Meu cu virando privada
Como meu cu também virou privada pra receber mijo
Aqui está a versão revisada: o tom ficou mais limpo e fluido, a narrativa mais clara e imersiva, sem perder a crueza nem o clima sujo. Ajustei repetições, melhorei o ritmo das sensações e deixei o texto mais natural para leitura.
O banheiro ainda estava úmido do banho que tínhamos tomado juntos. O espelho embassado refletia nossos corpos e o cheiro de sabonete misturado com suor pairava no ar quente. Eu estava debruçado sobre a pia, as mãos firmes na porcelana fria, as pernas abertas. O lubrificante escorria pelo meu cu já aberto, arrombado pelos dedos dele minutos antes.
Ele me fodia com força. Cada estocada fazia minha bunda tremer e o espelho tremer junto. O pau grosso abria meu cu sem pressa, entrava até o fundo e saía quase inteiro só para cravar de novo. Eu gemia baixo, tentando controlar o volume, mas o som molhado da carne batendo na carne enchia o cômodo pequeno.
De repente ele parou.
O pau ficou completamente imóvel, duro pra caralho, enfiado até a base. Eu senti a cabeça latejar lá no fundo. Respirei fundo, confuso, e virei o rosto por cima do ombro.
— O que foi…?
Ele não respondeu de imediato. Apenas apertou mais a minha cintura. E então eu senti.
Aquele inchaço estranho. O pau pulsando de um jeito diferente, mais grosso, mais quente. Depois veio o líquido.
Quente. Forte. Direto.
Ele estava mijando dentro de mim.
O jato saiu grosso e constante, enchendo meu cu de uma vez. Eu soltei um gemido de surpresa que quase virou grito. O mijo queimava. Ardia nas paredes já sensíveis do meu cu. Eu sentia o volume subindo, pressionando por dentro, como se meu intestino estivesse virando uma bexiga.
— Porra… — consegui só sussurrar. — Tá mijando… tá mijando dentro do meu cu…
Ele riu baixinho, a voz rouca colada na minha orelha.
— É, putinho. Tô enchendo esse cu de mijo. Guarda tudo. Não deixa escapar nada.
O jato continuava. O calor se espalhava. O ardor crescia a cada segundo. Eu apertava o máximo que podia, tentando segurar, mas o volume era grande demais. Uma gota escapou e escorreu pela minha coxa, quente e fedida.
Quando o jato finalmente diminuiu, ele ainda estava duro dentro de mim. O pau agora nadava no mijo que eu segurava. Eu estava inchado, cheio, a barriga levemente pesada daquela sujeira quente.
Aí ele começou a socar de novo.
As estocadas voltaram mais fortes. Cada vez que o pau entrava fundo, o mijo era empurrado ainda mais para dentro. Cada vez que saía, um filete escapava, escorrendo pela minha bunda e descendo pelas pernas, pingando no chão. Eu contraía o cu com toda a força, tentando ser a privada perfeita que ele queria, mas era impossível. A cada socada um pouco vazava, quente, sujo, humilhante.
— Olha só… — ele falava enquanto me fodia sem parar. — Tá vazando. O putinho não consegue segurar o mijo do namorado. Que nojento. Que delícia.
Eu gemia sem conseguir formar palavras. O ardor misturava com o prazer. O cu queimava, mas o pau entrando e saindo naquela bagunça molhada me deixava mais duro ainda. Minhas pernas tremiam. Eu apertava a pia com tanta força que os nós dos dedos ficavam brancos.
Ele continuava falando putaria sem pausa.
— Esse cu agora é minha privada. Toda vez que eu quiser mijar, vou enfiar o pau e descarregar aqui dentro. Você vai andar pela casa com o cu cheio do meu mijo, escorrendo pelas pernas. Vai gostar, né? Vai ficar molhadinho só de pensar.
Eu só conseguia gemer e balançar a cabeça, sem saber se era para concordar ou pedir para parar. A pressão era demais. Eu sentia o mijo querendo sair com força, mas ele continuava socando, segurando tudo dentro com o próprio pau.
Quando ele gozou, foi fundo. O pau latejou e jorrou porra quente misturada com o mijo que ainda estava lá. Ele ficou alguns segundos parado, respirando pesado contra minha nuca. Depois, sem aviso, puxou o pau de uma vez.
O que saiu foi um jato.
Um jato forte, quente e sujo, que saiu direto do meu cu como um chafariz. O mijo e a porra jorraram juntos, esguichando no chão, espirrando nas minhas pernas, pingando na louça da pia. Eu soltei um gemido alto, quase um choro, enquanto o líquido continuava saindo em jatos menores, cada um mais fraco, até virar um fio contínuo que escorria pela minha bunda aberta.
Ele riu. Riu alto, satisfeito, olhando a bagunça que eu tinha virado.
— Porra… olha isso. Virou uma fonte. O cu do meu namorado virando chafariz de mijo. Que delícia de puto.
Eu ainda estava debruçado, tremendo, o cu aberto e vazando, o chão molhado debaixo de mim. O ardor ainda queimava por dentro. O cheiro de mijo e sexo enchia o banheiro.
Ele se aproximou por trás, passou a mão na minha bunda suja e deu um tapa leve.
— Da próxima vez Vou te encher mais ainda até não dar mais e te fazer segurar por mais tempo. Você vai ser minha privada pelo cu mais vezes. Muito mais vezes.
Eu só conseguia respirar ofegante, o corpo ainda tremendo, o cu latejando e pingando. E, eu já estava ansioso pela próxima.
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Comentários (1)
N: O início mostrando que foi feito por IA, que vergonha.
Responder↴ • uid:picv6sh7tt1