#Gay #Teen

Ampliando os saberes anais

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gp75

Na sala de casa eu pensava em tudo e o filme vinha na minha mente para realimentar meus desejos. Levantei e peguei um café voltando à leitura em andamento. Aproveitei a solidão subindo até o meu quarto onde localizei o meu “material de apoio”. Tranquei a porta e fiquei ali curtindo atentamente cada detalhe daquela revista bem quente. Pelado e deitado na cama, passei a mão na minha bunda para lembrar o prazer tido dias antes.

A impactante cena foi colocando mais calor no corpo e veio uma boa punheta. Dois caras experientes e visivelmente com cara de cinquenta anos, pretos, trataram um cara muito novinho e branco que não se intimidava com nada e até sorria. Entregue e até sofrendo um pouco, os dois fizeram a festa no garotão com dupla penetração e muita mamada da parte dele, resultando em forte gozada dentro do cu e na boca. Após gozar no banheiro, tomei um banho e voltei aos estudos.

Minha tara estava fortíssima aos dezesseis anos e nada controlava o meu desejo por sexo. Fazendo escondido e sendo um gay enrustido, entre a perda da virgindade e a primeira possibilidade de sexo com vários machos foram somente sete meses! A tara dos caras por novinho era aquilo que mais chamava a minha atenção e no churrasco na casa do amigo do meu vizinho eu acabei dando conta de quatro picas em quase trinta minutos! Saí arrombado e pingando porra, não reclamei de nada e estava realizado. Esta relação foi uma exceção e ótimo teste para o futuro. Quem sabe o sexo grupal não entraria no meu repertório de vez?

Os ventos estavam favoráveis para mim. Branco, novinho, magro, gay em formação precisando ganhar experiência, eu era considerado um filé para tarados dispostos a sexo fácil. O acontecido acima mostrou isto. Picas morenas e pretas resolvendo suas taras dentro do banheiro sem qualquer responsabilidade. Erotizado demais, eu dei permissão para tudo e ainda ganhei fodas fortes e tensas com boa quantidade de esperma. Estava descontrolado? Talvez. O momento faz a ocasião e realmente eu deixei rolar. Na sala de casa, eu já pensava como entrei na chuva e saí bem molhado: babando esperma! O melhor: ninguém falava nada e nem falaria. Segredinho! Psiu!

Na prática, eu voltei ao sexo com o vizinho numa boa cumprindo meu papel atendendo ao faminto pau preto. Baixo e magro, quarenta e seis anos, ele é chegado em rapidinhas com sexo fortíssimo. Perdi as contas de quantas vezes fizemos em pé na cozinha para levar sexo que beirava o animalesco! Entre gemidos e caretas com gaguejadas, o poder dele era evidente e eu fui mantendo tudo numa boa, vizinho de parede, um celular para aviso e muita coisa foi feita na surdina. Meus dezesseis anos pouco significava e sim a vontade muito consciente em praticar sexo com tesão e muito prazer. Nesta daí, eu mantive em ação para não questionar se daria um tempo pois não faltavam mulheres jovens querendo namoro comigo. Resolvi meu problema da virgindade em buceta e continuei no mundo gay que achei mais interessante pelo alto grau de safadeza e putaria.

A ausência dos meus pais contribuíram muito para que eu ganhasse a liberdade esperada. Aos Sábados, eu tinha o dia livre enquanto eles trabalhavam. Apelidei meus Sábados de Sábados das fodas e dos espermas, dia que eu virava uma garota safada e não o homem social que todos pais esperam. A maturidade veio depressa ajudando demais na minha sobrevivência dentro do universo gay. Tímido, eu tornara um cara mais conversador agregando as conversas e evoluí nas notas e nas leituras no colégio.

Aos poucos, o sexo saiu do vizinho para outro ambiente: o apê do ex-namorado da minha tia. Numa visita para lá de estranha em casa e só eu presente, ele veio na maior cara de pau para procurá-lo em outro momento e entendi tudo. Haviam coisas mal resolvidas entre nós e ele chegara no momento certo. Há tempos ele olhava e desejava algo que não podia ser feito diante das circunstâncias. Seu namoro com a minha tia foi breve o suficiente para este cara dar os primeiros eróticos no meu corpo. Ele olhava, piscava, sorria e até chegou a apertar meu ombro! O fim do relacionamento só deixou guardada uma tara que não pode ser colocada em prática e agora havia alguma chance de realizarmos.

Preto, alto, careca, quarenta e quatro anos, titia ao menos sabia escolher namorado. Este foi um dos seus namoros com pretos ou morenos de pele mais escura. Eu não coloquei dificuldade alguma e uma mensagem trocada no celular, obtive o endereço do novo ninho da putaria. Marcamos e por lá, a coisa aconteceu rápido e sem frescura. Após apertar a campainha, ele atendeu e entrei depressa. Estando de sunga, regata e chinelo, ao fechar a porta, ele soltou a vara preta duríssima agradando meus olhos! Alisei aquele mastro preto potente, carnudo e comprido, cabeçudo enquanto ele passava o trinco na porta! Safado, não? Segurando firme, ajoelhei para pagar um primeiro boquete e elogiei a pica dotada. Só em sonho eu chegaria ao talo e no máximo, meio pau! Segurando, pincelou meus lábios e impôs ali diante da porta fechada, um vai e vem que fez a minha boca babar! Se estava duro, esta ação deixou o caralho preto em rigidez extrema para pedir penetração! Chupei bolas, cuspi e bati punheta forte para seu mastro que assustava. Passando a língua de forma circular na cabeça, engoli aquilo que deu e mamei rápido para vê-lo gemer. Excitado pela possibilidade de sexo, meu cu dava piscadas direto! Corado, corpo quente, o tesão subiu!

Fechou a cortina para evitar dores de cabeça e fiquei pelado para ficar de quatro no sofá e balançar a minha bunda enquanto ele alisava o caralho monstro! Procurei ficar calmo sabendo que aquilo poderia rasgar bem. Um tapa na bunda, um toque para abri-la tendo a visão que ele desejava, cuspiu direto acertando o alvo e melou o rabo para segurar e introduzir o pau preto! A sensação que minha cabeça iria explodir. É sério! Puta que pariu! O caralho foi rasgando e abri a boca bem zonzo! Pedi para tirar e ele fez para buscar gel ou senão nada rolaria. Bisnagou bem e espalhou tanto no meu cu e lá dentro como na rola preta. Penetrou fácil e metade do pau sumiu dentro de mim para pegar ritmo. Aos poucos, cu branco e pau dotado preto foram se entendendo! Eu mordia o lábio com olhos fechados e deixei acontecer. Lá dentro, sentia alargar tudo e não demorou para sentir sua potente cabeça sentando ao fundo!

Abri minha bunda e ele iniciou a conquista do meu cu com vai e vem sem pressa. Meu rabo expandiu muito e meu tesão disparou rápido com seu pau preto trabalhando tudo. Cada toque da cabeça era vital para suas pretensões e minhas caretas apareceram depressa assim que o vai e vem ficou mais veloz. Elogiou o meu cu falando que eu era gostoso e pedi para comer. A tara dele começou a aparecer com a velocidade imposta e eu passei a língua nos lábios, mordi e sorri para dar aquele ar de tensão. O caralho botou muita tara no meu cu e realmente eu acabei cedendo rápido demais.

Cravou e balancei a bunda para engolir um pouco mais de pau. Enterrar ele não conseguia e rebolei de forma provocativa. Humm! O pau preto estava mexendo comigo de alguma forma e eu só poderia dar, dar e dar! Mandando sexo rápido e tirando gaguejadas da minha boca, ele mostrava tara acumulada e falou que desejava foder meu cu há mais tempo. Eu, novinho, agregado ao fato dele ser ex da minha tia aumentaram nosso tesão visivelmente. Pegou velocidade e falou para eu pedir pau, falei e ele enfiou forte para tirar uma careta minha. Tirou o pau e abriu meu cu ao máximo cuspindo lá dentro. Arrombado, meu cu piscava forte sendo penetrado novamente e sorri de leve estando gostoso. Mordi o lábio, trocamos olhares e pedi para foder! Um cravada e dei reboladas, sorri e falei que era gostoso! O sexo colocado sem pressa e explorando cada ponto do meu cu foi a saída para ampliar toda minha excitação. Cruzando as mãos sobre a minha bunda, iniciou um delicioso castigo de pica preta que eu gemi gaguejando! Que pau! O vai e vem invocava sexo quente e as cabeçadas estimulavam meu rabo a dar mais. O calor na entrada era um detalhe que criava tesão e tensão! Delícia!

Dando tapa na minha bunda, ele ampliava meu tesão e apertando o meu bundão, ele mandou muita rola rápida deixando um sexo gostoso e quente. Meteu mais forte e para minha surpresa, ele gemeu jogando esperma lá dentro e falou que eu era um viado gostoso para leitar muito meu cu! Pau cravado, despejou tudo e tirou para sentir uma gota escorrer ao meu saco! Espalhou aquilo tudo na bunda e entrada para botar a mão na parede e meter um pouco mais! O meu cu explodiu em tesão com a velocidade imposta e explodi em orgasmo pelo rabo, afinal, o cu tentava segurar a rola lá dentro e não conseguia. Na prática, meu pau havia babado e eu virei para segurar e mamar forte, limpar sentindo o gostinho do leite dele que era especial. Limpei tudo para levantar, sorrir e jogar uma piscada chamando de tesudo e gostoso. Riu e fomos ao banho.

Esta experiência mostrou que eu não tinha pudor. A tara e o desejo por sexo foram determinantes para que o ex-namorado da minha tia fodesse meu cu realizando sua tara acumulada. Ele já foi avisando que não ficaria só nisto e depois teria mais. A minha jovem idade não era empecilho, ao contrário, botou mais excitação nele. Olhando o meu lado, eu queria mais, bem mais! Eu encarei uma pica preta tarada e dotada o suficiente para agradar meu cu safado. Eu passei a entrar numa fase onde o meu vizinho e o ex-namorado de titia dividiam sem saber o meu rabo. O segredo era silêncio. Psiu!

Foi isto.

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Comentários (1)

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  • Kaike: Tesão cara, muito bom.

    Responder↴ • uid:1etxs86uythb