#Assédio #Estupro

A Noite que Me Quebrou - Parte 1

990 palavras | 5 | 4.44 | 👁️
Ana_Ninfa

Voltando da faculdade, fui violentada por um estranho. O que começou como dor, terror e humilhação, se transformou em um prazer proibido e avassalador

Olá, meu nome é Ana, eu sou uma jovem negra de 21 anos, magra, de cintura fina, bunda empinada e cabelos cacheados pretos. Vim aqui para contar um caso real da minha vida que eu precisava externalizar. Dei um tom mais poético, adaptei algumas coisas e mudei algumas outras pra não ser identificada.Espero que gostem.

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A noite estava mais fria do que o normal. Eu apertava o passo pela rua pouco iluminada, a mochila pesada batendo nas costas. Tinha saído tarde da biblioteca da faculdade. Vinte e uma horas, quase dez. O cabelo cacheado balançava ao vento, a blusa fina colando no corpo por causa do suor e da umidade. Eu odiava voltar sozinha, mas morava perto. Só mais quatro quarteirões.

Não vi de onde ele veio.De repente, uma mão grande cobriu minha boca e um braço forte me puxou para o vão escuro entre dois prédios antigos. Tentei gritar, mas o som morreu contra a palma dele. Meu corpo pequeno se debateu com força.

Ele era muito maior. Alto, ombros largos, músculos duros. O rosto bonito, traços marcantes, mandíbula forte, olhos escuros, contrastava com a violência do ato. Isso só me deixou mais aterrorizada.

— Shhh… fica quietinha — ele murmurou rouco no meu ouvido, o hálito quente no meu pescoço.

Ele me virou de frente para a parede suja, puxando meus braços para trás. Senti o cinto dele se abrindo, o zíper descendo. Tentei chutar, mas ele prendeu minhas pernas com as dele. A saia jeans subiu até a cintura num puxão brusco. Senti o ar frio na bunda exposta, a calcinha fina sendo arrancada com força. Ele era grosso. Quando empurrou para dentro de mim, sem preparação, eu gritei contra a mão dele.

Doeu. Doeu pra caralho. Meu corpo se contraiu inteiro, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto ele entrava fundo, esticando-me sem piedade.

— Para… por favor… — consegui gemer quando ele tirou a mão da minha boca por um segundo, só para me calar com um tapa leve no rosto.

Ele me fodia com força, o quadril batendo contra minha bunda empinada. Cada estocada era profunda, bruta. Eu chorava, o corpo tremendo, as mãos dele apertando minha cintura fina com tanta força que eu sabia que ficariam marcas. Meus peitos pequenos roçavam na parede áspera através da blusa. Eu me sentia impotente, violada, reduzida a um buraco quente para ele usar.

Mas então… algo mudou.Depois de alguns minutos, a dor começou a se misturar com outra coisa. Um calor incômodo, traiçoeiro, crescendo no baixo ventre. Cada vez que ele acertava aquele ponto fundo dentro de mim, um choque involuntário de prazer subia pela minha espinha. Meu corpo, o traidor, começou a ficar molhado. Muito molhado. O som obsceno da minha boceta encharcada ecoava junto com as estocadas dele.Eu mordi o lábio com força, tentando segurar qualquer som.

Não queria que ele soubesse. Não podia deixar ele perceber que estava começando a gostar daquilo. Mas meu quadril, quase sem que eu mandasse, começou a empinar levemente para trás, encontrando as investidas dele.Ele percebeu a mudança no meu corpo. Grunhiu satisfeito e acelerou, uma mão descendo para apertar meu clitóris inchado. Eu quase soltei um gemido alto. Meu Deus… era bom. Era tão bom. A vergonha queimava meu rosto, mas a excitação era maior. Meu canal apertava em torno dele, latejando, sugando-o involuntariamente.

Ele me virou de frente, levantando uma das minhas pernas. Agora eu via o rosto dele. Bonito pra caralho. Olhos famintos. Ele me penetrou novamente, mais fundo nessa posição. Meu pé mal tocava o chão. Eu estava completamente à mercê dele. E, pela primeira vez, não queria que acabasse.Minhas unhas cravaram nos ombros largos dele. Eu me segurava, fingindo que ainda resistia, mas meus quadris rebolavam contra ele, pedindo mais. A boceta latejava, encharcada, escorrendo pelas minhas coxas. Cada estocada forte fazia meus peitos pularem dentro da blusa. Eu estava perto. Tão perto.

— Isso… toma… — ele rosnou, apertando minha bunda.

Eu gozei. Forte. O corpo inteiro tremendo, as pernas fraquejando. Apertei os olhos e mordi o ombro dele para não gritar de prazer. Ondas quentes me atravessavam enquanto ele continuava metendo, prolongando o orgasmo até eu me sentir mole, entregue.Ele gozou logo depois, fundo dentro de mim, gemendo baixo. Senti o calor me enchendo.

Fiquei ali, ofegante, o corpo ainda tremendo com os resquícios do prazer. Não disse nada. Não olhei nos olhos dele. Deixei que pensasse que eu ainda estava quebrada, assustada.Mas por dentro… eu já sabia que nunca mais seria a mesma.Ele me soltou devagar. Ajeitei a saia com as mãos trêmulas, sentindo o esperma dele escorrendo pela coxa.

Ele sumiu na noite sem dizer uma palavra.Eu continuei o caminho para casa com as pernas bambas, o corpo dolorido e satisfeito ao mesmo tempo. E, no fundo, uma parte proibida de mim torcia para encontrá-lo novamente.

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Essa é minha história. Adaptar em forma de conto foi a forma que encontrei de lidar com um episódio da minha vida que me quebrou e, ao mesmo tempo, despertou algo adormecido dentro de mim. Eu era como uma ninfa ainda presa na casca, inocente, frágil, humana demais. Aquela noite foi o primeiro rasgo na casca. E, mesmo sem saber, comecei a me transformar.

Comentários (5)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Beto: Caralho, que escrita foda. Muito delicioso gozei muito

    Responder↴ • uid:1d0ac1kr7u7d
  • Daniele: Já fui estuprada e tinha vergonha de dizer que gostei... As vezes a gente gosta mesmo

    Responder↴ • uid:1cs2zk2mk7za
  • Incestador: Poucos contos de estupro nesse site são bons. Esse é bom

    Responder↴ • uid:13e5dpgyhzvv
  • Stefany: Boa escrita Gozei

    Responder↴ • uid:5v822r2w8