#Coroa #Traições

Minha sogra me deu o cu (continuação)

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Ariana

D. Lucia minha sogra me seduziu e comi seu cu, viciada em anal a safada me prendeu nela.

Voltei pra casa com o pensamento preso no que tinha rolado. Aquele cuzinho era uma delícia que eu não queria perder. Ficava na neura: quando vai ter mais?
Passaram uns dias. Tava saindo do trampo quando o celular vibrou. Era ela: "Vem aqui. Preciso de você." Não pensei duas vezes. Coração acelerou e eu já tava pegando o carro.
Bati na porta e ela já abriu, como se estivesse me esperando. Tava com um vestido transparente, o corpo todo marcado por baixo, cada curva à mostra — os seios durinhos, a cintura fina, aquele rabão empinado. Me puxou pra dentro e começou a me beijar antes mesmo da porta fechar, com uma fome de quem tava guardando esse momento há semanas. A mão dela já apertava meu pau duro pela calça, sentindo o volume. Ela parou, olhou nos meus olhos, e soltou com a voz rouca: "Senti sua falta... tava precisando de você."
Fomos direto pro quarto. Ela se ajoelhou, me despiu e começou a me chupar com uma fome de quem tava guardando esse momento há dias. A boca quente, molhada, deslizando devagar na cabeça do meu pau, engolindo fundo até bater na garganta. Ela não parava, só me olhava com os olhos marejados e a boca cheia, fazendo aquele barulho molhado que arrepia.
Depois de me deixar louco, ela deitou de barriga pra cima, abriu as pernas, e eu entrei na buceta dela — molhada, quente, apertada, me sugando inteiro. Comecei a meter forte, sem dó, sentindo cada centímetro sendo engolido por aquele mel quente. Ela arqueava as costas, os seios balançando, e gemia: "Assim, fundo... não para, vai fundo..." A buceta dela tava encharcada, cada estocada fazendo um som molhado que preenchia o quarto. Segurei suas coxas grossas, abrindo mais ainda, penetrando cada vez mais fundo, sentindo as paredes quentes apertarem meu pau a cada vai e vem. Ela mordia o lábio, os olhos revirados, as unhas cravadas nas minhas costas, até gozar com um grito abafado, a buceta contraindo em volta do meu pau feito um punho.
Quando senti que ia gozar, tirei de dentro com um estalo molhado — meu pau brilhando, babado de porra e buceta — virei ela de bruços e encostei a cabeça no cuzinho dela. Dessa vez entrou mais fácil, mas ela não deixou de gemer ao sentir eu abrindo aquele rabo gostoso. "Ai, caralho... vai devagar..." — ela gemia, a voz trêmula, enquanto eu entrava centímetro por centímetro, sentindo cada anel muscular cedendo. Comecei a estocar devagar, sentindo aquele cu apertado me engolindo com gosto. Ela gemia entre lágrimas: "Me come, me fode, não para..." Enfiei mais fundo, até o talo, e ela gritou: "REBENTOU TUDO, CARALHO!" Acelerei o ritmo, as bolas batendo na buceta molhada, cada estocada arrancando um gemido mais alto, um choro mais gostoso. Até que não aguentei mais. Enterrei até o talo e gozei tudo dentro, jorrando quente e grosso no cu dela. Ela tremeu convulsivamente, o corpo todo contraindo, e soltou um "porra, me rebentou toda" baixinho, ofegante.
Ficamos colados, a pele suada, a respiração pesada. Meu pau ainda pulsava dentro do cuzinho dela. Ela virou o rosto e sussurrou: "Patrícia não te dá o cu, eu sei. Ela nunca deu." As palavras dela entraram fundo. Ela apertou minha mão e completou: "Aqui você tem o que ela não te dá. E eu quero ser sua, desse jeito, sem vergonha, sem frescura." Meu pau já tinha começado a endurecer de novo dentro dela. Ela sentiu e soltou uma risada: "Nossa, você é um bicho mesmo... acabou de gozar e já tá duro." Ela apertou o cuzinho de propósito e completou: "Vai ter muito cu pra você, meu bem. Não vou te largar mais."

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