#Corno #Grupal #Lésbica #Voyeur

Troca de maridos

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Sandra

Quando ainda na faculdade, eu e Marcia, jamais imaginamos que um dia chegaríamos ao ponto que chegamos, pois não tinhamos na época uma amizade muito forte, porém, passados alguns anos de formadas, por obra do acaso, tornamo-nos vizinhas em uma vila composta de sobradinhos geminados, portanto o que separava nossas casas era apenas uma parede e aos poucos fomos solidificando nossa amizade, a ponto de confessarmos uma para outra nossas fantasias e a comparar as camas que tínhamos com nossos maridos. Em conversas que beiravam o erotismo, chegamos as seguintes conclusões: Eu não tinha todo o prazer que almejava, pois o membro de meu marido era comprido demais, já por outro lado, ela me invejava exatamente por esse motivo, quando eu me queixava que ficava doida lá no fundo pelas cabeçadas que Arthur deva no fundo de minha buceta, ela faltava gozar, já eu me deliciava quando ela me contava das relações anais que tinha com Sergio e seu pau grosso. Nossa intimidade chegou ao ponto de compararmos nossas bucetas, como se fossemos duas adolescentes, mesmo ambas com trinta e dois anos, uma tarde nos colocamos nuas e ela me exibiu uma bucetão gordo, com uma racha enorme e seu grelo na forma de um botão interno e eu lhe mostrei minha buceta cabeçuda com grelo exposto que até parece um pintinho infantil, naquela ocasião, por pouco não nos agarramos, mas notamos que poderíamos convencer nossos maridos a uma troca já que ambas além da vontade de ter o que a outra tinha, estávamos em excelente forma física. Depois de combinarmos os detalhes, comunicamos a Arthur e a Sergio quem faríamos um churrasco na sexta feira de um feriadão. Tudo pronto, no dia marcado acordamos cedo e preparamos um belo café da manhã em minha casa para os dois machos só com um detalhe, sentamo-nos a mesas ainda com nossos baby dool curtos e degotados não poupando lances de bundas e peitos para os dois, contando com o velho ditado de que a fruta do quintal do vizinho e sempre melhor que a do nosso, pois era exatamente o que estávamos vivendo e pudemos constatar com facilidade a ereção de nossos homens e durante aquele café erótico. Eu e Marcia passamos a dedicar olhares de desejos aos maridos uma da outra, até que Arthur perguntou o que estava acontecendo. Marcia na cara dura falou que eu e ela tínhamos comparado o beijo deles e queríamos conferir. Os já entorpecidos pelo que estavam vendo, não se negaram a satisfazer nossas curiosidades e trocamos um demorado beijos nos maridos trocados, confesso que até fiquei com uma pontinha de ciúmes naquele momento, quando vi Marcia alisar o cacete de Arthur e fiz o mesmo com o pau de Sergio, que de fato era mais grosso que o do meu marido e não demorou muito para estarmos todos loucos para foder, tanto eu quanto ela sendo mamadas, nos deitamos no chão da minha sala de estar e enquanto eu me contorcia recebendo aquele cacete maravilhoso em meu cuzinho guloso , ouvia Marcia gemendo com o caralho de Arthur fodendo o fundo da buceta dela e sentimos o que cada uma de nós descrevíamos para outra, meu rabo esticado até o limite e ela tendo o fundo do canal anal arrombado como nunca tinha sido antes. Depois de gozarmos como duas loucas naquelas pirocas diferentes e muito gostosas, Sergio confessou que aquela seria a oportunidade perfeita para realizar sua fantasia, ver sua mulher esfregando sua buceta em outra mulher, o que deixou Arthur empolgado e ambos sentaram-se nas poltronas para assistirem ao espetáculo, mal sabendo eles que era algo que mesmo não tendo sido dito e até evitado por nós duas era algo que no intimo queríamos muito e armamos o que foi a primeira tesourinha para as duas, gozamos muito gritando sacanagens, enquanto os dois corninhos se masturbavam desesperadamente. Passamos aquele feriadão inteiro fodendo e de lá para cá todos os fins de semana a putaria se repete.

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