Na estrada
Olá a todos, usarei outros nomes, mas preservarei os fatos como ocorreram.
Meu nome é Claudia, gaúcha de Passo fundo, na época com vinte e oito anos de idade, mulher igual a muitas outras, rosto bonito, mas tenho orgulho do meu corpo que sempre foi desejo por onde passo . Casei-me virgem aos vinte e dois anos com Arthur quando ele tinha quarenta , um bom homem, trabalhador com uma renda que sempre me deu uma vida econômica confortável, mas que sabia não me satisfazer na cama, além de muito desajeitado, tinha um pau realmente muito pequeno e fino, eu só conseguia gozar quando ele me chupava. Uma noite, vendo minha frustração propôs levar outro homem para nossa cama. Não respondi nada, mas admiti para mim mesma que uma boa cama com outro, poderia salvar nosso casamento, mas tinha um problema, éramos muito conhecidos em nossa região. Amadurecemos a ideia e resolvemos ir a uma casa de swing em São Paulo. Resolvemos ir de carro para aproveitar a viagem, na estrada já no Estado de Santa Catarina, paramos em um restaurante que é parada de ônibus, enquanto eu pedia nosso lanche, Arthur foi ao banheiro, de onde saiu acompanhado de um rapaz de cerca de vinte anos, magrinho, estatura mediana e me apresenta Paulo, dizendo: Acho que não precisaremos ir a São Paulo. Nossa minha cabeça rodou, entendi imediatamente o que ele queria dizer com aquelas palavras. Paulo com forte sotaque catarinense, muito simpático e alegre passa a falar sobre o local em que estávamos. Gostei do rapaz e quando Paulo foi ao balcão para comprar alguma coisa, meu marido me fala: O cara tem o maior pica que eu já vi, gostou dele? Bem nervosa, apenas balancei a cabeça afirmativamente. Logo que Paulo voltou, Arthur falou: Vamos?. Paulo abriu um sorriso maravilhoso e entramos em nosso carro. Sentei no banco de trás e aquele rapaz simpático olhando persistentemente para minhas pernas me deixou até encabulada. Ninguém falou nada, até que o rapaz disse: Pega a saída, logo aí a frente. Paramos na portaria de um motel enorme e meu marido pediu a melhor suíte disponível. Já na suíte cheia de espelhos, fui direto para o banheiro e entrei embaixo da ducha imaginando como seria uma pica grande e como seria deitar com um novinho na frente do meu marido. Excitada, sai enrolada em uma toalha e Paulo entrou também para tomar banho. Abracei meu marido e ele riu quando percebeu minha tremedeira e falou no meu ouvido: Aproveita, finge que não estou aqui, faça tudo que tiver vontade. Aquelas palavras me acalmaram um pouco, mas ao ver Paulo coberto com a toalha da cintura para baixo, meu coração passou a bater na boca. Arthur sentou-se na cama e Paulo veio a meu encontro, me abraçou e eu senti aquela cobra encostar na minha barriga e o macho me beijou deliciosamente ao mesmo tempo que puxou a parte da toalha que me cobria dos seios para baixo e passou a língua em um de meus mamilos, uma sensação maravilhosa, meus dois mamilos logo endureceram, querendo ver o que eu teria daí a instante puxei sua toalha de Paulo, e vi uma piroca imensa e grossa e segurei aquela maravilha e olhei para Arthur que estava com o zíper da bermuda aberto e com a mão dentro dela e meu marido sorriu para mim. Ajoelhei e chupei aquele cabeção e em seguida enchi a boca com aquela cabeça que eu achava impossível entrar na minha bucetinha, senti os espasmos musculares nas minhas coxas e nos meus braços e deitei no meio da cama, mas o comedor me puxou até a ponta do colchão, ainda em pé, levantou minhas pernas e as abriu, admirou minha gordinha e pela primeira vez na vida, senti que escorria liquido da minha bucetinha molhando meu cuzinho. Paulo tentou me chupar, mas segurei sua cabeça, e ele entendeu que eu queria rola mesmo, apoiou meus calcanhares em seus ombros e esfregou a cabeçorra na minha racha, voltei a tremer incontrolavelmente e ele empurrou. Nossa, apesar de estar bem lubrificada, parecia que eu estava sendo deflorada novamente, naquele primeiro empurrão, a rola entrou esticando meu rasgo como ele nunca tinha sido esticado antes e soltei um gritinho e ouvi meu marido gemer como sempre geme quando goza. O macho sem dar importância puxou meu corpo contra o dele ao mesmo tempo que empurrou o quadril, não sei o quanto tinha entrado, mas com certeza ele já tinha atingido lugares onde meu marido nunca tinha chegado e eu tive uma verdadeira convulsão de prazer me debatendo como uma louca. Paulo abraçado a minhas pernas, não deixou o cacete sair de dentro de mim e enquanto eu gozava, enfiou tudo na minha bucetinha me arrombando toda por dentro e passou a fazer o movimento para trás e para frente, meu marido já estava nu ajoelhado a meu lado e eu peguei em seu pauzinho e passei a masturba-lo, Arthur se curvou e beijou minha boca. Aquelas cabeçadas no fundo de minha buceta eram gostosas demais e percebi que o gozo estava chegando novamente. Larguei o pau de Arthur para massagear meus seios por puro instinto, Arthur percebendo, sem parar de se masturbar se inclinou e abocanhou um de meus seios e quando senti Paulo uivar gozei forte junto com meu marido. Foi uma delícia aquele gozo coletivo e só quando Paulo tirou aquela vara de dentro de mim, percebi que ele estava usando camisinha, coisa que Arthur nunca tinha usado. Enquanto Paulo foi ao banheiro, abracei meu corninho e agradeci a aventura dizendo que tinha sido suficiente mas que eu queria repetir a aventura tão logo ele arrumasse outro macho para mim.
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Comentários (1)
Marido da Cris: Também queria ver minha loira dando pra outro e de preferência, mais cacetudo que eu, mas a safadinha fala que não teria coragem.
Responder↴ • uid:e2429lzri