#Assédio #Estupro

O Sequestro - Parte 1: O sonho que virou pesadelo.

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Marcos0202

Era pra ser uma viagem tranquila e o pior aconteceu.

Nota do autor: Eu li um conto com essa temática a alguns anos. Não lembro quando nem onde. Queria reler, e eu procurei em todo canto, e não achei. Caso alguém saiba qual conto é, pode me falar onde achar nos comentários. Achei que a minha versão ficou bem comprida na introdução, e sem tanto apelo que os leitores do site gostam. Enfim, espero que gostem, ou não. Eu me diverti escrevendo.

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O Sequestro - Parte 1: O sonho que virou pesadelo.

Eu me chamo Vanessa, na época em que o que irei contar ocorreu eu tinha acabado de fazer trinta e cinco anos, eu era, e ainda sou, uma mulher muito bonita, pelo que dizem. Sou alta, 1,75, tenho seios grandes, bunda e coxas que chamam a atenção. Sempre me cuidei muito, faço natação e pratico esportes, como corrida e ciclismo.

Parte da minha beleza vem do fato de ser dona de uma clínica de estética, ser bonita faz parte do que chama clientes. E eu fazia o máximo para ser uma boa vitrine para meu trabalho.

Sou casada com Roberto, ele é cinco anos mais velho do que eu, e trabalha numa empresa de exportação de alimentos. Temos uma vida financeira muito boa.

Para completar nossa família, tenho dois filhos. Ana, que na época em que isso aconteceu tinha quatorze anos, e Miguel, com quinze anos.

Ana, diferente de mim, é bem magra e baixa de estatura, o clínico geral da família disse que ela não terá um corpo tão desenvolvido como o meu ou o do pai. Já Miguel é o oposto, puxou ao pai. Alto e forte, faz musculação e atletismo no colégio. Tem aquele corpo de homem já formado.

Tínhamos uma vida comum, de trabalho e estudos, éramos dedicados a isso, sempre pensando em melhorar nossa situação financeira. As crianças na época pensavam em ir morar fora do país, quem sabe Canadá ou Espanha.

Mas não sei se posso dizer que éramos felizes, faltava alguma coisa. Acho que nunca tínhamos tirado muitas férias, a gente pensava muito no agora, e isso fechava nossa cabeça para diversão. Isso começou a gerar um problema de estresse, quase depressão. Roberto e eu chegamos a ficar alguns meses sem nos procurar na cama, por falta real de interesse, embora os dois achem o outro atraentes.

As crianças também tinham problemas psicológicos, Miguel era extremamente fechado, e tímido, chegamos a faz acompanhamento para ver se ele tinha autismo, mas deu inconclusivo, tirando as competições, não saia de casa. Não tinha amigos. Nunca namorou. E com certeza por culpa desses problemas psicológicos, pois quando eu ia em suas competições de colégio eu ouvia os comentários das outras alunas, até de professoras, elogiando o corpo dele.

Os problemas de Ana eram relacionados a seu corpo e como ela se via. Era nítido a diferença dela com suas amigas de colégio. Ela parecia ter quatro anos a menos do que tinha. Suas amigas já estavam começando a ter namoradinhos, enquanto ela sentia que ninguém a queria.

Com tudo isso acontecendo, Roberto propôs que nas férias de dezembro, a gente pegasse o carro depois do natal, e fossemos de Minas até alguma praia do nordeste. Todos curtiram a ideia. Escolhemos uma casa numa praia legal da Bahia. Iriamos ter quase um dia de viagem de carro, ia ser muito divertido…

Era pra ser…

Saímos muito cedo de casa, o GPS dizia que iríamos chegar por volta das 18 horas se saíssemos naquele horário. Tudo pronto, fomos. Até a hora do almoço, as crianças praticamente só dormiram, ou ficaram ouvindo músicas no celular. Algumas conversas, a gente tinha que saber até qual ponto podia conversar com as crianças, sem entrar em assuntos que eles não queriam falar. Mas foi um percurso muito bom. Paramos para almoçar numa parada onde tinham muitos ônibus parados. A comida era muito boa. Voltamos a seguir caminho, pegamos um pouco de estradas paradas por obras, e próximo às cinco da tarde ainda estávamos em Minas Gerais, próximos a divisa. Achamos o primeiro posto com restaurante que achamos e paramos.

Fomos ao banheiro, comemos, foi praticamente uma janta o que fizemos ali, rimos muito. O clima estava ótimo, todos precisavam daquelas férias. Notei que um grupo de homens numa mesa próxima nos olhavam, achei na hora que era apenas por estarmos falando alto. Mas não era isso mesmo. Pagamos a conta e fomos saindo. O pátio do posto estava cheio de carros e caminhões. Bem movimentado. Foi Miguel que notou primeiro, e tentou nos avisar, mas já era tarde. Aquele grupo de homens do restaurante apareceu já apontando armas. O líder deles, um homem alto, com uns 30 anos, muito forte, com uma cicatriz de queimadura em todo o braço deu dois passos na nossa direção. Colocando a arma na cintura.

“Amigos, só queremos o carro de vocês, e o que conseguimos sacar dos bancos. É coisa simples e ninguém precisa se machucar. Vamos sem fazer barulho?”

Ele foi até meu marido e pediu a chave do carro, apertou o alarme para ver onde ele estava estacionado.

“Uhuuu, falei que ia ser um carrão de empresário?” Disse ele olhando nosso carro. Jogou a chave para um capanga e foi levando a gente em direção ao fundo do pátio, em direção a um caminhão pequeno do tipo Baú, desses de transportar pequenas mudanças. Abriu a porta de trás e nos mandou subir. Com certeza ninguém notou, nem câmeras pegaram nosso sequestro, já estava ficando escuro aquela hora.

Rodamos naquele caminhão por muito tempo, mais de uma hora. Estávamos indo pelo que parecia ser uma estrada de chão, cheio de subidas e descidas. Todos nós éramos jogados contra a parede do baú e nos machucamos um pouco até aprender a se equilibrar melhor, e a se segurar onde dava.

Minha filha chorava muito, ela estava num nível de desespero extremo. Meu filho, como sempre, parecia preso dentro da própria cabeça. Catatônico. Meu marido xingava e gritava, mas aquilo só atrapalhava ainda mais a situação.

Enquanto eu não sabia o que fazer, queria chorar, mas não conseguia, não tinha força para gritar, Também não passava nada pela minha cabeça, sobre como nos salvar.

Quando o caminhão parou, dois homens apareceram com armas, nos mandando descer. Meu marido gritou com eles, e o mais alto dos dois, bateu com um taco na barriga dele, e depois nas costas, ele caiu sofrendo em dor.

Nos levaram até um Contêiner, nos deixaram lá com algumas garrafas de água e saíram, nos deixando no escuro.

Passamos a noite com fome, nenhum de nós conseguiu dormir, meu marido teve sorte em acalmar minha filha, enquanto eu fiquei abraçada no meu filho, foi uma noite longa. Pela manhã vieram buscar meu marido, todos nós nos desesperamos, ele ficou fora algumas horas, mas era apenas para pegar senhas de bancos e cartões. Ele implorou que nos dessem de comer, ou mais água, mas foi negado.

“O chefe tá chegando mais tarde. Ele que vai decidir o que fazer com vocês.”

Conforme a manhã foi passando, o container foi ficando mais e mais quente, suamos muito, eu senti que realmente iriam nos deixar ali até morrer. Quando a porta se abriu. O ar fresco entrando aos montes pela porta foi um alívio bem-vindo. Mas a fome e a sede era o pior.

Um homem que até então não tínhamos visto foi chegando. Ele aparentava ter uns 30 anos, boa aparência. Vestia roupas de quem trabalha num escritório.

“Então foi vocês que meus funcionários trouxeram… Um pai” disse apontando pro meu marido “Uma mãe e dois filhos. Vocês formam uma família bem bonita, vamos torcer para que continuem assim, como uma família.” Ele falava em tom irônico, sarcástico. “Então, já conseguimos sacar 25 mil da conta de vocês, realmente tem mais um pouco para tirar, mas sacar tudo de uma vez gera desconfiança. Então vamos manter vocês aqui mais um pouco. Desculpa dizer isso, mas vocês estão fedendo. Vamos levar vocês um a um para tomar um banho, e depois deixar num lugar menos quente. Leva o pai primeiro.”

Meu marido levantou e foi com eles. Não adiantava lutar, era pior. Ele foi, levou uns 15 minutos e quando voltou trouxe água, e algumas frutas veio com roupas trocadas, e disse que as malas estavam lá dentro. Minha filha foi a que mais bebeu água, ela precisava mais mesmo. Por ser a mais magra, ela já estava quase desmaiando. Em seguida meu filho foi tomar banho. Ele levou o mesmo tempo pai. Pedi para que eu e minha filha fossemos juntas, mas foi negado. Eles falaram pra gente decidir quem iria primeiro. Meu marido me tranquilizou dizendo que era só um banho, que tinha trava na porta do banheiro. Minha filha disse que ela iria, sem problemas. Outros intermináveis quinze minutos, limpa ela voltou a parecer a minha pequena princesa.

Era minha vez...

Sai do container e fui em direção a casa que indicavam, era uma pequena casa de sítio, que era onde estávamos, um pequeno sítio com casas e árvores, dava pra notar que o local era fechado de plantação pelos lados. Entrei no banheiro e fechei a porta. Me despi, eu estava grudando de suor. Na porta tinha um espelho, olhei meu corpo nu nele. Eu não me sentia mais tão bonita como quando saí de casa. Tinha marcas de batidas por todo o corpo, pelo transporte daquele caminhão infernal.

Sobre o assento do vaso tinham duas toalhas limpas, pendurei as toalhas e primeiro usei o banheiro, eu estava tão precisada. Depois entrei na água, para minha surpresa estava quente. Deixei a água cair sobre mim e chorei pela nossa situação. Alguém bateu na porta, falando que já tinha “dado de banho”. Mas eu não tinha ficado nem cinco minutos ali dentro.

Eu realmente não iria colocar as minhas roupas, me enrolei nas duas toalhas. Nem mesmo peguei as roupas usadas. Achava que iria pegar minha mala, como meus filhos fizeram.

Quando estávamos saindo, o homem que me trouxe indicou o outro lado profundo da pequena casa. Fui, achando que era onde estava minhas malas.

“O chefe quer te ver primeiro”

“Cadê minha mala, quero me vestir.”

“Primeiro o chefe, você nem vai voltar pro container, a gente vai deixar vocês presos aqui, menos quente. VAMOS!”

Ele foi me empurrando. Chegamos no que parecia ser um escritório de fazenda. Uma mesa com um computador, outra com impressora. Uma vazia. A sala estava fresca, tinha ar condicionado.

“Senta aí” Ele indicou a cadeira à sua frente “Sabe, eu esperava bem mais de uma empresária, e um executivo, com vocês dois, incluindo o carro, vou faturar uns 100 mil, 150 no máximo. Não vale nem o desgaste.”

“A gente não é rico, somos de classe média, o que meu marido mostrou pra vocês é o que temos mesmo, acredite”

“Acredito” Ele me olhava com gentileza. Esse homem era perigoso. Eu sentia medo dele. “Sabe, a primeira coisa que notei quando entrei naquele container foi sua beleza. Tem homem que sente prazer apenas em meninas jovens, como aquela sua filha…” Ele falou dela, me olhando nos olhos, eu entendi o que ele disse… “Mas eu prefiro mulheres como você, mais maduras. E você é muito gostosa.”

Ele me olhou e esperou alguma resposta, que eu não tinha, aquilo não era um elogio, era uma ameaça.

“Enfim, mas não quer dizer que eu não ficasse com uma menina daquelas, jovem, mas essas crianças de hoje em dia aprendem sobre sexo na escola, e não com as professoras, mas com os colegas, certeza que sua filha ja ficou com homens até mais velhos que eu”

“NUNCA!” Fiquei em pé e bati com a mão na mesa “ela é pura, ela nem beijou ainda!”

Ele sorriu.

“Sabe, melhor ainda, tem homens que adorariam uma menina virgem… Entende. A vida não é justa para as mulheres.”

Comecei a chorar, ele queria estuprar minha filha. Era isso.

“Por favor, não faz mal pra ela… Ela já tem tantos problemas naquela cabeça dela. Ela não vai aguentar isso… ela vai morrer…”

“Mas eu não quero estuprar ela. Eu quero você. E não quero te estuprar, quero que você se entregue pra mim…”

Era isso, ou eu fazia sexo com ele por “vontade própria” ou ele faria isso com minha filha, e depois comigo.

“Entendeu né… E aí, como vai ser?”

Ainda chorando, deixei as toalhas caírem. Eu aceitava.

Ele passou por mim, foi até a porta e a fechou. Voltou e ficou atrás de mim. “Você é muito gostosa, aquele seu marido tem sorte.” Ele me deu um tapa muito forte na bunda direita. Ele me segurou na altura das coxas e foi subindo a mão lentamente. Ignorou minha buceta e subiu até minha barriga, passou a me beijar o pescoço, aquilo me dava repulsa. Então segurou meus seios com força, sua mão era muito grande, mas mesmo assim ele não conseguia abracar todo o volume dos meus seios. Então passou a beliscar meus mamilos com força, ele queria me machucar apenas.

Então ele me forçou para frente, me forçando a encostar os peitos na mesa. Ele tirou sua camisa e jogou do outro lado da sala, senti ele tirando o cinto, e abaixando as calças, foi quando senti seu pau, roçando em minha bunda. Então ele segurou seu pau e o deixou cair sobre mim, senti o peso daquilo, não conseguia imaginar o tamanho, mas era grande.

Ele abriu minhas pernas com os pés, e se posicionou, eu parei de respirar, eu estava seca, aquilo iria me machucar. Mas não foi assim, ele devia ter lubrificado seu pau com alguma coisa, pois ele foi entrando sem eu sentir dor alguma além do normal pra um pênis muito grosso entrando dentro. Ele foi indo lentamente até encostar a cabeça de seu pau no meu útero. Então ele começou a tortura. Ele entrava e saia muito rápido, cada vez que entrava era como um soco. Eu passei a gritar, aquilo não era sexo.

Ele ficou assim por uns cinco minutos e então parou, eu senti o alivio quando ele parou e tirou o pau de dentro de mim. Ele me fez virar, e deitar sobre a mesa, eu iria olhar meu estuprador sorrindo, e aquilo era mais terrível ainda. Agora eu vi a bisnaga de lubrificante, que dessa vez ele jogou abundante na minha buceta, aquilo ia escorrendo por toda minha bunda e pingava na mesa. Ele passou a forçar seus dedos dentro de mim, primeiro três, então quatro. No início eu não entendi o que ele queria. Ele viu que a mesa ficou muito lisa, então pegou aquelas toalhas que eu levei e cobriu a mesa, me colocou na mesma posição. E voltou a tentar pôr sua mão dentro de mim, eu gritava de dor e desespero, como ele não se importava comigo, ele forçou até que senti minha buceta fechando sobre seu pulso. Ele não esperou eu me acostumar, ele apenas tirou sua mão de dentro de mim e voltou a forçar, não foi fácil, mas ela entrou rapidamente, na terceira vez com a violência com que entrou, eu realmente senti um soco no útero. A Partir desse ponto ele usava sua mão como usava seu pau. Me fodia com força e rapidez. Ele chegou a forçar sua mão para cima, me erguendo da mesa, me deixando suspensa apenas com os ombros encostados nela. Eu não conseguia mais gritar, minha garganta doía tanto como minha boceta e meu útero.

O único consolo que eu tinha era que se não fosse em mim, seria na minha filha, ele faria aquilo mesmo com ela, na minha frente, para que eu me sentisse culpada. Não sei quanto tempo demorou, mas ele simplesmente parou. Puxou uma cadeira e sentou. Eu pensei em levantar, mas não consegui. Fiquei deitada olhando pro teto, pensando que ele iria nos matar. Mas antes ele iria se divertir comigo e com minha filha.

“Não achei que eu iria conseguir. Sempre tive essa vontade, mas foi a primeira vez que fiz.” Ele ria. Parece que pouco a pouco meu corpo passou a doer ainda mais, a primeira coisa que pensei foi que tinha tido algum ferimento sério no útero, ou no canal vaginal. Me imaginava sangrando, mas não sentia nada escorrer de dentro de mim.

Após recuperar seu fôlego, voltou a ficar em pé. Pegou seu pau e colocou dentro de mim. Eu mal sentia ele dentro, ele entrava e saia lentamente, aproveitando cada metida.
“Olha, acho que estraguei sua bocetinha, eu acho que nem consigo gozar metendo aqui”
Então ele deixou seu pau sair e mirou no meu cú. Eu já tinha feito anal com meu marido muitas vezes. E o pau dele não é pequeno, é um pau de dezessete centímetros, sempre me senti realizada com ele. Mas aquele pau que iria entrar no meu cú possivelmente tem mais de 20 centímetros, e era no mínimo o dobro de grossura do que o do meu marido. Ele aproveitou que meu rego estava lubrificado e só foi entrando.

Meu cu ele não fodeu como fez com minha boceta, ele ia e vinha sem tanta velocidade, sem toda aquela força. Ele estava aproveitando o que estava fazendo. Se deliciou com as paredes do meu cú. Eu achei que iria sentir muita dor, mas não. Acho que eu estava tão anestesiada do que ele fez com minha buceta, que aquilo não me causava dor ou desconforto. Aos poucos ele foi acelerando, eu sentia que em breve ele iria gozar dentro de mim. Ele gemia, me xingava, urrava. Então, como que para me humilhar ainda mais, colocou o pau no fundo da minha boceta e gozou, ele forçava muito meu útero, para me machucar, para doer em mim.

Ele voltou a sentar na cadeira. Eu sentia que ele estava me olhando.

“Valter, venha aqui!” Muita coisa passou pela minha cabeça, seria agora estuprada pelo capanga dele. Voltei a chorar.

“Fala chefe”

“Valter, leva ela pra família. A mala dela tá lá com eles já?”

“Ta sim. Vamos dona.” Valter viu que eu não me movia da mesa, veio até mim e me puxou com força, me fazendo ficar em pé.

“Depois a gente se vê Vanessa, quero falar com você e aquela sua filha virgem…” e riu.

Fui quase sendo arrastada pela casa, então ele abriu uma porta, dentro estava minha família, todos me olhavam com cara de choro e tristeza, eles estavam sentados no chão, amarrados, e amordaçados. No fundo desse cômodo tinha uma TV grande. E eu reconheci a imagem que era exibida. Era o escritório. Eles viram tudo o que aconteceu comigo. Eu desmaiei.

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Comentários (5)

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  • Beto carreiro: Bom conto

    Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9
  • Sansão: Que historia incrivel

    Responder↴ • uid:19f65f3c27xl
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Luiz: Ah n cara n gostei vim aqui pra ler e bate uma e n fica revoltado com ódio e triste

    Responder↴ • uid:1daibs6whj
  • Rainha: Simplesmente horroroso! Como alguém pode sentir algum prazer com um texto destes? 🤢🤮

    Responder↴ • uid:1d7x2xj26q62