#Estupro #Teen

Meu padrasto me transformou em uma ninfomaníaca

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Juju

Com 14 anos, comecei a ser estuprada diariamente pelo meu padrasto e acabei virando uma maníaca sexual.

Bom dia, tarde ou noite pra quem está lendo. Me chamo Julia. Venho contar a história da minha vida e como me transformei em uma maníaca sexual através de incessantes estupros e abusos sexuais.
Tudo aconteceu quando eu tinha 14 anos. Minha mãe é uma empresária de sucesso no ramo da tecnologia. Ela tem um cargo relevante em uma das empresas aqui de São Paulo (se chama Casa do Celular) e acaba comandando bastante franquias. Por conta do sucesso dela, sempre tive uma vida tranquila, uma condição monetária excelente e tudo que eu queria. Na minha escola, todo mundo me chamava de patricinha, eu era bem popular e quase todo mundo me conhecia. O que me fazia ser bem popular também era minha característica rara: eu sou ruiva dos olhos azuis. Para o meu azar, acima de tudo, meu corpo se desenvolveu muito cedo, e com 13 anos eu já tinha peitos desenvolvidos, meu corpo já era formado e cheio de curvas e uma beleza extraordinário. Eu era branquela, tinha 1.57 de altura, partes íntimas rosadas, peitos médios e minha bunda era empinada e maravilhosa, chamava atenção de todos os homens quando eu saia de uniforme escolar nas ruas.
Mas agora, deixando de apresentações e indo direto para a história, tudo começou quando meu vô teve que ser transferido para um hospital quase que do outro lado de São Paulo, e para a nossa infelicidade, só permitiam um acompanhante. Minha mãe como filha única não podia deixar ele sozinho, e acabou indo pra nossa outra casa que ficava mais perto do hospital. Eu podia ter ido com ela, mas a casa ficava muito longe da minha escola, eu ia ter que andar quase uma hora de transporte público pra chegar na minha escola. Bom, foi então que meu padrasto se prontificou pra tomar conta de mim e não me deixar sozinha em casa. Minha mãe confiava totalmente nele, mesmo eles estando juntos a nem um ano. Minha mãe sempre foi muito burrinha em relacionamentos, e esse descuido dela marcou minha vida pra sempre.
Meu padrasto era um homem bonito, tinha seus 35 anos, era cirurgião e tinha um corpo maravilhoso por ele fazer academia e ter quase 1.90 de altura. Ficar com ele sozinha em casa me deixava desconfortável já que eu não tinha uma relação tão próxima com ele. Minha mãe trocou de namorado inúmeras vezes depois que meu pai morreu, então eu já era acostumada e conviver com um "estranho" em casa. Mas enfim, um dia depois que minha mãe "se mudou" e eu fiquei sozinha com meu padrasto, tudo aconteceu. Eu tinha acabado de chegar em casa depois da escola, meu padrasto estava de folga (ele vivia com plantões, então simplesmente podia escolher quando trabalhava ou não), perguntei se ele tinha comido e ele respondeu que já tinha feito almoço. Então, fui direto para o meu quarto, tomei um banho e deitei na minha cama pra mexer no celular. Quando eu tô no meu quarto, eu me solto inteira, uso pouca roupa, fico largadona, já que é minha privacidade eu aproveito, e quando tenho que sair do quarto, troco de roupa rapidamente. Bom, eu estava com um shortinho curto do meu pijama, e um cropped bem soltinho, sem calcinha e sem sutiã. Eu ria assistindo um vídeo do Filipe Neto, quando de repente meu padrasto bate na porta. Eu pensei em me trocar, mas ele disse que era rapidinho, então levantei e abri a porta. Assim que eu abri a porta, ele já foi entrando no meu quarto.
— Ué, o que você quer? - Perguntei.
— Quero conversar com você. - Ele respondeu, em seguida, fechou a porta.
Assim que ele virou a tranca da porta e tentou abrir pra ver se estava realmente trancada, o comportamento dele mudou totalmente.
— Que foi? O que aconteceu? - Perguntei.
— O que aconteceu? Aconteceu que você é muito gostosa pra sua idade, seu corpo me atrai, agora que estamos sozinhos vou aproveitar cada centímetro de você.
Assim que ele disse isso, começou a tirar a roupa. Eu fiquei paralisada, confusa, não estava entendendo nada. Pisquei e ele já estava pelado na minha frente com o pau durasso. Eu não acreditava no que estava vendo. Minha única reação foi encarar aquilo. Devia ter uns 20 centímetros, cabeça rosa, as veias todas saltadas, parecia estar estralando, e não parava de apontar pra mim.
— Que safada, não para de encarar meu pau. Sua mãe adora, ela só namora comigo por causa dele, e agora você vai se viciar também. - Disse ele.
Eu fui me afastando, ele foi me perseguindo. Quando pensei em fugir, ele pulou nas minhas pernas e abaixou meu short. Eu comecei a me tremer e chorar, não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Minha mente entrou em pânico, eu fiquei tão assustada e tão nervosa que comecei a rir e chorar ao mesmo tempo.
— Estava sem calcinha com seu padrasto na sua casa? Que pilantra. Ainda não para de rir, você queria que eu te comesse né?
Ele me agarrou pela cintura, me jogou na cama e levantou meu cropped. Eu só aceitava tudo aquilo sem acreditar. Ele começou a me lamber e me dedar, falava do meu corpo, das minhas características físicas, dizia que eu tinha um corpo maravilhoso, que eu nasci pra ser estuprada por um homem de verdade, que minha buceta ser rosa era a prova de que eu merecia ser estuprada por todos os homens, dizia que eu era azarada e que nunca ia conseguir um amor de verdade, já que todos ficariam comigo só por causa do meu corpo, nenhum me amaria por eu ser quem eu sou. Ele me abusava psicologicamente e essas palavras foram servindo como gatilho para dar início ao meu trauma. Ele chupava minha buceta como se fosse uma refeição maravilhosa, enfiava os dedos e estimulava meu clitóris. Eu que nunca tinha experimentado o sexo antes fui me entregando, e quando ele começou a me penetrar, eu já não era mais eu mesma. Ele enfiava até bater no colo do meu útero e tirava, o pau dele era enorme, grosso, destruía minha buceta como se não fosse nada. Eu gemia sem parar, chorava e pedia pra ele parar com aquilo. Ele entrava fundo e fazia força, ele queria me destruir de verdade. Ele já tinha rasgado meu hímen, a dor se tornou constante e ele não parava de meter, mesmo com eu implorando pra ele parar. Ele me trocava de posição e me comia de diferentes jeitos, eu sumia perto dele, me sentia uma presa nas mãos de um predador selvagem e violento. Quando ele começou a dar tapas na minha bunda que faziam um som tão alto a ponto de fazer eco no meu quarto, foi quando meu corpo desistiu, o nível do trauma foi tão grande que meu corpo começou a liberar um prazer indescritível como único meio de defesa. (Eu li sobre isso em estudos, e realmente acontece isso de fato, dependendo da mulher e do nível do trauma, o corpo começa a liberar prazer incessante e transforma a situação traumática em prazer).
Eu comecei a gemer de uma forma que nunca tinha feito antes, meu padrasto via isso e achava que eu estava adorando, e fazia com mais violência e brutalidade. Já estava a 5 minutos sendo estuprada sem parar, em diferentes posições, meu corpo não aguentava mais. Quando ele me colocou de frango assado e começou a me fuder, eu fui sentindo um choque percorrendo pelo meu corpo inteiro, meus músculos foram se contraindo e eu comecei a me tremer. Aquela sensação não me deixava respirar, foi então que pela primeira vez na minha vida, eu gozei levando pica. Ele continuava a me fuder sem dó, com velocidade e força, e continuou me fudendo por mais 5 minutos, até que ele finalmente gozou dentro do meu útero, e forçou o pau até a última gota de esperma entrar dentro de mim. Assim que ele tirou o pau, o esperma se misturou com o pouco sangue que restava na minha buceta e escorreu pela cama. Eu estava destruída, meu corpo se contorcia e se tremia inteiro, eu tinha espasmos involuntários nas minhas pernas, era uma situação degradante. Quando eu pensei que finalmente tudo tinha acabado, meu padrasto me vira de barriga para baixo e me faz empinar a bunda.
— Agora eu vou usar seu cu. Fiz questão de tomar viagra só pra durar mais e te destruir por completo. O primeiro round já foi, o segundo vai ser o mais difícil, então boa sorte.
Sem enrolação, ele enfiou no meu cu. Foi enfiando, enfiando e enfiando. Estava apertado, ele tinha dificuldades para entrar totalmente, mas em questão de segundos, conseguiu atolar o pau inteiro dentro de mim. Aquela também era minha primeira experiência inserindo algo no meu ânus, e sinceramente, a sensação foi tão extrema que eu comecei a sentir um mal-estar, uma ânsia extrema, e acabei vomitando. Meu padrasto ficou decepcionado comigo, me agarrou pelo cabelo, me tirou da cama a força, abriu a porta do meu quarto e foi me arrastando até o quarto da minha mãe.
— Sua imunda, não consegue nem aguentar uma pica direito. Pra ajudar esse seu cu fraco encheu meu pau de sangue, perdi a paciência com você, agora você vai ter o que merece. Foi então que ele me colocou na mesma posição anterior em cima da cama da minha mãe e enfiou o pau inteiro dentro de mim de novo. Dessa vez, ele começou a fazer movimentos intensos, como se estivesse tentando me quebrar. Doía, doía muito, eu não conseguia respirar, aquilo era muito para mim. Meu corpo já estava esgotado, ainda ia ter que aguentar mais 10 minutos daquilo. Eu comecei a desistir e perder a vontade, meu corpo foi ficando mole e facilitando ainda mais para ele me destruir de verdade. Ele metia enquanto me batia, dava tapas na minha cara, socos nas minhas costas, me xingava, me humilhava verbalmente, dizia que eu estava sendo arrombada na cama da minha própria mãe, que meu destino era esse, servir homens com meu corpo de puta na cama da minha própria mãe. Falava que eu era uma vagabunda sem personalidade, que meu corpo era a única coisa que eu tinha para entregar, falava que nunca gostou de mim, xingou até meu pai dizendo que devia ter morrido arrependido de ter você como filha. Eu estava destruída, psicologicamente e fisicamente. Quando ele me colocou de quatro e começou a meter com raiva, meu corpo desistiu de vez. Eu parei de gemer, de chorar, ele já tinha me quebrado, o trauma havia sido tão intenso que eu comecei a delirar e ouvir minha mãe dando risada da minha situação. Bem pesado. Foi nesse momento que eu percebi que meu padrasto conseguiu o que queria, me destruiu completamente, tanto fisicamente quanto mentalmente, e eu apenas continuei sendo estuprada até ele gozar dentro do meu cu. Assim que ele tirou o pau de dentro de mim, eu desmontei na cama. A última coisa que eu me lembro foi ele apontando a câmera do celular pra minha cara e filmando minha situação, dando risada e se divertindo. Depois disso, cai em um sono profundo. Pra vocês terem uma noção, devia ser umas 17h quando eu desmaiei, e eu só fui acordar no dia seguinte, 20h. Eu ainda estava na cama da minha mãe, pelada. Eu acordei tonta, demorei alguns minutos pra despertar e me levantar. Minhas pernas doíam, minha bunda ardia. Quando eu levantei, fui até o banheiro olhar minha situação e não acreditava no que eu estava vendo: eu nem parecia mais eu. Tinha porra na minha cara, meu cabelo inteiro bagunçado. Marcas de agressões no meu abdômen, marcas de chupão nos meus seios. Minha bunda estava roxa. Ele tinha me usado enquanto eu estava desacordada, sem dúvidas nenhuma, porque ainda tinha resquícios de esperma dentro da minha buceta, e meu cu latejava como se tivesse sido usado recentemente. Aquele homem era um monstro. Liguei o chuveiro, tomei um banho sem pensar muito, me enxuguei com a toalha da minha mãe e saí do banheiro andando, pelada mesmo, até meu quarto. Assim que abri a porta, lá estava ele, deitado sem camisa e de cueca mexendo no celular.
Eu pensei em fechar a porta e fugir dali, mas meu corpo não obedeceu minhas ordens. Assim que eu vi ele eu congelei, como se estivesse presa. Ele me encarava esperando alguma ação minha, e eu apenas tremia olhando para ele.
— Oi juh, você acordou? Tá com o cabelo molhado, você tomou banho? O que você está querendo?
Eu fiquei calada, não respondi, permaneci imóvel encarando ele. Ele então levantou e veio até mim, colocou uma mão no meu rosto e outra na minha bunda, e começou a apertar.
— Anda, vamos transar. Quero te comer. Você demorou pra acordar então te comi enquanto você estava desmaiada, mas minha vontade já voltou, quero te comer de novo. Ele então foi me arrastando para a cama, e lá, ele começou a me estuprar novamente. Eu confesso que estava tão destruída psicologicamente que nem lembro os detalhes do que aconteceu direito, mas eu lembro que ele me ensinou a mamar e aguentar engolir o pau dele, comeu minha buceta e meu cu de novo, me agrediu ainda mais fisicamente, me fez gozar duas vezes, uma enquanto me comia e outra enquanto me dedava, e no final, me obrigou a dormir abraçada com ele. Após isso, desenvolvi síndrome de estocolmo, e sem perceber, comecei a transar com ele com vontade. Ele sempre me humilhava fisicamente e verbalmente, torturava meu corpo, me torturava psicologicamente, me fazia chorar e entrar em desespero. A cada dia que passava ele ia enfiando mais traumas na minha cabeça, e sem eu perceber, já estava totalmente traumatizada. No quarto dia, transamos quatro vezes, no quinto dia eu gozei duas vezes enquanto ele me torturava. Como que eu explico que eu odiava aquilo, mas meu corpo simplesmente amava. Tanto que em todas as nossas fodas, eu sempre chorei, sempre queria que ele parasse, mas meu corpo sempre se entregava à ele. Aos poucos eu fui desenvolvendo mais diversos traumas por conta dos estupros seguido de espancamento dele, e quando minha mãe voltou pra casa, duas semanas depois, eu já estava totalmente viciada na pica do meu padrasto. Minha vida nessas duas semanas foram basicamente: acordar, ser estuprada, gozar na pica dele, deitar na cama de tarde, ser estuprada, gozar na pica dele, ir dormir, ser estuprada, gozar na pica dele... os traumas e abusos psicológicos e físicos foram me tornando cada vez mais dependente de sexo violento, e quando percebi, já não tinha mais volta. No intervalo que minha mãe estava trabalhando e meu padrasto chegava em casa (uma hora) eu ia lá dar pra ele. Isso continuou por 6 meses seguidos, sem falta, todos os dias eu satisfazia ele, e só parou quando minha mãe descobriu que ele tava traindo ela com outra mulher do emprego dele e quis se separar.
Após isso acontecer, a carência foi dominando meu corpo, eu era uma viciada em sexo, traumatizada, totalmente dependente de sexo violento para viver. Foi então que sem meu padrasto, comecei a instalar um monte de coisa no meu celular e comecei a me prostituir, vendendo meu corpo gostoso pra pedófilos por um preço baixíssimo. Comecei a me envolver com coisas erradas, e aos poucos, os estupros foram se tornando rotina na minha vida. Eu andava com pouca roupa pra todo lugar pra chamar atenção, nas festas eu dava na cara que queria ser estuprada e acabava acontecendo sem eu nem perceber. Comecei a fazer coisas insanas e sem limites, chegar perto da morte várias vezes só pra suprir minha carência, e hoje em dia, ganho mais de 10 mil reais por mês vendendo meu corpo na internet e presencialmente. Se quiser conto mais sobre as coisas insanas que já fiz, mas só se comentarem aí em baixo.

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