#Grupal

Escrava isaura: orgia na senzala

2.0k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
darkfic69

Era primeiros anos do reinado do Sr. D. Pedro II. No fértil e opulento município de Campos de Goitacases...

Uma linda jovem tocava o piano no meio da sala. Com sua voz angelical cantarolava uma cantiga doce. Vestia um vestido de chita ordinária azul-claro. Uma cintura delicada, amplas ondulações parecia uma nuvem, do seio da qual se erguia a cantora como vênus nascendo da espuma do mar... Suas mãos delicada parecia der vida própria, dançava pelos enormes e duros teclados do piano. Com sua postura ereta dando uma certa elegância de uma dama, uma condessa. Mas ela não era nenhum das duas, ela é...
— Escrava Isaura, o que faz aqui parada? Não era para estar fazendo alguma coisa? Varrendo a casa, lavando as roupas, preparando o almoço.
— Senhora Malvina, me perdoe. Eu vi o piano e decidi...
— Não está sendo paga para se explicar; você está sendo paga para trabalhar.
Na verdade, Isaura não era paga por nada. Ela era uma escrava desde criança. No entanto, havia uma grande diferença entre ela e as outras escravas: Isaura era uma escrava branca.
Apesar de sua condição, Isaura possuía uma educação refinada e uma delicadeza incomum, algo que a distinguia das demais pessoas em situação semelhante. Seu destino fora selado desde cedo, entregue aos caprichos de sua senhora, Malvina.
Mas claro que isso tudo ficava dentro daquela casa, fora dela Isaura era totalmente diferente...

Perto do fim da tarde, Isaura foi até a senzala. Lá acontecia uma pequena festa; podiam-se ouvir os tambores ressoando ao longe, enquanto todos dançavam e cantavam.
Isaura entrou no meio da roda e começou a dançar junto aos outros escravos. Em seguida, foi tirando peça por peça de sua roupa, até ficar completamente nua. Dançava livre entre eles, como um animal selvagem. Seus grandes seios balançavam ao ritmo dos movimentos, e suas nádegas pareciam ter vida própria.
Um dos escravos entrou na dança e a agarrou, dando-lhe um beijo na boca. Depois veio outro, que também a beijou. Logo, Isaura estava cercada pelos escravos, envolta naquela celebração carregada de desejo.
Um dos escravos, sentado, ergueu um copo.
— Por favor, Isaura... eu estou com muita sede...
— Então irei matar tua sede! — disse ela, abrindo as pernas e puxando a buceta para fazer xixi no copo.
O xixi saiu como um jato naquele corpo. Com o copo cheio, o escravo bebeu como se fosse água, matando a sede.
Aproximaram mais escravos com seus paus duros.
— Calma, rapazes, vou dar para todo mundo hoje. É só fazer a fila — disse Isaura, exibindo seu belo sorriso branco.
Os escravos formaram uma enorme fila, cada um respeitando a vez do outro. Entravam e saíam, saíam e entravam. Durante todo o tempo, Isaura permanecia ali, deitada no chão sujo da senzala, com as pernas abertas, expondo sua buceta branca. Esperava os membros famintos daqueles escravos entrarem na fonte de seus desejos.
— O que vai querer, escravo: o meu cu ou a minha buceta? — perguntou Isaura, com a voz trêmula e os olhos marejados.
— Quero sua buceta branca! — respondeu o escravo.
Sem mais delongas, enterrou sua enorme pica preta e grossa dentro daquela buceta rosada e molhada. Ele sentiu a carne macia e quente se contraindo em volta do seu pau, apertando como se não quisesse soltar. Era uma buceta bem apertada, mas logo foi sendo esfolada, alargada e amassada por aquele escravo.
Os escravos não tinham nenhuma compaixão por aquela escrava branca. Fodia-a com força bruta, como se tentassem descontar naquela mulher toda a raiva e ódio que sentiam pelos patrões que os chicoteavam e humilhavam todos os dias.
— Toma, sua puta maldita... toma bem fundo, sua cadela branca! — disse ele, cravando o pau com força e rapidez naquela buceta, empurrando até o talo, o saco batendo contra o corpo dela a cada investida.
Isaura só gritava e chorava, mas não de dor, e sim de prazer bruto, incontrolável, quase animalesco.
— Isso, seu negro... me foder com força... aaaaaahhhh... assim... mais fundo, porra! — ela gemia.
Depois que gozou dentro daquela buceta, ele tirou o pau lentamente, vendo a porra branca e grossa escorrer pela buceta dela, pingando no chão de barro. E o próximo escravo já se aproximava, pronto para ocupar o lugar.
— O que vai querer, escravo: cu ou buceta?
— Cu — respondeu um escravo alto e forte.
Isaura se colocou de quatro, empinando a bunda branca e redonda. O escravo montou nela sem demora, forçando o pau grosso direto no cu apertado. Ela gritou alto; era tão grande e grosso que parecia rasgar seu cu, pois era a primeira vez que fazia anal. Mas logo o sofrimento virou tesão, e ela começou a gemer rouca, rebolando contra ele.
— Isso... mete com força... aaaahhh... arromba meu cuzinho...
Quando o homem gozou, enchendo o cu dela de porra quente, outro já estava esperando. Aproveitou a mesma posição, meteu sem piedade e continuou o serviço. Um atrás do outro, passaram a tarde inteira usando o rabo de Isaura.
Um dos escravos agarrou com força os cabelos, puxando sua cabeça para trás com violência enquanto enfiava o pênis ereto diretamente na boca dela. Com a voz grossa e autoritária, ele ordenou:
— Chupa minha pica, Isaura. Agora.
Ela obedeceu, sugando a enorme vara daquele negro, sentindo o gosto da pele e do suor. Quando ele começou a gozar, ela recebeu toda a porra quente e espessa diretamente na garganta, sem escapar uma gota.
Os outros escravos, que observavam com os olhos cheios de desejo, também queriam meter a pica em Isaura. Sem hesitar, uniram-se ao mesmo tempo, segurando-a com força e enfiando seus membros em todos os buracos disponíveis: um enterrou a pica na buceta dela, outro forçou a entrada no cu, e o terceiro voltou a meter na boca.
A putinha não aguentava mais, mas não pedia para parar. Os pauzões a perfuravam sem trégua, cada um mais grosso que o outro. O que fodia sua boca segurou seus cabelos e meteu até a garganta, enquanto a porra escorria por seu queixo. O do cu a socava com violência, o saco batendo em suas nádegas. E o da buceta não parava de empurrar, a carne já frouxa e cheia de gozo.
— Toma, sua cadela... aguenta isso aqui! — rosnavam os escravos, alternando de posição, trocando de buraco, metendo mais fundo e mais forte, até Isaura não conseguir mais conter os gritos. Ela começou a gozar sem controle, se contorcendo, enquanto era preenchida por todos os lados ao mesmo tempo.
Ela ficou ali, completamente entregue àquela orgia da senzala, sendo usada sem piedade, até o sol desaparecer no horizonte e a noite cair por completo.

*
A escrava branca voltou para a casa dos patrões. Malvina a esperava na sala, junto ao piano.
— Isaura, onde estava?
— Senhora Malvina... eu estava no jardim, cuidando das flores — respondeu com a voz tímida e recatada, os olhos baixos.
— Mentira. O senhor Belchior disse que você não apareceu por lá. Onde estava, escrava?
— Eu estava conversando com outros escravos.
— Por que mentiu, Isaura? — questionou Malvina, de pé, aguardando a resposta.
— Eu me confundi... mas estou aqui, senhora Malvina. Precisa de alguma coisa? — Disse Isaura suada, meio ofegante, tentando controlar.
— Não irei precisa de nada, pode ir por seu quarto se deitar.
— Sim, sinhá... com licença...

Isaura tomou um banho pra esfriar o calor que sentia. Com mais calma se deitou na cama com seu pequeno diário, na qual ela escrevia seu dia a dia. Ela acabou escrevendo sobre aquela orgia na senzala:

"Diário de Isaura

Escrevo ainda tremendo. O corpo lateja.
Fui até a senzala no fim da tarde e encontrei tudo tomado pelo som dos tambores, pelo canto e pela dança. Havia algo de antigo naquele ambiente, algo que parecia despertar forças que eu mesma não sabia que tinha. Entrei na roda sem pensar muito, como se meu corpo soubesse o caminho antes da minha mente. Dancei, deixei a música me conduzir, e por um momento senti que não havia corrente alguma me prendendo.
Quando dei por mim eu estava totalmente nua dançando com meus irmãos escravos. Eu já estava entregue naquele desejo estranho que sentia naquele momento.
Quando enfiaram pela primeira vez na minha buceta, foi como se um ferro quente me rasgasse por dentro. Ardeu. Mas logo o ardor virou uma pressão gostosa, uma coisa cheia, uma presença que me preenchia até o fundo do útero. Eu sentia cada veia daquela pica roçando minhas paredes, sentia a cabecinha batendo no meu colo, e a cada estocada uma onda subia da minha buceta pela barriga até o peito. Meu corpo todo ficava tenso e depois relaxava, como se estivesse aprendendo um ritmo novo. A carne ali ficou quente, escorregadia, mole. Eu não queria que parasse.
Quando meteram no meu cu, a sensação foi outra. Ali doeu no começo, uma dor seca, que ardia como se fosse rasgar. Mas depois que entrou inteiro, o pau preencheu todo meu cu. Era uma pressão constante, profunda, que mexia com minha barriga por dentro. Cada vez que ele empurrava, eu sentia um aperto no estômago e uma vontade de gritar. Mas depois fui me acostumando com aquilo.
Um dos negrão me puxou pela cabeça e meteu sua vara enorme na minha boca. No começo era estranho, o gosto da pele, do sal, do suor. A grossura entrando e saindo, roçando minha língua, batendo no céu da boca. Mas o que mais me marcava era quando enfiavam até minha garganta. Ali eu perdia o ar por um segundo, e nesse segundo eu sentia um prazer que vinho de dentro da goela, uma coisa molhada, quente, sufocada. Meus olhos marejavam, minha baba escorria, e quando ele gozava na minha boca, o gosto grosso e amargo me invadia, e eu engolia tudo porque meu corpo pedia, porque descer aquilo quente pela garganta me dava uma espécie de paz suja, de satisfação.
Na orgia toda, o que eu sentia era uma perda de mim mesma. Eu não era mais Isaura. Eu era um buraco, dois buracos, três. Minha mente se apagava e só restava a sensação: buceta apertando, cu relaxando e contraindo, boca sugando, pele arranhando, suor escorrendo, gemido saindo sem controle. As sensações se misturavam. Quando um pau mexia na buceta, minha boca saliva e meu cu piscava. Quando enfiavam no cu, minha buceta se contraía sozinha. Quando gozavam na minha boca, eu sentia um aperto úmido descendo. O prazer vinha em ondas, uma atrás da outra, sem me dar tempo de respirar. Meu corpo vibrava como se tivesse eletricidade dentro. Eu tremia, eu arfava, eu gemia nomes que nem sei de quem.
Eu gozei várias vezes. Quando gozava, sentia minha buceta se apertando sozinha, meu cu dando pequenos espasmos, minha boca babando. O gozo vinha da barriga e subia, me deixando tonta, com a visão escurecendo, com os dedos das mãos e dos pés formigando. E mesmo depois de gozar, eles continuavam dentro de mim, e cada estocada depois do orgasmo era uma agonia doce, um prazer inesquecível.
Quando a noite acabou, eu vim andando até a Casa Grande com as pernas bambas. A buceta ainda latejava, o cu ainda ardia e pulsava, minha garganta ainda tinha o gosto do leite deles.
Dei de cara com a Sinhá, por sorte ela não desconfiou nada. Deus me livre, se meus senhores descobre o que fiz na senzala eu irei por tronco.
Só sei de uma coisa, a orgia da senzala foi um episodio que nunca irei esquecer.

— Isaura."

FIM.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos