#Gay

Entrando para industria do porno gay interracial parte 8

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Ator

Saída do estudio após filmagens. Eu e Mike com Robson e MJ. Próxima gravação e eu conhecendo Jefrey, o ator porno Americano.

Eu e Mike saímos do estúdio após as gravações da orgia na piscina de bem e acompanhados por Robson e MJ.
Fomos convidados por eles para um Happy Hour e depois de muito conversa, bebidas e muito riso, os Negões acabaram nos convencendo a ir para o apartamento de MJ onde passamos a noite inteira sendo fodidos por eles.
Estavamos repetindo praticamente a cena da orgia na piscina, pois em certo instante eu e Mike estvavamos deitados lado a lado nos pés da cama, cada um com o pau enterrado até as bolas no rabo e gemendo feito duas putas, enquanto Robson e MJ desciam a lenha em nós.
Chegamos a segurar as mãos um do outro para poder suportar tanta pica.
Robson e MJ não tinham gravação no outro dia, mas eu e Mike tinhamos.
Tommos banho no apartamento de MJ e partimos juntos para o Stúdio.
Lá, a Sra. Zenaide perguntou se algum de nós sabia um pouco de Inglês. Eu respondi que não tinha muita prática de conversação, mas entendia bastante.
Mike disse desconhecer completamente qualquer ligua estrangeira e eu fui selecinado para as cenas que seriam gravadas com um ator Americano.
Eu fiquei nervoso ao conhecer Jefrey. Um ator Negro, muito forte.
Parecia alterofilista e era muito alto e uma voz estrondosa.
Jefrey, estava enrolado numa toalha branca e o volume embaixo da toalha escondia uma verdadeira obra de arte da natureza.
Ele era bem desinibido e procurou me deixar bem a vontade.
Logo fez piada e disse que gostava de estar bem entrosado com os atores com os quais ia trabalhar.
Ele em meio a todos deixou a toalha cair e revelou seu pau fora da curva.
Não em tamanho, embora fosse enorme, mas sim na grossura e brutalidade.
Acho que nunca tinha vista nada tão grosso, cheio de veias, mas perfeito. Ele ficava perfeitamente centralizado enquanto ainda estava meia bomba e entre as suas pernas.
Nossa, que pau bonito o dele, apesar de assustadoramente bruto.
Sra Zenaide ainda ajudou a traduzir um pouco da conversa e me disse que ele gostava de se entrosar primeiro com o ator.
Ele pediu que fossemos para um estúdio isolado para passarmos um pouco a cena e pudessemos falar um pouco um com o outro sobre o que nos deixa desconfortáveis em cena e o que nos relaxa.
Achei diferente esta forma dele trabalhar e fomos para um estudio ao lado.
Chegando lá vi que ele estava solto e manteve-se pelado, com o pauzão se exibindo pra mim.
Lógico que eu olhava em seu rosto, mas ele percebeu que eu desviava o olhar constantemente para seu pau, que realmente chamava a atenção.
Entendia tudo que ele falava, até quando ele falou que eu podia pegar em seu pau para sentí-lo e me acostumar.
Aceitei sua oferta e pedi lincença. Peguei em seu pau e foi tão diferente sentir como ele era bruto, e pesado como nenhum outro até aquele momento.
Jefrey, continuava a falar normalmente e tentava me deixar a vontade e me estimulava a brincar com o pau dele enquanto falávamos. Não demorou para que mantivessemos uma conversa enquanto eu já punhetava seu pau.
Sentia ele ir enrijecendo em minha mão. Logo ele já fazia uma curva acentuada e pulsava mostrando a potencia daquele macho.
Jefrey sempre mostrando controle e firmeza com sua voz poderosa, instruía tudo que eu tinha que fazer.
Compreendi quando ele falou que a cena tem que passar verdade e isso só pode acontecer se os atores estiverem sentindo prazer no que fazem em cena.
Ele disse que acreditava que seus parceiros de cena precisam gostar de tocar em seu pau, precisam sentir o cheiro dele e gostarem do que sentem, senti o sabor e salivar pelo pau dele e pra isso que nós estavamos ali.
Ele então pediu que eu o cheirasse e provasse seu pau pra me acostumar.
Eu já estava meio enamorado por seu jeito masculo, então não foi dificil eu me curvar diante dele e sentir o cheiro da sua machesa.
Também não me furtei de abocanhar seu pau e chupar o que desse daquele pau.
Ele era perfeito mesmo. Na forma, no cheiro e no sabor. Não foi dificil meus sentido aprovar Jefrey em todos os quesitos que ele julgava necessário.
Jefrey depois de senti que eu o havia aprovado, devido a forma como eu me dediquei ao seu pau, também disse que precisava me conhecer.
Disse que a relação entre dois homens é sempre prazerosa, mas que é preciso que o macho coneça o cú do parceiro e se sinta atraída para que desenvolva o desejo de foder o cú do outro cara.
Apesar de confessar que ele é dominador nato e também adora foder um cú quando o branquinho o rejeita também, mas na cena, sempre é bom que ele queira foder o cú do parceiro e conhecer bem o cú faz parte do trabalho dele.
Ele pediu pra eu ficar e pé e vira a bunda pra ele.
Senti ele tirar a toalha da minha cintura e abrir minha bunda.
Ele pediu ue eu olhasse pra ele enquanto ele estivesse me conehcendo.
Torci o tronco para poder olhar pra ele e vi ele laçar as mãos na minha cintura e forçar meu tronco para que ele flexionasse um pouco.
Vi ele levar dois dedos a boca e ensalivá-los e trazer de volta e espalhar saliva sobre meu cú.
O toque dele foi suave o suficiente pra me arrancar um gemido.
Em seguida senti ele forçar e me penetrar com seus dedos.
A brincadeira foi cruel demais, ele mexia seus dedos me fazendo gemer e tremer as pernas.
Ua fraqueza se abateu sobre mim quase me levando ao chão.
Depois ele os tirou e afastou minha bunda e me atacou com sua lingua.
Minha pernas dobraram então e caí ao chaão de quatro e continuei a ser linguado impiedosamente.
Jefrey me fez praticamente chorar com sua habilidade, quase me fazendo pedir pica ali mesmo.
Mas não era sua intensão. Como ele disse, só queria me conhecer e me fazer sentir desejo por ele para que a cena tranmitisse maior realismo possível.
Ele agradeceu e disse estar pronto pra gravação e se retirou.
O desgraçado me atiçou e me largou ali com o cuzinho piscando de tesão.
Lógico que saí atrás dele para o estúdio onde gravaríamos já doido para começar a gravar e sentir seu pau dentro de mim.
O desgraçado era um gênio. Eu estava totalmente curioso para sentir seu pau dentro do meu cú.
Com certeza ele já estava em ponto de bala para as filmagens e ali eu vi sua estratégia que garantia a sua fama nesse mundo do porno gay interracial.
Outra coisa, foi que o medo que senti ao ver a grossura da sua pica, já havia sido superado pela curiosidade e o tesão que ele me provocou.
Ao entrar no estudio, Jefrei já se exibia com o pau em riste. Todos comentavam.
Sra Zenaide mandou denise me preparar e passar bastante Ki-Gel. denise veio e sentiu que meu cú estava piscando e todo ensalivado.
Sorriu pra mim e me chamou de safado. Eu ri envergonhado e ele acabou de me deixar pronto pro Jefrey.
A safada chegou e me penetrar com seus dedinho enqunto eu apertava eles com a contração do meu cú.
Jefrey me ajudou a assumir a postura para o início da cena. Ele botou suas mãos gigantes sobre meus ombros e me forçou pra baixo até eu cair de joelhos diante dele.
Olhei pra cima e vi a grandiosidade daquele Negro.
Olhava seu pau por baixo e acompanhava o desennho das veias calibrosas por todo o corpo do pau dele e a cabeça magnífica que brilhava contra a luz do estúdio e pensava comigo. Que perfeição é essa gente.
Eu toquei nele pra poder abaixar e poder começar a lamber toda sua extensão até chegar naquela cabeça e poder abocanhar.
Não cabe inteira na boca e me obrigava apenas a envolver uma parte com meus lábios e de vez em quando lambê-la com minha lingua.
A mesma cois com o corpo do pau e suas bolas. Apenas me permite deslizar os lábios e a lingua sobre a superficie e assim mesmo uma parte por vez.
Até que eu pudesse dar um trato nele inteiro levou um bom tempo.
Mas a cena exigia que eu fosse passivo e permitisse ele foder minha boca. Jefrey deu um jeito de fazer eu sentir seu pau no fundo da minha garganta, me levando a asfixiar várias vezes.
Bem que ele disse sentir prazer em dominar o parceiro.
Jefrey estava senhor da cena e apenas me manipulava.
Eu já sofria o ataque de sua lingua em meu cú quando eu explodi de tesão sentindo a lingua de Jefrey e pedi pica pra ele.
Tomei um esporro do diretor que disse que eu não poderia pedir pica, pois era uma cena de dominação na qual o comedor Negro tinha que foder o branco contra a voltade dele.
Então quando o diretor liberou para Jefrei começar a foder meu cú eu estava com tanta vontade que eu me posicionava para ser penetrado e descaracterizava a cena de foda forçada.
Novamnte era repreendido e tinha que me esforçar pra não passar que eu estava colaborando.
Me concentrei e entrei no clima e deixei por conta de Jefrei.
Quando senti a cabeça a ponto de entrar no meu cú, senti verdadeiramente medo novamente.
Meu cú estendeu de uma forma que eu já não sentia a tempo.
Vi que ainda tinha pregar para serem perdidas quando eu já achava que já havia perdido todas.
Entrei em pânico com a dor quando a cabeça do pau de Jefrey se instalou dentro de mim.
Refuguei e o pau desencaixou.
Jefrey me reposicionou de quatro na cama segurando minha cintura e prendeu meus braços cruzados atrás das costas.
Senti a cabeça encostada na entrada do cú e aquela pressão novamente.
Meu cú começou a se esticar de novo e a cabeça foi entrando e pulou pra dentro novamente, só que agora o pau foi deslizando devagar e rasgando.
Eu soltei um gritinho contido e afundei a cabeça no colchão e com a boca soltei um berro que ficou contido em parte.
Senti o pau de Jefrey todo dentro e pulsando de felicidade.
Eu chorei de verdade de tanta dor no cú.
Jefrey estava no seu papel e estava determinadamente dominador naquela altura.
Ele segurou meus braços pelos pulsos com apenas uma das mãos e manteve cruzados atrás das minhas costas.
Pegou meus cabelos com a outra mão e puxou para trás fazendo meu corpo arquear como se me forçando a empinar a bunda pra ele.
Senti ele aprofundar a penetração ao máximo, a bolas eram comprimidas contra minhas bunda.
Jefrey começou a tirar a pica devagar até eu poder sentir a cabeça na entrada do cú e depois empurrar tudo de volta mais com muito força.
Foi impossível de me segurar.
Gritei com vontade e o microfone foi colocado perto do meu rosto, capitando todo o meu sofrimento.
Sra Zenaide e Denise chegavam a lamentar meu sofrimento.
Ela faziam sons e falavam uma com a outra. Primeiro Denise que soltava um Aiiiiiiiii, tadinho Zenaide!
E Zenaide que normalmente era mais fria, dessa vez retrucou. Nossa, denise. ele vai estou o coitad todo!
As duas estava até abraçadas exatamente de frente pra mim.
Eu olhava e arfava olhando diretamente em seus rostos.
Via piedade daquelas duas mulhares estampadas em seus rostos.
A violência daquela foda perdurou todas a cena de quatro e quando Jefrey me liberou, retirando seu pau de dentro de mim, em cai desfalecido na cama e não aguentei levantar dali.
Enquanto observava o pessoal do cenário tracar o lencou. Sra Zenaide entrou e trouxe água para Jefrey enquanto Denise enxugava o suor de seu corpo, preparando-o para continuar as filmagens.
Eu estava ali esquecido, jogado na cama como se fosse um apendice qualquer.
Mais uma vez experimentava a supervalorização do ator Negro Ativo enquanto nos branquinhos passivos passávamos despercebidos.
Mas já estava acostumado a isso.
Mal terminaram os mimos com Jefrey. ele que manteve uma ereção estupenda nesse tempo, apenas me pegou e me puxou pelas pernas para a beira da cama e meteu seu pau dentro do meu cú sem dó.
Ele estava enfido no mio das minhas pernas, e as cruzou atrás da suas costas, na região lomar e tombou seu tronco sobre mim.
Senti seus braços passaram atrás das minha costar e extintivamente eu me agarrei no seu perçoço, pois senti que sua intenção era me erguer da cama.
Mal deu tempo e eu estava sendo erguido com seu pau totalmente cravado dentro do cú.
Fui conduzido até a parede cenográfica e contra ele eu comecei a receber poderosas estocadas.
Podia sentir seu pau além de extremamente rígido, pulsar dentro de mim.
Eu era jogado pro alto e depois escorregava por seu pau até tê-lo inteiro dentro de mim.
Eu me aggarava ao seu pescoço mas as forças acabavam e parecia que ia cair no chão.
Jefrey é um Negro muito forte e conseguia me apoiar em seu colo com extrema facilidade enquanto se mantia fodendo meu cú.
Os cameras todos em volta apanhando os melhores angulos. O diretor apenas elogiava Jefrey e o incentivava durante a cena.
Eu mantinha os olhos quase sempre fechados pela vergonha daquela foda,mas num instante eu acabei abrindo os olhos e encarando Jefrey.
Jefrey me olhando fez uma coisa inusitada e veio com aqueles lábios grosso em direção a mim e me beijou.
Eu não tinha passado por isso ainda e sem saber como reagir apenas deixei ele continuar o que estava fazendo.
Mas toda aquela situação de domínio que Jefrey estava me submetendo acabaram despertando algo em mim e meu cú começou a retribuir toda aquela sensação de submissão que Jefrey me infligia e eu comecei a retribuir o beijo.
E então eu percebi que eu estava gostando daquele submissão todo a Jefrey e retibui enfim aquele beijo de lingua que levava enquanto tinha meu cú fodido por ele.
A cena ficou maravilhosa, pois depoi uando o diretor repassou pra gente até eu vi a verdade naquilo.
Ele me fodia com vontade e eu retribuía a tudo.
A coisa foi tão verdadeiramente quente que ambos gozamos. Ele me leitou em seu colo sem me soltar e eu me gozei aos berros me abraçando forte em seu pescoço e apertando suas costas com as minhas pernas cruzadas em torno dela.
Eu relaxei e deixei ele ter a paciência de andar comigo pelo stúdio, recebendo eleogios do dietor, cameras e cabo man e pessoal de iluminação e som.
A única que me fez um afago foi Denise que brevemente deu uma esfregadinha de mão ns minhas costas, quase que demonstrando uma certa penas pelo que eu tinha suportado.
Jefrey sorria e empoderado pelos elogios insessantes seu pau ainda pulsava dentro de mim, demonstrando seu imenso ego.
Tomei meu banhos sozinho no vestiário e por incrível que pareça não conseguia tirar a cena da minha cabeça.
Cada momento era revivido por im enquanto a água caía sobre meu corpo e eu estava muito excitado com tudo que eu havia passado em cena.
Ter sido fodido por Jefrey enquanto tinha a minha lingua sugada de dentro da minha boca e o fato dele ter me feito gozar junto com ele, mexeram de alguma forma comigo.
Será que Jefrey havia me transformado em um viado convicto?
Eu estava admirando Jefrey como homem, como meu macho e isso era novo pra mim nesse meio.
Precisava conversar com alguém sobre o que Jefrey me fez sentir.
Me ofereci para Ciceronear Jefrey durante sua estadia, mas acabei atraindo a irá de Robson que queria que eu fosse para sua casa depois das filmagens.
Vou contar como eu resolvi esta situação. Mas não tive com resistir a tentação de ter Jefrey novamente mas entre quatro paredes. estava realmente mexido por dentro pela primeira vez.
Se um dia eu tinha gostado de ter um homem dentro do meu cú foi com Jefrey e tinha que dar um jeito de tê-lo novamente e poder apreciar por vontade própria e pela primeira vez dar o cú pra um macho para me satisfazer.

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