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Os cunhados - a suruba inesquecível - Parte 10

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Lopedrinhofm

Eu trabalhei a semana inteira pensando no que Felipe fez... no começo eu estava puto comigo mesmo, depois comecei a me excitar só de lembrar, mas sabe aquela frase "todo castigo pra corno é pouco"? Descobri isso da pior maneira.
Tudo começou com uma discussão no trabalho na frente de um cliente, eu nunca fiz essas coisas, mas acabei erguendo a voz para um colega de trabalho e meu gerente me demitiu, porque o alecrim tinha mais tempo de empresa, claro que eu estava errado, mas o cara mandou eu tomar no cu na frente do cliente, não vou explicar muito essa situação, mas eu estava tranquilo, receberia um bom dinheiro e ainda tinha o seguro desemprego, mas enquanto eu vinha embora, um filho da puta bateu no meu carro e fugiu, não foi grave, foi do lado, amassou a porta de trás, eu não consegui vídeos de placa ou coisa do tipo, comecei a desejar conversar com Felipe, não por putaria, mas se reunir na casa dele era a única coisa boa que poderia me tirar a bronca que eu estava.
No sábado, aconteceu o de costume, Felipe preparou um churrasco e comentei que havia sido demitido, ele não respondeu de imediato, ficou calado pensando, depois me disse:
- A menina que era minha auxiliar subiu de cargo ontem, se você quiser, a vaga é sua
- Mas o que tem que fazer?
Ele me explicou salário, tarefas... e eu aceitei, era um salário bom, o mais alto que eu já ganhei na vida, eram 5k, claro que não seria fácil, mas ia dar um salto gigante na minha vida, Sabrina ficou muito feliz também, naquele fim de semana não rolou nada, a vida com Felipe é assim, do nada pode rolar a maior putaria, como também pode só acontecer um churrasco como amigos e falarmos de tudo.
Na segunda, acordei super cedo, Felipe passou aqui e buzinou para eu ir com ele, era meu primeiro dia, eu ainda tinha que fazer o exame admissional e entregar documentos, mas seria um dia de integração, eu estava morto de sono o caminho todo, não fazia ideia do quão longe era ir para Campinas todo dia, quando chegamos me surpreendi totalmente, eu imaginava que Felipe trabalhava em um galpão por ser uma multinacional, mas era um prédio grande, todo espelhado, onde só os pica da empresa trabalhavam, Felipe me apresentou a quem passava, e lá ele não era chamado de Fe, Felipe, nem nada carinhoso, era senhor Felipe, ele me levou até sua sala, ele trabalhava com três monitores, cheios de números, gráficos, planilhas, coisas que eu nem me esforçando muito conseguia entender, conversamos sobre o trabalho e logo ele me mostrou meu posto, a segunda passou rápido, eu voltei pra casa cansado, mas bem grato, fui contar pra Sabrina como era o trabalho e ela não se surpreendeu, eu às vezes esqueço que ela conhece tudo sobre o Felipe.
No dia seguinte, se repetiu a mesma cena, mas parecia que o trabalho tinha começado de vez, Felipe ficou a manhã toda fechado em sua sala, o escritório era silencioso quebrado apenas por barulhos de teclados, impressoras e alguns passos, na hora do almoço fomos juntos a um restaurante que Felipe gostava, assim que voltamos, uma moça linda, cabelos cacheadinhos, branca, magrinha, de vestido preto, veio até a mim e disse:
- O senhor Felipe está com alguém na sala?
- Não... não tá
- Pergunta pra ele se eu posso falar com ele
- Qual o seu nome?
- Nayara
Liguei no ramal de Felipe e ele deixou essa gostosa entrar... quem era essa maravilha?
Ela ficou uns 15 minutos na sala dele, e isso me instigava, pensei em fingir que tinha alguma dúvida e entrar pra espionar, mas logo quando eu criava coragem ela saiu, Felipe a deixou na porta, os dois estavam sorrindo, logo em seguida veio um cara gordão, careca, estranho, e falou comigo:
- Boa tarde, quero falar com o Felipe
Ele era o único que não tinha chamado o Felipe de senhor...
- Como você se chama?
- Senhor Medeiros
Porra... era o chefe, liguei rapidamente para o Felipe e ele me disse:
- Manda entrar, entra com ele e fecha a porta.
Fiz exatamente isso, ele cumprimentou Felipe e os dois começaram a conversar...
- O cliente de Afogados tá querendo tirar os produtos dele da gente, preciso que você vá pessoalmente falar com ele amanhã
- Beleza, amanhã eu estarei lá
- Aí tire a quinta de folga, sexta preciso de você, semana que vem você pode ir Maringá?
- Posso
- Vai levar a Nayara?
- Não, a Nayara tá no financeiro agora, quem vai comigo vai ser esse rapaz, o Pedro
Eu fiquei sem reação, como que eu ia para Afogados, Maringá... eu nem sabia onde caralhos ficava Afogados, mas não falei nada imediatamente.
Depois dessa reunião com o senhor Medeiros, chamei o Felipe:
- Mano, amanhã a gente tem que ir pra esse... Afogados? É onde isso aí?
- Afogados da Ingazeira, fica em Pernambuco
- Tá porra! Tem que sair hoje a noite de carro?
- Vamos amanhã de avião, assim que emitirem nossas passagens te dou mais detalhes
- Eu nunca... nunca andei de avião...
- Sempre tem a primeira vez
Passei a tarde ansioso, até me deu dor de barriga, sentia minhas mãos suando, mandei mensagem para Sabrina e ela ficou feliz com minha primeira viagem e disse pra eu ir acostumando, que em breve até sairia do Brasil, aquilo definitivamente era uma realidade que eu não estava acostumado. Indo embora pra casa, Felipe me aconselhou a levar pouca coisa pois voltaríamos no mesmo dia, me explicou o que eu faria e eu perguntei:
- Aquela Nayara, ela ia em todas as viagens com você?
- Sim, quase todas
- E nunca rolou nada?
- Já... mas antes de eu me relacionar com a Sabrina, a Nayara tá casada, ela respeita muito
Era mais uma gostosa que eu conhecia que Felipe tinha fodido... o cara realmente só comia mulher top!
Eu poderia descrever a tensão que eu senti em meu primeiro voô, mas você não tá aqui pra isso né? Visitamos o cliente e eu entendi mais ainda porque Felipe fala tão bem, ele é um negociador puro, após visitar o cliente, Felipe e eu fomos conhecer a cidade, visitamos alguns pontos turísticos, ele tirou algumas fotos, e rapidamente fomos para o aeroporto da região pegar o voo de volta pra São Paulo, me surpreendi com a agilidade de resolver algo "complexo" e ainda me sobraria um bom tempo de tarde para relaxar, mas naquela tarde, Sabrina passou mal, meu carro estava no mecânico e o da Sabrina estava emprestado para o pai dela, então eu fui correndo até a casa do Felipe pedir pra ele socorrer a Sabrina, ele me atendeu sem camisa, como sempre ele estava mexendo em algo da casa, me entregou a chave do seu carro para que eu pudesse levar a Sabrina no hospital, eu fui... como é diferente dirigir um carro top... ficamos algumas horas no hospital, Sabrina foi medicada, e quando estávamos voltando eu comentei que o carro do Felipe era bom pra dirigir, e Sabrina me soltou um:
- É, ele gosta de carros assim, mas será que ele ainda anda armado?
- Armado? Como assim? O Felipe tem arma?
- Tem... ou melhor, tinha, não sei, ele sempre deixava uma no porta treco e outra no porta-luvas
Abrimos pra ver, não achamos nada, mas comecei a perceber que eu ainda não sabia quem era o Felipe, então comecei a perguntar pra Sabrina mais sobre ele.
Sabrina me explicou que Felipe tem porte de arma, que ele despertou esse estilo aventureiro depois do acidente trágico com seus pais, que ele não anda de moto nem pra ir na esquina, e uma série de habilidades, e só por curiosidade, o Felipe tem medo de cobras, não um medo comum, uma fobia de passar mal, ela contou um dia em que eles foram numa cachoeira e ele ficou pálido porque viu uma pequena cobra.
Fui devolver o carro pro Felipe e Gabriel estava lá.
Eu: Não foi trabalhar hoje?
Gabriel: Hoje é feriado na cidade que eu trabalho
Eu: Ah sim
Gabriel: Andou de avião hoje? Tá ficando metido hein?!
Eu: Porra, ainda vou ter que enfrentar isso semana que vem de novo
Gabriel: Queria eu ter essa sorte, mas o Felipe nunca me levou na empresa nem pra conhecer
Felipe: É empresa, não é shopping pra ficar passeando
Gabriel: E as surubas, pararam?
Felipe: Paramos, já te disse
Gabriel: Sei... sei bem
Felipe: Mesmo se fossemos continuar, se já era ruim esperar a Bruna fazer uma criança dormir, imagina duas?
Gabriel: A Bruna tá com o maior desejo de dar pra vocês
Eu: A Sabrina nem tá em condições, acho que semana que vem ela ganha bebê
Felipe: Então três paus ajudariam a dilatar
Rimos... não foi em tom de desrespeito, mas Gabriel ficou visivelmente excitado, abaixou a cabeça e falou timidamente:
- E aquilo que a gente fez... nunca mais?
Felipe: Se depender de mim não, meu cu não entra mais nada
Eu: Também to de boa
Gabriel: Certo... certo
Eu: Vou indo lá, preciso fazer companhia pra Sabrina
Felipe: Beleza, eu vou ir comprar umas coisas, amanhã a gente se fala
Gabriel foi caminhando junto comigo e eu perguntei:
- Mano... cê tava querendo comer o Felipe e fala assim na cara de pau?
- Cara, pra te falar a verdade eu to querendo dar, experimentar uma rola, essas coisas tem passado na minha cabeça, e o Felipe é uma delícia, eu to no maior desejo de dar pra ele
- Dificilmente vai rolar hein
- Ele é louco, vai que dá certo, pensei numa suruba porque aí eu podia pelo menos dar uma pegadinha...
- Para com essas viadagens
- Vai falar que você não curte o tamanho dele
- Não, eu to de boa...
Entrei pra minha casa e fiquei pensando no que Gabriel disse, a verdade era que eu também queria pelo menos mamar o Felipe, mas não tinha coragem de dizer, e isso começou a perseguir meus pensamentos, trabalhei a semana toda com ele, na sexta a noite a Nayara desceu o elevador com a gente e disse:
- Vamos tomar uma cervejinha?
Felipe: Não bebo cerveja não
Nayara: Esqueci que o chefinho é do vinho... bora um vinho? To com saudade da sua companhia
Felipe: Não posso, minha mulher tá me esperando em casa, ela não janta enquanto eu não chego
Nayara: Deixa de ser chato
Felipe: Outro dia a gente marca
Assim que Nayara foi embora eu zoei:
- Ela tá doidinha pra te dar e você dispensa
- Lembra que te falei que ela é casada? O marido dela é policial, e eu amo minha vida, fora que ela não quer dar, ela quer é que eu pague vinho, pague comida, pague as porra toda, você tem que ser ligeiro, não pode ser bonzinho com as mulheres
- Ah mano, algumas sim, por exemplo, a Sabrina eu sou bom com ela
- Com esposa é nossa obrigação ser bom, mas o resto, você tem que impor respeito, mesmo que você queira foder logo, não pode ser um babaca desesperado, senão elas aproveitam, mulher é foda!
No carro, eu via que Felipe realmente "jogava" com as mulheres em sua volta, ele era fiel a Fernanda, mas todas da empresa o tratavam bem, não só pelo seu dinheiro, mas por ele ser "difícil", eu sempre fui putão, já chegava dando em cima, trocando fotos, mas estava aprendendo a atrair e só depois morder... isso era bom... mas num pico de coragem eu comentei:
- O Gabriel tá querendo te dar hein?!
- Eu percebi
- Você tem coragem?
- Eu tenho
- Sério mano? Não tem nojo?
- Não, tenho nojo de nada não, cu é cu
- Eu acho estranho, não consigo essa parada de homem com homem
- Não consegue o que? Tava lambendo minha rola com a maior vontade
Fiquei tímido, e respondi:
- Aquela porra lá foi na hora, você praticamente me forçou esfregando o pau na minha cara
- E você botou a linguinha pra fora, safado!
- Para de falar disso
- Vou parar antes que você fique com vontade de novo
- Mano, eu não gostei dessa porra
- Para de mentir, Pedro! Você só ficou tímido da Sabrina falar alguma coisa
- Não caralho! Eu realmente não curti
- Não curtiu uma porra... você tá até de pau duro agora
Olhei pra baixo e meu pau estava marcando na calça, puta que pariu... Felipe ria tranquilamente enquanto cada vez mais eu me sentia envergonhado, até Felipe falar calmamente:
- Talvez você esteja se sentindo constrangido porque mamou, você deve gostar de contato masculino mas ser ativo, marca logo de foder o Gabriel, você vai gostar
- O Gabriel é boca aberta
- Então na próxima vez a gente vê uma broderagem, mas meu cu não dou mais não
- Fechou
Chegamos em casa e Sabrina me disse que tinha preparado uma lasanha, convidamos todos para irem na minha casa, ficamos a noite toda conversando, até Bruna dizer:
- Tá na hora de ir pra casa, as crianças estão com sono
Felipe: Isso é um bom sinal
Todo mundo entendeu o que ele quis dizer, e o sorriso de todos se abriu automaticamente, mas na minha casa não tinha camas e colchões sobrando para as crianças dormirem, então lá fomos todos para a casa de Felipe.
Quando a suruba começou, Felipe e eu já começamos trocando as esposas, ele ficou lambendo a bucetinha de Sabrina e acariciando a barriga dela, enquanto eu colocava a Fernanda pra mamar, Gabriel como sempre desesperado, me pediu a Fernanda, e começou a meter nela, aos poucos todos estávamos fodendo, Sabrina estava adorando a sua última semana gestante sendo devorada por Felipe, logo, Gabriel quis foder a Fernanda, e Felipe me pediu a Bruna, fizemos essa troca, tudo acontecia bem gostoso, as meninas gemendo praticamente em um coral, mas Felipe tinha um plano... ele mandou Gabriel se deitar na beira da cama e Sabrina cavalgar, eu pensei que ele iria fazer uma DP em Sabrina, mas Felipe começou a pincelar o pau no cuzinho de Gabriel, ele não colocou pra dentro, só esfregou, não falou nada... só Gabriel e ele sabiam o que estava acontecendo, nem a Sabrina havia percebido, eu vi tudo porque estava comendo a Bruna de quatro na cama, enquanto ela lambia a buceta de Fernanda.
Felipe trocou comigo, foi foder a bucetinha da Bruna, eu me posicionei atrás de Gabriel e comecei a esfregar em seu cu também, pra Sabrina não perceber eu meti meu pau junto do dele na buceta dela, mas tirava devido ao aperto e dava algumas roçadas no cuzinho dele, acabei não me contentando e forcei a entrada, quando a cabecinha entrou, não quis tirar, comecei o movimento de vai e vem, apenas a cabecinha, Gabriel se mordia para não gemer, fiz isso por poucos minutos pois Sabrina podia perceber a qualquer momento.
Felipe assistindo tudo rindo, logo trocamos as mulheres de novo, quando me dei conta, vi Bruna sentada em Felipe, mas sentada com toda a pica dentro do cu, Bruna estava "fraca", não subia e nem descia muito, só subia poucos centímetros gemendo baixinho, enquanto Felipe ficava imóvel para ela aproveitar bem, Felipe fez sinal para mim, eu fui... Bruna reclinou o corpo para trás e eu em posição de papai e mamãe comecei a comer a buceta dela, Bruna estava com o olhar perdido, olhando pro nada, com cara de sofrimento, mordendo a boca, Felipe segurava as pernas dela com força e Gabriel metia forte na Fernanda, Sabrina estava vendo tudo de perto, Felipe e eu simplesmente arregaçamos a Bruna como nunca antes, depois que mudamos de posição, ele abriu a bunda da Bruna me mostrando o enorme buraco que tinha ficado, eu sem perder tempo meti meu pau dentro do cuzinho dela, Bruna era difícil de fazer anal, então tinha que aproveitar, Felipe pegou a Sabrina mais isolado, na pontinha de cama, e meteu forte, a cama tremia com as estocadas que ele dava, eu até ficaria com ciúmes dele estar fodendo forte assim, principalmente em uma grávida, mas comer o cu arrombado de Bruna me desligava de tudo que estava acontecendo em volta, Gabriel gozou, e logo eu soltei uma jatada farta dentro do cuzinho da Bruna, Felipe como sempre era o último, eu não sei se ele estava distraído, mas ele voltou para a Bruna, e ao meter no cu dela ele disse:
- Caralho, tá gozado aqui?
Rimos, mas ele continuou mesmo assim, gozando mais ainda dentro do cuzinho dela.
Todos nos lavamos e nos vestimos, ficamos mais algum tempo conversando, Bruna e Gabriel acabaram dormindo lá para as crianças não saírem ao relento, pela manhã acordei com Sabrina dizendo que a bolsa tinha estourado, ela entrou em trabalho de parto, fomos ao hospital e passamos o dia todo, ela ganhou nossa neném a noite, eu me sentia um homem realizado, completo, com uma família agora.
Mas isso ainda não era o fim.

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