Nem sempre fui Gay - Parte 5 - A primeira crise de consciência
Aos 18 anos, tive minha primeira crise de consciência depois de dar meu buraquinho para o cara mais velho em plena festa de aniversário
Depois da minha festa, segurando aquele papelzinho com o número de telefone do cara mais velho que me comeu durante a minha festa de aniversário, eu fui pra casa e comecei a pensar no quanto o meu comportamento iria fazer minha vida se tornar muito mais dificil e desafiante.
Pensei que levar rola no buraquinho é uma das coisas mais prazerosas da vida pra mim, mas tem um outro lado que sei que é apenas cobrança e sofrimento.
Eu realmente não entendia o que levava um homem a aceitar e até gostar de receber o membro de outro homem dentro de si. Isso é uma humilhação sem fim para qualquer homem de verdade.
Eu gostava de ser submisso aos meninos desde a adolescência. Quanto mais marrento, mas tesão eu sentia.
Mas refleti e resolvi tentar ser um rapaz entre aspas, dito normal. Não que eu ache que o viados sejam aberrações, mas se nasci um menino eu sabia que poderia lutar contra essa vontade de rola que eu tinha e me comportar como um homem normal.
O problema foi aquele maldito pedaço de papel com o número daquele cara gostosa que havia me comido no meu aniversário.
Foi uma semana torturante, na qual eu ameacei jogar aquele papel fora várias vezes, mas sempre desistia na última hora.
O desafio derradeiro foi no sábado de manhã, ao acordar, após sonhar a noite interia que estava dando o buraquinho novamente para ele. Confesso que fraquejei e acabei ligando.
Ele atendeu e com aquela voz grave, ele provocava arrepios no meu corpo.
Ele falava aquelas mesma besteiras que falou ao pé do meu ouvido quando meu comeu encostado no muro do final da minha rua.
Eu apenas imaginava as cenas dele fazendo aquilo tudo que ele dizia pra mim.
Eu tentei ser firme e disse pra ele que aquilo tinha sido um engano e que não era viado, apenas cedi por causa da bebida e ele ser mais velho e experiente.
Ele rebateu, dizendo que não era nada disso que eu estava falando.
Ele disse que nunca se enganou e quem dá o cú, palavras dele, pois eu chamo de buraquinho, da forma como eu dei pra ele, jamais será um homem de verdade.
Ele explicou que homem de verdade jamais permitiria que outro homem o penetrasse apenas por curiosidade.
Outra coisa é que só suporta a dor que um pau como o dele provoca no cú quem gosta muito de pau.
E completou, dizendo que a forma como eu chupei o pau dele, mostrou que eu era um grande apreciador de rola e sinto prazer em satisfazer outro homem.
Eu falei que nada daquilo era verdade e eu não era viado e não voltaria a dar meu buraquinho pra ele e pra homem nenhum.
Ele não deixou eu desligar e passou uns 20 minutos tentando me converser a dar uma chance a ele de me provar que o meu negócio era rola mesmo.
Ele usou a sua madureza para me converser a visitá-lo em sua casa, sob o pretesto que eu estava tão seguro e nada aconteceria sem que eu permitisse.
Ele foi bem convicente e disse que se não tivesse que ser, poderíamos apenas ser amigos.
Eu me senti pressionado e ele soube me fazer sentir culpa por estar desconfiado de sua honestidade e acabei convencido.
Me encontrei com ele na sua casa por volta do horário das 15h conforme combinado.
Ele me convidou para entrar e me ofereceu uma bebida.
Aceitei apenas uma água, pois não queria dá mole de fraquejar e cair na sua lábia após algumas doses de bebida alcóolica.
Mas ficamos na sua sala conversando.
Relembramos os momentos da festa, sem tocar no epsódio no qual ele me comeu.
Isso foi um fato bem positivo, ví que ele realmente não forçou a barra para que a conversa convertesse para sexo.
Mas então sem querer a conversa avançou para a minha decisão de levar uma vida dita normal, de hetero.
Falei pra ele da minha visão, de o quão dificil é a vida para os homosexuais.
Ele concordou em parte mas defendeu que a homosexualidade é um estado natural, pois até na natureza alguns machos acabam acasalando com outros machos.
Por esse ponto de vista eu acabei concordando com ele, mas na natureza não há julgamento e isso torna a vida dos que fazem papel de fêmea um inferno.
Expliquei que quem come sai sempre por cima, mas que dá, sempre é julgado pela sociedade.
Ele então se aproveitou para dizer que então, se o motivo de eu não aceitar minha natureza for a pressão da sociedade, era como se eu estivesse me enganando.
Eu refleti e aquilo fez sentido pra mim, porém estava disposto a pagar o preço.
Mas ele não queria desitir.
Ele então tocou no assunto do dia que ele me comeu. Ele falou que poucos caras haviam suportado seu pau dentro do cú como eu havia suportado.
Eu falei que na verdade eu só não quis parecer infantil pra ele, mas que tive que me segurar no muro para não cair no chão quando ele me penetrou inteiro com seu pau.
Confessei que chorei quieto para não passar vergonha diante dele enquanto ele fodia meu buraquinho.
Mas ele elogiou bastante dizendo que mesmo assim eu suportei muito bem.
Eu dei a primeira vacilada naquele dia e acabei agradecendo seu comentáro ao invés de protestar.
Ele se encheu de coragem ao ver que gostei de ser eleogiado por ele por ter aguentado seu pau dentro do meu buraquinho.
Ele continuou e foi por um caminho de mostrar que eu ia me arrepender futuramente se seguisse por esse caminho de tentar ser hetero.
Eu rebati firmemente, mas ele insistiu e com bons agurmentos.
Olha, você é muito novo e está com esperança de conseguir mudar, mas na verdade o caminho que você escolheu não tem volta não.
Sexo, é uma necessidade e eu senti como seu cú apertava meu pau quando eu te penetrava.
Isso é tesão puro. E você percebeu que seu pau não tem nenhuma ereção. Provavelmente você é completamente passivo.
Não, eu não sou passivo, eu posso ter ereção.
Tá, mesmo que possa, mas você não precisa de uma ereção, porque seu tesão vem do seu cú, é onde você sente prazer de verdade.
Não, não, não e verdade, eu posso gozar pelo pau sim.
Pode, eu sei que pode, mais desde que seja estimulado pelo cú, e não tem vergonha nisso rapaz.
Eu fiquei quieto, pois na verdade eu lá no fundo já sabia disso.
Ele falou que eu estava sofrendo atoa, pois estava na cara que minha vocação era de homosexual.
Eu estava arrasado com aquela conversa e ele sentou ao meu lado e esperou um minuto até começar a alisar o próprio pau por cima da bermuda.
Eu percebi e dei uma pequena afastada.
Ele continuou e foi inevitável ver que o pau dele estava já entumecido.
A bernuda era larga e dava liberdade para o pau fazer um grande volume com aquele efeito de barraca armada.
A minha convicção começou a ser abalada, quando percebi que era obrigado a dar pequenas olhadas para aquele volume que havia se formado.
Um leve calor corporal e aumento do rítmo do coração e da minha respiração, denunciavam um início de excitação.
Eu pensava que todo meu discursos começava a ser derrubado apenas com uma leve ereção do pau dele.
Olha, ta vendo aqui na minha bernuda, eu não tenho vergonha de assumir minha natureza. Eu gosto de comer um cú. Também sou críticado por isso, mas eu assumo que gosto mesmo e ignora o que os outros podem pensar de mim.
Eu olhava pra ele, mas vacilava de vez em quando e acabava voltando a olhar pro pau dele embaixo daquela bernuda.
Ele me olhou e disse, sei que você já percebeu o estado do meu pau e já sente vontade de pegar nele um pouquinho.
Não precisa ter medo ou vergonha do que está sentindo. Pode pegar nele se quiser apenas para matar a saudade e se você depois não quiser fazer nada eu vou respeitar sua vontade.
Eu não acreditava por conhecer o comportamento dos meninos que já me comeram. Eles sempre prometiam que se doesse iam me respeitar e tirar se eu pedisse, mas sempre era aquele para que já ia passar, melhorar, ia acabar logo e sempre levava pau até eles gozarem dentro do meu buraquinho.
Mas eu estava muito fragilizado diante dele e perguntei se era verdade que ele respeitaria minha vontade.
Ele deu um risinho de canto de boca e balançou a cabeça em afirmação.
Eu fui de forma insegura e toquei seu pau por cima da bernuda.
Ele ficou passivo, me olhando apenas e vendo que ele me respeitou e comecei a percorrer seu pau, deslizando de forma suave a minha não.
O pau dele reagiu e logo completou a ereção.
Ele falou que estava sem cueca eo zíper estava incomodando a cabeça do pau dele e me perguntou se eu me importava se ele tirasse a bernuda ou botasse o pau pra fora para parar o incômodo.
Eu sei que incomoda basante e ainda tem o risco do zíper morder a pele da cabeça do pau dele, o que seria um acidente desagradável e doloroso.
Então falei pra ele que podia sim, sem problema.
Ele tirou a bernuda e o pauzão ficou ali exposto, pulsando e eu não consegui pensar em mais nada. Fiquei boquiaberto olhando e impressionado como era grande e lindo aquela monstruosidade.
Ele riu e falou que eu podia tocar nele de novo.
Eu acordei do transe e pedi desculpas pra ele e voltei a alisar o pau dele.
Eu fazia bem suave, não queria que ele sentisse que eu estava ancioso por pegar seu membro.
Apenas alisava ele em toda a sua extensão.
O pau por sua vez pulsava em reação ao meu toque.
Ele era só elogios e disse que eu hava nascido para pegar num pau.
Eu falei que não queria que ele pensasse que eu estava admitindo ser viado por tocar o pau dele,
Ele falou, não se preocupe com isso, isso não me fazia viado. Ele queria que eu confiase nele e não me preocupasse que ele jamais pensaria isso de mim.
Eu ví que começava a sair aquele liquidozinho espesso da cabeça do pau dele e percebi ele se recostar no sofa e dar uma jogadinha de quadril quando minha mão deslizava em direção a base do pau dele. A cabeça do pau estava muito vermelha e inchada,
Vi que aquela suavidade do meu toque deixava ele aflito, com se ele quisesse que eu manipulasse seu pau com uma punheta.
Eu vi seu desespero e isso foi me comovendo até o pnto que pensei que não havia ninguém vendo e bater uma punheta no pau dele não ia mudar nada.
Então pegeui o pau dele e envolvi com minha mão e passei a beter uma punheta bem devagar.
Ele começou a fechar os olhos e gemer baixinho.
Tadinho,o pau pulsava muito e aquele liquido (babinha) melou a cabeça do pau dele inteira.
A pele cobria parcialmente a cabeça quando eu fazia o movimento da base para a cabeça e fazia aquele barulhinho de pele molhada e depois eu forçava da cabeça pra base fazendo a cabeça reaparecer por inteiro.
Ele sentia tanto tesão que apartava uma perna contra a outra, mas me incomodou ver uma das suas bolas sendo comprimida entre as coxas peludas.
Eu fui com minha outra mão e forcei entre suas pernas e ele entendeu minha intensão e afastou-as um poucos, liberando suas bolas.
Eu as peguei com cuidado e as trouxe pra cima e comecei a brincar com elas, fazendo carícias bem suaves.
Ele cruzou as pernas embaixo e voltou a jogar os quadriz pra frente quando eu batinha punheta fazendo a pele do pau ir no sentido da base do seu pau.
Ele estava em êxtase e eu olhando como seu pau estava potente,não conseguia para de olhar admirado pra ele.
Eu as vezes olhava pra ele e dava uma risadinha tímida, completamente sem graça por estar ali punhetando o pau dele.
Senti ele levar o braço e pegar minha nuca e sabia que ele ia forçar minha cabeça para abocanhar seu pau.
Eu, embora estivesse ali batendo punheta pra outro homem, não queria voltar a chupar um pau outra vez.
Sempre soube gostar de ser submisso aos meninos, mas sempre achei o cumulo da humilhação receber o pau de outro homem dentro da minha boca.
Pra mim é uma situação de submissão total a outro homem, permitir que ele enfie seu orgão sexual dentro da sua boca, mas nunca entendi porque isso me humilhava tanto mais me dava tanto tesão.
E não teria nenhuma forma de defender meu ponto de vista sobre voltar a ser hetero e eu permitisse ele enfiar seu pau na minha boca.
Mas senti a pressão da sua mão na minha nuca , forçar minha cabeça em direção ao seu pau.
Resisti e ele percebeu. Me olhou e nenhuma palavra desferiu.
Apenas olho no olho.
Eu continuava a bater a punheta em seu pau, e ele não usou a força para me forçar a chupar seu pau.
Ele então falou que jamais iria me forçar, mas gostaria muito que eu chupasse seu pau, mas seria a minha decisão.
Eu disse que havia falado pra ele que não era viado e não me faria bem ter que chupar seu pau.
Ele rapidamente falou que nosso acordo estava valendo e jamais ele forçaria a barra.
Mas ele ficaria muito feliz se eu deliberadamente chpasse seu pau.
Falou que eu não ia ser viado por chupar o pau dele. Era só uma situação particular do momento.
E que a sua intenção jamais seria de me humilhar, pelo contrário.
Eu pedi pra ele ser sincero comigo e dizer se eu por acaso concordade em chupar seu pau um pouquinho se ele iria pensar que eu estou admitindo ser viado pra ele.
Ele, falou que jamais pensaria isso de mim.
Eu penseium pouco e vi que ele queria muito que eu chupasse um pouquinho e resolvi aliviar sua vontade.
Ele então direcionou a minha cabeça até que eu pudesse obocanhar seu pau.
Sem percebermos, acabei pagando um boquete por mais de meia hora. Nunca havia chupado o pau de um carapor tanto tempo.
Quando eu parei ele perguntou:Então, como foi? Gostou?
Eu acabei respondendo que sim, que havia gostado sim.
Ele então falou, tá vendo, não precisa se sentir humilhado por chupar o pau de outro homem, desde que os dois queiram.
Ele me olhou e pediu que eu ficasse em pé na sua frente.
Ele sentado no sofa, pediu licença e começou a tirar minha roupa. Eu rapidamente o impedi e disse que não ia dar o buraquinho pra ele .
Ele falou, eu sei, você já me disse isso várias vezes e eu te respeitei até agora e vou continuar a te respeitar.
Só vou tirar sua roupa para poder te mostrar uma coisa que fará você entender qual é a sua natureza.
Eu resolvi confiar nele.
Ele me despiu inteiro e naquele dia eu estava completamente envergonhado de estar na frente de um homem como ele.
Ele levantou e me levou até seu quarto onde tinha um espelho grande encostado na parede em frente aos pés da sua cama.
Ele me colocou de frente e pediu para eu me olhar bem.
Não entendi o qe ele queria.
Depois ele se colocou do meu lado e vi a diferença entre a gente.
Ele era fortão, peludo, pauzão ereto, grosso e um par de bolas proporcional.
Eu branquinho, sem pelo, magrelo, um pauzinho que parecia um dedo mínimo dele e flácido.
Ele pediu para eu virar de lado e olhar pro espelho.
Ví o mesmo corpo mirrado, porém algo me chamou a atenção. Uma bunda redonda e protuberante para um corpo tão miúdo.
Ele me olhou, e falou. Tá vendo, até você percebeu que a natureza foi generosa comigo assim como com ele. mas não potencializou as mesmas partes.
Enquanto a natureza me dotou de um membro masculino protuberante, em você ele o dotou com uma bunda grande, firme, redonda e lizinha, e para quê?
Voltei a olhar pro espelho e realmente era uma bunda que muitas mulheres queriam ter.
Mas ele foi adiante. Veio de frente até mim e passou seus braços em volta das minhas costas até alcançar a minha bunda.
Pegou firme nas minhas nadegas e foi me virando de costas para o espelho e mandou que eu olhasse para trás.
Eu obedeci a ele e olhei. Senti suas mãos apertarem ambas as bandas da minha bunda e começar a afastá-las.
Logo, eu pude ver meu buraquinho exposto no espelho.
Ele falou pra eu prestar bem a atenção.
Vi ele levando uma das mãos a boca e molhando o dedo do meio na saliva dentro da sua boca e levar de volta até tocar me buraquinho.
Nessa hora eu me joguei contra seu corpo e busquei me segurar em seus ombros para conseguir ficar nas pontas dos pés para fugir um pouquinho do seu toque.
Mas ele fez um Xiiiiiiiiiiiii! Como se pedisse pra eu me acalmar.
Desci da ponta dos pés e ele começou a brincar, deslizando o dedo em volta do meu buraquinho.
Eu tive que cruzar os braços em volta do seu pescoço e voltar para a ponta dos pés.
Ele falou então pra mim Tá vendo, quanto tesão você sente no cú?
Ai, não faz isso, pará!
Xiiiiiiiiiiiiii! Olha pro espelho, veja como tá seu cú, completamente excitado.
Olhei e vi meu buraquinho piscando forte, como se fizesse um pequeno biquinho e depois contraísse forte se fechando completamente.
Ele tinha razão, desgraçado, meu tesão era todo no buraquinho. Me pau ainda estava completamente flácido.
Eu vou enfiar meu dedo no seu cú, porque sei que você gosta disso, tá bom?
Não, pará, eu não quero, eu não sou viado!
Xiiiiiiiiiiii! Eu não tô dizendo que vc é viado, eu só falei que vou enfiar o dedo no seu cú, só isso.
Não, não não faz isso, para.
Antes dele consegui me penetrar, assim que senti a pressão do seu dedo, eu me apoiei o melhor possível em seu pescoço e fui acompanhando a pressão durante a penetração e fui voltando a ficar nas pontas dos pés até o limite, mas ele continuou e me penetrar com seu dedo e tentei escalar seu corpo, tamanho meu desespero.
primeiro joguei a perna direita como se fosse apoiar no seu quadril.
Mas isso apenas expôs mais o meu cú pra ele, o que até facilitou a penetração do dedo.
Meu atordoado, sem pensar diteito, ajeitei melhor o apoio dos meus braços em torno do seu pescoço e pude jogar a outra perna sobre seu quadril, fazendo as pernas se encontrarem atrás do corpo dele.
Eu tentava escalar seu corpo, indo mais pro alto, como se isso atrapalhasse a penetração do seu dedo em meu buraquinho.
Mas, acabei suspenso em seu colo, ele aproveitou que não precisava me sustentar no ar, já que eu mesmo escalei e me segurei em seu corpo, e passou um dos braços por trás da minha cintura para garantir a suspensão do meu corpo, caso eu soltasse seu pescoço e completou a dedada no meu buraquinho.
Ele falou pra eu me acalmar, mas eu estava tão perdido e desorientado que não sabia como me comportar.
Apenas pedia para ele parar e tentava atarpalhar ele remexendo meu quadril. Queria mostrar que verdadeiramente estava indiginado com a situação de estar sendo dedado por ele.
Ele atingiu a profundidade máxima e começou e mexer o dedo dentro do meu buraquinho de um jeito que eu sentia um arrepio chegando a minha nuca.
Pedia para para e remexia meu quadril pra ver se o dedo dele desencaixava pelo menos por um breve momento.
No pé do meu ouvido, ele continuou pedidno para eu me acalmar, mas com aquela voz grave e suave ao mesmo tempo, o que fazia o arrepio na minha nuca aumentar.
Não sei o que ele fazia com aquele dedo, mas tocava em parte muitos sensíveis e eu perdia completamente a força e isso se refletia na minha voz que não era tão firme quanto antes.
Ele então começou a falar sobre como a natureza tinha me privilegiado com um cú que intimida até ele que é um cara superdotado.
Que sentia muito pressão em dar conta de um cú como o meu,
Eu prestei atenção e senti até um pouco de orgulho por causar isso num homem como ele.
Apesar de saber que o pau dele poderia satisfazer qualquer cú.
Eu estava caindo no seu papo e percebi que já desejava que ele tirasse o dedo do meu cú e me desse seu pau para me senti poderoso como ele tinha acabado de falar.
Eu reuni forças e afastei minha cabeças um pouco, olhei em seus olhos e pedi que ele me fodesse logo então.
Ele riu e calmamente me levou até os pés da cama e me arriou.
Tirou o dedo devagar e pegou o pau e pincelou na entradinha do meu buraquinho.
Senti a presão da cabeça do pau e fiz força como ele havia me ensinado na vez que me comeu no muro.
Quando eu expirei, a cabeça invadiu meu buraquinho, mas doeu demais e tive que freiar a penetração, levando a mão até sua barriga e pedind pra ele parar.
Ele calmamente pegou minha mão e retirou da sua barriga e colocou ela de volta em cima da minha barriga, sem soltá-la.
Voltou a empurrar o pau e senti ele deslizando, mais a dor era insuportável.
Tentei levar a outra mão a sua barriga, mas não deu tempo, ele a interceptou e a prendeu junto a outra.
Continuou a me penetrar devagar.
Sentindo cada centímetro de pau deslizar lentamente pra dentro do meu buraquinho, somente pude mexer meu quadril para atrapalhar a penetração, mas a dor aumentava.
Ele falou faz força, só isso, e depois relaxa.
Lembrei e me concentrei.
Esperei ele forçar de novo e fiz isso. Mutia força e expirei, o restante do pau deslizou, me fazendo chorar ao sentir o pau inteiro dentro de mim.
Ele parecia estar me partindo ao meio, mas não podia fazer nada além de pedir pra ele tirar o pau.
Ele falou que apesar de eu estar sentindo dor, ele não ia tirar o pau e erapro meu bem.
Eu apenas olhava e pedia pra ele não começar a meter.
Ele falou, olha, eu não vou fazer o que você está pedindo, mas não é por mal, é que eu sei que agora as emoções são confusas mesmos e não sabemos decidir o que queremos.
Eu não forcei a barra até aqui tá e você é testemunha disso, mas agora eu sei que a dor, e eu acredito em você, e o prazer se confundem mesmo e vou descnsiderar suas palavras, mas vc vai me agradecer depois.
Mas uma vez, eu comprovava que machos de verdade não conseguem parar depois que penetram nosso buraquinho e não posso culpar ele por ser macho.
Apesar de tentar me preparar, quando ele me pegou pela cintura e começou a retirar o pau para poder me foder, quando veioa a primeira estocada eu pedi pra ele parar e chorei loucamente.
Nossa, muito dor, pude sentir pregas estourando.
Tinha que fazer força durante a tirada do pau, e expirava durante a penetração para ver se o pau desliava mais suavemente.
Ele deitou em cima de mim e fodeu pra valer.
Eu olhava por cima das sua costas e somente vi sua bua subindo e descendo durante as penetrações em meu buraquinho.
O resto era apenas dor, lágrimas e gemido, quase gritinhos já roucos devido ao aperto na garganta pelo choro intenso.
Sei que ele não iria se comover com meu choro, mas não era charminho que eu fazia, era sofrimento físico.
Teve uma hora que senti uma dor diferente e fiquei preocupado.
Comocei a bater no seu peito, para mostrar que era sério, mas ele é fortão e nem se abalou.
Apenas me virou de ladinho e suspendeu uma das pernas e apoiou em seu ombro direito.
A pernas debaixo ele dobrou para poder se encaixar entre as minhs pernas e voltar a me penetrar.
De ladinho ele me penentrava sem permitir que eu usasse os braços paara bater em seu peito para forçar a parar de me foder.
Ele tinha os quadris livres para movimentar e fazer penetrações bem profundas nessa posíção.
Podia sentir a cabeça do pau dele tocar meu intestino.
A brutalidade do pau e das estocadas pra falar a verdade movimentava vários orgão internos no meu abdomem, me levando a ficar bem preocupado.
Eu mesmo queria sair daquela posição, mas sabia que se eu tentasse virar, ele ia me pegar de quatro.
Mas o desespero foi maior e comecei a me agarrar no lençol e puxar meu corpo pra cima.
Ele percebeu e permitiu que eu desse uma escapadinha.
Mas, habilidoso, o pau nem chegou a escapar de dentro do meu buraquinho.
Chegando no meio da cama ele sentiu que eu já estava na posição da cama que lhe interessava e com extrema facilidade ele me virou e me fez ficar de quatro na cama.
Já senti suas mãos na minha cintura e uma de suas coxas ser enfiada entre minhas pernas e afastar uma de cada vez.
Ele usou um dos braços e forçou minha cabeça e peito contra o colchão da cama.
Usou as mãos para me ensinar a fazer um movimento no quadril que fazia minha bunda ficar mais empinada pra ele.
Ai senti ele bater o pau pesado no meu cox e em seguida descer ele deslizando até a cabeça chegar na entrada do meu buraquinho.
Senti aquela pressão e fiz muita força, tanto que o pau dessa vez não venceu o meu esfincter.
Mas não conseguiria faz força pra sempre, uma hora eu ia expirar.
Ele esperou calmamente e quando eu expirei, meu esfincter cedeu e o pau dele deslizou inteiro.
Tentei jogar o corpo pra frente mas ele estabilizou.
Ele parou um pouco e eu aproveitei para me reposicionar, pois acabei todo torto tentando fugir do pau inutilmente.
Ele mandou eu pegar um travesseiro e dar pra ele.
Enfiou embaixo da minha barriga e aproveitei e peguei o outro e botei abaixo da minha cabeça.
Senti ele apertar minha cintura com as duas mãos e uma pressão do pau dele forçando a entrada.
Rapidamente eu segurei o lençol com minhas mãos e torci e fiz força de novo>
O pau foi entrando e eu soltei um som trêmulo: Ahrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr! mordendo a fronha do travesseiro.
O pau foi introduzido até senti os ovos dele na minha bunda.
Chorei, torci o lençol até quase rasgar e parecia que ia desmaiar de tanta dor.
Ai não, não faz mais assim. Paráááááá!
Ele ignorou e repetiu friamente tudo de novo por inumeras vezes.
Depois de me foder bastante ele mandou eu ficar de quatro mais com a cabeça virada para os pés da cama.
Não entendi o que ele queria, mas estava fragilizado e fraco e apenas obedeci.
Quando ele me penetrou de novo eu olhei pra frente e entendi que ele queria que eu me visse de quatro pra ele, no espelho que tinha em frente a cama.
Então comecei a ser fodido forte e apenas olhava a imponência dele sobre mim.
Aquilo me mostrou a extrema diferença da postura ativa de um homem de verdade e a passividade da parte que se submete a ele.
Não tinha nenhuma força para lutar, então me entreguei a ele de vez, e aproveitando a referência do espelho, pude me ajeitar para facilitar a sua penetração.
Então. apenas apoiei a cabeça no colção e fiquei olhando sua estocadas e como meu corpo era jogado pra frente devido ao seu vigor masculino.
Esperei passivamente pela merecida leitada dentro do meu buraquinho, que apesar de demorar, veio esplendorosa e abundante como da primeira vez.
A diferença foi que caímos exaustos na cama e ele não se preocupou em tirar o pau logo.
Ficamos engatados por uns 10 minutos, ambos alternando movimentos pulsatórios, ele com o pau e eu como meu cú.
Ele aproveitou para continuar me falando como meu pensamento estava errado e que eu deveira me sentir orgulhoso e agradecido, pela natureza ter me dotado de um cú que aguenta levar um pau como o dele.
Eu ainda tremendo de tesão e fraqueza apenas fiquei calado e refletindo sobre aquela sexo que ele tinha me proporcionado e apenas me perguntava como ainda poderia pensar que poderia levar uma vida como hetero depois dessa segunda foda?
Teria que aguardar para saber como minha mente agiria depois disso.
Voltarei a contar como segui minha vida como esse cara mais velho.
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Comentários (2)
Fernandinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado T Maluzinharsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkMiguel: Vc tem que conta o Resumo como foi com seu amigo Dani com os meninos tem que detalhar bem a história
Responder↴ • uid:muiqqds8l