Seduzindo e dando o cu ao amigo do pai. Micro camera na sala.
Dois dias depois da volta da casa do Sr. Victor, o pai tinha saído pra resolver umas coisas na empresa e deixou o Léo sozinho em casa. Era fim de tarde, o sol ainda entrava pela janela da sala. Léo estava só de shorts jeans curto e justo, daqueles que marcavam a bundinha redonda de bolha, sem cueca por baixo. Os cabelinhos loiros lisos caíam na testa, e ele ainda sentia o cu latejando da semana anterior — meio aberto, sensível, soltando peidinhos curtos toda vez que se mexia.
A campainha tocou. Era o Seu Carlos, 52 anos, amigo antigo do pai, casado, pai de família, daqueles que sempre via o Léo como “o menino educado que estuda na universidade”. Ele trouxe uma ferramenta que o pai tinha pedido emprestada.
— Oi, tio Carlos! Meu pai saiu, mas pode deixar aqui comigo — disse Léo, abrindo a porta com um sorriso tímido, fingindo ser o mesmo garoto inocente de sempre.
Carlos entrou, olhando pro Léo de cima a baixo, sem desconfiar de nada. O shorts jeans estava tão curto que deixava metade da bundinha de fora, mas ele achou que era só “coisa de jovem”.
— E aí, Léo? Tá estudando bastante? Sua namorada Ana deve tá orgulhosa, hein? Você é um bom menino.
Léo fechou a porta e, em vez de pegar a ferramenta, se encostou no sofá de propósito, empinando levemente a bundinha. Ele sabia exatamente o que estava fazendo.
— Tô sim, tio… mas às vezes fico sozinho em casa e… fico entediado. O senhor quer uma água? Ou… quer sentar um pouco?
Carlos sentou no sofá, sem graça. Léo se aproximou devagar, sentou do lado dele e, “sem querer”, deixou a perna encostar na dele. O shorts jeans subiu ainda mais, mostrando a pele branquinha da coxa.
— Tio Carlos… o senhor é bem forte, né? Meu pai fala que o senhor é o cara que resolve tudo. Eu admiro isso… — Léo falou baixinho, mordendo o lábio, olhando pro volume na calça do homem.
Carlos ficou vermelho, nervoso:
— Léo… que isso, garoto? Você tá bem? Eu sou amigo do seu pai… casado…
Léo não respondeu com palavras. Em vez disso, virou de costas pro tio, ficou de quatro no sofá e empinou a bundinha bem na cara dele, o shorts jeans marcando o cuzinho por baixo do tecido.
— Eu sei, tio… mas eu vejo como o senhor me olha quando vem aqui. Eu sou mais putinha do que pareço… ninguém sabe… nem minha namorada Ana, nem meus amigos da faculdade… mas pra você eu posso ser… só hoje.
Carlos arregalou os olhos, pau já marcando a calça, mas ainda tentando resistir:
— Caralho, Léo… você é filho do João… não faz isso…
Léo baixou o shorts jeans até metade da bundinha, deixando as duas bolhas brancas à mostra, o cuzinho rosado piscando levemente. Ele olhou pra trás, voz manhosa:
— Olha, tio… meu cuzinho tá apertadinho hoje… mas ele gosta de rola grande. O senhor tem pau grande? Me fode… eu aguento dor… eu gosto quando dói no começo.
Carlos não resistiu. Tirou o pau pra fora — grosso, veioso, cabeça roxa. Léo pegou lubrificante que já tinha deixado escondido e passou bastante na rola dele e no próprio cuzinho.
— Vai devagar no começo, tio… tá apertado hoje… vai doer bastante…
Carlos encostou a cabeça grossa no buraco franzidinho e empurrou. Léo deu um grito agudo, exatamente como nas imagens que você mandou:
— Aaaaaaiiii! Tio Carlos! Tá rasgando! É muito grosso! Meu cu tá apertado demais! Ai, dói! Tá me abrindo inteira!
Carlos gemia, segurando a cintura fina do Léo:
— Porra, Léo… você é tão apertadinho… parece virgem… mas seu pai disse que você é só um menino certinho… caralho, como você tá quente por dentro…
Léo choramingava, lágrimas nos olhos, mas empinava mais a bundinha, shorts jeans ainda preso nas coxas:
— Dói, tio… tá queimando… mas não para… abre meu cuzinho… eu sou a putinha do papai… ninguém sabe… nem a Ana… nem meus amigos… eles acham que eu sou o universitário tímido… ai… aaaaiii! Tá entrando mais! Tá batendo fundo!
O pau do Carlos foi entrando centímetro por centímetro, abrindo o buraco apertado com força. Léo tremia inteiro, bundinha de bolha balançando, pés descalços no sofá como nas fotos. Quando o pau entrou quase todo, o cuzinho não aguentou e soltou um peido forte e molhado — PRRRRRT — bem no pau do tio.
Carlos gemeu de tesão:
— Caralho… você peidou no meu pau, putinha? Que delícia… seu cu tá apertado mas já tá soltando pum… continua gemendo assim.
Léo, voz rouca de dor e prazer:
— Desculpa, tio… não consigo segurar… meu cu tá abrindo… tá ficando folgado… prrrrrt… ai, saiu outro… tá saindo com porra do Sr. Victor ainda… eu levei pau a semana inteira… mas o senhor não sabe disso… ninguém sabe…
Carlos começou a meter mais forte, o shorts jeans balançando nas coxas do Léo, porra escorrendo pela perna como nas imagens. Cada estocada fazia o Léo soltar peidinhos molhados — prrrrt… prrrrrt… prrrrt — e gemer alto:
— Tio… tá doendo menos agora… meu cu tá abrindo pra você… mete mais forte… me arromba… me faz peidar mais… eu sou sua putinha secreta… a Ana nunca vai imaginar que eu tô aqui levando rola enquanto ela me manda mensagem…
Carlos segurava a bundinha com as duas mãos, socando fundo:
— Porra, Léo… você geme igual uma vadia… sua namorada sabe que você solta pum no pau dos outros? Seus amigos da faculdade sabem que você vira puta quando o pai sai?
Léo, choramingando, corpo tremendo:
— Não, tio… ninguém sabe… prrrrrt… ai, saiu outro bem molhado… sinto sua rola batendo no fundo… me enche de porra… goza dentro… me deixa vazando pra quando eu encontrar a Ana amanhã…
Carlos não aguentou. Deu umas estocadas brutas e gozou forte, jorrando porra quente bem fundo. Quando tirou o pau, o cuzinho ficou escancarado, piscando, com porra grossa escorrendo pela bundinha e pingando no sofá, exatamente como nas imagens que você mandou. Léo soltou mais um peido longo e molhado — PRRRRRRT — empurrando mais porra pra fora.
Léo, ofegante, shorts jeans ainda abaixado, virou o rosto pra trás:
— Obrigado, tio Carlos… você fodeu gostoso… meu cu tá destruído de novo… mas continua sendo nosso segredo, tá? O papai nem imagina que eu seduzi você…
Carlos, ainda recuperando o fôlego, pau melado:
— Caralho, garoto… você é uma puta safada… nunca mais vou olhar pra você do mesmo jeito…
Resumo de toda a saga e contos passados – Como Léo se tornou a putinha que é hoje:
Meu nome é João, 42 anos, pai solteiro. Tudo começou naquela noite desesperada: eu vendi o cuzinho virgem do meu próprio filho Léo, 18 anos, loirinho delicado, cabelinhos lisos, bundinha de bolha, pro meu patrão Roberto. Depois vendi pro maior cliente Marcos. O que era pra ser só duas fodas virou vício. Léo virou a putinha da família: levou pau de chefe, cliente, grupo de 7, depois 10, depois 20 na chácara, depois 30 paus num dia inteiro num galpão. Festas particulares pagas, passeios públicos na rua, uso 24h por dia, aluguel pro cliente rico Sr. Victor por uma semana inteira (com pauzão de 32 cm). Ele continua sendo o universitário certinho, com namorada Ana e amigos da faculdade que não desconfiam de nada — eles acham que ele é o menino tímido e educado. Mas por trás, Léo é a putinha loira que geme, chora, peida no pau, leva double, triple, tapa na cara, cuspe na boca e enche a barriga de porra enquanto finge normalidade. Eu filmei e postei tudo.
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Comentários (1)
QUE FODA GOSTOSA!!!!: MUITO BOA.
Responder↴ • uid:1dai2scxid