#Assédio #Estupro #Sado #Voyeur

A nova realidade que mudou o mundo parte 124 - Gozando a vida

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AnãoJediManco

Eu me chamo Lívia, ou pelo menos me chamava, antes de eles decidirem que eu não merecia mais nome. Eu tinha dezenove anos quando me trouxeram para o galpão. Ainda me lembro do dia em que me explicaram, com sorrisos, que o orgasmo forçado era uma das ferramentas mais importantes que eles tinham para nos quebrar. Não era só dor. Dor a gente aprende a aguentar. O que eles queriam era que o nosso próprio corpo nos traísse. Que o prazer virasse arma contra nós. Que a gente aprendesse, no fundo da carne, que nem o nosso prazer nos pertencia mais. Eles chamavam de “treinamento de submissão total”.
Começava com o remédio, um líquido amargo que eles nos obrigavam a beber todas as manhãs. Em menos de meia hora, o fogo subia. A buceta esquentava, inchava, ficava molhada sem ninguém tocar. O clitóris latejava como se tivesse coração próprio. Os mamilos endureciam, a pele toda ficava sensível. Qualquer coisa, um vento, um olhar, o cheiro de sexo no ar, já fazia a gente gemer. Elas nos deixavam assim o dia inteiro. Sem alívio. Só o calor, a umidade, o latejar constante. Depois vinha o aparelho.
Eles nos amarravam de pernas abertas numa mesa baixa, ou nos penduravam pelos pulsos, ou nos colocavam de quatro no chão. O vibrador era grosso, rígido, com uma ventosa que grudava direto no clitóris. Quando ligavam, o mundo desaparecia. A vibração era forte, constante, implacável. No começo era bom. O prazer subia rápido, quente, fazendo a gente gemer alto, o corpo se contorcendo. A gente gozava. Gozava forte, molhado, o líquido escorrendo pelas coxas. E eles não paravam. O segundo orgasmo vinha logo depois. Ainda bom, mas já mais intenso, o clitóris começava a ficar sensível demais. O terceiro era onde a dor começava a aparecer, o prazer virava uma queimação, o corpo se contraía tanto que doía. O quarto orgasmo era agonia pura. O clitóris inchado, vermelho, latejando como se fosse explodir. Cada vibração era como uma facada. A gente gritava, implorava, chorava. O corpo inteiro tremia, as pernas se debatiam, o ventre contraía em espasmos violentos, e eles não paravam.
Eles deixavam o aparelho ligado por horas, eu já vi meninas gozarem mais de quinze vezes seguidas. No final elas não gritavam mais de prazer, gritavam de dor. O corpo convulsionava sem controle, a buceta pulsava, jorrava um líquido claro e fraco, mas o aparelho continuava. Os olhos reviravam, a boca babava, o nariz escorria, algumas desmaiavam, e elas acordavam com o aparelho ainda ligado e gozavam de novo, soluçando, pedindo para morrer.
Eu passei por isso três vezes. Na primeira, gozei seis vezes antes de começar a implorar. Na segunda, eles me deixaram dez horas., eu gozei tanto que perdi a conta. No final eu não era mais Lívia. Era só um corpo que tremia, que jorrava, que doía. Minha buceta ficou inchada por dias, vermelha, sensível ao ponto de doer só com o ar. Eu andava de pernas abertas, chorando a cada passo. E o mais cruel não era a dor física. era o que fazia com a cabeça.
Quando você goza tantas vezes contra a sua vontade, o cérebro começa a associar prazer com humilhação. Você aprende que seu corpo não é seu. Que ele pode ser ligado como uma máquina. Que você pode estar chorando de vergonha e ainda assim gozar como uma cadela. Depois de um tempo, você para de lutar. Você para de dizer “não”. Você começa a abrir as pernas antes mesmo de mandarem. Porque o corpo aprendeu que resistir só piora. Que o prazer vem de qualquer jeito. E que o único jeito de sobreviver é aceitar que você é um buraco que goza quando mandam. Eu vi meninas jovens quebrarem completamente.
Uma garota de dezesseis anos, depois de uma sessão de oito horas, nunca mais foi a mesma. Ela andava pelo galpão com o olhar vazio, as pernas sempre abertas, babando um pouco. Quando alguém passava a mão nela, ela gemia e se abria automaticamente, mesmo chorando. O orgasmo forçado tinha apagado algo dentro dela. Ela tinha aprendido que seu corpo não era dela. Que o prazer não era dela. Que ela existia para gozar quando mandassem. E era isso que eles queriam, não só obediência física, mas a obediência da alma.
Quando você goza chorando, quando você goza implorando para parar, quando você goza mesmo odiando a si mesma… você aprende que não existe mais “eu”. Só existe o que eles querem que você seja. Uma puta que goza, uma escrava que aperta, uma coisa que molha quando mandam, e eu depois de passar por isso tantas vezes, entendi.
No começo é só calor, uma vibração forte, constante, que faz meu clitóris inchar imediatamente. Em menos de um minuto eu já estou molhada, o líquido escorrendo pela fenda. O prazer sobe rápido, quente, quase bom. Meu corpo se contorce, os quadris tentam se mexer mesmo amarrados. Eu gemo. Gozo pela primeira vez. É forte, molhado, o corpo inteiro tremendo. Por um segundo eu sinto alívio. Mas eles não desligam, daí vem o segundo orgasmo vem logo depois. Ainda é prazer, mas já começa a doer. O clitóris está sensível demais. Cada vibração é como uma agulha elétrica. Meu corpo se contrai mais forte. Eu gozo novamente, gemendo mais alto, o líquido jorrando. Mas agora o prazer já tem um gosto amargo. Eu sinto que não quero mais. Eles continuam. O terceiro orgasmo é onde a dor começa de verdade. O clitóris está inchado, vermelho, latejando como se fosse explodir. Cada vibração é uma facada. Meu ventre se contrai em espasmos violentos. Eu grito. Imploro. “Por favor… para… dói…” Eles riem e aumentam a potência. Eu gozo de novo, soluçando, o corpo inteiro tremendo como se levasse choque. O prazer virou agonia pura. Meu clitóris queima. A buceta lateja, inchada, sensível ao ponto de doer só com o ar, e eles não param. Quarto. Quinto. Sexto. Eu perco a conta.
Meu corpo não é mais meu. É uma máquina que eles ligaram. Eu gozo sem parar, cada orgasmo mais doloroso que o anterior. O líquido que sai de mim já não é claro, é ralo, quase transparente, como se meu corpo estivesse se esvaziando. Eu choro, baba escorrendo da boca, nariz escorrendo, olhos revirados. O clitóris está tão sensível que cada vibração parece que vai me rasgar ao meio. Meu ventre dói de tanto contrair. As coxas tremem sem controle. Eu urino um pouco sem querer, misturando com o meu próprio gozo.
Depois da oitava ou nona vez, eu entro em outro estado. Eu não grito mais. Só soluço, o corpo convulsiona sozinho, a mente flutua. Eu me vejo de fora, uma menina de dezenove anos amarrada, tremendo, jorrando, chorando… e eu não me reconheço. É como se eu tivesse saído do meu próprio corpo para não sentir mais, mas o vibrador continua. E o corpo continua gozando. Mesmo quando eu já não quero mais nada. Mesmo quando eu só quero morrer.
Quando finalmente desligam, depois de horas, eu fico mole. A buceta está inchada, vermelha, pulsando de dor. O clitóris está tão sensível que o ar do quarto dói. Eu não consigo fechar as pernas. Qualquer movimento faz uma pontada aguda subir pela espinha. Eu choro em silêncio, odiando meu próprio corpo por ter traído tanto.
E o cu… o cu é outra história, eles gostam de explorar ele sem piedade.
Primeiro enfiam dedos. Depois dois. Depois a mão inteira. Eu sinto o punho abrindo meu intestino, girando, esticando. A dor é profunda, estranha, como se estivessem rasgando algo por dentro. Eu grito, o corpo se contorcendo, eles riem e empurram mais fundo. Às vezes eles deixam o punho lá dentro enquanto me fodem a buceta com o outro braço. Eu sinto os dois buracos sendo abertos ao mesmo tempo. Sinto a pressão, o esticamento, a sensação de estar sendo partida ao meio.
Depois vem o pau que eles enfiam direto, sem cuspir, sem cuidado. O cu queima, a dor é lancinante. Cada estocada faz meu corpo inteiro se arquear. Eles batem fundo, até as bolas encostarem, puxando meu cabelo ou dando tapas na cara enquanto metem. Eu sinto o pau pulsando dentro do intestino, batendo em lugares que não deveriam ser tocados. O prazer vem misturado com a dor, um prazer doentio, vergonhoso, que me faz gozar mesmo chorando. O cu aperta o pau contra a vontade, e isso só faz eles meterem mais forte.
Quando gozam dentro, eu sinto o jato quente enchendo meu intestino. Depois eles tiram e me obrigam a expulsar a porra com o cu, como se eu fosse uma cadela. Eu a sinto escorrendo, quente, grossa, misturada com muco. E o pior é que, depois de tantas vezes, meu cu aprendeu a abrir. Ele não resiste mais. Ele se abre sozinho quando eles se aproximam. E isso me humilha mais que qualquer coisa. O orgasmo forçado no cu é diferente, é mais profundo, mais invasivo. Ele faz o corpo inteiro tremer de dentro para fora. Eu gozo com o cu apertando, o ventre contraindo, as pernas se debatendo. E depois vem a vergonha ainda maior, porque eu gozei com o cu. Com algo que eu sempre achei nojento, com algo que nunca quis. Depois de horas assim, eu fico vazia, não só fisicamente. A mente fica entorpecida, eu me sinto suja por dentro. Como se tivessem me violado até a alma. Eu me odeio por ter gozado. Me odeio por ter apertado. Me odeio por ter gemido. E o pior é que eu sei que amanhã eles vão fazer de novo, porque o orgasmo forçado não é só para me fazer gozar. É para me fazer entender que eu não tenho mais controle, nem sobre a dor, nem sobre o prazer, nem sobre mim mesma. Eu sou só um buraco que aperta quando mandam. E que goza quando mandam, mesmo que eu chore, mesmo que eu implore, mesmo que eu me odeie depois.
Eles ganharam, o corpo aprendeu e a mente só segue.
O orgasmo forçado não é só tortura. É a forma mais perfeita de dominação, porque ele faz você trair a si mesma. E depois que você se traiu… não resta mais nada para lutar., só resta obedecer e gozar sempre que mandarem. Mesmo que doa, mesmo que você chore, mesmo que você odeie a si mesma por gozar, porque o corpo já aprendeu a lição. E a mente… a mente só segue, quebrada, molhada e submissa para sempre.

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Comentários (1)

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  • Cl: Q isso o cara esta escrevendo um livro, já esta no capítulo 124 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkjj

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