Os cunhados - a suruba inesquecível - Parte 25
Felipe sorriu e disse:
- Que fetiches?
Sabrina: Eu sei que você não é santinho... o papel de homem da casa, marido exemplar, fiel... não combina com você, mas dessa vez, vamos aprontar juntos, todos juntos.
Pedro: Do que você está falando?
Sabrina sorrindo disse: Eu sei que... culpei vocês por tudo que fizeram escondidos de mim, a verdade é que eu não gostei da sensação de ser traída... mas sinto falta daquela putaria, do proibido... acho que podemos tentar algo assim, desde que seja consentido
Felipe: Mas o Gabriel e a Bruna... não compensa, a Júlia tá noiva...
Sabrina: A putaria sempre aparece, na hora certa
Felipe: Ok... certo
Sabrina: Eu queria pedir uma coisa...
Felipe: O que?
Sabrina: Eu gosto muito dessa ideia de sermos um trisal, mas eu ainda não to pronta pra assumir isso publicamente, fora que... a Helena não pode crescer vendo a mãe dela com dois homens, não quero estragar nosso momento, mas acho que o ideal seria... voltarmos ao que éramos antes, e transarmos casualmente
Felipe: É... eu entendo, você tem razão, desde que vocês não me abandonem eu topo que seja casual
Desse dia em diante, Felipe comprou uma casa nova, a casa mais foda que ele já teve, agora ele não tinha planos de mudança, e mesmo se um dia a putaria acabasse, ele continuaria ali, era um bairro distante do nosso, mas valia a pena, Felipe começou a trabalhar novamente em uma empresa como sales trader, e comprou um novo carro (a SUV era alugada), levou quase 2 meses para ele por a vida em ordem, digo em questão de casa, carro, mobilar a casa, conseguir um emprego no Brasil...
Um certo sábado, Felipe marcou os famosos churrascos em sua casa, e lá fomos, a casa cheia, tudo correndo normalmente, até a Bruna, como sempre, dizer:
- Não tem como olhar pra vocês aqui... e não pensar em uma suruba
Felipe: Desde que você engravidou do Caio meu pau passa longe da sua buceta
Rimos, mas Bruna disse:
- É sério... eu queria, queria mesmo, vocês três são um tesão juntos...
Gabriel: É verdade
Felipe: Melhor não... esse negócio de comer cunhada... não é bom
Bruna: Ah para! É gostoso... você sempre gostou
Sabrina: É mesmo? E o Gabriel sempre curtiu né? O irmão dele comendo a mulher dele
Gabriel: É... eu gosto
Sabrina: Você gosta de sentir o estrago que o Fe faz?
Gabriel: Sim... é bom - respondeu sem graça
Sabrina sorriu, maliciosamente.
Bruna: Conheço esse sorrisinho, o que você vai aprontar?
Sabrina: Mais tarde, quando as crianças dormirem, a gente vê se essa suruba acontece...
Todos riram, menos Felipe, Felipe falou firme:
- Eu não vou comer a Bruna, já disse
Sabrina: Vai comer sim! A menina louca pra te dar e você rejeitando buceta?
Felipe ficou calado, a noite demorou pra passar, as crianças dormiam uma a uma, quando nos reunimos no quarto de Felipe, Bruna disse:
- Só é ruim que são 3 homens pra duas mulheres
Sabrina: Isso não vai ser um problema... vem cá, Gabriel, deita aqui
Gabriel se deitou, Sabrina o chupou, pegando a piroquinha dele e engolindo toda sem nenhuma dificuldade, Bruna chupava o Felipe enquanto eu lambia toda sua bucetinha, não demorou muito para ouvirmos Gabriel gemendo loucamente, olhei... Sabrina lambia seu cu, Gabriel segurava as pernas no alto enquanto Sabrina revezava entre a língua e o dedo indicador dentro de Gabriel, ela ficou ali por muito tempo, enquanto Felipe e eu fodíamos a bucetinha de Bruna, e revezávamos o pau na boca dela.
Sabrina: Tá pronto... Pedro... me ajuda aqui
Eu fui... olhei, a bunda de Gabriel toda lambida, os pelos molhados, espalhados para todos os lados, Gabriel estava ofegante, ele não me olhava, seu cu estava piscando freneticamente como quem implorava para eu entrar, eu olhei para Sabrina me recusando a fazer isso, mas ela sorria, como quem tinha preparado todo o cuzinho de Gabriel pra isso, então eu entrei, mesmo contra minha vontade, o cu dele estava macio, quente... ele apertava meu pau piscando o cuzinho, Sabrina se afastou, ela foi chupar a buceta de Bruna enquanto Felipe enfiava a pica... eu fiquei ali, vendo Gabriel fazer caretas e gemer, ele gemia bem, com a mão ele segurava o saco, ele não me olhava e eu metia cada vez mais firme naquele cuzinho, Felipe começou a revezar sozinho entre Sabrina e Brenda, com facilidade, Gabriel gemia feito uma putinha, aos poucos eu perdi o nojinho e comecei a socar forte naquele rabinho gostoso, puxei seu rosto e disse:
- Olha pra mim, porra, olha pro seu macho!
- Aiiii Pedrooo, porraaa, que pau gostosooo, aiii, aiii, aiii meu cuzinhooo
Quando ergui os olhos, Felipe estava deitado, Sabrina cavalgando, Bruna sentada na cara dele, e as duas se beijando, aquela cena me fez enfiar mais forte em Gabriel que se contorceu para sair, mas eu o puxei afundando minha pica em seu cuzinho.
Eu pingava suor em cima de Gabriel, ele segurava minha barriga enquanto gemia, mas tudo iria "piorar", Felipe veio do meu lado, se punhetando olhando, e disse:
- Deixa eu estourar ele de uma vez
Eu tirei meu pau de dentro de Gabriel, ao invés de ir foder as meninas eu quis ver... Felipe se abaixou um pouco e entrou em Gabriel, só a grossura de Gabriel era maior que o buraco que eu tinha aberto, então Gabriel gemia quase chorando, Felipe conseguiu enfiar metade do pau, começou devagar o movimento de vai e vem, as pernas de Gabriel tremiam.
Gabriel: Porraaaaa.... aiiii... aiii Fee... devagar.... seu pau é muito grande... aiii
Eu comecei a foder a Bruna, Sabrina sentou no rosto de Felipe, e ficaram assim... enquanto Felipe fodia o cuzinho de Gabriel, Sabrina esfregava a buceta na cara dele e beijava o Felipe.
Ali eu entendi o que Sabrina quis dizer, nós pertencemos a putaria, mas todos juntos.
Gabriel estava louco, Felipe enfiava mais e mais, até eu ouvir os estalos do seu pau no cuzinho de Gabriel.
Gabriel chorava, não exatamente de dor, acho que seu cu estava anestesiado aguentando os 22cm de Felipe socando forte, foi quando Felipe arfou, gozando com toda pica dentro de Gabriel, ele tirou o pau babando, tinha leite até na porta do cuzinho escorrendo, Sabrina me olhou e eu entendi exatamente o que devia fazer, saí da Bruna e fui meter naquele cu gozado, dei poucas metidas, o cu do Gabriel estava arrombado e ele não estava mais aguentando, gozei, a porra fez barulho gotejando no chão.
Gabriel ficou sem conseguir se levantar de tão fraco, o deixamos ali, desonrado, fraco... Felipe foi tomar um banho com Sabrina, provavelmente foderam no banheiro novamente porque demoraram, Bruna e Gabriel se olhavam sorrindo, Bruna feliz por ter sido fodida, Gabriel feliz por ter sido arrombado.
Bruna: Deixa eu ver como ficou?
Gabriel se pôs de quatro, abriu as nádegas e o cu dele estava largo, aberto, com a carne rosa aparente lá dentro, foi delicioso ver que eu contribui para todo aquele estrago, acho que cabia minha mão toda, sem exageros.
Felipe e Sabrina voltaram, Gabriel e Bruna foram pro banho e eu fui pro outro banheiro, terminei primeiro, quando voltei, Sabrina e Felipe ainda se beijavam, dessa vez apenas deitados, já vestidos, me juntei ao lado de Sabrina a beijando, não falávamos nada, apenas trocamos carinhos, Felipe se esticou para me beijar, eu ainda estranhava, mas foi gostoso.
Sabrina e eu fomos para um dos quartos, Bruna e Gabriel para outro, dormimos, na manhã seguinte tudo tinha voltado ao normal, Felipe acordou mais cedo que todos, trouxe o café, comemos e cada um pra sua casa, em casa eu fiquei um pouco preocupado e disse:
- Você queria mesmo que eu... transasse com o Gabriel?
- Não quero é ver você sendo putinha... mas você pode comer quem você quiser... e se o Caio for o próximo?
- Você enlouqueceu? Nem pense numa besteira dessa
Sabrina sorriu e disse que não tornaria a falar do Caio.
A semana passou tranquila, eu trabalhei bastante, mas uma coisa ainda me incomodava... Sabrina estava impondo um ritmo ao nosso caso com Felipe que tudo tinha que incluí-la, e do jeito que a agradece...
Foi numa sexta-feira que eu estava voltando do trabalho e ela me pediu para passar no mercado e trazer algumas coisas que tudo começou a mudar de novo, eu peguei a senha do açougue e esperava pacientemente minha vez, quando encontrei a Marina sem querer, ela parou do meu lado e disse:
- Oi, Pedro, quanto tempo
- Oi, Marina, tudo bem com você?
- Eu tô bem sim e você?
- Estou bem
Começamos a conversar aleatoriamente, até ela falar:
- O Fe tá em Portugal né? Ele não para
- Ele voltou tem uns dias
- Voltou? Não sabia...
- Você já desencanou do Felipe?
- Eu ainda gosto muito dele, mas já perdi a esperança de voltar com ele... enquanto a Sabrina estiver por perto, ela vai atrapalhar o Felipe com qualquer outra mulher
- Como assim?
- Foi assim que ela fez comigo, com a Fernanda, e fará com qualquer outra, ela não te deixa, mas também não deixa o Felipe
Chamaram minha senha, eu precisei encerrar a conversa, mas fiquei pensativo no que Sabrina podia ter feito, eu sabia das desavenças dela com Marina e imaginei que fosse disso que ela estava falando, assim que eu cheguei em casa a noite seguia normal, até eu falar:
- Amor... O Felipe disse que queria ficar com a gente, certo?
- Sim, foi isso que ele disse
- A gente não tá vivendo assim... Estamos como se ele fosse apenas um... um amante, ou algo assim, ele tá lá na casa dele e a gente o aciona quando quer transar
- Eu não vou criar a Helena com dois homens... Eu entendi que ele queria um trisal, mas eu não consigo viver isso na prática sem me preocupar com os julgamentos, sua família me condenaria
- Tá, eu entendi, mas a gente não consegue ser mais próximo dele? E se nessa distância ele conhecer alguém? Qual vai ser seu posicionamento com isso?
- Ele disse que ficaria por minha causa... se ele começar um relacionamento, estaria desonrando a própria palavra...
- Mas como vamos cobrar isso dele se nós não estamos valorizando o que ele fez?
Sabrina ficou pensativa e não conseguia me responder, foi aí que na manhã seguinte ela me acordou dizendo para irmos comprar uma cesta de café da manhã de presente para o Felipe e ir até a casa dele, o plano era legal, fizemos isso, mas o detalhe mais importante era que Felipe acordava por volta das 5h todos os dias, quando chegamos em sua casa ele não estava, e provavelmente já tinha tomado café, Sabrina e eu nos sentimos dois patetas tendo que esperar ele voltar da academia, com cesta na mão, criança no colo... foi deprimente, quando Felipe chegou nós já estávamos estressados, cansados e com fome, no fim, Sabrina e eu comemos quase tudo da cesta que compramos.
Estávamos conversando tranquilamente, e Sabrina mencionou:
- Você... você vai se relacionar com alguém?
Felipe: Nós estamos juntos, não estamos?
Sabrina: É que desde que você voltou eu não tenho te dado muita atenção, e sinto que esse relacionamento assim, você aqui, nós lá, pode não ser o que você esperava
Felipe: Eu sei que isso não vai ser pra sempre... mas não é hora de nos preocuparmos com isso
Sabrina: Eu não quero ser um problema de você conhecer outras pessoas...
Felipe: Não vai ser, se eu tiver interessado em alguém, vou te contar
Assim ficamos a manhã inteira conversando, rindo e assistindo uma série, a tarde, Felipe pegou o celular e se animou.
- Eu vou ver uma casa, bora?
Sabrina: Outra casa?
Felipe: Sim, imóveis são investimento, eu me desfiz dos meus num surto
Sabrina: Onde é esse?
Felipe: É uma região de chácaras... Vocês vão gostar
Nós aceitamos ir com ele, entramos em um bairro distante, todo de terra, a poeira subindo e cada vez nem sabíamos onde estávamos, até pararmos em frente a um portão velho de madeira, um muro de tijolos queimados, mato alto, Felipe bateu palmas, uma senhorinha atendeu, entramos no terreno, um terreno enorme, mas mal cuidado, tinha um casarão antigo, Felipe fez diversas perguntas a senhora e disse que iria pensar e respondia o corretor.
No caminho de volta, Sabrina criticou:
- Que lugar feio, abandonado, não tem nada perto, você não é doido de comprar um lugar assim, não é?!
Felipe: Ali dá pra fazer uma chácara, colocar uns bichos, fazer uma piscina enorme, você viu o tamanho do terreno? Não se acha um terreno e uma casa grande com um preço tão bom, to querendo pegar
Eu: O problema é o lugar, se chover como entra? Vai virar lama pura!
Felipe: Vocês só enxergam o defeito, pensa num lugar que me transmite paz é lugar assim, no meio do nada
Sabrina: Então compra, que vou declarar união estável - Ela zombou do que Fernanda havia feito.
Sabrina: Falando da Fernanda... ela tá me ligando, o que será? Estranho
Eu: Atende... vai saber
Sabrina atendeu.
- Alô? Sim... meu Deus! Não pode ser... não... - a voz começou a embargar - eu vou ver como falo pra ele, tá... me avisa
Eu me virei para olhar, Sabrina estava pálida mas me fez um gesto de silêncio com as lágrimas escorrendo no rosto.
Sabrina: Fe... vamos lá em casa?
Felipe: O que tá acontecendo?
Sabrina: Nada... só vamos lá
Felipe: A Fernanda te ligou e você me chama na sua casa, chorando... o que tá acontecendo Sabrina?
Sabrina: Tem uma coisa muito séria pra te contar... mas não posso contar assim de uma vez
Felipe: Conta logo!
Sabrina: Mataram o Gabriel
Felipe freou o carro bruscamente, levantou a sobrancelhas e disse:
- O que você disse?
Sabrina: A Fernanda me ligou, disse que a Bruna está em estado de choque...
Felipe: Foi o Márcio?
Sabrina: Não... ele foi no mercado, na volta tentaram roubar o carro dele, ele reagiu e... atiraram nele
Felipe agarrou o volante, colocou a testa entre as mãos e gritou, um grito que ecoou na alma, ele abriu a porta do carro e saiu para respirar, era inacreditável! Quando alguma coisa boa acontecia com ele, vinha uma avalanche de coisas ruins, o mundo de Felipe caiu, eu não sabia como o consolar ou o que fazer, eu desci, o abracei, ele enterrou a cabeça no meu ombro e chorava de soluçar, nós fomos para a casa de Bruna, Felipe estava abalado, mas engoliu toda a tristeza para confortar a Bruna, nossa preocupação agora era o que ela ia fazer sozinha com três crianças pequenas.
Sabrina ficou com ela, enquanto Felipe e eu fizemos toda a correria de delegacia e IML, infelizmente o corpo de Gabriel só seria velado no dia seguinte por causa de alguns exames na necropsia, eu não queria deixar o Felipe sozinho, nem Sabrina queria deixar a Bruna sozinha, nesse dia, Fernanda e Sabrina dormiram na casa de Bruna, eu acabei dormindo com Felipe, não rolou nada, não tinha nem como, o dia seguinte foi marcado pela dor mais agonizante que eu presenciei, um homem chorar em silêncio, Felipe fez questão de pagar ao Gabriel o melhor caixão, a melhor coroa de flores, o melhor jazigo, no caminho de volta ele estava firme, mas me entregou a chave do seu carro e disse:
- Me leva pra qualquer lugar, menos pra casa
A Sabrina foi embora com a Bruna, eu não sabia onde levar o Felipe ou o que fazer, mas me lembrei daquela cachoeira que fizemos a trilha, e fui pra lá, Felipe e eu adentramos a mata, quando chegamos na cachoeira ele só tirou o celular do bolso e a carteira, e pulou no lago, de roupa e tudo, Felipe estava sentindo uma dor fora do comum, e aquilo me feria também, nós não tínhamos como fazer nada, as câmeras não flagraram rostos, não havia muitas testemunhas, e as poucas imagens que tinham estavam com a polícia, Felipe ficou na água por uns 20 minutos, quando ele saiu, ele se deitou na grama, colocou as duas mãos sob o peito e eu disse:
- Cara... vamos pra casa, você tem que reagir
Felipe me olhou, um olhar de quem precisava de ajuda, e disse:
- Isso não vai ficar desse jeito.
- O que você pretende fazer?
- Eu não sei... não sei... mas me tiraram a única família que eu tinha
- Você tem eu, a Sabrina, suas sobrinhas... nós somos sua família
Felipe ficou em silêncio, um silêncio cortante, eu me deitei ao seu lado sem poder fazer muita coisa, sua pele estava gelada por causa da água, e eu disse:
- Essa roupa molhada vai te fazer mal
Felipe concordou, tirou a camiseta apenas, e ficou ali sentado observando a cachoeira enquanto secava e se aquecia na luz do sol.
- Eu não sei como te animar
- Nada vai me animar...
- Nem isso?
Me aproximei de Felipe e o beijei, eu não tinha muito o que fazer, mas talvez isso pudesse o ajudar, Felipe correspondeu, nós ficamos no beijando e mesmo que num momento inapropriado eu me excitei, foi aí que eu desrespeitei todo seu luto, agarrei seu pau pela calça molhada e a desabotoei, comecei a mamar o Felipe ali, torcendo para não chegar ninguém, Felipe segurava minha cabeça, me olhava em silêncio enquanto eu lambia todo seu pau, fiquei assim por uns 10 minutos, até deseja-lo dentro de mim, tirei minha roupa, segurei seu pau e sentei de frente pra ele, como sempre eu não o aguentava, fiquei com apenas sua cabecinha dentro de mim, e fui subindo e descendo, Felipe me segurava pela cintura, enquanto eu tentava me acostumar com aquele pauzão, eu fui descendo mais, quando finalmente cheguei na metade ouvi barulho de gente chegando, me levantei correndo e tentei colocar a roupa, mas não deu tempo, Felipe e eu fomos flagrados pelados por um casal de adolescentes que estava indo para a cachoeira, acredito que eles tinham 17 anos, o casal ficou sem graça, o rapaz pediu desculpas e disse que podíamos continuar que eles não iam olhar, eu comecei a me vestir, mas Felipe disse:
- Ele falou que não vão olhar, vem terminar o que começamos
- Não porra... não vou transar com um homem com dois desconhecidos perto, e se chegar mais gente?
Felipe segurou a rola balançando e disse: Vem logo
Eu continuei, sentei novamente, com vergonha do casal que estava nadando, a rola de Felipe entrou novamente até a metade, eu subia e descia devagar, o rapaz do lago disse:
- Caralho, desculpa falar, mas tá gostoso ver isso
Felipe: Vem ver de perto
Pois o casal foi... eles pararam atrás de nós e ficaram olhando eu sentar em Felipe, eu me constrangia, mas Felipe me olhou e sorriu.
O rapaz tirou o pau pra fora se punhetando e a garota começou a mamá-lo, logo ele a pôs de quatro ao nosso lado e metia na buceta dela, aquilo foi gostoso, Felipe me pediu que ficasse de quatro, ao lado da menina, e começou a me foder, ele e o rapaz conversaram:
Desconhecido: Vocês são namorados?
Felipe: Somos
Desconhecido: Você não parece gay
Felipe: Nós somos bi
Desconhecido: Da hora
Felipe: Quer provar ele?
Desconhecido: Nunca comi homem não... deve ser estranho essa porra aí
Felipe: É cuzinho, normal, troca um pouco comigo
Desconhecido: Beleza... só um pouco
Felipe e ele trocaram de posição, eu nem tive opção de dizer se queria ou não, o rapaz enfiou a pica em mim, não era tão grande, tinha uns 15 pra 16cm, ele metia forte, bateu na minha bunda e disse:
- Caralho, que cuzinho gostoso!
A menina gemia bem, e disse: - Nossa, você viu o tamanho disso?
Felipe: É a primeira troca de vocês?
Desconhecido: É, eu fui o único dela até hoje, vai devagar com essa porra aí
Felipe fodia a menina com muita vontade, o rapaz me dominava como se eu fosse uma vagabunda, mandava eu gemer, e eu obedeci, foi aí que eu disse:
- Deixa eu comer ela um pouco também?
Desconhecido: Deixo... mas e seu namorado, ele dá também?
Felipe olhou, pensou e disse: Eu sou só ativo, mas se você quiser a gente troca uma mamada
Desconhecido: Não, vou chupar essa porra não, tava no cu desse aqui... fode ela um pouco lá
Eu me levantei, fui para trás da menina, na hora eu me senti mal por notar que ela era menor de idade, mas não muita coisa, eu a fodi, acho que por uns 3 minutos, ela era deliciosa, uma magrinha gostosa.
Desconhecido: Chega, tá bom já!
Felipe e eu os agradecemos, nos vestimos e saímos da mata enquanto eles ficaram transando.
Voltamos pro carro, e fomos embora pra casa, Felipe estava mal ainda, mas pelo menos tínhamos fodido gostoso, ele me olhou e disse:
- Não conta isso pra Sabrina!
- Não vou contar.
Felipe me deixou em casa e foi embora, passamos o dia preocupado com ele, mas a vida precisava seguir.
Agora com a morte de Gabriel, seria o fim da suruba entre cunhados... ou não.
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Comentários (3)
bg: Se for Felipe e Bruna deixo de ler em kkkkk; tadinho do Gabriel não gostava dele, mas não queria ele morto só longe do Felipe
Responder↴ • uid:ona2nn2d9jLarys: Que linda a cena na cachoeira. Adorei Mas confesso que eu ri ao ver que reclamamos tanto do Gabriel que o autor decidiu que matar ele era a melhor alternativa kkkkkkkk Só espero que não tenha a ideia de juntar Felipe e Bruna (credo)
Responder↴ • uid:1e3u9oo226ylCorno submisso: Eu pedi tanto pra sumir com o Gabriel, mas não foi isso que eu imaginava kkkkkkkk fiquei completamente surpreso. E já começaram as traições dnv, só não decidir fazer a sabrina descobrir de alguma forma pra estragar tudo. E pra finalizar, to achando que vai ser um quadrisal kkkkkkk o Felipe não vai querer deixar a bruna sozinha, mas ela definitivamente não combina com ele. Também não quero ver ela e pedro sendo casal e a sabrina e Felipe sendo outro.
Responder↴ • uid:1dzuer1s274u