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O Retorno do Garoto da Capital pro Interior de Pernambuco

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Imagine um cara de 28 anos, ex-nerd de TI de Recife, que volta pro interior depois de dois meses de sofrimento insano. Ele deixou o amor da vida dele, um vaqueiro grandão, forte e dominador de 34 anos, pra tentar esquecer. Mas o vazio é maior que tudo. Com o cachorro debaixo do braço, ele dirige horas, chega sem avisar e decide mudar a vida inteira: largar emprego, vender tudo e mergulhar nesse amor proibido e safado. O reencontro vira fogo puro — abraços que apertam a alma, beijos molhados, noites de sexo bruto com dor gostosa no cu, peidos safados no calor da foda, entrega total. Cada detalhe aqui é real, suado, cheiroso e viciante. Leia até o fim, sinta o tesão crescer, imagine o cheiro de homem do interior misturado com porra quente, e depois comenta: você largaria tudo por um amor assim? Qual aventura quer ver depois? Porque isso aqui virou minha vida em Pernambuco e o fogo só aumenta.

Meu nome é Pedro, mas todo mundo me chama de PJ. Tenho 28 anos, trabalho com TI em Recife, e sempre fui o cara quieto, de óculos, mais à vontade com código do que com gente. Voltei pra capital faz dois meses depois de conhecer o homem que bagunçou minha cabeça inteira. Desde então, choro à toa, durmo mal, penso nele o dia todo. Jen, minha amiga de Recife, me liga toda hora preocupada. Meu pai mal fala comigo desde que voltei, e minha mãe liga só por obrigação.

Tô aqui numa quinta de manhã, comendo cereal no sofá do meu apartamento em Boa Viagem, com o Rocky, meu schnauzer preto de três anos, deitado com a cabeça na minha perna. Ele sente que eu tô destruído. Depois de dar beijo na cabeça dele, coloco ele na caixa e vou pro trabalho. Lá tá uma merda: sou impaciente, erro tudo, penso só nele.

No almoço, vejo meu pai saindo de um restaurante chique na Avenida Boa Viagem com uma loira jovem, mão nas costas dela, os dois rindo. Eu paro na frente:

— Pai.

Ele fica sem graça, apresenta a mina como cliente. Eu solto uma indireta sobre ter visto eles antes num hotel. Ele me fuzila com o olhar, eu sorrio por dentro. Pelo menos por um minuto esqueci o vazio.

Volto pro trabalho e quase surto com um executivo que não consegue imprimir. Perco a paciência, começo a chorar no banheiro. Meu chefe me chama, me manda tirar duas semanas de folga. Na hora eu sei o que fazer.

Chego em casa, compro um celular novo, arrumo duas malas, coloco comida e água pro Rocky, boto ele no banco de trás do meu SUV e pego a estrada pro interior. Dirijo com o boné camuflado que ele me deu, coração disparado. Paro em Caruaru pra comer, durmo num motel pet-friendly e sigo.

Chego na cidadezinha perto de Gravatá, vou direto pra loja de suprimentos agrícolas dele. Meu estômago revira. Deixo o Rocky fazer xixi, entro. O Chris, o funcionário, me reconhece na hora, apresenta a esposa grávida. Ele avisa o chefe.

Saio pros fundos. O Duke, o cachorro grandão dele, tá no cercado. Rocky puxa a guia louco pra brincar. Aí eu ouço aquela voz grossa atrás de mim:

— Em que posso ajudar?

Viro. Lá tá ele: Lucas, 34 anos, alto, ombros largos, barba cerrada, chapéu preto de vaqueiro, camisa da loja colada no peito musculoso, jeans justo e bota. Olhos azuis penetrantes. Meu coração quase sai pela boca.

— PJ?

Ele larga tudo, vem correndo, me levanta num abraço de urso que tira meu fôlego. Me beija ali mesmo, língua fundo, barba roçando meu rosto. Eu choro no peito dele, ele me aperta forte, cheiro de homem, suor e terra do interior me invadindo.

— Senti tanto sua falta... — sussurro.

— Eu também, caralho. Tanto.

Ele conhece o Rocky, solta os dois cachorros pra brincar. Me dá a chave da casa dele em Gravatá e manda eu ir me ajeitar. Horas depois ele chega, me acorda no sofá com o Rocky lambendo minha cara. Ele sorri:

— Você dormindo parecia um anjo, PJ.

Naquela noite ele não aguenta. Mal deitamos e ele tá em cima de mim:

— Vira, abre as pernas, vai.

Obedeço tremendo. Ele separa minha bunda, passa a língua quente no meu cu. Eu grito no travesseiro, corpo se contorcendo de prazer. Ele lambe, chupa, enfia a língua fundo.

— Lucas... por favor... preciso de você dentro...

Ele me vira, passa lubrificante, enfia dois dedos, depois três, massageando meu ponto G até eu quase gozar. Quando enfia o pau grosso dele, eu gemo alto de dor.

— Ai porra... tá rasgando... devagar...

Ele para, me beija, espera eu relaxar. Depois mete fundo, devagar no começo, depois forte, batendo fundo. Eu peido involuntariamente com as estocadas, cheiro safado enchendo o quarto. Ele não liga, mete mais gostoso.

— Isso, aguenta pra mim... teu cu é meu.

Ele me prende os pulsos, morde meu pescoço, mete como animal. Eu gozo gritando o nome dele, jatos fortes no peito. Ele goza logo depois, enchendo meu cu de porra quente, latejando dentro.

Dias depois a gente conversa sério no quintal, cachorros brincando. Eu tenho medo: e o trabalho? E vender tudo em Recife? Ele me segura:

— Você é minha alma gêmea, PJ. Teu lugar é aqui comigo, na minha cama, na minha vida. Pra sempre.

A gente fode de novo naquela noite. Eu sento no pau dele, cavalgo devagar sentindo cada centímetro abrir meu cu, dor misturada com prazer insano. Ele bate punheta em mim até eu gozar no peito dele, depois me vira e me arromba até gozar de novo.

Volto pra Recife com ele, resolvo tudo: falo com chefe, empacoto o que importa, volto pro interior. Abro minha lojinha de computadores em Gravatá, “Preços da Capital, Atendimento do Interior”. A vida vira um sonho: dias trabalhando olhando ele do outro lado da rua, noites de sexo bruto, fins de semana em Porto de Galinhas ou Olinda.

Pra achar o autor dessas aventuras quentes e reais, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu

Leiam, toquem pensando no cheiro de sexo no quarto quente, na dor gostosa quando ele mete fundo, nos peidos safados no meio da foda, no amor que cresce junto com o tesão. Imaginem largar tudo por um vaqueiro assim. Comenta aqui embaixo: você viria pro interior por um amor desses? Quer ler a próxima vez que ele me fodeu na caminhonete na estrada de chão? Ou quando quase fomos pegos no rio em Bezerros? Fala aí que eu conto tudo. Essa vida de country boy em Pernambuco tá só começando e eu não troco por nada. Vem acompanhar.

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