no primeiro encontro.
Ali, Zé já me deixou todo mole.
Ele não deixou eu tirar nenhuma peça de roupa, fez questão de me despir por completo.
Quando ele se desfez de suas roupas ví que o raio tinha caíd duas vezes no mesmo lugar.
Zé tinha o pau quase tão grande que o de Baianinho, mas era ainda mais grosso.
Não era um pau bonito como o de Baianinho.
Era grosso principalmente no meio e a cabeça era razoavelmente pequena para o porte daquele pau.
Seu saco era muito grande e ficava pendurado, meio flácido, diferente de baianinho que tava sempre tão redondinho, parecendo cheio.
Ele mandou eu sentar no sofá e ofereceu o pau para eu pegar.
Muito pesado, bruto mesmo.
Seu pau ficou duro tão rápido assim que o toquei e a cabeça se expos finalmente.
Ele devia ter muito asseio pois cheirava maravilhosamente bem.
Eu voltava finalmente a chupar um pau de novo, mas ainda me lamentava que não era o de Baianinho.
Eu já sabia exatamente o que fazer com o pau de um homem.
Então, acabei me soltando mais rápido e chupei o pau do Zé com maestria, arrancando elogios dele.
Zé falou que estava também muito tempo sem sexo.
Fomos afoitos pra sua cama, onde já caimos num 69.
Eu cupava o pau do Zé e ele se acabava no meu cú.
Ele logo se surpreendeu ao ficar cara a cara com meu cú e chamou de cuceta lind.
Realmente, eu agora era dono de uma cuceta.
Sabe, aquele cú que já levou bastante pau e perdeu todos as pregas e apresenta aquele aspecto de fendo, sem ser redondinho como um cú virgem.
Zé ficou doido e falou que não via a hora de meter na minha cuceta.
Realmente não demorou para ele me colocor deitado e vim por cima de mim e encaixar o pau na entrada.
Ele foi gentil e perguntou se podia meter.
Eu falei que sim.
Na verdade eu estava louco por pau.
Era muito grosso e embora já acostumado com o pau de Baianinho, faziam semanas sem pica.
Então, entrou de forma muito dolorida.
Spfri pra aguentar a pica toda dentro do cú, mas não um sofrimento desconhecido pra mim.
Então me abracei ao Zé e deixei ele me foder do jeito que ele queria.
Foi uma noite muito boa.
Horas de sexo com Zé, trouxe um alívio e uma certeza.
Não foi um engano, eu era mesmo gay e passivo.
Zé foi gentil e perguntou antes se podia gozar entro.
Eu autorizei e ele despejou seu lito dentro de mim.
Perguntei pro Zé se podia dormir com ele aquela noite.
Ele concordou e passamos a noite juntos.
Faríamos sexo por duas vezes ainda ants de amanhecer e antes de ir embora ele fez questão de trocarmos contato.
Voltei pra casa no outro dia e coversei com Jeferson o que tinha acontecido.
jerferson achou que isso me faria bem, pra esquecer Baianinho.
Mas Baianinho era um homem dificil de esquecer.
Percebi, que voltando pra casaeu estava olhando diferente para caras negros. Acho que estava adquirindo um predileção por machos negros.
Era uma percepção superficial e justificada, pois os dois homens que tinha me relacionado até agora eram negros, não podia comparar para ter plena certeza se era meu gosto ou apenas fruto das únicas experiências que tinha tido até agora.
Mas isso era uma coisa que eu ainda ia confirmar.

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