O Segredo que Arrombou Meu Cu: Um Ano de Submissão ao Padrasto Hiperdotado
Era uma tarde quente de sábado em Recife, e a casa estava vazia. Mamãe estava no plantão do hospital, como sempre aos fins de semana. Eu, Lucas, 19 anos, já sabia o que isso significava. Fazia exatamente um ano que o inferno (e o paraíso) tinha começado. Meu padrasto, Roberto, 42 anos, um brutamontes de academia com 1,90m de puro músculo e uma rola que parecia arma de destruição: 24 centímetros de grossura insana, veias saltadas, cabeça roxa e dura como pedra. Ele descobriu meu segredo por acaso, vasculhando meu celular enquanto eu dormia. As fotos, os vídeos, os nudes que eu mandava pros caras no Telegram… Eu dava o cu pra qualquer um que pagasse ou prometesse sigilo. Mas ele não era qualquer um. Ele era o marido da minha mãe.
— Seu viadinho safado — rosnou ele naquela primeira vez, me prendendo contra a parede do quarto. — Se sua mãe souber que o filhinho dela é uma putinha que abre o cu por aí, ela morre de vergonha. Mas eu não vou contar… desde que você me dê essa bundinha toda vez que eu quiser.
E desde então, era assim. Três, quatro vezes por dia quando ela estava de plantão. Ele me arrombava sem piedade. No começo meu cu era apertadinho, rosadinho, quase virgem de rola grossa. Eu chorava só de ver o tamanho dele. Hoje? Olha só o que sobrou. Basta comparar as fotos antigas do meu Telegram VIP de Selma Recife www.bit.ly/telemanu e as do site dela www.selmaclub.com . No início era um cuzinho fofo, fechadinho. Agora? Um buraco arrombado, inchado, vermelho, babando lubrificante e porra o dia inteiro. As bordas estão grossas, esticadas, o anelzinho não fecha mais direito. Ele transformou meu cu num viciado em rola.
Hoje não foi diferente.
Eu estava de quatro na cama, shortinho abaixado até os joelhos, quando ele entrou no quarto sem bater. A câmera do celular já ligada, gravando como sempre pro canal VIP.
— Olha só o estado desse cu, Lucas… — ele riu baixo, passando o dedo grosso na minha entrada já brilhando de lubrificante que eu tinha passado antes. — Tá parecendo uma xota de tanto que eu te fodo. Faz um ano que eu te arrombei pela primeira vez e olha o que virou. Os caras do Telegram nem acreditam quando veem os vídeos novos comparando com os antigos.
Eu tremi, já sentindo o pau dele roçando na minha bunda.
— Padrastro… por favor… hoje não… eu tô dolorido da manhã… você já me fodeu três vezes hoje…
Ele deu um tapa forte na minha nádega esquerda, deixando a marca vermelha.
— Cala a boca, putinha. Sua mãe só volta amanhã de manhã. Eu vou te arrombar até você esquecer seu nome. E você vai gemer pedindo mais, como sempre.
Ele cuspiu na mão, esfregou na cabeça monstruosa da rola e empurrou. Eu gritei no mesmo instante.
— Aaaahhh! Caralho! Devagar, porra! Tá muito grosso! Tá rasgando!
— Rasgando? — ele riu, segurando meus quadris com força de ferro, enfiando mais cinco centímetros de uma vez. — Esse cu já tá treinado, Lucas. Olha como ele engole minha rola. No começo você chorava só com a cabeça… agora toma 20cm fácil. Abre mais, viado. Empina essa bunda pra mim.
Eu esperneava, lágrimas escorrendo pelo rosto, o corpo tentando fugir instintivamente. Mas ele me segurava como um animal.
— Não! Padrastro, tira! Eu vou cagar! Eu juro que vou cagar! Tá apertando minha barriga!
Ele meteu mais fundo, até as bolas batendo na minha bunda. O barulho molhado ecoava no quarto.
— Se cagar, caga no meu pau mesmo, safado. Eu não paro. Você é meu buraco particular agora. Olha o que eu fiz com você em um ano… esse cu era tão apertadinho… agora tá um vulcão de porra.
Ele começou a bombear forte, ritmado, fundo. Cada estocada fazia meu corpo tremer. Eu chorava alto, gritava, o cu piscando em volta da rola grossa.
— Aaaaiii! Para! Tá doendo! Tá muito fundo! Eu não aguento mais!
De repente, um pum alto escapou, seguido de outro. Meu cu soltava gases com cada metida.
— Olha só… se peidando todo no pau do padrasto — ele zombou, acelerando. — Isso, solta tudo, putinha. Mostra como eu te destruí.
Eu tentava sair, engatinhando pra frente, mas ele me puxava de volta pelos cabelos.
— Aonde você vai, Lucas? Não tem escapatória. Sua mãe nunca vai saber que o filho dela vira uma vadia chorona toda vez que eu boto essa rola de 24cm. Toma… toma tudo…
Ele meteu sem parar por mais de meia hora. Eu estava um desastre: rosto molhado de lágrimas, baba escorrendo, corpo suado, cu vermelho e inchado babando uma mistura de lubrificante, porra e meu próprio suco. Ele me virava, me colocava de lado, de costas, sempre segurando firme pra eu não escapar.
— Padrastro… por favor… eu vou gozar de novo… mas tira… eu preciso cagar de verdade agora…
— Só sai quando eu gozar bem no fundo, como você merece — rosnou ele, aumentando o ritmo, as bolas batendo forte.
Eu gritava sem parar, o cu completamente arrombado, o anelzinho esticado ao máximo em volta da base grossa dele.
Finalmente ele rugiu, empurrando até o talo e gozando jatos quentes, grossos, enchendo meu intestino.
— Toma minha porra, filho da puta! Toma tudo! Isso… sente como fica cheio…
Ele ficou lá dentro mais um minuto, pulsando, gozando até a última gota. Só então tirou devagar, com um “ploc” molhado. Meu cu ficou aberto, piscando, babando porra branca que escorria pela coxa.
Ele deu um tapa leve na bunda destruída e sorriu, filmando de perto.
— Olha o estrago… melhor que os vídeos antigos do site da Selma Recife. Amanhã de manhã, antes da sua mãe chegar, você vai me dar de novo. E depois do almoço… e à noite. Quatro vezes, no mínimo. Entendeu, viadinho?
Eu, ofegante, cu latejando, apenas assenti, lágrimas ainda escorrendo.
— Sim… padrasto… eu entendi… não tenho escolha…
Ele riu, limpando a rola suja no meu rosto.
— Isso mesmo. Seu cu é meu agora. E vai ficar cada vez mais arrombado. Bem-vindo ao resto da sua vida, Lucas.
E assim, enquanto a câmera gravava pro Telegram VIP www.bit.ly/telemanu , eu sabia que amanhã seria a mesma coisa. E depois. E depois. Porque segredo de família… tem que ser guardado no cu.
O Segredo que Arrombou Meu Cu: Agora São Dois
Fazia um ano que meu padrasto Roberto me usava como sua putinha particular. Três, quatro vezes por dia quando minha mãe estava de plantão. Meu cu, que antes era apertadinho e rosado, hoje era um buraco largo, inchado, vermelho e babando constantemente — exatamente como os caras do Telegram VIP de Selma Recife comentavam quando comparavam os vídeos antigos com os novos. Eu não tinha escapatória. Ele tinha as provas no celular e ameaçava contar tudo pra minha mãe.
Mas hoje… hoje o inferno dobrou.
Eu estava de quatro na cama, só de meias, cu já lubrificado porque sabia que ele ia querer foder assim que chegasse do trabalho. Ouvi a porta do quarto abrir e a voz grossa dele:
— Olha só o viadinho já posicionado… que putinha bem treinada.
Levantei o olhar e gelei. Atrás do padrasto estava meu irmão mais velho, o Caio, 24 anos. Alto, musculoso, tatuado… e com o mesmo olhar faminto que o padrasto. Caio sorriu devagar, já abrindo o cinto.
— Então é verdade… o nosso Lucas é uma vadia de cu. O pai me contou tudo hoje. Disse que você aguenta rola grossa pra caralho.
Meu coração disparou.
— Padrastro… não… por favor… o Caio não…
Roberto deu um tapa forte na minha bunda, fazendo a carne tremer.
— Cala a boca. Seu irmão também é hiperdotado. 24 centímetros, tão grosso quanto a minha. E ele vai te arrombar junto comigo hoje. Família tem que se unir, né?
Caio tirou a calça e eu quase chorei só de ver. A rola dele era idêntica à do padrasto: monstruosa, veias grossas, cabeça inchada e brilhando. Ele se aproximou e deu um tapa pesado na minha cara.
— Abre essa boca primeiro, irmãozinho. Quero ver se você chupa tão bem quanto o pai disse.
Ele enfiou a rola na minha garganta sem dó. Eu engasguei, baba escorrendo pelos cantos da boca, olhos lacrimejando. Enquanto isso, Roberto se posicionou atrás e meteu dois dedos grossos no meu cu, abrindo.
— Tá vendo, Caio? Um ano fodendo esse cu e olha o estado. No começo ele chorava só com a cabeça… hoje engole fácil. Mas hoje a gente vai testar o limite.
Caio tirou o pau da minha boca com um fio de baba e deu outro tapa na minha bunda.
— De quatro, Lucas. Empina esse cu arrombado pra gente.
Eu tremia inteiro. Eles se posicionaram: Roberto na frente, Caio atrás. Caio cuspiu na rola e empurrou a cabeça grossa contra minha entrada já sensível.
— Não! Caio, por favor! Tá muito grosso! Eu não aguento dois assim! Vai rasgar!
— Vai aguentar sim, putinha — rosnou Caio, segurando meus quadris com força e enfiando uns 10 centímetros de uma vez.
Eu gritei alto, o corpo todo se contorcendo.
— AAAAAAHHH! TIRA! TIRA POR FAVOR! TÁ RASGANDO MEU CU!
Roberto riu e deu um tapa forte no meu rosto.
— Grita mais, vai. Sua mãe tá no plantão, ninguém vai ouvir. E quanto mais você gritar, mais duro eu fico.
Caio começou a meter fundo, sem piedade, enquanto Roberto segurava minha cabeça e enfiava a rola na minha garganta. Os dois se revezavam, batendo no ritmo. Cada estocada de Caio fazia meu corpo pular. Eu chorava, baba e lágrimas misturadas, o cu queimando como fogo.
De repente um pum alto escapou, seguido de outros menores, meu cu soltando gases com cada metida fundo.
— Olha só… se peidando todo no pau do irmão — Caio zombou, dando tapas seguidos na minha bunda, deixando marcas vermelhas. — Isso, solta tudo, vadia. Mostra como a gente te destruiu.
— Padrastro… Caio… eu vou cagar! Eu juro que vou cagar! Tira um pouco, por favor! Tá apertando minha barriga!
— Se cagar, caga no pau mesmo — respondeu Roberto, segurando meus cabelos com força. — Hoje a gente não para até encher esse cu de porra dos dois.
Eles me viraram de lado. Caio deitou atrás de mim e enfiou a rola toda de uma vez. Eu esperneava, pernas tremendo, gritando sem parar.
— Aaaaiii! Para! Tá muito fundo! Eu não aguento! Tira! Tira!
Roberto se ajoelhou na minha frente e meteu na minha boca enquanto Caio me fodia sem parar, dando tapas fortes nas minhas coxas e nádegas.
— Chora mais, Lucas. Quanto mais você chora, mais gostoso fica. Olha o seu cu… tá ficando cada vez mais arrombado. Daqui a pouco vai caber os dois ao mesmo tempo.
Eles foderam por mais de quarenta minutos. Eu era um trapo: corpo suado, rosto vermelho, cu latejando e inchado, babando porra e lubrificante. Caio me segurava pelos pulsos, impedindo qualquer tentativa de fuga, enquanto Roberto me dava tapas no rosto e apertava meus mamilos com força.
— Por favor… eu não aguento mais… dói demais… — solucei.
Caio acelerou, rosnando:
— Aguenta sim. Você é o buraco da família agora. Todo dia, quando a mãe estiver trabalhando, vai ser assim. Eu e o pai vamos te usar até você não conseguir sentar direito.
Finalmente os dois gozaram quase ao mesmo tempo. Caio primeiro, jorrando fundo no meu intestino, depois Roberto enchendo minha boca até transbordar. Quando tiraram, meu cu ficou escancarado, um buraco vermelho e destruído, escorrendo porra grossa dos dois.
Caio deu um último tapa na minha bunda e filmou de perto com o celular.
— Olha o estrago, irmãozinho. Melhor que os vídeos antigos do site da Selma Recife. Amanhã a gente repete. E depois de amanhã também. Três, quatro vezes por dia. Você não tem escolha.
Roberto sorriu, limpando a rola suja na minha coxa.
— Bem-vindo ao novo normal, Lucas. Agora são dois paus de 24cm pra te arrombar todo santo dia.
Eu, ofegante, cu pulsando dolorido e cheio de porra, só consegui choramingar baixinho:
— Vocês… são monstros…
Eles riram juntos.
— Monstros que você vai aprender a amar chupar e engolir todo dia.
Agora São Três Monstros
Fazia um ano que meu padrasto Roberto me transformava em buraco particular. Um mês que meu irmão Caio entrou na jogada. Hoje… hoje eles convidaram o terceiro. Tio Marcos, 38 anos, irmão mais novo do padrasto. Mesmo tamanho, mesma grossura insana: 24 centímetros de rola dura, veia pulsando, cabeça roxa e grossa como uma maçã. Ele chegou com o celular na mão, já assistindo os vídeos antigos do meu Telegram VIP de Selma Recife.
— Caralho, Roberto… olha o estado desse cu do moleque — disse o tio, rindo enquanto eu estava de quatro na cama, tremendo. — Nas fotos de um ano atrás era um cuzinho apertadinho… hoje tá um vulcão arrombado. E vocês querem que eu ajude a destruir mais?
Roberto deu um tapa forte na minha bunda, deixando a marca vermelha.
— Exato, mano. Hoje a gente vai fazer DP de verdade. Dois paus no cu dele ao mesmo tempo… e o terceiro na boca. Lucas vai aprender o que é ser um buraco de família de verdade.
Caio já estava pelado, rola babando pré-gozo, e me deu um tapa na cara.
— Abre essa boca, irmãozinho. Chupa o pau do tio primeiro enquanto a gente prepara esse cu pra levar dois.
Eu chorei só de ver os três paus enormes ao meu redor.
— Padrastro… Caio… tio… por favor… eu não aguento três… meu cu já tá destruído… vai rasgar de vez… eu vou cagar tudo…
Tio Marcos segurou meu queixo com força e enfiou a rola até o fundo da minha garganta. Eu engasguei, baba escorrendo pelo peito, olhos lacrimejando.
— Engole, putinha. Família inteira vai te usar hoje. Sua mãe tá no plantão até amanhã… a gente tem a noite toda.
Eles me arrastaram pro sofá da sala primeiro. Roberto deitou de costas, me puxou por cima e enfiou a rola toda no meu cu de uma vez. Eu gritei alto, corpo se contorcendo.
— AAAAAAHHH! TÁ MUITO FUNDO! TIRA! TÁ RASGANDO!
Caio se ajoelhou atrás de mim e começou a forçar a cabeça grossa ao lado da rola do padrasto. Dois paus tentando entrar no mesmo buraco.
— Não! Não! Tira um! Eu não aguento! Vai me partir ao meio! — eu esperneava, pernas tremendo, tentando sair.
Caio deu um tapa forte na minha cara, depois outro na bunda.
— Aguenta, viado. Empina esse cu. Olha como ele tá abrindo… tá engolindo dois paus de 24cm. Isso… respira.
Ele empurrou. Eu senti meu anelzinho esticando ao limite, queimando, rasgando. Dois paus grossos dentro de mim ao mesmo tempo. Eu gritei como um animal, lágrimas jorrando, corpo todo suado.
— AAAAIIIII! TÁ DOENDO DEMAIS! EU VOU CAGAR! EU JURO QUE VOU CAGAR NO PAU DE VOCÊS!
Um pum alto escapou, depois outro, meu cu soltando gases enquanto eles começavam a meter juntos, ritmados, fundo. Tio Marcos enfiou na minha boca, calando meus gritos.
— Chupa, sobrinho. Três buracos cheios. Isso que é ser putinha de família.
Eles me foderam no sofá por uns vinte minutos. Eu era um trapo: chorando, baba escorrendo, cu latejando e inchado ao redor dos dois paus. Eles davam tapas seguidos na minha bunda e na cara, marcando a pele.
Depois me carregaram pro banheiro. Debaixo do chuveiro quente, me colocaram de pé, encostado na parede. Roberto e Caio me levantaram pelas coxas, me empalaram de novo em DP anal enquanto a água escorria. Tio Marcos na boca.
— Olha o espelho, Lucas — rosnou o padrasto, metendo forte. — Vê como seu cu tá arrombado. Daqui a pouco não fecha mais.
Eu tentava gritar, mas só saía gemido abafado com a rola do tio na garganta. Meu cu soltava pum com cada estocada dupla, água e lubrificante misturados com porra escorrendo pelas minhas pernas.
— Por favor… eu não aguento mais… dói… dói demais… — soluçava quando tiravam da boca por um segundo.
Tio Marcos me deu dois tapas seguidos na cara.
— Cala a boca e abre mais. Você não tem escolha. Segredo da família, lembra?
Voltamos pro quarto. Me jogaram na cama de lado. Caio deitou atrás, enfiou de novo, depois Roberto entrou ao lado dele. DP de novo. Tio Marcos na boca. Posição de conchinha, depois de quatro, depois sentado no colo dos dois ao mesmo tempo. Eles me viravam como boneco, metendo sem parar por mais de uma hora.
Eu gritava sem parar:
— Aaaahhh! Para! Tira! Meu cu tá destruído! Eu vou desmaiar! Por favor, eu preciso cagar!
Eles riam e aceleravam. Tapas na cara, tapas na bunda, apertando meus mamilos com força.
— Isso, chora mais. Quanto mais você sofre, mais porra a gente vai botar dentro.
Finalmente, os três gozaram quase juntos. Primeiro Caio e Roberto, jorrando fundo no meu intestino, enchendo tanto que a porra transbordava ao redor dos paus ainda dentro. Depois tio Marcos gozou na minha boca até eu engasgar e cuspir.
Quando tiraram, meu cu ficou escancarado, um buraco vermelho, inchado, piscando, babando porra grossa dos três. Eu não conseguia nem fechar as pernas. Deitado de bruços, chorando baixinho, corpo tremendo.
Roberto filmou de perto com o celular.
— Olha isso, Lucas… melhor que qualquer vídeo antigo do site da Selma Recife. Amanhã a gente repete. Três paus, DP todo dia, três, quatro sessões. Você vai virar o buraco oficial da família.
Caio deu um último tapa na minha bunda destruída.
— E se reclamar, a gente manda o vídeo pra sua mãe. Entendeu, putinha?
Tio Marcos limpou a rola suja no meu rosto.
— Bem-vindo ao novo nível, sobrinho. Seu cu nunca mais vai ser o mesmo.
Eu, destruído, cu latejando e cheio de porra quente, só consegui sussurrar entre soluços:
— Vocês… vão me matar…
Eles riram juntos.
— Não. Vamos só te arrombar todo santo dia. E você vai pedir por mais.
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Comentários (1)
QUE CU É ESSE?: BURACÃO
Responder↴ • uid:1dai2scxid