Jaque - Me bate, me enche de porrada - Parte 9
A noite chegou e a Marcela me esperava na sacada, o que ela não esperava era que a sua primeira surra seria ali mesmo.
De tarde eu fui trabalhar e só voltei de noite, fui até o quarto da Jaqueline eu já cheguei beijando-a, deitei em cima dela quando ela mexeu no meu cabelo e segurou meu rosto.
- Calma tigre, hoje eu quero ficar um pouco com a mamãe.
- Oh amor eu vou ficar sem você hoje à noite?
- Essa foi a pior encenação que eu já vi.
Eu ri com uma cara sínica, ela riu comigo.
- Tu és muito safado amor, mas eu te amo. Ela tá lá na sala, vai lá.
- Eu te amo meu moranguinho.
A Marcela estava na sacada, eu fui até lá e cheguei beijando-a bem gostoso e demorado. Ela suspirou soltando uma respiração tremula, como se fosse um alívio.
- Que suspirou foi esse?
- Eu ainda estou dolorida de ter ficado sem você.
- Ah é, hum... bom saber.
- Não começa, a mamãe ainda não sabe dessa loucura amor.
- Ela está deitada, me deixa só beijar esse pescoço gostoso.
Ela agarrou meu cabelo e levantou a cabeça, eu estava tão tarado por ela que não perdi tempo, baixei uma das alças da sua blusa e mamei no seu peitinho. Ela me observada mamar seu seio e nossos olhos se encontravam no caminho.
- Para amor, eu vou gemer alto.
- Fica quietinha minha gata, você está linda.
Eu desabotoei o short dela.
- Não, não, não amor, não.
- Solta esse short Marcela.
- Olha aqui para mim amor, olha aqui. Eu vou fazer o que você quer, mas me espera aqui um pouquinho, tá bom?
- Está bem.
O vidro da sacada é peliculado, quando ela voltou veio de vestidinho e com um edredom na mão. Ela desligou a luz da sacada e inverteu a visão, só dava para ver a sala.
- Hum... que delícia amor, de vestidinho? Vem cá, deixa eu tirar essa calcinha.
- Que calcinha?
- Filha da puta, tu queres mesmo se foder hoje.
- Senta nessa cadeira amor.
Ela jogou o edredom no chão, ajoelhou e mamou minha caceta, mas foi uma mamada maravilhosa, ela se lambuzou toda.
- Que saudade de ser puta, eu queria tanto chupar a tua pica.
- Mama meu amor, essa pica é tua.
Ela mesma batia com a caceta na própria cara, lambia meu saco enquanto batia uma punheta muito bem feita, ela tinha do domínio de tudo que o seu macho gostava.
- Me dá ele, eu vou sentar.
Ela não sentou de qualquer jeito, ela colocou os pés na beira da cadeira e desceu na pica igual uma sapinha.
- Olha amor essa pica entrando, olha como ela abre a minha buceta, ai caralho eu vou me foder muito nessa caceta hoje.
- Vai amor, você quer se foder nela?
- Quero amor, eu quero, eu quero muito, mas sabe o que eu quero mesmo?
- O que putinha linda?
Ela mudou a voz e o seu olhar, ela falou firme e sério.
- Eu quero apanhar, eu quero que você me encha de porrada, eu quero ficar marcada.
- Então pede direito, tu estás falando com teu macho, não é com nenhum moleque que tu já namoraste, como é que pede?
Ela continuou na sentada e se derreteu toda gozando, ela desceu da cadeira e ficou nas pontas dos pés, ela tremeu na minha frente se gozando, eu percebi e rapidamente meti uma siririca frenética na bucetinha dela, ela soltou um gemido lindo.
- Aihhhh aihhhhh, aihhhh, mamãezinha, tá bom amor, tá bom amor, eu vou desmaiar, eu vou... uh uh uh uh, filho da puta eu gozei, eu gozei, tira a mão, tiraaaaa, tiraaaaa, amor eu vou desmaiar, para, para, tá bom.
Eu a segurei para não cair e a sentei de volta na caceta, suas pernas estavam bambas, seu corpo tremia em espasmos e ela gemia assim “ohh, ohh, ohh”, “ohh, ohh, ohh”, “ohh, ohh, ohh”. Ela descansou a cabeça no meu ombro e enquanto gemia eu a beijava no rosto e mexia no seu cabelo.
- Calma amor, calma, relaxa minha princesinha teu marido cuida de você, você está linda demais hoje a noite, deve ser a sua lua hoje, você está melhor?
- Sim amor, eu pensei que eu ia desmaiar de tanto gozar, porque você fez isso, eu acho que nem consigo mais gozar.
- Ah meu amorzinho você vai gozar sim, vai gozar muito ainda.
- Ai amor você tá com aquela cara que eu tenho medo.
- Sua mãezinha aqui do lado e você sentando numa caceta dura Marcela, você é muito putinha mesmo.
- Ah amor não fala isso, eu me sinto mal.
- Mas é para se sentir puta mesmo, diga para mim que é puta, diga amor, eu adoro quando você aceita que é puta.
- Se eu sou puta você também é um tarado, você quem faz isso comigo.
- Tá mais descansada então pede para apanhar, vamos.
- Amor eu falei no calor do momento.
- Ah Marcela você vai apanhar, vai apanhar muito hoje à noite.
- Ai caralho, porque eu deixei o tesão fazer isso comigo?
Eu a coloquei de quatro na cadeira, coloquei um dos pés na pontinha e fodi sua buceta com bastante força falando no seu ouvido.
- Isso minha garota, isso, assim, relaxa, relaxa, deixa sua buceta gozar tudinho. Agora pede para apanhar, pede amorzinho.
Ela voltou a ser dominada pelo tesão e virava o pescoço falando com raiva.
- Me bate filho da puta, me bate.
- Com respeito, fala com o teu macho direito.
- Por favor amor, me mete a porrada que eu mereço por ser vagabunda.
- Como é que você quer apanhar, me diga.
- Onde pegar, me bate com força.
- No bumbum deixando a marca da mão?
- Sim, sim, deixa minha bunda vermelha.
- Puxando o cabelo?
- Sim amor, assim também, porque você não tá fazendo?
- Calma puta, aqui não é o lugar para isso, em casa você vai tomar a maior surra da tua vida.
- Eu quero pegar porrada, eu gosto amor. Você goza na minha cara no final amor, goza?
- Sim meu amor, eu vou te dar um banho de gala.
- Eu quero ficar com a cara toda melada de porra.
- Certo, então em casa você vai apanhar, tá bom?
- Hum, hum.
Eu conheço minha gata, eu senti na voz dela que ela queria dar a bunda, mas eu também sabia que ela era medrosa, mas eu queria maltratar minha gata mais velha.
- Vem cá Marcela, vem sentar na caceta com essa bunda.
- No cuzinho amor?
- Sim, eu quero essa pica enterrada nessa bunda.
- Sem o gelzinho?
- Sim, sua buceta lubrificou bem meu cacete.
- Vai doer muito amor.
- Marcela eu quero e pronto, entendeu?
Ela nem reclamava mais, só deitou no meu colo e ela mesma botou a caceta na bunda, ela foi sentando devagar, mas não passava do meio do cacete de tanta dor.
- Tá doendo amor?
- Muito, teu pau é muito grosso amor.
Eu segurei seu rosto e olhei nos seus olhos.
- Tá gostoso, não para tá bom?
- Mas tá doendo muito, eu vou chorar.
- Chora amor, pode chorar na caceta do teu macho.
- Você é muito mau.
- Sou, eu sou mesmo, você é minha Marcela eu faço o que eu quiser. Senta na caceta, vamos, assim, assim, aguenta nessa bunda puta, aguenta, assim, firme na caceta, vamos senta, assim tu deixas teu macho feliz.
- Tá bom amor, tá bom amor, eu não aguento mais... amor eu não aguento mais, tá doendo muito.
- Fode Marcela, fode essa pica que eu quero gozar.
- Minha bunda amor, ai caralho, não dá, não dá... hum... hum... minha mãezinha essa porra dói muito.
- Ahhh, ahhhh, que puta gostosa do caralho, gozei safada, gozei nesse cuzinho delicioso.
- Chega, chega.
Ela tirou o cacete do cu e deitou exausta no meu colo, eu fiquei fazendo carinho no seu cabelo até ela relaxar e passar mais a dor no cu.
- Doeu tanto assim?
- Doeu amor, você me deixa toda dolorida no outro dia.
- Marcela tu tens um macho em casa, eu arregaço mesmo esse rabo. Não vou dar mole para um putão como você, mulher linda, forte, do rabo grande, porra que mulher fantástica caralho.
- E você é um baita de um tarado, enquanto você não me faz chorar, você não fica contente.
- Hoje a noite eu vou acabar contigo.
- Mais ainda?
- Muito mais, chegando em casa eu vou abusar muito de você.
Depois de namorar ficamos tão quietinhos que acabamos adormecendo.
- Ei vocês dois, acorda.
- Oi amor, o que foi?
- Vocês estão ficando loucos? Marcela se a mamãe acorda, não quero nem pensar.
- Eu acabei dormindo.
- Vocês estavam tão lindos, vão logo, vão para casa. Marcela eu coloquei umas roupas para você aqui na mochila, toma leva.
- Eu amo você maninha.
- Vocês são loucos, eu amo vocês. Vão logo.
Continua...
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