#Gay #Travesti/Trans

Minha história.

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Bya

De como tudo começou, quando fui passando os meus gostos de homem para feminino.

Por muito tempo, fui o machão, que resolvia tudo na porrada.
Era inteligente, gostava de desenhar e na escola tirava boas notas.
Tinha um amigo, o Marcos, que por defender de apanhar pelos mandão, que se achavam os donos.
Tornou se meu leal escudeiro.
Pra onde ia, lá estava o cara agarrado a minha companhia.
Até.
Que os genitores do meu amigo, por fazerem bodas de ouro, organizaram uma grande festa.
Veio a parentada toda e mais os conhecidos, a casa apesar de grande, ficou pequena para tanta gente..
Que a mãe do Marcos, o destitui do seu quarto, já que era uma suíte com um baita de um banheiro completo.
Na festa, o banheiro do meu amigo, ficou já que era espaçoso, para que a mulherada se retocasse e se vestisse.
A festa entrou pela madrugada e quando acabou, pelo cançasso fui convidado pelo meu amigo, para dar uma descansada, no seu quarto.
Aceitei e aproveitei para tomar um belo de um banho e assim fiz, mas ao entrar no banheiro, pendurada perto do espelho, encontrei uma calcinha fio dental, que ao cheirar ainda estava com o odor de boceta da dona.
Aguçada a minha tesão e a curiosidade. olhei em um móvel cabideiro que existia no recinto, encontrei varias peças de roupas femininas e usadas na festa pelas mulheres, que já de pilequinho na hora de irem embora esqueceram.
Até em tão, só o que me passava na cabeça, era o cheiro nas peças intimas de boceta, tocar uma boceta e tirar um belo de um sono.
Mas devido a não sei o que foi, a pica não subiu de jeito nenhum, fiz o que estava a mão para que meu cacete subisse e nada deu resultado.
Dei um tempo e fui examinar as roupas que as mulheres tinha deixado no banheiro e nem sei por que, fiquei manuseando um macaquinho de redinha uma peça bem perfumada, isso me envolveu e veio a cabeça a vontade de vestir e o fiz indo me ver no grande espelho do banheiro.
Parecia que a peça de roupa tinha sido adquirida para mim, caiu no meu corpo como uma luva.
Foi ai que minha pica começou a dar ar de vida, mas já era tarde, pois minha curiosidade estava mais acessa que a tesão e ao abrir o cesto de roupas usadas, posto para as mulheres no dia da festa.
Até calcinhas esporradas encontrei.
Me vesti e fui até o quarto e não vi o meu amigo, então peguei uma mochila dele emprestada, voltei ao banheiro e peguei as roupas que me interessava.
As donas como saíram com a cara cheia, nem saberiam onde deixaram suas roupas.
Nesse dia, nascia em mim, a mulher que chamei de Bya.
Como o Dia já estava claro, falei com o Marcos que se encontrava na cozinha lanchando e fui para o conforto do meu quarto, com intenção de vestir toda as peças íntimas, que tinha pegado.
E sem querer e nem mesmo saber, naquele dia tinha virado mais uma cdzinha.
Como macho nas minhas andanças, vindo dos bailes, sabia que na minha área existia um ponto de parada de caminhoneiro.
Então bateu na cabeça a vontade de debutar, ou seja que outro macho me visse vestidinha de mulher.
Eu tinha as roupas íntima, faltava as normais, foi ai que liguei para uma amiga, pedindo que ela me ajudasse, pois estava metido num projeto para angariar roupas femininas, a minha amiga e pasmem já tinha comido a sua bunda e mamado muito nos seus mamilos durinho, no dia seguinte, mandou me varios vestidos, calças compridas e outras.
A coisa ficou perfeita para minha articulação.
Meus cabelos compridos e escorridos pela testa, já me dava um que de feminino. ajudado por uma bunda grande que tinha e só agora reparada, os mamilos médio, mas empinados.
Só faltava para me afeminar de vez, um par de sapatos de salto.
Isso não foi obstáculo, pois minha prima tinha aos montes e escolhi o que me chamou a atenção já que tinha o pé pequeno.
Me arrumei toda, já bem tarde da noite, de um dia chuvoso que muito me ajudava, pois a sombrinha que usava, escondia se por acaso houvesse algum defeito.
De longe, vi uma carreta estacionada e um homem parecia de idade, batendo pneu.
Quando cheguei bem perto dele, coloquei a sobrinha de um modo que o vento a fechou completamente.
Como a chuva aumentou, o homem um senhor de idade, convidou me a subir na cabine do caminhão, para esperar passar, nem me fiz de rogada, sentando ao seu lado no banco de carona.
Na hora o homem perguntou se eu era de programa, falei que sim, combinamos o preço, estipulado por ele, pois eu nem sabia quanto cobrar por carinhos.
O caminhoneiro, vestido apenas com uma bermuda, mãos calejadas, pediu que me acomodasse no cate do caminhão, onde tirei o vestido toda envergonhada, ficando só com o macacão de rendinha pego na festa.
O homem quando me viu, ficou deslumbrado e pela primeira vez na vida, ganhei um beijo de língua na boca.
Onde suas mãos, já por dentro da roupa apertava meus mamilos, talvez por medo do que iria acontecer, meu pinto nem dava sinal de endurecer.
Foi ai que pela primeira vez, meus mamilos recebeu uma mamada e que mamada, a boca do homem parecia que ia devorar meus mamilos, enquanto suas mãos, uma já com o dedo indicador procurando a entrada do meu cu, foi ai que comecei a soltar a franga da Bya presa em mim.
Segurando a pica do homem que logo entraria no meu rabo, enchendo me por dentro da primeira leitada.
O homem, colocou me de bruços, deixando minha bunda virada para ele, encostou sua pica e foi forçando a entrada, sua pica nem era grande, minha bunda e que era apertada.
Abriu o porta luvas e pegou uma embalagem de manteiga e passou na cabeça do seu pau e na primeira estocada, com manteiga não tem cu que não deixe passar a cabeça.
Neste momento, meus pensamentos assistia o nascimento de eu sendo a Bya.
Quando voltei a mim, sentia a pica do homem por dentro e por fora, os pentelhos do homem a roçar na minha pele.
E portando como uma autentica vagabunda comecei a chorar baixinho, o homem perguntou se estava me machucando, já que sua pica estava toda dentro de mim.
Falei que não estava me machucando e sim estava chorando de felicidade por estar lhe servindo, com isso ganhei uma mordida na orelha, ficando toda arrepiada, tinha dado sorte em pegar o primeiro homem, carinhoso e compreensivo.
Gozou dentro de mim e ainda perguntou qual o carinho que queria já que ainda não tinha gozado.
Pedi que batesse uma punheta, chupasse meus mamilos e me chamasse de puta, dando tapinhas na minha cara.
Foi assim o meu debutar de homem para mulher.
Se gostarem, deixe comentários, para mais ditos.
Por Bya.

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Comentários (4)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • T taradofdp: Alguém gosta de ser xingando só chá ma

    Responder↴ • uid:ph9s6xlt75y
  • José Carlos: Que delícia adorei

    Responder↴ • uid:46kphpcet0b
  • Coroa60comtesãonorabo: Olá Bya é tão bom quando nos sentimos feminina, onde nossas vontades e desejos superam os obstáculos (clichês e rótulos sociais que a sociedade nos apontam), e nos libertando de muitos sentimentos e agonias. Gostei de seu renascer, a renovação e o desejo de ser vc mesmo(a), sem preconceitos, sem neuras. Parabéns!!!

    Responder↴ • uid:xqegs2vhyxn