Bananas nas bundas de casadas lesb de Peixinhos. Maridos nem imaginam.
Eu sou Daniel, o maior sedutor de mulheres casadas e comuns de Pernambuco desde 2008. Tudo que eu vivo, eu registro e posto no site de Selma Recife e no grupo VIP dela. Lá o pessoal paga pra ver o que eu faço com essas casadinhas humildes que ninguém imagina. E as minhas últimas conquistas... caralho, essas duas mexeram comigo de um jeito especial. Jéssica e Patrícia. Duas morenas de uns 30 e poucos anos, casadas com motoristas de aplicativo que mal param em casa. Moram em Peixinhos, Olinda, separadas só por uma rua estreita de tijolo à vista. Vidas simples pra caralho: casa de alvenaria, chão de cimento, geladeira velha, cheiro de feijão e roupa no varal. Elas usam aqueles vestidos cinza justos, rasgados nas coxas e na bunda, óculos escuros baratos, tatuagens feitas em casa. Bundas maravilhosas, corpos cheios, suados do dia a dia.
Eu comecei pela Jéssica. Foi no mercadinho da esquina. Ela contando dinheiro pra comprar arroz e feijão. Eu cheguei de moto, sorrindo:
— Ei, morena, tá precisando de carona? Eu te levo e ainda pago a compra.
Ela riu, disse que era casada, mas aceitou. Na primeira vez no motelzinho barato da BR-101, eu já mostrei meu verdadeiro tesão. Enquanto metia nela de quatro, enfiei o nariz na axila dela.
— Porra, Jéssica... esse desodorante barato tá vencido faz tempo, né? Cheira a suor azedo, misturado com suor de mulher que trabalhou o dia inteiro. Delícia pra caralho.
Ela se contorceu, cara de nojo puro:
— Que nojo, Daniel! Seu porco nojento! Sai daí, tá fedendo pra porra! Meu marido nunca fez isso!
Mas eu lambi mais fundo, respirando forte, e ela gozou mesmo xingando. Depois eu abri as bandas daquela bunda empinada e cheirei fundo o cu suado.
— Bunda de casada fedendo... caralho, que tesão. Você não limpou direito hoje, né?
— Você é nojento pra caralho! Sai, seu animal! — ela esculhambava, mas a buceta dela piscava molhada. Eu adorei.
Desde então, a “compra especial” virou nosso ritual. Toda semana eu chegava com um cacho de bananas maduras.
— Hoje é dia de banana, minha casada gostosa.
Eu pelava uma banana grossa e enfiava bem fundo no cu dela, empurrando com o dedo até quase sumir.
— Deixa apurar meia hora, amor. Quero o sabor do seu cu podre misturado com a banana.
Jéssica ficava vermelha, andando pela casa com a banana dentro, sentindo o caldo escorrer pelas coxas.
— Que humilhação... você me trata como uma puta barata, Daniel. Meu marido me respeita!
Depois de meia hora eu deitava no chão, boca aberta. Ela agachava bem em cima da minha cara e empurrava. Ploc. A banana saía mole, quente, brilhando, com cheiro forte de cu suado e doce de fruta. Eu chupava tudo, gemendo:
— Delícia... bunda de casada é o melhor tempero do mundo.
Meses depois eu seduzi a Patrícia, a vizinha dela. Mesma rua, mesma rotina. Fingi que era “amigo da Jéssica”. No motel, repeti o jogo: axila cheirando desodorante vencido, bunda suada.
— Patrícia, sua bunda é ainda mais carnuda... cheira mais forte, porra.
— Cala a boca, seu porco! Meu cu não é pra você cheirar! — ela gritava, mas gemia quando eu lambia. A banana no cu dela era mais grossa ainda, porque a bunda era maior.
— Sua bunda é mais podre que a da Jéssica... que cheiro delicioso.
Um dia, depois de foder a Jéssica, eu soltei a bomba:
— Sabe quem eu também tô comendo? A Patrícia, sua vizinha de rua.
Jéssica arregalou os olhos:
— QUÊ?! A Patrícia? A gente se conhece desde criança! Ela é casada, tem filho! Seu filho da puta, como você faz isso?
Eu ri, já com o pau duro de novo:
— Calma, gata. Ela também tá viciada no meu pau e no meu fetiche. Vocês duas moram perto, maridos fora o dia inteiro... por que não a gente faz os três? Só entre nós. Segredo absoluto. Vai ser uma delícia.
Ela ficou assustada, mas a buceta dela ficou molhada na hora.
— Vocês duas se conhecem... vai ser quente pra caralho.
O primeiro encontro a três foi no quintalzinho escondido da Jéssica, de noite, com os maridos rodando aplicativo. Eu cheguei com dois cachos de bananas grandes.
— Hoje as duas vão aprender a se amar enquanto eu filmo tudo.
As duas se olharam, tímidas, vestidos já colados no corpo suado.
— Daniel, isso é loucura... a gente se conhece da igreja, da rua... — murmurou Patrícia.
— Beija na boca. Agora — eu mandei.
Jéssica e Patrícia se aproximaram. O beijo começou tímido, lábios tremendo, depois virou putaria pura: línguas se enrolando, saliva escorrendo, mãos apertando as bundas uma da outra.
— Porra... que delícia beijar outra mulher... eu nunca imaginei — gemeu Patrícia.
— Tá gostoso demais, sua vadia — respondeu Jéssica, já apertando os seios da outra.
Eu tirei os vestidos delas. As duas peladas, corpos suados, bucetas com aquele cheiro forte de xixi de quem não lava direito depois de mijar o dia inteiro.
— Agora cheira a buceta da outra.
Eu forcei a cabeça da Jéssica entre as pernas da Patrícia.
— Cheira fundo.
Jéssica fez cara de nojo:
— Nossa, Patrícia... tá cheirando a xixi velho e buceta suada... que fedor horrível!
Patrícia riu safada:
— E a sua tá pior, Jéssica... parece que você mijou na calcinha o dia inteiro e não limpou!
— Lambam. Agora — eu ordenei.
A língua da Jéssica entrou na buceta da Patrícia. Ela lambeu, engasgou, mas continuou. Depois inverteu. Quando a Patrícia lambeu o cu da Jéssica pela primeira vez, o cheiro era podre demais.
— Caralho, Jéssica, sua bunda fede pra porra! Parece que você não limpa há dias! — e ela vomitou um pouco no chão do quintal.
Jéssica riu alto:
— Viu? Agora aguenta, sua fresca! Lambe mais!
Mas depois de alguns minutos as duas já estavam viciadas naquele cheiro nojento. Uma lambia o cu da outra enquanto a que estava sendo lambida masturbava a lambedora. Dedos no grelo, línguas rodando fundo no cu fedido.
— Me chupa o cu, Jéssica... mais fundo... ai que delícia esse nojo todo! — gemia Patrícia.
Elas gozaram juntas, gritando, corpos tremendo, enquanto eu filmava tudo em 4K.
Depois veio a parte que eu mais amo.
— Hora da banana dupla, meninas.
Eu enfiava uma banana grossa no cu da Jéssica e outra no da Patrícia, empurrando bem fundo.
— Meia hora apurando. Quero as bananas saindo com gosto de cu das duas.
Enquanto esperavam, eu mamava nos seios delas e as duas se beijavam, mamando uma no peito da outra.
— Seus peitos são tão gostosos, Patrícia... mamando enquanto a banana tá no meu cu... — sussurrava Jéssica.
Eu enfiava o dedo no cu das duas, rodava bastante, tirava sujo e cheirava. Depois fazia a outra cheirar.
— Cheira meu dedo da bunda da Jéssica... agora o da Patrícia. Compara qual é mais podre.
Elas cheiravam, faziam cara de nojo, mas lambiam o dedo sujo:
— A da Patrícia é mais forte... fede mais a merda velha e suor.
— A da Jéssica é azeda, parece suor de três dias misturado com cu sujo.
Depois de meia hora, as duas agachadas lado a lado na minha frente, bundas empinadas, bocas abertas. Primeiro a Jéssica empurrou. Ploc. A banana saiu mole, quente, brilhando, cheirando forte a cu. Eu chupava tudo gemendo. Depois a Patrícia. A banana dela saiu ainda mais molhada, pedaços grudados.
— Cheira a bunda da outra enquanto eu como — mandei.
Jéssica cheirou o cu da Patrícia bem na hora que a banana saía, quase vomitou de novo:
— Porra, tá quente e podre pra caralho... mas que tesão doentio!
Elas se beijavam com a boca suja de banana e cheiro de cu.
Então veio o sexo anal junto. Eu fodi o cu da Jéssica enquanto as duas se beijavam na boca. Depois troquei pra Patrícia.
— Agora as duas empinadas, bundas coladas.
Eu metia no cu de uma, tirava e metia na outra, enquanto elas se masturbavam.
— Enfia o dedo no cu da sua amiga e troca o cheiro — ordenei.
Dedos girando dentro dos cus, saindo sujos, cheirando, lambendo.
— Tá machucando um pouco... mas continua, seu porco! — gritava Patrícia.
— Me fode mais fundo, Daniel... quero sentir a banana que tava lá dentro ainda! — pedia Jéssica.
Elas gozaram de novo, uma chupando o seio da outra enquanto eu gozava dentro do cu da Jéssica. Depois eu tirava o pau e fazia as duas lamberem o cu uma da outra, limpando o leite misturado com banana podre.
— Agora vocês são minhas putas oficiais de Peixinhos.
Eu filmei e fotografei tudo. As fotos no beco de tijolos, exatamente como aquelas que vocês viram. O vídeo da banana saindo, o beijo lésbico, o cheiro de cu, o quase-vômito virando prazer puro. Postei no site de Selma Recife e no grupo VIP com a legenda:
“Duas casadinhas humildes de Peixinhos, vizinhas, casadas com motoristas de app. Agora minhas putas que cheiram bunda, comem banana do cu e se lambem entre si. 2026 tá pegando fogo. Quem quer o pack completo com todos os vídeos e fotos desde o primeiro dia?” Baixe em www.selmalub.com ou www.bit.ly/telemanu (GRUPO VIP TELEGRAM)
Isso que você leu é só uma pequena amostra do que rola lá. Milhares de casadas comuns de Pernambuco sendo transformadas em putas de verdade, com fetiches nojentos e deliciosos que os maridos nunca vão saber. Eu continuo postando desde 2008. As conquistas nunca param. Quer ver o vídeo completo dessas duas com as bananas saindo quentes e podres? Quer ver o momento exato que a Patrícia vomitou no cu da Jéssica e depois pediu mais? Quer ver as outras centenas de casadas que eu comi? Entra agora no site de Selma Recife e no grupo VIP dela. É pago, é discreto, é viciante pra caralho. As casadinhas de Peixinhos estão lá, esperando você ver tudo. E talvez a próxima conquista seja a sua mulher.
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Comentários (1)
DUAS CASADAS RABUDAS: DELICIOSAS
Responder↴ • uid:1dai2scxid